História Um trauma, uma cura e um amor. - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~KarinaSesshy

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru
Tags Sesshoumaru Estupro - Rin Psicóloga
Exibições 290
Palavras 3.205
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá amores! Karina e eu agradecemos pelos comentários e favoritos no capítulo anterior.

Boa leitura a todos! =3

Capítulo 9 - Capítulo Nove


Fanfic / Fanfiction Um trauma, uma cura e um amor. - Capítulo 9 - Capítulo Nove

Rin on

Eu estava em um horário vago e resolvi falar com a minha mãe.

Ela estava na recepção e fui até lá.

- Mãe, preciso falar com você.

Sara: Diga, meu bem.

- Você tinha razão.

Sara: Tenho razão sobre muitas coisas. - Revirei os olhos - O que exatamente?

- Eu to gostando do Sesshoumaru. Eu assumi o que sinto, ele fez o mesmo e estamos juntos.

Minha mãe ficou paralisada, enquanto me encarava de queixo caído.

- Vai ficar assim até quando?

Sara: Isso é sério? Você não pensa na sua filha?

- Claro que penso na minha filha. O Sesshoumaru e eu estamos juntos, mas será as escondidas. Apenas as nossas famílias vão saber.

Sara: Kohaku não pode saber disso. Ele é advogado. Se no futuro vocês brigarem e ele decidir tirar a Sayuri de você, ele pode usar esse seu relacionamento com o Sesshoumaru contra você. Além de perder sua filha, você vai presa também.

- Eu sei. Eu já pensei nisso, por isso conversei com o Sesshoumaru e disse que seria escondido até ele atingir a maioridade.

Sara: Isso se vocês não terminarem antes.

- Não seja tão pessimista.

Sara: Só estou dizendo a verdade. Bom, você já é maior de idade, se quer namorar o Sesshoumaru tudo que posso fazer é aceitar.

- Obrigada, mamãe.

Sesshoumaru on

Chegamos em casa e fui tomar banho.

Em seguida, já vestido, desci para o almoço.

Engoli a seco, todos já estavam a mesa.

InuYasha me olhou sorrindo, como se passasse confiança e me sentei.

Izayoi nos serviu e a cada garfada, eu tremia.

- P-Preciso dizer algo - Disse assim que acabei

Tomei um gole de suco, pra me acalmar, e os outros passaram a me olhar curiosos. Com “os outros” digo, Kagome e Izayoi.

- E-Eu e-estou... N-namorando...

- Que maravilha, filho! - Izayoi disse alegre

- Isso é bom, Sesshoumaru. Parece que suas idas a psicóloga, estão lhe fazendo bem. - Kagome falou sorrindo

- Fique a vontade pra trazer a menina aqui, quando quiser. Considero você como um filho e irei adorar conhecer a minha norinha.

- G-Gente, e-ela não é uma menina. - Me olharam surpresas

- Independentemente de que seja uma menina ou menino, eu irei apoiar Sesshoumaru. - Izayoi séria

- Também não é um menino... - Suspirei - Eu gosto de mulher, não sou gay. É-É-É por isso que digo que ela não é uma menina, ela é uma mulher. - InuYasha abriu um grande sorriso pra mim

- Quem você está namorando, meu filho?

- A-A-A R-Rin. - Disse de uma vez por todas. Gaguejando, mas disse

- A Rin? - Kagome me olhou surpresa - Mas Rin não é a sua psicóloga?

Confirmei com a cabeça.

- Você está namorando aquela mulher? Estão mesmo? Ou ela está lhe ameaçando com algo?

- Não Izayoi! Ela não está me ameaçando. Ela gosta de mim e eu dela.

- Sesshoumaru, aí tem coisa. Como uma mulher de 20 poucos anos quer namorar um menino de 16?

- Ela tem 23, mãe! E por favor, deixem eles serem felizes.

- Até você está do lado disso, InuYasha? Você é o que mais sabe o quanto seu irmão sofreu e vai deixar?

- Vou mãe. Eles se gostam, se mais pra frente não der certo, isso é problema deles.

- Mas isso tá errado.

- Por favor, Izayoi, não faça nada com ela. - Comecei a chorar - Foi tão difícil, pra mim, dizer que gosto de alguém. Ela é a primeira por quem o meu coração pede abrigo. Ele pede pra ficar ao lado dela. Peço que não estrague isso.

- Sesshoumaru. - Ela veio me abraçar - Eu não iria fazer nada, mas é que isso soou muito estranho pra mim. E não quero que você seja vítima de outra violência, entenda. Sou mãe, e agora sou sua mãe, como uma quero proteger você. Sou capaz de cometer uma besteira por meus filhos. E se ela está sendo verdadeira com você, eu irei apoiar. Quero que seja feliz. - Beijou minha testa

- O-Obrigado. - Solucei

Rin on

Dia seguinte

Por enquanto, só a minha mãe sabe sobre o meu relacionamento com o Sesshoumaru. Ainda não vi o meu pai, pra poder contar, e não sei como falar com a Sayuri. To pensando nas palavras certas ainda, afinal ela não pode contar pro Kohaku e nem pra família dele.

Cheguei ao trabalho e tive uma manhã agitada aquele dia.

Sesshoumaru on

- Pelo menos, temos que trazer ela aqui, Sesshoumaru. Quero saber como ela é. - Estávamos a mesa

- Não sei se ela quer vir, Izayoi, mas eu vou perguntar.

- Ok. Quando estiver tudo combinado, farei um jantar, ou um almoço para ela.

- Ta.

- Vamos mano, ou vai se atrasar.

Seguimos para o colégio, InuYasha me deixou na porta e entrei.

Achando que meu dia seria como os outros, me enganei, pois dessa vez fui barrado por algumas meninas e junto delas estava a Kagura, minha colega de sala.

Ela sempre teve uma espécie de paixonite por mim, mas eu nunca retribui.

- Fiquei sabendo que você estava na maior agarrarão no shopping com uma moça, Sesshoumaru. - Kagura falou brava

- E eu achando que você era gay. - Kanna, a irmã dela, falou

- Olha aqui, Sesshoumaru, você é só meu!!! Pode parar de ficar pegando outras por aí.

- Me deixem em paz.

Fui saindo.

- Não! - Ela me prendeu contra parede e eu tremi

- Para! Por favor. Não faz isso comigo. - Falei com a voz baixa

Aqueles flashes voltaram. Ela me fez lembrar de todos eles. Eu não queria lembrar disso.

- Só te solto se você aceitar ser meu namorado e dizer que me ama.

- M-Mas eu não te amo, não quero ser nada seu. Me deixa, por favor.

Eu não quero chorar, não agora. Se segura Sesshoumaru.

- Me solta... - Minha voz saiu falha

- Ei! Solta ele Kagura. - A diretora nos viu

Eu estava tremendo, aquele toque me fez ficar com nojo de mim novamente.

A diretora me escoltou até a sala. Como ela sabia do meu problema, às vezes, quando podia, estava ali me ajudando.

Rin on

No meu horário de almoço, minha mãe ficou falando sem parar no meu ouvido, dizendo que preciso contar ao meu pai, que preciso levar o Sesshoumaru lá em casa e blá blá blá...

- Mãe, não acho certo fazer isso agora. O Sesshoumaru teve muitos problemas e não acho que ele vá se sentir a vontade com o meu pai tentando intimidá-lo.

Não, minha mãe não sabia sobre o passado do Sesshoumaru. Isso dizia respeito a mim e a ele.

Sara: Tudo bem, então. Mas você sabe que seu pai vai querer conhecê-lo.

- É eu sei. Vamos esperar mais um pouco.

Sesshoumaru on

As horas se passaram e meu irmão, como sempre, veio me buscar.

- Tudo bem? - Me olhou desconfiado

- T-Ta.

- Tem certeza? Esta parecendo que houve algo. Você tem que confiar mais em mim.

 - É que... Eu me lembrei dele de novo e fiquei com medo.

- Maldito!!! Nem preso lhe deixa em paz. Vai falar pra Rin sobre isso?

- Não sei.

- Tem que falar. Não pode esconder, pois ela vai saber te ajudar.

- Ok.

Minutos depois chegamos ao consultório.

Rin on

A hora mais feliz do meu dia chegou. Sim, é o horário da consulta do Sesshoumaru.

Assim que ele passou pela minha porta eu sorri, mas percebi que tinha algo errado.

- Tudo bem, Sesshoumaru? Aconteceu alguma coisa?

Sesshoumaru on

- A-Aconteceu. - Me sentei e fiquei da cabeça baixa

Não demorou para que Rin viesse sentar ao meu lado.

Senti suas mãos acariciarem meu rosto e, com aquele simples toque, meu coração parecia se acalmar; não só ele, mas todo o meu ser.

- É que na escola tem uma menina... Parece que o Kouga, não sei, espalhou que eu estava com uma moça aos beijos... E ela ficou sabendo. - Suspirei

- Ela veio tirar satisfações, tentei sair, mas ela me jogou contra a parede e por causa disso, eu voltei a ter flashes de cenas horríveis com aquele homem. - Levantei a cabeça

- E-Eu não consigo me livrar dele, Rin. Ele me persegue ainda. Ele parece estar por todos os lados, e não quero que ele faça mal a você. Eu não me perdoaria se isso acontecesse. - Comecei a chorar

Rin on

Abracei o Sesshoumaru e deixei que ele chorasse até ficar calmo.

- Ele não fará mal a mais ninguém, Sesshy. Não se preocupe.

Sesshoumaru on

- Eu quero tanto ficar com você, que se algo chegar a te ameaçar por causa de mim, eu prefiro me afastar de você. Não quero que nada de ruim aconteça com você. Eu gosto de você Rin e quero o seu bem.

Apertei ela em meus braços.

Rin on

- Nada vai me ameaçar e nós vamos ficar juntos. Não precisa se preocupar com isso.

Me afastei de seu abraço e sorri pra ele.

Sesshoumaru on

Rin limpou as minhas lágrimas e seus lábios, com delicadeza, vieram até os meus.

Não resisti e me deixei ser levado por seu beijo, que me fazia ir para um mundo só nosso.

- Rin, desculpe atrapalhar. - A mãe dela entrou

Me soltei da Rin, sem jeito, e corei violentamente.

- Mas eu quero conversar com o Sesshoumaru.

- C-Comigo?

- É... - Vi Rin olhar feio pra ela e suspirou em seguida - Olha Sesshoumaru, eu já sei que os dois estão juntos, mas penso que não chegue a prejudicar a minha filha com essa relação. Ela tem uma filha pra cuidar e se isso chegar a boca do ex dela, a situação dela não vai ser nada boa. Peço, então, que seja cauteloso e que não saia espalhando para todos que está com uma mulher mais velha, e que fique se achando um macho alfa por isso.

- E-Eu nunca pensei nisso... Eu não quero fazer nada disso. Eu não sou desse jeito que a senhora pensa. - Baixei a cabeça com vergonha

Rin on

Olhei feio pra minha mãe.

- Sério, mãe? Veio até aqui só pra isso?

Sara: Eu tinha que falar, oras. E se prepare porque o seu pai vai fazer pior. Sabe como ele é ciumento com você.

- Ta, já pode ir. Tchau mãe.

E ela saiu

Sesshoumaru on

- Rin, como eu já disse, não quero lhe prejudicar. Acho melhor não levarmos isso adiante.  Vou acabar fazendo alguma coisa, que faça você se arrepender depois e eu não quero te fazer sofrer. Desculpe por ser assim tão inseguro e tão fraco, mas eu não consigo mudar meu jeito. Você, mais do que ninguém, sabe porque sou assim.

Rin on

- Não dê atenção a minha mãe. Os meus pais sempre foram muito superprotetores, por isso acabei fazendo besteira, quando comecei a namorar.

Sesshoumaru on

- Tem certeza disso? De nós? Por que eu quero você, Rin. - Ela sorriu e me beijou novamente

Ficamos um tempo nos beijando, mas Rin também continuou com o meu tratamento, até porque eu estava ali para desabafar com ela; para que ela me ajude a superar.

- Rin, Izayoi quer combinar um dia para que você vá lá, você quer ir? Tudo bem se não quiser.

Deitado no sofá, com a cabeça deitada no colo da Rin, ela fazia um carinho no meu coro cabeludo.

Rin on

- Claro, eu vou sim. Eu pensei que isso aconteceria. Ela deve ter pensado muito mal de mim, né?

Sesshoumaru on

- Nada verdade, ela pensou sim. Ela acha que você quer me prejudicar, como aquele homem. Mas aí expliquei que quero ficar com você e ela aceitou, mas quer te conhecer melhor. InuYasha até conversou com ela, e foi por isso que ela se acalmou mais.

Rin on

- Eu vou conversar com ela. Minhas intenções com você são as melhores. Jamais faria mal a você. Pode dizer a ela pra marcar o dia, desde que seja final de semana. Eu trabalho, então não posso durante a semana.

Sesshoumaru on

- No domingo, então? - Sentei, pela primeira vez eu estava entusiasmado com algo

Rin confirmou sorrindo e depois voltamos a nos beijar.

Minha hora acabou e fui pra casa.

A semana logo se passou e veio o domingo. Havia combinado com a Izayoi de que Rin viria na hora do almoço, e ela logo começou a preparar tudo.

- Rin, quero saber se você vai trazer seus pais e a Sayuri. É que Izayoi me perguntou e eu não soube responder. - Enviei a mensagem

Rin on

E o domingo chegou. Vou a casa do Sesshoumaru, pro almoço em família.

Meu pai, quando soube do namoro, ficou me perguntando o que eu tenho na cabeça pra namorar um garoto mais novo.

Ué, o que eu posso fazer se comecei a gostar dele?

Sayuri ficou toda animada, até fiquei surpresa. Ela disse que ia ganhar um novo papai e eu fiquei toda sem graça.

- Oi Sesshy! Sim, os meus pais vão comigo, pois querem conhecer você. E logicamente a Sayuri vai também, pois ela não pode ficar sozinha. Além do mais, ela quer muito conhecer você.

Sesshoumaru on

- Ta. Vou avisar pra Izayoi. - Respondi assim que vi a mensagem

- Então? - Izayoi entrou no meu quarto

- Ela disse que todos vêm.

- Hum. Você não vai ficar com essa roupa, né?

- Por que tenho que trocar de roupa? Eu gosto de ficar assim.

- Sesshoumaru. - Ela suspirou - Não tenho nada contra suas roupas, meu filho, mas tem que passar uma boa impressão para os pais da sua namorada.

Corei.

- Não precisa usar calças apertadas, mas tente ser mais vaidoso. Mulheres gostam de homens que se cuidam. Vamos, vou te ajudar a escolher uma roupa.

- Ta.

Seguimos até o meu guarda e Izayoi começou a vasculhar tudo.

- Não, não, não, não e não. - Jogava as peças na cama

- Não? Mas vou vestir o quê?

- Espera.

- Vai fazer o quê?

- Você e seu irmão têm as mesmas medidas, irei pegar umas roupas emprestadas.

- Meu irmão não vai gostar disso.

- Claro que vai.

- Não vou o quê? - InuYasha apareceu na porta do meu quarto 

- Não vai gostar que pegue suas roupas, para que eu vista.

- Pode pegar, sim. Não me importo. E você precisa da um trato nesse seu guarda roupa. Mãe, depois a senhora, mais a Kagome, poderiam levá-lo no shopping e ajudá-lo a se vestir melhor.

- Com certeza. E farei com todo gosto. - Sorriu com os olhos brilhando

- Ei, eu estou aqui. E nem disse se quero.

- Mas vai ter que querer, mocinho. - Ela beijou meu rosto

Revirei os olhos e Izayoi foi até o quarto do meu irmão, pegar umas roupas pra mim.

Por fim, vesti uma calça jeans preta, uma blusa de mangas longas em V, apertada, de cor branca. Calcei meu tênis preto e Izayoi colocou meu cabelo pra trás com gel.

- Parece que uma vaca lambeu minha cabeça.

Izayoi e InuYasha gargalharam e eu fiquei sem jeito.

Depois de tudo pronto, ansioso e nervoso, seguimos para a sala para esperar Rin e sua família.

Rin on

Bankotsu: Rin, qual o endereço?

Meu pai estava ao volante e me perguntou assim que entrei no carro.

- É esse aqui, pai. - Entreguei um papel a ele, que começou a dirigir

Sara: Ansiosa Rin?

- Um pouco. O frio na barriga é normal, não é?

Sara: É sim. Não se preocupe, eles vão gostar de você.

Bankotsu: Quero ver se eu vou gostar desse rapaz. - Disse de cara feia

- Pai! - O repreendi

Bankotsu: O que? Eu to dizendo a verdade.  Ele pode estar te usando, Rin. E se ele só quiser te usar pra ganhar fama na escola?

- Sesshoumaru não é assim. Vocês não sabem o que ele passou. Sesshoumaru jamais faria isso.

Sara: Tudo bem. Não vamos falar sobre isso agora.

Bankotsu: Tem razão e nós já estamos quase chegando também.

Minutos depois, meu pai estacionou o carro e o frio na minha barriga só aumentou.

Fomos até a porta e eu toquei a campainha.

Uma mulher de cabelos negros atendeu a porta.

- Olá! Por favor entrem.

Um pouco tímida, fiz o que ela disse.

Caramba! To me sentindo uma adolescente de novo.

- Você é a Rin, certo? - Confirmei com a cabeça - Eu sou a Izayoi, mãe do InuYasha.

- Olá dona Izayoi.

Izayoi: Por favor, sem o dona. E quem é essa menina linda? - Disse sorrindo, enquanto olhava pra Sayuri

- Essa é a minha filha. Apresente-se, querida.

Sayuri: Oi! O meu nome Sayuri. É um prazer conhecê-la.

Izayoi: O prazer é todo meu. Por favor, venham até a sala.

Ela nos guiou pelo caminho e paralisei ao ver o Sesshoumaru.

Nossa! Ele está muito bonito.

Sayuri: Qual o problema com o seu cabelo? Ele tá muito estranho.

Crianças! Por que sempre falam a primeira coisa que vem a cabeça?

Sesshoumaru on

Assim que a campainha tocou, senti borboletas invadirem minha barriga.

Estava tão ansioso.

Quando Rin entrou e meu olhar cruzou com o dela, eu corei.

- Eu falei o mesmo pra ela. - Apontei pra Izayoi - Mas ela disse que tenho que ser vaidoso e não consegui questionar as ordens dela.

- Ei moça! - Chamou Izayoi - Como ele vai ser o meu papai Sesshy, ele não pode ficar assim não. Mamãe, me põe no chão. - Falou ela bravinha

Eu estava super envergonhado e não sabia onde me esconder.

Todos olhavam para a pequena, com surpresa. Então ela veio até mim e beijou meu rosto.

- Pai Sesshy, seu cabelo fica melhor bagunçado. - Levou as mãos até os meus cabelos e os arrepiou

Todos gargalharam e eu fiquei com tanta vergonha.

Rin on

Imagino que o Sesshoumaru queira se esconder em algum lugar. Se ele for, então é melhor me levar junto, porque eu também quero me esconder.

"Papai Sesshy"? De onde ela tirou isso? E como ela sabe que chamo o Sesshoumaru de Sesshy? Será que ela andou mexendo no meu celular? Salvei o contato do Sesshoumaru com o nome Sesshy e só assim pra ela saber disso.

Depois eu tenho que conversar com essa menina.

Sesshoumaru on

- Minha mãe sempre diz que não podemos deixar que ninguém opine nas nossas escolhas. E é por isso que eu deixo minha mamãe namorar com você, e quero muito que você seja meu segundo papai. - Com as mãozinhas em meu rosto, ela me olhou bem no fundo dos meus olhos, e em seguida beijou meu rosto

- O-Obrigado S-Sayuri.

- Essa menina tinha ser filha da Rin. É sapeca como a própria mãe. - Disse o avô dela - Vem cá sua menina perigosa.

- Não vovô, quero ficar com o pai Sesshy. - Fez bico e cruzou os braços

- Bom, então vamos todos para a mesa. Já irei servir o almoço. - Izayoi falou


Notas Finais


Ganhei uma filha. 'o' Sou pai aos 16. 'o'

Obrigada pela presença de todos. Até o próximo capítulo *Sem previsão*


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