História Uma alma quase perdida - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Romance
Exibições 3
Palavras 1.414
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


1º capítulo de Uma alma quase perdida. Era para ser Oneshot mas fiquei com preguiça de fazer isso.

Capítulo 1 - Uma alma que foi salva da morte


Fanfic / Fanfiction Uma alma quase perdida - Capítulo 1 - Uma alma que foi salva da morte

Sem rumo, sem história, sem vida, apenas segurando o nada. Um adolescente perdido, uma alma perdida. Sem mais nada para fazer, mais nada para contar, mais nada a contribuir para sua vida. Uma alma salva por outra...

Uma alma que flutuava por ai, sem destino, caminhava para qualquer lugar: Bares, ruas, calçadas, lojas e etc...

John era um adolescente triste, desda morte de seus pais ele caminhava sem destino, sem rumo, apenas caminhava e olhava as pessoas com os seus sorrisos que o enchiam de raiva. Ele roubava pessoas, casas, bancos para se sustentar. Não importava quantas mulheres ele se apaixonava, com quantas ele dormiu na cama, ele sempre ficava triste.

Mas um dia, ele conheceu uma bela garota, tinha cabelos ruivos e olhos amarelos que pareciam o sol. As roupas que ela usava era apenas um uma blusa rosa com um casaco de couro preto, usava jeans que estava rasgada pelos joelhos e tênis preto com branco. John a olhava com cara de que nunca viu uma garota na sua vida.

O sorriso dela fazia-o ficar cego, tão cego que se perdia mais ainda na sua vida que perdeu. John queria ficar perto dela e sentir o seu cheiro de rosas vermelhas, queria ficar com ela para sempre, ele se olhou e percebeu que não iria conquista-la tão fácil com aquela deselegância que carregava nas suas roupas e cabelos loiros bagunçados.

A pobre alma do garoto não sabia oque fazer: Conquistava ela com aquela deselegância e perde-la no próximo dia ou comprava roupas novas e conquista-la para ficar junto a ela para sempre. Mas com a sua falta de dinheiro e sendo procurado por policias raivosos ele não tinha oque fazer, apenas colocou a suas mãos na cabeça e se deitou na calçada suja onde almas não perdidas pisavam.

Fechou os olhos e começou a orar, sabendo que não seria perdoado tão facilmente pelo divino Deus poise a chorar baixinho e escondendo as suas lágrimas do mundo. Ela apenas via escuridão e falta de esperança, passos de almas passando ao seu lado que nem se quer o ajudavam, almas que não eram abençoadas, até que uma alma abençoada ouviu o seu choro baixinho onde qualquer alma normal não conseguiria ouvir.

Ele ouvia aqueles passos abençoados se aproximando dele, ele senti a sua mão tocando a sua cabeça. Com curiosidade, abre os seus olhos cobertos de lágrimas de tristeza, que logo se tornaram lágrimas de felicidade. Ele via aquela bela alma que tinha se apaixonado, aquela bela garota que tinha um sorriso magnífico, estava sorrindo para ele. Então com suas belas palavras, acordou o jovem para a vida:

Garota: Coitadinho, precisa de ajuda. Por favor venha comigo, eu te darei um verdadeiro lar, não fique mais nas calçadas onde pessoas que só pensam em si mesmas passam por elas.

Logo o garoto seguiu as suas belas palavras que saiam de sua boca, ele se levanta e a acompanha até um restaurante onde apenas almas ricas e bem vestidas podiam entrar. Antes de entrar no restaurante ele se afasta da garota e se recusa a entrar pois não tinha como pagar o que comer. Ela da um sorriso encantador para ele e o hipnotiza com suas belas palavras:

Garota: Não se preocupe, eu irei pagar a comida, você precisa se alimentar ou vai acabar morrendo de fome.

Morrer. A última palavra que ele queria ouvir na sua pobre vida. Ele começa a lembrar da morte dos seus pais, das brigas, dos seus roubos, dos seus pecados. Mas acaba esquecendo-os olhando para os belos olhos da garota, ela estende a sua mão para ele. Ele a encarou com um olhar de que não sabia oque fazer. Ele apenas seguiu o seu coração: Segurou a mão dela e entrou no restaurante.

Almas bem vestidas que conversavam calmamente, começaram a falar do pobre garoto que não tinha nem roupas para entrar em um lugar de almas ricas. Ele andava envergonhado enquanto segurava a mão da garota, ele olhava para ela e percebeu que ela não tinha nenhuma vergonha a cobrindo naquele momento constrangedor.

Sua alma era forte, sua alma não sentia dor, não sentia medo, apenas fazia felicidade e a entregava para a tristeza. Eles se sentaram nas cadeiras, o jovem pediu oque bem queria, mas a garota não queria nada, apenas observar a felicidade que deu para alma triste. O garoto tentava desviar o seu olhar mas não resistia olhar para ela, já ela, apenas ficava o olhando sem uma gota de vergonha.

Então ela fala novamente, atraindo o olhar do jovem para os seus lábios que se mexiam delicadamente:

Garota: Oque fazia naquela calçada?

O jovem sem saber o que falar, olha rapidamente para qualquer coisa, com medo de responder a sua pergunta. A garota esperava pacientemente a sua resposta, sem uma gota de falta de paciência. Ela olha profundamente os seus olhos azuis claros que demonstravam medo e vergonha. Ela faz outra pergunta, só que com mais curiosidade:

Garota: Qual é o seu nome?

Ele não queria dizer o seu nome, pois ele era procurado por muitas pessoas e se ele dissesse naquele lugar, poderia perder a chance de ver a garota que tinha se apaixonado, então mentiu:

John: Clark. Meu nome é Clark Wilson da Costa Figueiredo.

A garota olha para os seus lábios que apenas falavam mentiras, então ela fala o seu belo nome:

???: Jeannete. Jeannete Valls.

O jovem acaba se apaixonando mais ainda por ela, ele apenas tinha olhos para ela, sua beleza era incomparável. Ele a olhava como se não ouve-se amanhã, então o belo rosto de Jeannette é cobrido por uma sopa quente e um braço, era o seu pedido que tinha chegado. A garçonete se afastou, ele vira o seu olhar que estava apontado para a sopa e olha mais uma vez o rosto de Jeannete.

Jeannete faz um sinal para ele com os seus olhos, apontando para sua sopa. John acaba acordando de sua hipnose e toma a sopa, mas ele se esqueceu de assoprar e acabou queimando sua língua, Jeannete deu uma risadinha, John acaba rindo também. Quando ele termina a sua sopa, ele agradece muitíssimo Jeannete e saiu do restaurante. Jeannete deixa o dinheiro na mesa e sai do restaurante para procurá-lo. Ele estava saindo da calçada para a rua sem olhar para os dois lados. Então ele ouvi a voz de jeannete que gritava horrores e medo:

Jeannete: Cuidado!

John olha para trás e vê o seu rosto demonstrando medo, ele olha para a sua esquerda e vê duas luzes brancas indo rapidamente para a sua direção, era um carro vermelho vindo em alta velocidade para a sua direção. John fecha seus olhos, com medo de ver a sua morte. Mas uma alma não permitiu que ele fechasse os olhos na hora de sua morte. Essa alma o empurrou para longe do carro vermelho, onde o motorista era a própria morte, fazendo-a ficar irritada por perde uma vida.

Uma batida no chão faz o jovem de olhos azuis abri-los e perceber que a morte se distanciava dele com ódio e fúria nos seus olhos. Ele sentia uma alma que o segurava fortemente, que tinha o mesmo cheiro de rosas vermelhas de Jeannete, ele olha de onde via aquele calor todo e vê uma garota de cabelos ruivos e com o rosto que demonstrava medo. A garota olha para ele e fala:

???: Você não pode morrer ainda, não ainda. Você ainda tem muito oque preencher na sua vida. Então por favor... Me prometa...

John reconhecia aquela bela voz que saiam daquela garota, ele olhou novamente para ela e percebe que sua vida foi salva por aquela que ele estava apaixonado. Jeannete estava chorando no seu peito, com os lábios tremendo, medo em seu rosto, e seu corpo estava totalmente paralisado, agarrada ao corpo de John.

Jeannete: Me prometa que vai viver! Me prometa que terá uma morte no seu tempo certo!

Ela não parava de chorar, John sentia aquela mesma tristeza que Jeannete sentia, então ele a abraçou com um braço e encostou o seu rosto no ombro esquerdo dela e disse:

John: Eu prometo... Mesmo que a morte persiga a minha alma... irei morrer no tempo certo.
             Jeannete: Obrigada... Clark...

John se lembrou da mentira que tinha contado ela, ele queria contar a verdade mas, tinha medo que ela descobrisse que ele era um ladrão. Então apenas continuo abraçando ela fortemente, enquanto sentia o peso de sua mentira sendo jogada nas suas costas.     
                
              

    

  


Notas Finais


1º capítulo de Uma alma perdida.


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