História Uma amizade estranha esquisita particularmente bizarra - Capítulo 1


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Categorias It: A Coisa
Personagens Benjamin "Ben" Hanscom, Beverly "Bev" Marsh, Edward "Eddie" Kaspbrak, Georgie Denbrough, Henry Bowers, Michael "Mike" Hanlon, Pennywise - o Palhaço Dançarino ("A Coisa"), Personagens Originais, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, William "Bill" Denbrough
Tags fera, Maduxpennywise
Visualizações 41
Palavras 650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá leõezinhos, estou aqui com uma fic na categoria de IT a Coisa, espero que gostem, estou cheia de ideias para esta história, então sem mais bla bla bla vamos conferir o capítulo!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Uma amizade estranha esquisita particularmente bizarra - Capítulo 1 - Prólogo

Olá eu sou Madu e moro no Brasil! Talvez espere que eu diga " Eu sou uma pessoa normal como as outras!", mas a verdade é que eu não sou, não chego nem perto de ser normal, eu sou "na minha" na verdade sou bem além disso. Primeiro, sou uma garota de poucos amigos, pra ser sincera, eu não tenho amigo nenhum. Bom, pelo menos, não humano, sim é isso mesmo que você leu, eu curto mais os animais, e me identifico mais com os gatos.

As pessoas me chamam de estranha, aberração, "coisa", bem, tudo que envolva diferença e bizarrice. E sinceramente, minha aparência não ajuda muito. Eu tenho presas um "pouco" salientes, se é que vocês me entendem, e unhas enormes que mais parecem garras de leões, eu as corto e digo que dói bastante, não é frescura ou algo do tipo, uma vez chegou a sangrar, mas não importa quantas vezes eu as corte, elas sempre crescem, em menos de dois dias. Meu comportamento peculiar também faz com que eu seja mau vista pelas pessoas, eu sou calma demais e gosto de perseguir criaturas pequenas, apenas por diversão, as vezes fico parada observando as pessoas, até aí você deve achar normal, mas eu as observo hipnotizadamente, sem me mover, como se eu fosse um predador a espreita, esperando a hora certa de atacar sua vítima. Isso faz com que as pessoas, tenham medo de mim.

Uma vez, uma garota me viu conversando com um gato, sim isso mesmo, você não leu errado, eu falo com os animais e não me pergunte como, só sei que eu os entendo e diálogo com eles, isso foi o suficiente para me render a vida inteira de apelidos estranhos e humilhação.

Meus pais foram os únicos a me aceitarem, literalmente, nenhum dos meu " parentes" além dos meus pais me aceitavam. Eu me sentia confortável com isso, mesmo sabendo que eles não eram meus pais de verdade. Eles me contaram, quando eu completei 14 anos, que estavam voltando de uma viagem, e passaram perto de uma casa que estava completamente queimada, e ouviram meus choros de desesperados, eles não viram nenhum sinal de outros corpos na casa, me pegaram e cuidaram de mim como sua própria filha, sempre fui uma criança meio bizarra, mas eles nunca me deixaram ou me trataram diferente por isso.

Mas pra falar a verdade, nunca me importei com a opinião, comentários ou aceitação de alguém em relação a mim, nem a dos meus próprios pais, se eles me deixassem, eu saberia viver sozinha, não estou reclamando deles, pelo contrário, foi muito bom conviver com eles, só estou dizendo que sei me virar sozinha. Nunca tive medo de por acaso alguém querer me matar por eu ser um fenômeno bizarro, já que as pessoas tendem destruir tudo que eles desconhecem por medo, em verdade vos digo que nada temo, e é a mais pura verdade, sou reclusa e insensível, as vezes fingia estar feliz para agradar meus pais, mas tá aí uma coisa que eu nunca senti, assim como a tristeza, raiva e o medo. Eu não tenho emoções, apenas vivo nesse mundo miserável de humanos infames e traisueiros.

A mais ou menos duas semanas, meus pais sofreram um acidente de carro e não resistiram. Não fiquei triste, por incrível que pareça, mas sentiria falta deles. Tenho 16 anos, mas minto ser de maior para poder fazer as coisas que quero, meus documentos são todos alterados. Com a morte de meus "pais" eu fiquei sozinha, ninguém me queria, nem dava a mínima pra minha existência, por isso, vendi a casa dos meus pais, peguei a herança que eles deixaram pra mim e o dinheiro da venda da casa, e me mudei.

Neste exato momento, estou em um ônibus indo para uma cidadezinha no estado de Maine chamada Derry. Desço na rodoviária e há uma placa enorme escrito " BEM VINDO A DERRY".


Notas Finais


Olá de novo leõezinhos, espero que tenham gostado desse pequeno começo, o próximo capítulo será maior prometo! Bjs e até o próximo!


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