História Uma amizade virtual (Yaoi) - Capítulo 22


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Escolar, Família, Jogos, Magia, Romance, Sexo, Shounen Ai, Yaoi
Exibições 233
Palavras 691
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Lemon, Magia, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sim... Eu tenho que pedir desculpas pelas demoras para postar o capítulo, mas... Nesse período de prova, acabei por pegar catapora e terei de ficar em casa, ando com muita febre e só me encontro dormindo todas as horas, foi para o UPA e nada. Só passaram alguns remédios e mais nada, agora terei de ficar em casa igual uma batata, tirei todas as forças que me restavam para escrever esse capítulo, inclusive aumentei muito mais o tamanho dele, comparado ao outro, enfim... Espero que gostem dele, e tenho de dizer que não sei mais quando vai ter capítulo, posso mandar aleatoriamente em um dia nada a ver, vai ser de repente, não sei o dia certo, mas pode ter certeza que quando eu mandar será grandinho, me dediquei muito para fazer esse para vocês, estou com muita febre e agora vou ficar aqui para ver se alguns de vocês não tenham me abandonado, espero que não. Enfim, esse na foto do capítulo é uma simulação de como é o Deus que está cuidando do Eduardo e do Wilson, enfim, espero que gostem, e comentem e favoritem por favor, amo vocês ♥

Capítulo 22 - A banana do Deus


Fanfic / Fanfiction Uma amizade virtual (Yaoi) - Capítulo 22 - A banana do Deus

Este seria o primeiro dia na mão dos deuses, eu acabei de ficar junto com Eduardo, agora estava no topo de umas das torres abençoadas por Yuilm, umas das deusas criadoras do jogo, o bom de está ali era que recebia vários buffs e minha vida se encontrava infinita, nesse momento eu estava na sala do dono da daquela montanha, o Deus da Benção, conhecido por ser um antigo jogador de cura, acabou por ser um dos dominantes do jogo, eu estava ao lado de preso com uma corrente no braço ligado ao Eduardo.

– Wilson, sente aqui. – O Deus pedia apontando para o braço da cadeira.

– Cala a boca desgraçado, eu vou desligar o jogo! – Eduardo falou abrindo o cardápio Lobby na nossa frente. – Legal, agora estamos presos aqui? – Ele pergunta ao ver que não tinha a opção.

Eduardo tinha em sua casa dois aparelhos avançados para jogos, era como um capacete, porém maior e fechado, transmitia oxigênio e nós alimentávamos através de algumas substâncias, não precisava usar aquilo... Ele sempre usa, esta seria minha primeira e última vez.

– Venha! – O Deus ordenava impedindo meus pensamentos.

– A..h... E...u – Eu falei a gaguejar com a presença intimidora daquele homem. – As correntes...

Ele era um dos únicos Deuses que não tinha uma grande altura, e sim a normal dos jogadores, seu corpo não era tão musculos ao ponto de um braço ser maior que um corpo qualquer, era magro, porém um pouco musculado, ele deixava seu abdômen a amostra enquanto olhava para mim tentando arrancar as correntes, ele usava vários colares e pulseiras fulgorosas que refletia a mim e Eduardo. De repente a corrente desaparece.

– Agora venha.

Eu apoiava minhas mãos no chão e dava um impulso para se levantar, ao olhar para o lado Eduardo estava com suas pernas cruzadas e ohava para mim com um olhar fuzilador, desviei minha atenção ao homem na minha frente ao ouvir um estralo em sua língua, andei bem devagar meu corpo via a balançar e então cheguei na sua frente e sentei ao lado da cadeira.

– Se aproxime mais...

– A...h... N... – Fui interropido pelo Deus – Agora!

Então me inclinei para chegar mais perto e ele apontou para seu colo, demorei algum tempo para entender seu comando, mas tive de ir até lá, então sentei de frente e olhei para frente, ele ficava a alisar meus cabelos, naquele momento engoli a saliva em seco, e o que eu mais queria era avançar em cima dele e acabar com isso, mas séria burrice para um pequeno jogador qualquer.

Ele então se levanta comigo ainda no colo e sai andando, fazendo aparecer novamente a corrente, mas agora no Eduardo, que ficava preso alí em quanto eu era levado para fora daquele lugar, ele andava por aquele tapete vermelho que mais parecia não ter fim.

– Não se despere. – Ele falava enquanto me da um beijo na nuca.

Então na minha frente vinha uma luminosidade que me dava uma visão perfeita para uma grande porta banhada de ouro, ele continuava a andar em direção a ela e de repente ela abria, dentro... Uma cama, e mais nada... Apenas uma cama.

– O qu... – Fui interropido... – Xiiu... Quetinho. – Ele falava enquanto me colocava na cama.

– Por favor... – Eu falei enquanto ele levantava meus braços e subia em cima da cama, fazendo aparecer umas correntes que deixavam meus braços presos a cama. ­– Nã...

Ele levanta minha blusa e me dava beijos na barriga, o que eu mais queria ali comigo era minha mão para conseguir conter os gemidos, então ele colocava a mão na minha calça e tira de lá meu pênis, ele desce minha calça e passa a língua sobre meu pênis.

– Ah... Ahg... Nã... – Falei entre gemidos.

Ele subia com sua lingua da minha barriga até meu queixo, cada lugar que aquela língua passava deixava um arrepio de presente, eu pensava: Mais... Mais...! E ao mesmo tempo torcia para ele parar, ele beijava o canto da minha boca, fazendo eu me mover e se espernia na cama, eu só queria que minhas mãos estivessem soltas... Ele subia até minha orelha e mordia o lóbulo dela.

– O QUE TÁ ACONTECENDO AQUI?!



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