História Uma Aposta - Yoonkook - Capítulo 53


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Yoonkook
Visualizações 398
Palavras 1.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


vai ficar meio confuso mas no próximo capítulo o Yoon vai explicar tudinho pra vocês...

Boa leitura e obrigada pelos comentários. ❤

Capítulo 53 - Extra 3


Fanfic / Fanfiction Uma Aposta - Yoonkook - Capítulo 53 - Extra 3

 Acordo sentindo duas mãozinhas em meu rosto, abro um sorriso involuntário e me mexo na cama confortável. As mãozinhas puxam meu cabelo de leve e depois sinto beijinhos estalados em minha bochecha.

— Acorda papai, acorda - ouço a voz de Hyo e ela ri baixinho quando abro os olhos - Você é tão fofinho, papai.

— Você também é, amor - beijo sua testa e ela sorri fofamente com as bochechas vermelhas.

— Você me levar pra escola hoje? - seus olhinhos brilham.

— E o papai Jeon? - pergunto confuso olhando pro lado, ele sempre leva ela de manhã cedo.

Não vejo o mesmo ali a franzo o cenho em confusão. Hyo brinca com os dedos e sussurra.

— Papai Jeon estava falando no telefone - sua voz sai baixinha e ela olha pra trás pra checar se ele não está ali ouvindo - Eu ouvi ele dizer algo como já estou indo e depois ele saiu.

Fecho os olhos e suspiro pesadamente.

— Pra onde o papai Kook foi, papai Min? - sua voz sai tristonha e eu puxo ela pra um abraço.

— Trabalhar, amor - beijo sua testa - A única coisa que ele faz ultimamente.

— Eu queria que o papai brincasse comigo como ele fazia antes - um beicinho se forma em seus lábios e eu dou um sorriso triste pra ela - Eu também nunca mais vi os papais dando beijinhos de amor.

— Nós ainda damos, bebê - minto.

— Eu não vejo - sua cara é desconfiada e eu rio nervoso por mentir pra minha filha.

— Porque você ainda é o nosso bebê e bebês não podem ver esse tipo de coisa - aperto sua bochecha e me sento na cama.

— Jura, papai?

— Juro, anjinho.

— Então vamos pra escola?

— Vamos, primeiro você vai tomar um banho - me levanto e pego a mesma no colo, levando até o banheiro.

Depois de um banho rapidinho, ajudo ela a se vestir e fomos direto pra cozinha tomar café. Coloco ela sentada na cadeira e pego uma vasilha colocando um pouco de cereal e leite, entregando pra ela logo depois.

— Come tudo - coloco em sua frente.

— Queria bolo - ela faz biquinho.

— Logo de manhã não, quem sabe no café da tarde você ganha se ficar quietinha na escola - murmuro tomando um copo de água e um remédio pra enxaqueca.

— Então eu vou ficar bem quietinha, papai - ela diz de boca cheia e começa a comer bem rápido.

Uns minutos depois, termino de lavar umas louças que ficou da noite anterior e acho um cigarro perto do lixo.

Jungkook voltou a fumar.

Pego o cigarro na mão e jogo dentro do lixeiro, fechando os olhos e suspirando pesadamente. Ele está passando por problemas e não me conta nada, ótimo Jungkook, ótimo.

— Vamos papai? - Hyo me chama e eu balanço a cabeça, pegando sua mochila e indo em direção a porta.

A garotinha vai falando o caminho inteiro, falando e cantando junto com o som do carro, mas minha mente está longe demais pra prestar atenção em alguma coisa.

— Chegamos - digo baixinho e tiro o cinto pra sair do carro, dou a volta no mesmo e abro a porta de trás, tirando Hyo da cadeirinha.- Vamos lá, tagarela.

— Você nem prestou atenção no que eu falava, papai.

— Desculpa, anjinho - pego ela no colo e ajeito sua roupa - Papai tinha que prestar atenção no trânsito.

Minto.

Por causa de Jungkook eu estou cada vez mais mentindo pra nossa filha, não me sinto bem com isso.

Entramos na escola e várias crianças estão correndo pra lá e pra cá, Hyo pede pra descer e eu a coloco no chão, do meu lado. Ela estende sua mãozinha e eu a seguro rapidamente, começando a andar até sua sala.

Foi tudo muito rápido, um garotinho passou do nosso lado e desferiu um tapa na cabeça de Hyo, que começou a chorar instantaneamente.

Arregalo meus olhos e pego ela no colo de novo, seguindo o garoto com o olhar e indo em sua direção quando o mesmo se para perto da porta da sala.

— Papai, por que ele me bateu? - Hyo chora e coloca a mão na cabecinha movendo a mãozinha pra baixo e pra cima.

— Calma anjinho, não chora - beijo sua testa - Papai vai resolver isso.

Paro na frente do garotinho e coloco Hyo sentada no banco. Me abaixo na frente do mesmo e ele me olha com um sorriso debochado.

— Ei, garotinho - lhe chamo - Por que bateu nela?

— Porque ela é ridícula com essas chiquinhas - ele diz e ouço Hyo chorar mais ainda.

Ela sempre foi muito carinhosa e sensível.

— Isso é muito rude sabia? - pergunto - Tratar as pessoas assim é feio.

— Você é feio e eu nem falei nada - ele infla as bochechas e eu arqueio uma sobrancelha.

— Escuta só - fecho os olhos sem paciência - Nunca mais bata nela, escutou?

— Senhor Min, ele é só uma criança - sinto a mão da professora no meu ombro, o garotinho começa a chorar e eu reviro meus olhos, me pondo de pé logo depois.

— Certo - concordo - Se certifique que ele não encoste em Hyo.

— Mas eles sentam juntos - ela diz segurando na mão do garotinho e o empurrando de leve pra sala.

— Eu vou falar tudo pro meu pai! - o garotinho grita e eu apenas ignoro.

— Então troque ela de carteira - digo isso e me viro pra Hyo - Amor, se alguém machucar você de novo ligue para o papai, sim?

— T-tá bom, papai - ela coça os olhinhos e envolve seus braços ao redor do meu pescoço. - Eu te amo papai, obrigada por ser meu herói.

— Eu também te amo, princesa - beijo sua cabeça - E obrigado por ser meu bem mais precioso.

[>>>>]

Deixo as chaves em cima da minha mesa e me sento na mesma, abrindo o notebook e vendo meus próximos clientes.

Uma forte dor de cabeça me invade e eu seguro meu rosto com força, pressionando as têmporas.

— Droga, droga, droga - murmuro com medo - De novo não, de novo não.

Sinto o ar começar a faltar e o medo se instalar dentro de mim. Estou perdendo o controle, eu não posso perder o controle. Sinto minhas mãos começarem a ficar dormente, meus pés também.

A vontade de chorar se instala em mim e eu acabo chorando, tentando me livrar dessa crise de pânico novamente.

Medo. Medo. Medo.

Imagens do carro de Jungkook aparecem em minha mente e logo depois imagens dele naquela cama de hospital. Fecho os olhos com força e isso só piora, imagens das agressões de Jooheon e Minhyuk surgem e eu curvo meu corpo pra frente.

— Não não não não - grito chorando alto.- Sai de mim, sai de mim.

Uns calafrios começam a passar pelo meu corpo e uma onda de náusea me invade, afasto minha cadeira bem rápido e no mesmo instante despejo o que nem comi no meu carpete.

Engulo em seco tentando reprimir a vontade de desmaiar. Eu sinto que vou desmaiar, eu sinto que estou perdendo os sentidos.

Minhas mãos tremem e mesmo dormentes pego meu celular, desbloqueio ele e ligo para o número de emergência. Jungkook.

— Atende, a-atende - grito chorando e puxando meus cabelos — Atende Jungkookie!

O telefone cai na caixa postal e eu sinto minha visão ir fechando aos poucos, um suspiro dolorido sai dos meus lábios quando sinto meu corpo se chocar no chão.



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