História Uma Aventura Entre Raças - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Magia, Raças
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Palavras 559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Uma Aventura Entre Raças - Capítulo 6 - Capítulo 6

Amanhecendo o dia, os Elfos e o Humano acordaram, um pouco antes do sol nascer. Logo levantaram e saíram da casa.

-Então...-Leônydas fala e logo depois, boceja, tornando a falar logo em seguida-para onde iremos?

-Não sei ainda, mas, pela hora, melhor seguirmos pelo Sul.-Embor afirmava enquanto arrancava a lançar que tinha fincado na cabeça do Lobisomem da noite anterior.

-Tudo bem... Tem certeza de que é melhor por lá? Soube que que a floresta do silêncio não é uma boa pedida.

-É por lá mesmo que vamos.-Eli falou sériamente enquanto se metia entre os dois.-Não se preocupem com o que encontrarmos lá.

-Você anda muito frio, últimamente, pirralho.-Leônydas falou enquanto guardava suas flechas.-Isso foi por causa de seus pais?-Prendeu o arco em seu peito e andou em direção a entrada da floresta.

-Você não sabe nada sobre mim, não pode simplesmente adivinhar como eu era, só me conhece há um dia.-Eli revira os olhos e segue para a entrada da floresta do silêncio.

-Calma aí, Eli. Não precisa agor assim...-Embor falou enquanto se aproximava de Eli e colocava a mão em seu ombro.

-Tá, tanto faz...


Os três adentram a Floresta do Silêncio e, assim como o nome da floresta, seguem sem dar uma palavra. O clima estava meio pesado entre os três. Seu primeiro desentendimento.


Logo após alguns minutos de caminhada, podia-se ouvi um estranho barulho, muito agudo. uma estranha névoa surgiu, sua coloração era preta, e se fechou ao redor dos três amigos. Os mesmos começaram a sacar suas armas.


Eli tirou sua faca, de prata, de sua bota. Leônydas tirou o arco de seu corpo e inseriu uma flecha no mesmo. Enquanto Embor tirou uma lança de suas costas. Até que o Humano caiu no chão e começou a se revirar, parecia ter um ataque convulsivo. Leônydas se aproximou do garoto, até que reparou vários pares de olhos vermelhos em toda a fumaceira negra:

-Toma cuidado...-Embor falou enquanto se aproximava dos dois.-São Goblins do Silêncio.

-O que farão com nós?-Leônydas perguntou, com uma séria expressão em seu rosto.

-Irão reproduzir esse som até caírmos no sono.

-E então...?

-E então...-Embor engole em seco-Bem... Ninguém jamais sobreviceu pra contar o que acontece.


Leônydas engole em seco e logo atira uma flecha para frente, porém, nada é acertado.

-Temos que sair daqui, de alguma maneira.

-Podemos derrotá-los...

-Ou...?

-Ou podemos deixar eles fazerem o trabalho deles e ver o que farão à nós. Podemos acordar antes do planejado por eles e escaparmos de uma péssima situação.

-Voto pela primeira ideia.

-Quer saber? Eu também.


Embor dá uma rápida investida com sua lança em mãos, com a intenção de abrir caminho dentre a névoa. Porém, se efeito.

-Por favor! Do que são feitas essas criaturas?-Embor reclama

-Teremos que descobrir, matando alguns deles.-Leônydas dá uma flechada entre dois pontos vermelhos, enfim, surtindo efeito.

-É isso, Leônydas!-Embor realiza o mesmo movimento que houvera feito antes, mas dessa vez, entre os olhos de uma das criaturas, logo o puxando para a luz.-E-ele é...

-Assustador.


Em alguns momentos, sem nem perceberem, o grito fica cada vez mais agudo.

-Ai! Meu ouvido!-Leônydas caia no chão enquanto gritava de dor, com as mãos em suas orelhas.

-O que eles... Vão...-Embor falava, mas logo é interrompido devido ao desmaio.

-Em... Bor...-Leônydas tentava falar, porém também desmaia, ai lado de Embor.


A névoa começa a sumir e os pares de olhos começam a se mover. Os corpos começam a ser movidos para o centro da floresta, junto à suas armas. Logo são largados na base de uma árvore, adormecidos.





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