História Uma Condessa Por Detrás das Câmeras - Capítulo 6


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Categorias The Originals
Personagens Camille O'Connell, Davina Claire, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Jackson Kenner, Kieran O'Connell, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Mikael Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
Exibições 33
Palavras 1.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Time to Change


Fanfic / Fanfiction Uma Condessa Por Detrás das Câmeras - Capítulo 6 - Time to Change

Eu havia feito o teste para a personagem, uma releitura modernizada da personagem histórica: Elizabeth Bathory, conhecida nas lendas como Condessa Sangrenta. E o cara que me ofereceu a chance de finalmente ser atriz, acabou por ser um dos produtores da coisa toda, Matthew Jensen, ele fez um escândalo, ficou rindo feito doido, dizendo que finalmente havia achado a pessoa que se encaixava perfeitamente no papel e que ainda tinha talento para atuação. 
Eu fiquei louca, passei mais mal ainda.
Jensen me entregou um contrato padrão para atores da emissora, me explicou que o contrato estava especificado para meia temporada, e que se Elizabeth agradasse ao público da série o contrato seria prolongado pela temporada seguinte. Mas pelo o que ele me disse, a personagem era mais para uma versão Klaus de saias. Afinal, é uma releitura da Condessa Sangrenta, não poderíamos pecar.
Olha só, já estou até falando no plural.
O contrato estava aberto sobre a mesa, eu havia levado exatas três horas para ler cada linha e cláusula, o pagamento foi a primeira coisa que me surpreendeu. Nem em três meses trabalhando para McCain eu ganharia aquilo tudo. A caneta estava pesando na minha mão. Se eu assinasse, seria minha chance de conseguir tudo com que sonhei desde que atuei na minha primeira peça escolar. A chance de ter uma vida muito melhor da que levava até agora. Puxei um tanto de ar e escrevi meu nome na linha indicada.
Peguei mais algumas aspirinas da cartela e engoli com um enorme gole de água, peguei o celular e disquei o quarto número da discagem rápida, o número de Peyton. 
Nunca vi Peyton gritar tanto na vida, o que só piorou minha dor de cabeça. 
Ai de mim se ela não fosse a primeira a saber desse enorme paço.
Me fez fazer uma chamada de vídeo com ela e com Jacob e minha mãe. Eles berraram mais ainda, rindo de alegria por mim, minha família sempre foi muito unida, então a conquista de um era a alegria de todos. 
Eu fiquei emocionada de vê-los tão felizes por mim, meu pai nunca aprovou minha mudança para Vancouver, dizia que eu provavelmente nunca iria conseguir arranjar um emprego que realmente valorizasse minhas habilidades, já minha mãe sempre me apoiou nas grandes decisões da minha vida. E no fim ela estava certa por acreditar em mim.
Meu telefone tocou e um número com qual eu não estava nada habituada apareceu na tela. O de Riley. 
- Hello, girl!- ela me saudou animada.- É verdade o que Danielle me disse?
- Sobre eu acabar de me tornar sua colega de trabalho?- respondi, olhando para o contrato sobre a mesa.- Porque se for é verdade.
- Mas é disso que eu estou falando!- ela comemorou.- Desculpa meu escândalo, mas depois do porre de ontem eu já estou te considerando minha amiga.
Ha
Ha
Ha
Riley Voelkel me considerando amiga, eu vou é bater as botas com essa virada de sorte que to tendo.
- Não foi maior que o escândalo da minha família...- brinquei.
- Então você assinou?!
- Óbvio que sim, vou até ganhar um corte de cabelo de graça.- ela riu.- E vou ter que forçar um sotaque americano.
- Acho seu sotaque lindo, se serve de consolo.- alguém disse algo ao fundo.- E Phoebe acabou de dizer que depois de te ver sorrindo em tantas fotos, acha que você e o Nate vão fazer um casal lindo nas telas.
- Estou ficando mais nervosa ainda, Riley.
- Ai, desculpa. Esqueci que você tem "um crush" nele.
Não devo nem dizer que fiquei em modo piloto automático o resto do dia, Matthew quase me deu um beijo quando fui ao estúdio para entregar o contrato assinado.
Ele deu o seu piti e me deu não sei quantos abraços, me dizendo que estava feliz por eu ter me juntando à família. 
Recebi um horário de cronograma de gravação e Matthew explicou que eu teria que estar no dia seguinte bem cedinho no estúdio para passar pela transformação, que no caso seria mudar a cor do cabelo, daí na quarta-feira começaria a coisa toda na gravação. A primeira cena de Elizabeth seria com Klaus, lá na era medieval, onde ele a mata e a transforma, e faz Kol pensar que ela havia morrido, Elizabeth ele faz acreditar que Kol a abandonou, daí ela segue a vida imortal amargurada por achar que o amor de sua vida a abandonou até chegar em New Orleas nos dias atuais.
Um tanto quanto dramático, mas fazer o que.
A noite foi longa, eu perdi a conta de quantas vezes me enrolei e desenrolei dos cobertores, tamanha minha ansiedade. 
Eu devia era ter tomado um calmante. Quando o despertador bateu cinco da manhã eu me dei por vencida e levantei da cama, vesti um conjunto de roupa de ginástica da Nike, calcei um par de tênis e saí correr. Liguei a playlist do meu ídolo supremo: Justin Timberlake, eu não sou o tipo de pessoa que é obcecada por celebridades, mas se tem um cara que sou fã pra caramba é ele. É aquela coisa, quando você tem basicamente a minha faixa etária, ou você foi N'Sync ou foi Backstreet Boy's.
A playlist começou com Sexyback e eu aumentei o ritmo do paço, eu queria ir ao Paul, mas só tinha hora pra meia corrida. E depois tenho de estar as oito horas em ponto no set pra fazer o cabelo, ao que parece, me arranjar um cabelereiro famoso e o cara mal tinha horário pra me atender, mas como foi pela emissora, consegui horário. 
Corri até o relógio marcar sete da manhã, duas horas no caso. Voltei para o prédio suando em bicas, cumprimentei Owen, o porteiro e entrei no elevador, vendo um cara extremamente gato, loiro, alto e musculoso, tentei ao meu máximo não olhar, e olha, tava difícil. 
As portas do elevador se fecharam. 
- Oi.- ele sorriu.
- Oi.- sorri de volta, tirando os fones do ouvido.- Sou a Cassidy.
- Owen, novo morador do 203.- ele me estendeu a mão e eu a apertei.
Eu moro no 207, no terceiro andar do prédio, Owen bonitinho é quase meu vizinho. As portas do elevador se abriram de novo e eu saí, indo para meu apartamento, tomei um rápido banho e me vesti(link1), passei maquiagem o suficiente apenas para esconder minha cara de zumbi, coloquei um boné na cabeça e fui para o set, nenhum pouco preparada para deixar de ser morena.
Não dirigi por mais de 30 minutos quando parei no estacionamento, não tinha muitos carros, provavelmente a maioria dos funcionários ainda não havia chegado, assim que botei o pé dentro do set, uma garota baixinha e ruiva veio correndo, dizendo que Matthew dera ordens para que ela me levasse à um trailer no qual Robbie Jones, o cabeleireiro estaria me esperando. A menina não devia ter nem 23 anos e nem metade da minha altura, mas era difícil acompanhar seu paço. 
O trailer era como todos os outros, só estava meio vazio, havia um bocado de coisas sobre a penteadeira iluminada e a volta dela, um cara magro e incrivelmente alto estava na cadeira, mexendo no celular.
- Robbie, essa é a Cassidy.- apresentou a garota.- Cassidy, Robbie é quem vai cuidar da sua transformação. Se apresentem vocês porque eu to atolada de coisa pra fazer....
E a garota sumiu trailer a fora.
- Oi, bonita.- Robbie se levantou, sorridente.- Eu sou o Robbie, e estou aqui para te deixar lindamente loura.
- Eu sou a Cassidy e bom dia.- dei uma risada baixa e deixei minha jaqueta no sofá. 
- Senta aqui, bonita, que eu vou te deixar maravilhosamente loira.
Robbie Jones era o cara mais engraçado que eu havia conhecido, ele fazia piada de tudo e me fez rir a manhã toda, e quando ele terminou, mal me reconheci ao olhar no espelho.


Notas Finais




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