História Uma Coxinha - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Chanbaek, Era Pra Ser Comedia, Kaisoo, Sulay, Xiuchen
Visualizações 124
Palavras 2.865
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, pessoaaaas! Animação, porra! Tá, menos.

Eu demorei pra escrever esse cap. Ele tava quase pronto faz uns dois dias, só que eu não conseguia realmente terminar. Não foi só o Baek que a bad pegou.

Ehe, enfim, tenho uma surpresa e uma pergunta pra vocês, pessoas, então até laaaa embaixo.

Boa leitura, annyeong~

Capítulo 4 - Tô bem afim de te dar um tapa


Fanfic / Fanfiction Uma Coxinha - Capítulo 4 - Tô bem afim de te dar um tapa


Sabe aquela bad que te pega forte e te obriga a passar o dia inteiro em baixo dos cobertores? Era assim que eu tava naquele momento, embaixo das cobertas quentinhas na minha cama macia, sonhando com mil e uma maneiras de cortar aquela maldita cabeleira loira da Taeyeon.

Enquanto eu sofria pelo luto do meu não existente relacionamento, Jongdae e Yixing tentavam me arrastar pra fora da cama. A última coisa que eu queria era levantar em uma terça-feira de manhã, e encarar o Chanyeol e a namoradinha dele. Mas tive que ir.

O bom foi que eu consegui me livrar de encontrar o poste entrando pelo portão lateral, mas o ruim foi que eu consegui vê-lo de longe com aquela peste loira.

Eu devo ter salgado a santa ceia, por que não é possível. 

E ainda tinha meu celular com algumas muitas mensagens chegando do nada. Eu nem sabia quem era, mas respondi de qualquer jeito.


N. Desconhecido: Baekhyun? 

Baekhyun: Eu. E você, seria?

N. Desconhecido: É o Sehun, idiota. Preciso que me encontre no banheiro

Baekhyun: Oi? Tipo, agora?

N. Desconhecido: Tipo, pra ontem. E se eu fosse você, corria

Baekhyun: Tô indo, aguenta o fogo


E lá vai Byun Baekhyun correr mais um pouco, por que parece que é só isso que eu sei fazer da vida. 

Assim que eu cheguei na porta do banheiro, fui puxado com tudo pra dentro e ouvi alguém trancando a porta. Por que essas coisas só acontecem comigo?

- Precisava me sequestrar, Sehun?

- Nem. Deu vontade. Enfim, tenho boas notícias pra você. 

- Eu precisava de algumas, mesmo.

- Eu convenci o Min a ir no baile. Mas ele tem uma condição. 

- Qual?

- Ele não quer ir sem um par.

- Por que a vida gosta tanto de me foder? Sério, já não me bastava o término do meu relacionamento que nem chegou à começar, agora eu preciso dar um jeito de convencer o ser vivo mais tímido do mundo à chamar o Minseok pra ir no baile. Ah, sinceramente, o que eu fiz pra merecer isso?

- Alguém está de tpm hoje.

- E você fica quieto que não tá ajudando.

- Tá. Além disso, tá me devendo um almoço à mais por ter faltado ontem.

- Eu não estava em condições de pensar ontem, tava me recuperando de um fora épico que eu tomei. Nem sei por que tô te contando isso.

- Não é da minha conta. Ainda quero meu almoço. 

- Tá. Mas... O Minseok vai chamar alguém pra ir no baile?

- Não. Ele não tá afim. Você vai ter que convencer seu amigo. - Acho que até o prédio do lado ouviu meu suspiro. Ainda bem que eu conseguia me sentar na pia, senão eu ia cair na hora.

- Sehun. Tem alguma pílula mágica pra resolver todos os meus problemas? 

- Quem me dera. Mas agora fiquei curioso... Sue problema amoroso, ele não tem haver com Park Chanyeol, tem? - Ah, Jesus me segura, lá vem merda.

- Tem... Por que?

- Nada demais. Então você deve ter ficado sabendo do escândalo que aconteceu ontem, quando você não veio? - Oi? Eu ouvi isso direito?

- Escândalo? Que escândalo? 

- Ouvi dizer por aí que ele e a Taeyeon começaram a discutir do nada e que o Jongin e mais uns garotos tiveram que segurar ele pra ele não dar na cara dela. - Se isso for um sonho, não me acorda. Tá bom demais pra ser verdade.

- Você sabe dizer o por que eles discutiram?

- Devia perguntar pro seu amigo da voz fina.

- Jongdae? Por que? Vai me explicar direito o que tá acontecendo ou não? 

- Eu não sei o que aconteceu, eu nem tava lá. Só te contei o que eu fiquei sabendo. Enfim, boa sorte com seu gigante, te vejo por aí, Baek. - Fui deixado sozinho pra repensar mais um pouco minha vida. Chen tinha feito alguma coisa e ele não me falou. Tô preocupado agora. Preciso sair correndo de novo.

- Jongdae! - Pulei em cima das costas do meu alvo assim que avistei o loirinho oxigenado que tava me escondendo alguma coisa.

- Que foi, peste?

- Tenho uma coisa pra te falar e uma pra te perguntar. 

- Fala.

- Primeiro, consegui fazer o Minseok ir no baile, mas você vai ter que dar um jeito de chamar ele, mesmo que no anônimo. 

- Ah... Preocupante, mas ok. E segundo?

- Segundo, que merda é essa do escândalo da Taeyeon e do Chanyeol?

- Isso, eu quero que você pergunte pro Chanyeol. Sério. Fala com ele, por favor.

- Mas...

- Baek. Vai logo falar com ele. - Fui rudemente empurrado até a biblioteca, e me toquei que era quarta-feira, não terça, e que o poste provavelmente estaria lá. Eu dormi por tanto tempo assim?

E não é que tava mesmo? Aquele cabelo cor de algodão doce dava pra ver de longe, ainda mais com o moletom - nem um pouco chamativo - amarelo com rosquinhas. 

Tô nervoso agora... Será que eu falo com ele ou não? 

Ah, para, né? Se você quer, então vai falar com ele, senão ele vai pro baile com aquela falsa e você vai sofrer mais ainda.

Obrigado, mente, sempre prestativa. 

- Chanyeol. - Me aproximei bem devagar, e mesmo assim ele levou o maior susto e quase pulou da cadeira.

- Baek. Olha, precisamos...

- Se você falar conversar, eu vou te bater. Muito, que eu tô bem afim de te dar um tapa. Você fala, eu ouço. 

- Certo... Então... O que aconteceu naquele dia... Eu não sabia.

- Não sabia o que?

- O que tinha acontecido entre você e a Taeyeon. Eu nunca teria feito o que eu fiz se soubesse. Mas eu chamei a Taeyeon... Por sua causa. - Minha causa? Tô confuso. 

- O que tem eu com essa história?

- Eu chamei a Taeyeon pra te fazer ciúmes. Você disse que não gostava de mim, e eu acreditei. Olha, a verdade, é que eu gosto de você desde o primeiro dia que você colocou os pés nesse lugar e foi de cara no chão. - Que bela primeira impressão eu devo ter causado. - Só que quando eu tomei coragem de te beijar, você se afastou e depois disse que não gostava de mim. Eu fiquei... Bravo.

- E usou a Taeyeon pra se vingar?

- O assunto não gira em torno dela.

- Gira sim. Eu quero saber o que aconteceu entre você e ela ontem. E o que o Chen tem haver com isso?

- Ah, sobre ontem, né... Então, seu amigo veio falar comigo e... Me contou o que tinha entre você e a Taeyeon. Ela não tinha me contado, então... Eu surtei com ela quando soube e acho que você já sabe o resto da história. 

- Devia ter dado na cara dela.

- Eu seria preso se fizesse isso...

- Dexa que eu faço então. - Então era isso... Ele só gostava de mim esse tempo todo. Espera. Você tá se ouvindo? Ele gosta de você, retardado! Dá uns beijo na criatura antes que eu dê!

Ah, é.

- A Taeyeon...

- Vamos não falar o nome dela, ok? Eu tô esperando.

- Esperando o que?

- Você me chamar pro baile, gigante burro. 

- Ah, cala a boca, vai.

- Faça esse favor por mim? - Já comentei que o Chanyeol corado é a coisa mais fofa do mundo? - Não é como se você nunca tivesse me beijado antes, né? - Se eu não sirvo pra provocar, não sei mais quem serve. Cheguei bem perto do rosto dele, e acho que eu tava começando à ficar corado também, socorro.

Sabe aquele momento que você sabe que tudo tá muito certo e fica com medo de dar alguma merda e acabar com o momento? Eu tava bem assim, mas nada nesse mundo, nem uma loira escandalosa vai me impedir de beijar o Chanyeol. Nem os gritos da Taeyeon atrás da gente. Nada mesmo.

E mesmo com a peste oxigenada atrás ameaçando o mundo, eu beijei o Chanyeol sim. Tô bem nem aí pra ela.

E eu só me soltei dele por que a pessoa me puxou pra trás pela gola da blusa e eu quase morri enforcado.

- Mas que porra você tá fazendo, Baekhyun! Ele é meu par pro baile!

- Tá bom, ele pode ser seu par, mas ele é meu homem, Taeyeon. Aceita a derrota e some da minha frente, que eu não sou obrigado à lidar com o recalque dos outros não, tá?

- Ah, vai sonhando, Baekhyun! Como se um cara como o Chanyeol fosse gostar de um baixinho falso como você. 

- E quem disse que ele gostava de cobras como você, amorzinho? - Ah, mas é hoje que ela perde esse aplique que chama de cabelo.

- Eu não vou me rebaixar pra perder pra você, Byun.

- Ótimo, por que eu não vou me rebaixar pra discutir com você. - Era engraçado ver a Taeyeon tentando parecer brava. Ela parecia uma daquelas bonecas de porcelana com a pele estupidamente branca e os olhos brilhando. Eu podia tirar uma foto pra expor em uma casa mal assombrada.

Enquanto isso, Chanyeol tentava muito não rir da nossa briga, ele tava mais vermelho que o cabelo dele já foi.

- Olha aqui, Baekhyun, se você tentar destruir meus planos pra esse baile...

- Vai fazer o que? Desconectar meu wi-fi? Você pode fazer melhor que isso. - Naquele ponto, ela explodiu comigo e começou a gritar, e começaram os puxões de cabelo, os tapas bem femininos e um Chanyeol rindo de tudo quase caindo da cadeira.

Ficamos naquela "briga" até o cara que trabalhava na biblioteca, um que eu não conhecia muito bem, mas sabia ser apelidado de Suho, veio e mandou a gente embora de um jeito tão calmo que eu fiquei com medo.

A loira lá só foi embora bem brava, e eu senti aquele sentimento maravilhoso de vitória enquanto via os apliques loiros balançarem pra longe.

- Puta merda, eu morri de rir lá dentro. Passei mal... O que foi aquilo?

- Eu e ela brigamos assim desde a primeira vez que brigamos de verdade.

- Você ainda precisa me explicar melhor essa história. 

- Outro dia, talvez. Temos uma coisa mais importante pra decidir.

- Tipo o que?

- Tipo, que horas você vai passar na minha casa pra me buscar pra porcaria daquele baile. 

- Então... Você vai?

- Arranjei um bom motivo pra ir. Um motivo bem maior que eu, um motivo retardado, um motivo extremamente gostoso, mas continua sendo um bom motivo.

- E esse motivo por caso tem nome?

- Kim Jongdae!

- O que?

- Brincadeira. Calma.

- Não faz isso comigo, que felicidade de pobre dura pouco.

- E você é pobre, agora?

- Problema se fosse?

- Nenhum, só seria um problema por um simples motivo: eu exigo ir de limousine.

- Oi?

- Se for pra ir naquela coisa de inverno, então que seja com estilo. - Se não for pra causar inveja, nem vou.

- Como você quer que eu arranje uma limousine? 

- Dá seus pulos, mas é minha condição. - Convenhamos, se é pra ir em um negócio que eu nem quero ir, que seja do melhor jeito possível. 

- Tá. Eu dou um jeito. Mas eu também tenho minha condição. 

- Pode falar. - Vocês já sentiram que o coração de vocês ia pular pra fora do corpo? Foi assim que eu me senti quando fui preso na entre a parede e o rosto do Chanyeol, que teve que ficar quase que de joelhos pra alcançar meu rosto.

- Vamos direto pra minha casa depois. - Me fodi. Literalmente, dessa vez.

- Posso concordar fácil com essa condição. Mas pra fazer o que? - Comecei a bancar o inocente, o que não dava muito certo, considerando que eu sou eu e Byun Baekhyun é tudo menos inocente. Em certas maneiras.

- Vamos apenas brincar um pouquinho. Deixo você saber mais quando o dia chegar. Mas podíamos começar essa brincadeira agora, sabe?

- Mais tarde, talvez. Tá cheio de gente nos corredores, se alguém pega a gente...

- É, faz sentido. Em especial a Taeyeon. 

- Aí sim que eu dou no meio da cara dela.

- Já vi que é melhor nem tocar no nome.

- Exato. É tipo o Kyungsoo, não fala senão atrai.

- Ei. O Kyung ainda é meu amigo.

- Desculpa aí, então, vai lá com ele.

- Não foi isso que eu quis dizer. Você é muito ciumento.

- Disse quem surtou por que achou que eu ia no baile com outra pessoa. - Impossível discutir comigo, só deixando claro. Ah, na verdade, tem um jeito de me ganhar em um argumento, e eu só descobri isso quando os lábios do Chanyeol me obrigaram à calar a boca.

- Eu realmente gosto de você, Baek. Acho que vou te monopolizar. - Necessito de admitir que eu gosto de um homem possessivo. Me sinto muito masoquista falando essas coisas. Mas ninguém pode me culpar por ficar exitado com aquela voz rouca, grossa e mais sensual do que a minha falecida sanidade permite no meu ouvido. Por favor, né.

- Monopolizar? Hm, isso me parece uma ideia tão tentadora, Channie... - Sussurei de volta no ouvido dele, arrastando a voz nas últimas sílabas. 

- Vai ser melhor ainda quando eu fizer dessa ideia uma realidade, Baekkie. - Ai. Meu. Ânus. Socorro.

- Mal posso esperar, mas no momento, meus ouvidos supersensíveis de beagle detectaram uma bixa escandalosa correndo em nossa direção. 

- Não precisa ter ouvidos supersensíveis. Eu ouvi também. Não é seu amigo?

- Pelo amor da minha Madonna, pra que a vergonha alheia, hein, Jongdae? - O falso loiro quase me derrubou quando pulou em cima de mim em uma tentativa meio falha de me abraçar e do nada ele abraçou o Chanyeol, também. Olha os amigos que você foi arrumar, Baekhyun. Pior que um hospício. 

Concordo plenamente. 

- Eu consegui! Baek, eu consegui! Porra, eu realmente consegui! - Ai, ai... Esse projeto de ativo precisa de um calmante. E de uma boa foda pra acalmar os nervos.

- Chen. Calma. Conseguiu o que? 

- Eu consegui chamar o Minseok! E ele aceitou! Baekhyun, ele aceitou! - E me abraçou de novo. Não que eu não goste de abraços, gente, mas não precisa exagerar. Amor fraternal tem seus limites. 

- Uau, parabéns, Dae, sério mesmo. Não achei que você fosse ter coragem. Você... É no mínimo o ser humano mais tímido que eu conheço. E olha que até o Lay, que nem sabe as segundas intenções da palavra "comer" consegue ser mais atirado que você. 

- Joga na cara mesmo, rapariga. Mas eu consegui, é isso que importa.

- O lado bom de toda essa merda cheia de veadagem, é que você vai poder me ajudar à escolher uma roupa pro baile.

- Que? Achei que você nem ia.

- O nosso amigo Posteyeol aqui decidiu me chamar. - Chen suspirou, a maquiagem exagerada que ele tinha decidido passar não condizia com a timidez toda.

- Espera, Posteyeol?

- É. Ouvi em algum lugar e aderi o apelido. É seu agora.

- Finalmente. Achei que você ia continuar naquela depressão pós término e ia assumir permanentemente a forma de Baekbolinha. 

- Vai, chama as amigas de gorda mesmo! Olha ele, nem se importa com meus sentimentos, ele.

- De veio o ele, ele?

- E eu sei lá. Só saiu.

- Eu não te chamei de gordo. Tava ne referindo ao excesso de tortas de morango que certo alguém andou comendo.

- Para de invocar com meu peso. Eu tô bem, obrigado.

- Apenas dizendo.

- Eu não acho que você ganhou peso. Na verdade, você emagreceu? - Por isso que eu amo. Tem como não jogar na cama depois dessa?

- Não emagreci e nem engordei. Continuo o mesmo Baekhyun de sempre. - E era verdade. Eu posso ter comido demais durante o período da bad, mas não é se eu fosse engordar do dia pra noite. Né?

- Vou nem discutir. Depois você liga chorando litros pro Luhan por que aquela sua calça não entra.

- Você não coloque minhas filhas no meio da conversa, Jongdae.

- Sem querer brigar, mas já brigando de qualquer jeito, eu ainda acho que você só não usa mais aquela calça por que não te serve.

- Não se atreva que a amizade é fraca.

- É nada! - E assim se seguiu mais uma série de uma briga escandalosa de dois trouxas sem nada melhor pra fazer.

Acabou que eu fiquei bem bravo com o Chen quando ele colocou meus perfumes caros no meio da briga, mas ele me deu um pedaço de torta de morango, então eu perdooei ele. Juro que eu não costumo ser fácil assim de comprar. Eu acho...

No fim do dia, eu não avistei mais nenhuma praga loira, mas avistei um caso estranho - e bota estranho nisso - entre o cara da biblioteca e uma menina. Ah, o Lay tava lá também. Espera, o que o Zhang Yixing tá fazendo no meio da treta alheia? Quer saber, depois arranco dele.

No momento, eu estou mais preocupado em segurar o braço do gigante na minha frente.

- Channie. Já que você me fez passar por um momento de bad, você me deve algumas coisas.

- Que coisas seriam essas, Baek?

- Coisas... Ah, já sei. Fica de olho no seu celular hoje. Eu vou te mandar uma coisa...

- O que?

- É surpresa.

- Me deixou curioso.

- A curiosidade vai valer à pena. Só espera. - Ah, mas hoje esse gigante não me escapa. Não mesmo. Só me espere, Chanyeol. Só me espere...











Notas Finais


CABUM! Oie amores <3

Já sabem o que o Baek tá planejando? Não descobri ainda o que passa na minha cabeça.

Ah, é, a pergunta que eu ia fazer é a seguinte, essa fic não vai demorar muito tempo pra acabar, mas como eu já tinha falado, vão ter outros casais, portanto, contudo e sinônimos, que casal vocês querem?

Fiquem com a dúvida aí, beijinhos de porpurina, annyeong~


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