História Uma Escolinha da Zoeira na Floresta!! - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bambi, Feline, Flor, Rono, Tampor
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Palavras 2.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá meus lindos 🍅Tomatinhos🍅 estou de volta com mais um capítulo dessa linda fic.

Eu chorei um pouco escrevendo. Espero que gostem.

Nos vemos lá embaixo.👇👇

Capítulo 4 - A Festa que deu Muito Errado


Pov Rono.

 

Eu soube que o senhor Prince saiu e o Bambi ficou sozinho em casa e agora ele está fazendo uma festa com todos da escola e pelo visto EU não fui convidado, pelo visto eu vou ter que aparecer para acabar com tudo e com a felicidade do meu querido Bambi.

 

Mãe: Tchau filho, me liga quando essa festinha acabar, ok?- Ela fala e me da um beijo no topo da minha cabeça.

Eu: Mãe, para com isso.- Falo da maneira mais irritada possível.

Mãe: Desculpa se eu amo de mais o meu bebezinho.- Ela fala enquanto eu saio do carro dela.

Eu: Tá bom mãe, já pode ir embora.-Falo e ela acende e sai da entrada da grande casa do Bambi.

 

Olho para o portão e vejo que o gótico trevoso de merda do Flor, está de segurança. Eu acho que ele não vai querer aproveitar a festa e por isso ficou aqui fora observando as estrelas. Penso comigo mesmo olhando pra cima.

Ando um pouco e vejo que o Flor me percebeu e desencostou da parede do portão de entrada, ele me olha da cabeça aos pés e eu faço a minha melhor cara de fúria que eu consigo.

 

Flor: Olá, Rono, o que você veio fazer aqui?- Ele pergunta tirando uma prancheta com nomes de um banquinho que está escondido atrás da parede.

Eu: Opa, eu to aqui pra a festa do Bambi, você não tá sabendo não é?- Pergunto enquanto ele olha as listas cheias de nomes.

Flor: Desculpa Rono parece que o seu nome não está na lista, pode ir embora agora.- Ele fala abaixando a prancheta.

Eu:Você não está entendendo Flor, eu PRECISO estar dentro da festa, sabe...- Falo tirando 50 reais do bolso, ele pega e por um momento eu sinto que vou conseguir entrar.

Flor: Subornando um segurança, só pra conseguir entrar em uma festa em que você não foi convidado, que golpe baixo, até pra você Rono.- Ele fala guardando o dinheiro no bolso interno do casaco, e fica de pé ainda no mesmo lugar.- Sai logo da minha frente Rono.- Ele fala e o olkitoque amarelo, que se localiza na cintura do mesmo, começa a apitar.

Feline: Flor, tá tudo bem ai fora?- Ela pergunta com um pouco de barulho de fundo.

Flor: Tá sim, é só o Rono que tá tentando entrar na festa.- Ele fala me olhando profundamente.

Tambor: Não deixa esse desgraçado entrar na festa. TÁ ME OUVINDO FLOR, NÃO DEIXA ESSE MERDA PISAR NESSA CASA.

Flor: E você acha que eu vou deixar esse ser vivo de merda entrar? Filho você não me conhece.- Ele fala como se eu não estivesse aqui ouvindo tudo.

Eu: Tudo bom? Eu ainda to aqui, sabia?- Falo sacudindo as mãos pra ver se ele percebe que eu ainda to aqui

Bambi: Me ouve bem, se ele entrar na festa ele vai arruinar tudo, ou seja, não deixa ele entrar nem se ele te pagar cem paus.

Flor: Eu não sou louco nesse nível, meu amiguinhos.- Ele fala e guarda o olkitoque na cintura e me olha com uma cara de “Da o fora daqui seu merda.”

 

Eu: Ok, Eu já estou indo embora... Tchau ai.- Falo e saio de costas pra ele.

 

Pov Bambi.

 

Olho dentro de casa e vejo todos se divertindo sem nem uma preocupação. Ando até a área da piscina e vejo que tem algumas pessoas se pegando nas cadeiras. Olho mais algumas vezes todos os cantos da casa, não parece muito cheio, só porque a minha casa é uma das maiores da cidade.

Vejo a Feline e o Tambor conversando olho pra eles e eles me olham, levanto a cabeça rápido e eles repetem o ato. Subimos para o sótão pra ver se o Flor ta bem.

Olhamos pela janela e vemos o Flor caído no chão e o portão um pouco aberto.

 

Tambor: CARALHO, o Flor ta desmaiado e o portão ta aberto.- Ele fala o óbvio e eu e a Feline olhamos pra ele com uma cara de “Não, eu não sabia disso”.- Desculpa ai...- Ele fala como se fosse uma criança e nós acabamos de brigar com ele.

 

*Quebra de Tempo*

 

Chegamos onde o Flor está e ele permanece do mesmo estado em que vimos ele lá de cima.

 

Eu: Flor, você tá bem?- Pergunto quando ele se senta no chão.

Flor: Eu acho que sim. Eu não me lembro de quase nada que aconteceu.- Ele fala colocando a mão atrás da cabeça.

Tambor: Você tá com um pequeno corte na cabeça e tá sangrando.-Ele fala e o Flor tira a mão da cabeça e vê que tem sangue na mesma.

Flor: Mas que merda aconteceu?- Ele pergunta olhando pra todos nós.

Feline: O Rono não tava querendo entrar? Vai que ele que vez isso.- Ela fala e nós assentemos.

Flor: Eu acho que foi ele sim, antes de eu desmaiar o Rono tinha passado por aqui. Vai que ele me acertou por trás com alguma coisa.- Ele fala e case cai.

Eu: Calma, não se esforça, isso só vai piorar, Feline você tá com o quite de primeiros socorros, não tá?- Pergunto sem esperar uma resposta, mas ela assente com a cabeça.- Vaz um curativo nele e eu e o Tambor vamos tentar achar o desgraçado do Rono, nem que pra isso eu tenha que morrer.

 

Andamos e entramos em casa, tinha um pessoal vida louca que já estavam bêbados e o resto ainda está bem, pra falar a verdade eu pensei que teria mundo mais gente bêbada do que gente sóbria. Fomos para a área da piscina e me deparo com algumas pessoas na mesma, mas nem um sinal do Rono.

 

*Quebra de Tempo*

 

Ficamos procurando o Rono por todos os lugares, mas não encontramos nada. Nos reagrupamos e fomos tentar achar o merda do Rono mais uma fez.

Uma grande maioria dos convidados já tinham ido embora, sobraram mais ou menos uns cinquenta ou sessenta convidados, mais o DJ e dentre os convidados o Rono.

 

Eu: Olha só aqui. Eu só tenho uma coisa que eu quero... O Rono aqui.- Falo o mais intimidador possível.

Tambor: Sim senhor, senhor.- Ele quase batendo continência pra mim.

 

Nos separamos mais uma vez, mas eu não vou procurar pelo retardado do Rono, em vez disso eu subo para o meu quarto tranco a porta, saio pela janela e fico sentado no telhado pensando em todo que aconteceu e que esta acontecendo hoje. Deito e vejo as estrelas e a lua brilharem.

 

Eu: Oi mãe... Eu to com saudade sua, espero que você possa me ouvir... Eu espero que ai em cima esteja melhor do que aqui embaixo... Você deve estar se perguntando o porquê e bom... O Rono tá aqui em casa, mas desapareceu e... Você sabe que ele fica me provocando deste que éramos pequenos, mas isso foi a gota d’água.- Falo olhando pra estrela mais brilhante do lado da lua.- Acho que eu não devia incomodar você a essa hora da noite. Eu te amo, espero que você esteja bem. - Falo e parece que a vejo sentada do meu lado acariciando o meu cabelo.

Mãe: Espero que você o ache. Eu te amo tanto, cuide da Feline muito bem. - Ela “fala” e eu começo a chorar por lembrar a voz dela.

Eu: As pessoas falam que a primeira coisa a se esquecer de uma pessoa é a voz, mas eu me lembro da sua voz como se você ainda estivesse do meu lado.- Falo e sinto um toque no meu rosto.

 

Às vezes eu falo e sinto a minha mãe, isso começou a acontecer dois dias depois do enterro dela. Ela me da conselhos e me fala os conteúdos pra estudar pra as provas.

 

Mãe: Filho saiba que você nunca vai estar sozinho, mesmo se o seu pai não estiver com você, como agora, eu estarei aqui para o que quiser.- Ela fala olhando para a mesma estrela que eu estava olhando a pouco tempo.

Eu: Obrigado, mãe,- Falo e vejo ela desaparecer.- Eu te amo tanto.- Sussurro pra mim mesmo e deixo uma lágrima solitária cair.

 

Entro pela janela e destranco a porta, desço pra sala e vejo que não tem mais nem um convidado, vou até a área da piscina e vejo o Flor e o Tambor na frente da Feline de um lado da piscina e o Rono do outro com alguma coisa na mão.

Olho melhor e vejo que ele está com uma pistola calibre 50 apontada para os meninos. Fico paralisado quando ele percebe que eu estou lá observando e aponta a arma pra mim, coloco as mãos pra cima como se estivesse me rendendo. O Tambor percebe que o Rono não está mais olhando pra eles e vai de fininho pegar a arma da mão do Rono.

Vejo o Tambor agarrando o Rono por trás, ouço um tiro logo em seguida e depois eu apago. Por um momento penso que estou vivendo o dia do acidente da minha mãe tudo de novo.

 

Flashback ON.

 

Eu e a minha mãe estamos andando pela cidade, eu tenho doze anos e amanhã é o meu aniversario de treze anos, eu e minha mãe paramos em uma cafeteria francesa, ela vez uma viagem pra França no ano passado e agora ela está me mostrando e falando algumas curiosidades sobre lá.

 

Mãe: Filho é muito bom passar o dia com você... Meu querido Bambi.- Ela fala e me da um beijo no topo da minha cabeça.- Queria que seu pai estivesse conosco, mas como sempre ele está trabalhando.- Ela fala e fica cabisbaixa.

Eu: Ei... Mãe, não se preocupa, o papai falou que daqui a pouco ele vai aparecer.- Falo e vejo a minha amada mãe abrir um sorriso.

Mãe: Que bom que você conseguiu falar com o seu pai Bambi.- Ela fala e se levanta pra pagar a conta.- Meu amor, fique aqui até eu voltar, sim?- Ela pergunta e eu assento com a cabeça.

 

*Quebra de Tempo*

 

Agora estamos em uma praça perto de casa, a nossa casa não é muito grande ela só tem três quartos. Eu e minha mãe estamos brincando juntos no balanço do parquinho, eu posso estar um pouco velho pra ficar brincando em um balanço do parquinho, mas isso nunca vai ficar chato. Só de ver o lindo sorriso no rosto de minha mãe já me alegra o dia.

 

Mãe: Bambi, vem aqui.- Ela fala se sentando em um banco.

Eu: O que aconteceu?- Pergunto sentando ao seu lado. Vejo-a tirar um embrulho da bolsa.

Mãe: Filho eu seu que amanhã é o seu aniversario, mas eu queria lhe entregar o seu presente hoje.- Ela fala estendendo o presente pra mim.

Eu: Obrigado mãe.- Falo pegando o presente com um grande sorriso no rosto.

Mãe: É sempre bom ver você feliz.- Ela fala e me dá um abraço de lado.- Abra logo.

Eu: Ok.- falo e abro.

 

Olho para a caixinha de madeira branca, procuro a abertura, quando acho abro devagar e vejo um colar fino de couro com uma duas placas de identificação. Uma está uma imagem gravada de mim e minha mãe nos abraçando e na outra escrito:

“Você foi meu pequeno grande milagre e agora é a razão do meu viver.”

“Amo você, meu filho querido.”

Olho pra minha mãe com os olhos cheios de lágrimas prestes a caírem.

 

Eu: Mãe...- Falo e ela me abraça.

Mãe: Não precisa falar nada... Vamos pra casa.- Ela fala me levantando junto a ela.

 

*Quebra de Tempo*

 

Estamos andando de volta pra casa e eu estou usando o colar que a minha mãe me deu. Estamos em um beco, movimentado, que por algum motivo não tem ninguém agora.

Aparece um cara de capuz olhando pra baixo com as mãos no bolso, eu não presto muita atenção nele, mas minha mãe parece preocupada e diminui o ritmo da caminhada. Ela parece ficar com um pouco de medo, e EU não sei o que está acontecendo.

 

???: Olha só eu estou armado se você não passar todo o dinheiro que você tem na bolsa eu mato você e o seu filho.- Ele fala com um pouco de raiva, levanta a cabeça e eu vejo que ele está com um olho roxo.- Anda logo...

Mãe: Por favor, calma, o deixe ir, não mate o meu filho...- Ela fala quase chorando. Eu acabo ficando em choque e paralisado.- Toma, isso é todo o que eu tenho ele não tem nada.- Ela fala entregando a carteira e o celular o cara pega todo muito rápido e aponta arma pra cabeça da minha mãe que está tremendo e chorando muito, ela me coloca atrás de seu corpo.

???: Olha só se você contar pra policia eu vou fazer questão de encontrar o seu endereço e matar você.- Ele fala, ela fecha os olhos e engole a seco esperando pelo pior, o cara sai de perto na maior tranquilidade.

Mãe: Filho vamos logo pra casa.- Ela fala com medo se virando pra mim, mas ainda de pé, eu vejo o cara se virar com a arma engatilhada.

 

Ele atira mirando em mim, mas minha mãe se agacha na minha frente pra me proteger, ela enfia minha cabeça no peito dela e sinto seu peso em cima de mim, sinto algo quente escorrer ouço outro tiro e uma bala passa pelo meu ombro esquerdo.

 

Mãe: Filho... Eu te amo muito... Cuide do seu pai por mim... Saiba que eu vou sempre estar do seu lado, filho, vou cuidar de você como eu puder, eu te amo tanto.- Ela fala com muita dificuldade, quase fecha os olhos e eu choro muito.

Eu: Mãe, não me deixa, por favor, eu te amo tanto... E-eu não vou conseguir aguentar mais nada sem você.- Falo chorando e soluçando muito.

Mãe: Filho me escuta, você já é crescido pra saber a se cuidar sozinho, só saiba que eu te amo e que vou estar sempre com você.- Ela fala e morre em meus braços.

Eu: Mãe, não me deixa, eu te amo. Mãe... MÃE.- Grito na esperança de ela não ter morrido.- ALGUÉM ME AJUDA, POR FAVOR!!- Grito esperando alguém aparecer.

 

Vejo um casal vindo correndo em minha direção e então desmaio.

 

Flashback OFF.


Notas Finais


E aí choraram bastante? Se vocês são que nem minha irmã e não choram fácil comentem.

Até o próximo capítulo.

~Beijos e abraços da Tia ET.💋💋


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