História Uma estranha no colégial - Capítulo 97


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Comedia Romantica, Romance
Exibições 102
Palavras 1.336
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Pessoas me desculpem pela demora .... Esses dias não deu tempo para escreve espero que entendam .... mais vamos ao que importar .... Cap novvo.....
Espero que gostem .... desculpem escreve pouco ....
(A fic está perto de acaba .... ;-; )

Capítulo 97 - Aniversário....


Fanfic / Fanfiction Uma estranha no colégial - Capítulo 97 - Aniversário....

Precisava ficar sozinha, muita gente em um só local , causar calor, além do ar ser pouco o suficiente para me deixar irritada. Nunca foi muito amigável,  nunca foi dessas que todos gostavam , alguns nem sabia meu nome , outros apenas confundiam com “Karine ou Karina”, porém na realidade era Karen. Somente. Meus tios , meus avós , primos entre outros estavam na minha casa. Por culpa da minha mãe eles estão aqui. Simplesmente não queria nem um bolo de aniversário, muito menos uma comemoração para mim. 

Queria estar no meu quarto , trancada se preferência.  Mais não tinha que ficar fazendo sala para os meus parentes que nem se quer sabem meu nome direito. 

Por mais que não me sinta bem , tenho que estar junto à eles , com um sorriso falso nos lábios.  

Dei graças a deus poder ir 

atender  meu celular no meu quarto. Pelo menos para ficar sozinha.. 

Eu : alô... 

Pai : nossa olha quem tá ficando mais velha ... – diz e por sua voz , sinto que ele está sorrindo. 

Eu: Ah pai graças a deus que você ligou – digo quase em um sussurro. 

Pai: o que aconteceu?  - perguntou. Mas quando eu iria inicia. – Não... não acredito que sua mãe fez um...

Eu: Sim fez – digo meio triste . 

[...]

Nossa conversa foi longa , meu pai dizia que se minha mãe brigasse já teria  uma desculpa para dá.  Sim, diria que estava conversando com meu pai. 

Aproveitei para ficar sozinha no meu quarto, sim, não havia nada para fazer nele , mais pelo simples fato de não quere me familiarizar com meu parentes ou melhor mostra uma pessoa no qual não sou .

Queria poder manda todos os meus parentes para suas devidas casas , queria pode dizer a eles que não sou sociável, e não queria comemorar meu aniversário, mas nada disso poderia fazer , não queria ser mal educada com os outros . 

Estava sentada em minha cama , pensando somente em o que vou pedir de aniversário para o meu pai , já que ele tanto insistiu que queria me dá um presente. Não queria algo caro , pois o que necessariamente importa para mim não é o valor do presente. 

Perdi as esperanças de que Nicolas ligasse ou se quer lembrasse de mim. Tomei uma decisão que tenho que esquece de Nicolas pelo menos um ou dois dias , já que ele nem se quer , pergunta ou melhor da sinal de vida . Cheguei ao meu ponto máximo.  Garanto que ele não sabe nem se quer que hoje é meu aniversário.  Talvez não deva mais me importa com o que o mesmo pensar . Cansei de ficar tentando , procurar o mesmo , cansei de ficar ligando , cansei de ficar esperando.  Foi vencida não só pelo tempo, mais sim também pelo cansaço. 

Continue no meu quarto ainda pensando sobre o que irei pedir de presente, isso poderia ser uma das tarefas mais fáceis para uma pessoa normal , bom para mim não.  Sou complicada, não gosto de pedir coisas caras , para mim tem que ser de coração. Não tenho interesse em coisas de bem materiais, meu pai me conhece tão bem , não entendo porque ele não pensou em manda uma carta. Para mim isso já estava de bom tamanho. 

Solto um suspiro pesado, ao vê que alguém está se aproximando do meu quarto. Minha primeira opção seria minha mãe,  a segunda o insano , terceira uma criança qualquer correndo pelo corredor da minha casa e a quarta e última opção alguém a procurar do banheiro. Nem uma das opções estavam certas . 

Aquela pessoa parou na frente do meu quarto e dava para pelo menos vê a sua sombra por baixo da porta,  querendo ou não estava ansiosa para vê a pessoa.  Uma vontade imensa de corre e abri a porta era grande , porém esperei que o ser humano do outro lado fizesse o mísero favor de abri a porta.  

A maçaneta girou e meu coração disparou como se algo de surpreendente fosse me atingi de todas as formas. E provavelmente me atingiu.  

Lá estava a pessoa mais meiga com um sorriso no canto da boca, olhava diretamente para mim é veio em minha direção para me da dá um longo e caloroso abraço. 

Liara com seu novo estilo, estava cada vez mais bela com seu novo visual , o cabelo estava curto digamos a cima um pouco dos ombros, tinha uma tonalidade castanho claro , e seus olhos cor de mel realçavam ainda mais.  Como sempre seu jeito meigo , me fez sorri.  

- Achou que eu tinha me esquecido – falou. Abracei a mesma , um abraço longo. Senti vontade de chorar , estava com saudade , e um misto de emoções tomou contar de mim. 

- eh ... sim ... que dizer não – digo meio confusa. 

Liara apenas sorriu , e mais uma vez me abraçou.  

[...]

Queria poder está com o sorriso mais feliz do mundo , queria poder está feliz . Todos me olhavam ansiando por um , apenas um sorriso meu. Por mais falso que tenho sido ele. 

Para todo o canto que olhava encontrava pessoas batendo palmas, e em minha frente me  deparava com minha mãe  batendo foto. 

Estava querendo que aquele parabéns acabasse logo. Não queria mostra que estava mal por isso . Aliás eu estava , mais enfim minha mãe que organizou isso tudo , não queria estragar , falando coisas rudes para essas pessoas. Já cheguei até aqui, tenho que prossegui, não custa nada  disfarçar mais um pouco .   

Tirei centenas de fotos com parentes que talvez nem me conhecessem ou melhor não conhecia ninguém além dos meus parentes próximos. Tentava ser amigável e até menos forcei um sorriso por mais que seja de canto.  Pelo menos tentei. 

Tive que apaga as velas , e fazer um pedido como de costume de todos os aniversários.  

O primeiro pedaço do bolo foi direcionado para minha mãe e o segundo para o meu adorável irmão que já estava eufórico por não te dado o primeiro pedaço para ele. Posso fazer nada ser tenho que aguentar esse insano . 

E a tarde chegou assim como mil e uma cartas . Não dei a mínima para elas , já sabia muito bem que Nicolas ,não mais iria escreve para mim. Todos se foram , todas saíram da minha casa , agora pude respira aliviada. 

Sentei no meu sofá que estava todo desarrumando. E dei graças a deus todos já terem ido . 

Liara ficou na minha casa,  bom ela iria finalmente dormi na minha casa, estava feliz por isso. Ajudamos a minha mãe a arruma a casa que estava um zona e por fim , abrimos as cartas que chegaram.  

Tinha uma caixinha entre as cartas , um sorriso satisfeito se fez nos meus lábios.  

Primeira opção é única seria meu pai te mandado esse presente. Me enganei com isso . Meu sorriso se desfez e todos que estavam ali presente notaram minha mudança de humor . 

NICOLAS ...

Sim ele teria mandado esse presente . Dentro da caixa tinha um pequeno doce é algo escrito. 

- Sei o quanto ama cupcake ... queria tanto está aí agora... te abraçando e te desejando feliz aniversário. Hum ... me lembro do primeiro dia que saímos juntos, eh se você não lembra , nós dois fomos em uma loja de bolos e  comemos cupcakes ... foi nesse dia também que conheci seu irmão... ele não gostou muito de mim . Mais é pra isso que servem os  irmãos sempre tentam proteger suas irmãs , ele só estava fazendo o seu papel . Foi nesse dia que descobri que está gostando de você.  Seu sorriso , naquele dia ainda está em minha memória, o sorriso mais meigo de todos , um sorriso que hoje quero que você tenha em seus lábios.  

Ps: queria pode te dá um presente melhor. Mais espero que goste. Te amo... 


Notas Finais


Gente comentem se for possível... e me desculpem a demora e pelo Cap pequeno ....
(Talvez o próximo cap só venha sair a próxima semana ..... sim a proxima quarta talvez ...)


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