História Uma Família AConvencional - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Kushimiko, Minafuga, Narusasu, Shiita
Visualizações 194
Palavras 1.270
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi!

Desculpem a demora para atualizar, mas as últimas semanas foram bem corridas lá na minha empresa e eu não tive tempo de entrar no site, vou atualizar todas as minhas histórias aos pouquinhos, espero que gostem.

Capítulo 11 - Retornando às Aulas


Fanfic / Fanfiction Uma Família AConvencional - Capítulo 11 - Retornando às Aulas

Sasuke Uchiha:

 

            Fui liberado do hospital após uma tonelada de exames e tive de ficar uma semana de repouso em casa, não que eu fosse reclamar disso, na verdade estava gostando desses dias sem ter que olhar para os rostos hipócritas de todos naquela escola. Meus pesadelos haviam voltado com força e acordava todas as noites com lembranças que eu fazia questão de esquecer, parecia que o mundo realmente gostava de conspirar contra mim.

            Após uma semana em casa, minha mãe me acordou, mandando-me levantar para ir à escola, pois eu já tinha perdido muitas aulas e tinha de deixar para faltar quando eu realmente estivesse sem condições. Levantei sem vontade e arrumei-me, encontrando minhas mães na cozinha, conversando algo, que elas logo pararam de falar assim que perceberam minha presença, o que deixou-me desconfiado, provavelmente estivessem falando alguma coisa sobre mim, porém o que? E por que eu não podia saber?

            Tomei meu café sem sentir fome, indo em seguida para a escola a passos lentos, não fazia muita questão de chegar lá, por mais inevitável que fosse.

            Cheguei finalmente em minha sala, ignorando a existência de todos, sentia vários olhos sobre mim, o que não era de se estranhar, afinal eu havia ido apenas no primeiro dia de aula e depois havia desaparecido. Ignorei todos e peguei minhas coisas, começando a rabiscar uma folha enquanto o professor não chegava. Não demorou e o sujeito apareceu, dando um trabalho em duplas que fez-me revirar os olhos, eu odiava trabalhos desse tipo, odiava ter que me “socializar”. Ele mesmo escolheu as duplas e um garoto que eu não havia visto no primeiro dia se aproximou de mim, ele era pouca coisa mais alto que eu, tinha cabelos longos castanhos e olhos claros de uma coloração estranha, seu nome era Neji, ele até era legal, não ficava forçando a barra, era quieto assim como eu.

 

- Encontrou a resposta da última questão? – ele perguntou, neguei com a cabeça sem encará-lo, ele pegou sua lapiseira e circulou uma parte do livro que eu havia passado reto, falava sobre as lendas de Konoha, sim nós estávamos estudando a história da cidade – “Diz a lenda que a muitos anos, em um povoado distante viveu um homem solitário, que vivia em profunda tristeza, ele era forte e corajoso, porém sozinho, Kami teve pena dele e com uma gota de orvalho do amanhecer fez uma companheira para ele, tornando-se o seu raio de sol. Porém, um vizinho com inveja da felicidade do homem invadiu a casa e sequestrou a doce mulher, que acabou morrendo de tristeza por estar separada de seu amado. O homem entrou em depressão e Kami mais uma vez apiedado de sua tristeza deu-lhe uma segunda chance e quando o homem acordou no dia seguinte, lá estava ela, no seu jardim, embaixo de uma árvore de sakura, onde eles se amaram pela primeira vez. Porém, assim como o dia não pode ter a noite, o homem também não pôde ter a mulher para sempre e quando acordou no outro dia ela havia desaparecido. Reza a lenda que ele compareceu todos os dias ao local e que apenas uma vez por ano, exatamente na mesma data sua amada retornava, essa que se tornou a data do aniversário da cidade e que nesse dia, se você se declarar para a pessoa amada e for correspondido ficarão juntos para sempre.” Dá pra acreditar nisso? Quem acreditaria em uma história dessas? Tem que ser muito tapado pra acreditar em uma baboseira dessas. – Neji falou, terminando de ler.

- Sim. O aniversário da cidade será daqui a alguns dias, não é? – falei, o fitando, ele arqueou uma sobrancelha.

- Daqui a duas semanas. Por quê? Você pretende se declarar pra alguém? – ele falou irônico, o empurrei levemente com o ombro.

- Engraçadinho. – falei, ele riu, acabei rindo também, ele fitou-me surpreso – Que foi?

- Nada, só... deveria sorrir mais, sabia? – ele falou, desmanchei o sorriso.

- Não tenho muitos motivos pra sorrir. – respondi, ele encarou-me confuso, porém não perguntou nada e eu agradeci mentalmente por isso, aquela conversa estava indo para um lado que eu não queria e quando a aula acabou ele voltou para o seu lugar e eu pude ficar mais uma vez sozinho, até um idiota resolver se aproximar no intervalo.

- Oi Sasuke, como está? – Kiba falou, encarei-o sem expressão, pegando meu celular.

- Bem. – respondi antes de colocar os fones nos ouvidos, ele pareceu entender que eu queria ficar sozinho e foi embora, suspirei aliviado, fechando meus olhos, voltando àquelas lembranças que tanto me perturbavam.

 

Flashback on:

 

- Está lindo amor, as meninas vão ficar babando. – mamãe falou, passando as mãos nos meus cabelos, tentando sem sucesso ajeitá-los.

- Mãe, não fale isso. – reclamei, sentindo minhas bochechas arderem e ela riu, depositando um beijo na minha bochecha.

- Mas fazer o que se é verdade, meu menino vai ser o garoto mais bonito dessa festa. – a ruiva falou, neguei com a cabeça.

- Não é uma festa, é só uma reunião de amigos, não vai ter quase ninguém lá. – falei, ela estreitou os olhos.

- Aham, sei, vou fazer de conta que acredito. – ela falou e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, okaa-san entrou no quarto.

- Vamos Sasuke, ou então você vai chegar atrasado. – a okaa-san falou e eu acenei positivamente.

- Bom, boa sorte meu bebê e juízo. – mamãe falou, depositando um beijo em minha testa, sorri, abraçando-a.

- Obrigado. – me despedi dela, saindo com a okaa-san, que iria me levar até o local do encontro.

 

Flashback off

 

- Sasuke... – senti alguém me balançar e uma voz ao longe me chamando e abri os olhos com dificuldade, eu havia pego no sono? Minha visão embaçada logo se focou e a primeira coisa que vi foram as orbes azuis fitando-me preocupadas.

- Naruto? – sussurrei confuso, reconhecendo o loiro e olhando em volta na sala vazia, estávamos apenas nós dois lá – O que aconteceu?

- Você pegou no sono, todos já foram. Eu voltei pra pegar algo que tinha esquecido e quando cheguei aqui você ainda estava aí. E parece estar com febre, você está bem? – ele falou, colocando uma mão na minha testa, que eu logo tirei, olhando-o desconfiado.

- Não precisa se preocupar comigo. – falei, pegando minhas coisas e saindo às pressas dali, queria chegar o mais rápido possível em casa e esquecer tudo, se possível esquecer até mesmo que eu existo.

 

_____     x    _____

 

Naruto Namikaze:

 

            Baixinho estranho, mal educado, eu só queria ajudar e ele me ataca com quatro pedras, aliás, essa não é a primeira vez, toda vez que eu tento falar com ele ou ajudá-lo é sempre igual, ele sempre me trata da mesma forma, rude e frio. Eu sei que não deveria me importar e que o que não falta para mim são amigos, porém por alguma razão não gosto de ser ignorado por ele, talvez seja o meu orgulho ferido falando mais alto e querendo provar que eu posso sim me tornar amigo dele. Suspirei sentindo-me exausto, talvez o melhor fosse desistir, afinal eu mesmo havia dito que não me aproximaria mais dele, mas por alguma razão desconhecida sinto que não consigo, é como se houvesse uma força desconhecida que me atrai a ele e eu não consigo ignorar isso.

 

- Naruto-kun, posso falar com você? – ouvi a voz doce atrás de mim assim que saí da sala, virando-me e deparando-me com uma Hinata corada, fiquei curioso, eu não a conhecia direito e hoje havia sido a primeira vez que nos falávamos, graças ao trabalho em dupla, então o que ela poderia querer comigo?


Notas Finais


Logo continua.


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