História Uma felicidade de conto de fadas - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Overwatch
Personagens Hanzo, Mccree, Reaper, Reinhardt, Soldado: 76
Tags Foi Assim Que Nasci, Jesse É Um Idiota Mesmo, Mchanzo, Mpreg
Visualizações 105
Palavras 1.753
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 2 - Tudo resolvido


Hanzo resmungou algo em japonês quando sentiu o sol lhe bater nos olhos. Tinha passado a madrugada pensando na briga que tivera com Jesse a quatro dias e isso tirava seu sono. Sentia-se fraco por ter “fugido” da fazenda no dia seguinte da discussão, mas mantinha-se com tanta raiva, apenas pensava em sair de lá o mais rápido possível. Jesse não ousaria ir atrás, sabendo do gênio forte do menor, eles poderiam machucar-se ainda mais.

Neste momento, estar refugiado no apartamento do seu irmão era melhor do viver em um quarto de hotel; Genji vivia na cidade grande sozinho, Hanzo tentara levar ele para morar na fazenda, mas o adolescente dizia odiar mato e ar puro. Coisa de adolescente. As contas eram pagas com o dinheiro que os pais mandavam do Japão todo mês, talvez por ser o último filho, a adoração vinha em dobro. Porém, Hanzo antevia que isso mudaria pelo fato da namorada do irmão ser mais velha, Angela o colocaria no lugar o quanto antes.

Almejando aliviar o corpo cansado por falta de sono, Hanzo espreguiçou buscando o celular no criado mudo perto da cama. Já tinha virado rotina fazer isso pela manhã. Claramente, como acontecia desde que entrou naquele apartamento, várias mensagens e ligações perdidas do marido enchia seu aparelho de comunicação. Hanzo decorara as palavras das mensagens, algo como: “Amor,eu sou burro mesmo” ou “Eu não vou dar o divórcio” aparecia nas inúmeras mensagens. Quem lesse acharia graça do desespero e a falta de noção do fazendeiro. Mas este ato demonstra, que sim, Jesse é homem da sua vida.

Droga, agora o japonês via o quão precipitado fora em não querer ouvir o parceiro.

X

De banho tomado e vestindo uma camisa xadrez velha do marido — ele nem notara ter posto na mala —, Hanzo apareceu na pequena sala de estar. O ambiente estava colorido por causa dos vários buquês espalhados. Ele tentou juntar as sílabas, porém apenas resmungos saiam da boca.

— Quem...

— Ah, você sabe quem mandou — cortou Genji, trazendo uma xícara de chá verde para o irmão. — Bom dia, irmãozinho, e bebê. — entregou a xicara e caminhou para perto dos buquês. Apontando: — Chegaram cedo. Isso prova o quão brega o Jesse pode ser.

Ainda surpreso, o maior degustou o chá na mesma posição, em pé, na porta, olhando o jardim florido que a sala havia se transformado. Um sorriso involuntário apareceu em seus lábios quando o cheirou o buquês de cravos brancos; tão perfumado que igualava ao mais puro sabonete.

— Ele...Nossa, quantos arranjos ele mandou entregar? — perguntou Hanzo, sentando no chão, perto dos lírios amarelo.

— Parei de contar no décimo segundo. Aliás, tem um bilhete.

A palavra bilhete fez o maior arregalar os olhos e levantar-se rapidamente, resultando em uma vertigem, se não fosse Genji o segurar, seu corpo teria ido ao chão.

 — Devagar, primeiro, sente-se, Hanzo — ajudou o irmão a caminhar até o sofá. — Aqui tem endereço e horário. A letra do Jesse é ilegível.

— É onde fica o escritório da empresa do Jesse, o local recebe investidores e advogados. — O coração estava acelerado. — Fui poucas vezes.

“Meu Deus, ele está na cidade.” pensou Hanzo.

— E-eu não vou — Levantou, caminhando para quarto. — Ele me machucou quando disse que não queria ter filhos. — Acomodou as costas na cabeceira da cama, relaxando o corpo que de repente havia ficado pesado.

— Pare de bancar a criança birrenta, vocês são casados, se amam e não vai ser essa briga boba que irá separa-los, não é? Por Deus, Hanzo, meu cunhado fora um idiota dizendo aquelas palavras — explicou Genji. — E você fugiu, sem ouvi-lo, irmão. Os dois são culpados.

— Senti-me machucado, Genji. Imaginar Jesse negando nosso filho, secou-me de um jeito, não tive escapatória — Hanzo despejou, era a primeira vez que desabafava deste que chegara no apartamento do irmão. — Doeu muito.

— Sei que doeu, palavras podem machucar, mas ignorar o motivo delas fazem a gente ficar pior. Vai mesmo ficar nesta briga de gato e rato?

Hanzo alisava a pétala que tinha arrancado do cravo, sentindo a maciez. Como uma coisa simples podia ser delicada?

“Igual o sentimento que nutri pelo Jesse.” pensou Hanzo novamente.

— Quer saber? Tenho que escuta-lo. Se ele não quiser nosso filho, vou cria-lo sozinho. Dar amor em dobro.

— Ei, não ignore o tio dele — Genji formou um bico nos lábios, fazendo Hanzo rir. — Agora descanse enquanto preparo o almoço.

— Obrigado por cuidar de nós — disse, levando as mãos ao ventre liso.

— Quero ver McHanzo juntos e me dando sobrinhos. — respondeu, saindo do quarto.

Se depender, Hanzo o daria mais sobrinhos, sim.

X

A lua cheia iluminava o céu da noite, e a escuridão era tomada pelo brilho das estrelas que passavam um ar aconchegante. Por sorte, Hanzo conseguiu achar uma vaga em perto do escritório de Jesse. Se aparecesse amanhã, naquele mesmo horário, com certeza não achava espaço para estacionar; tudo por causa do restaurante que fica em frente.

Estacionou o carro e subiu os lances de escada, entrando no prédio. A penumbra da sala era cortada pela luz que atravessava a porta de vidro, nela, M. Jesse, estava escrito em letras pretas. Hanzo puxou o ar, soltando-o assim que levou a mão na maçaneta. Engoliu em seco, quando abriu e viu Jesse parcialmente sentado na enorme mesa. O maior trajava camisa azul clara, calça jeans e botas.

Lindo.

— Amor — a voz de Jesse estava mais grossa que o normal. — Você veio...Recebeu as flores? Por favor, descanse, dirigir na cidade é maçante. Quer beber o quê? Posso fazer chá...

— Hm, não — interrompeu Hanzo, mordendo os lábios, direcionou-se até o sofá de couro, sentou sentindo o olhar forte em seu corpo. — Obrigado pelas flores.

— Não tive coragem de ir no apartamento do seu irmão.

Jesse saiu da mesa, indo em direção do marido, querendo puxá-lo para seus braços e beijá-lo, dizer o quanto tinha sentido sua falta. Em vez disso, fez o mesmo trajeto do menor, sentando ao seu lado.

Hanzo corou.

— Como anda as coisas na fazenda? — desconversou.

—Sinto muito se eu te magoei. Sabes que amo criança. — Aos poucos, Jesse foi chegando mais perto. — Eu seria um louco negar nosso filho, Hanzo.

— Eu sei. — sussurrou. — Entrei em pânico, acabei entendendo errado suas palavras. Os quatros dias que ficamos separados, fez-me pensar com clareza.

— Está tudo bem — disse Jesse, acariciando o rosto do japonês gentilmente com a ponta dos dedos. — Te amo. Não faça isso novamente. Ficar longe de você fez meu coração adoecer.

Lentamente, Hanzo começou a sorrir.

— Genji falou hoje de manhã sobre sua breguisse e tenho que concordar que nessa você se superou.

— Ser brega, é ser romântico — respondeu teatralmente.

— Mas gostei. Meu homem é brega, romântico, carinhoso... — falou, se aproximando e sentando no colo de McCree, colocando os braços em seu pescoço, selando seis lábios.

— O bebê...

— Podemos até o sexto mês de gestação. —  Hanzo rapidamente capturou a boca de Jesse com a sua. Cedeu espaço para a língua atrevida explorar sua cavidade bucal.

Fracos suspiros preenchia a sala aumentando o contato das bocas. Quando disse largou seus lábios, passou a trilhar pequenos beijinhos por toda extensão do pescoço, de um canto a outro. Hanzo arrepiava-se a cada toque, se deleitando com a sensação de prazer que percorria o seu corpo. Jesse tomou a cabeça do menor em suas mãos e aprofundou a sucção na pele.

As respirações se misturavam enquanto o japonês trabalhava em tirar o maldito cinto de Jesse.

— Jess.

O maior simulou estocadas, o que levou Hanzo a jogar involuntariamente a cabeça para trás. Movia seus quadris lentamente no sexo duro ainda coberto do outro. Mãos fortes cravaram em sua cintura, ditando o ritmo da fricção.

— Nossa — disse Jesse, olhando com desejo, seus olhos brilhando de ansiedade. — Chega.

O maior parou o movimento, levantando Hanzo por um breve momento, afim de de libertar seu membro grosso da calça. O menor o acompanhou, desfazendo a faixa do quimono e tirando a peça intima. A mente de Jesse parou de funcionar no momento em que Hanzo desceu com pesar em seu membro. Um calor subiu desde os pés rumando para o baixo ventre.

Hanzo tentou conter o gemido quando McCree mergulhou fundo em seu interior, ele se contorceu, buscando sentir mais.

— Não pare, Jess.

E o maior não seria louco em parar. A movimentação cresceu, Hanzo impulsionou os quadris de encontro com o de Jesse. O ritmo era enlouquecedor.

Darlin’ — sussurrou quando mãos ágeis alisavam seu peito através da camisa.

O japonês arqueou novamente os quadris, atraindo-o para mais fundo, dentro de si. Jesse perseguiu seus lábios novamente, os devorando com fome. Aquilo estava bom. Segurou-o mais perto, inalando o cheiro de canela que perfumava o ambiente.

Prontos.

Hanzo libertou-se na camisa do marido. Viu Marte, Saturno, todos os planetas naquele maravilhoso orgasmo.

— Eu amo você.

Quando Jesse ouviu isso, sua boca se abriu, mas nenhum som saiu, jorrou em jatos fortes sua semente no interior quente.

— Traumatizamos nossa princesinha, amor. — disse o maior ofegante. Trouxe Hanzo para se aconchegar em seu peito.

— Princesa? Então é menina?

— Sim, Mei Shimada McCree.

Hanzo sorriu de novo com o coração disparado.

X

Nove meses e alguns dias depois...

A porta do quarto foi aberta, Jesse segurava um buque de flores e um enorme urso de pelúcia marrom.

Hanzo o viu e sorriu. Estava descansando o corpo na cama do casal, e ao seu lado, um mini berço branco.

— São para mim? Não precisava.

O maior deu de ombros e deixou os presentes na poltrona.

— Mimos para os amores da minha vida — falou Jesse — Posso pegá-la?

— Claro, Jess. Mas se acordá-la, te faço dormir na sala por um mês.

Com toda a delicadeza, McCree deslizou a mão por sob as costas e a cabeça do bebê. Mei era pequenina, quase não chorava e tinha horário certo para mamar.  Ela e seu progenitor estava a poucos dias em casa. A cesariana fora bem sucedida, obrigada. Hanzo continuava com os pontos no ventre, mas nada que o impedia de fazer as coisas.

— Minha princesa fica mais linda a cada dia que passa. — comentou Jesse. — Ela é parecido com você, darlin’.

— Idiota, Mei tem a mistura de nos dois. — O que não deixava de ser verdade. — Contei que ela está reconhecendo minha voz?

— Tão esperta.

— Isso ela herdou de mim. — brincou Hanzo.

— Nosso próximo filho herdará o que de mim?

— Próximo? — levantou uma das sobrancelhas. — Mei não quer irmãos, não é, bebê?

— Vou ensinar ela a pedir irmãozinhos. Muitos, alias.

— Tenta a sorte.

E como em conto de fadas, o final foi mais do que feliz.


Notas Finais


:v

É ué!
Posso vim corrigir os erros mais tarde?
Desculpa estar sem falta de inspiração ou não escrever algo "empolgante". Estou com a cabeça a mil por causa da faculdade. ¬¬ Mas, beleza, não é, melhor que estar com a mente fazia e cheia de ideias nada a ver.
E se gostou e acompanhou a fic, obrigada, de coração.
Na próximo, quero vim fantasiada de Reaper76!

Mais uma vez, obrigada!


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