História Uma festa ruim, um bom dia seguinte. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Bom dia, Cicatriz, Festa, Filosofia, Heroísmo De Beco, Luta, Putaria, Sexo, Violencia
Exibições 54
Palavras 1.110
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Será que essas coisas só acontecem comigo?
Bom, confiram.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Eu tinha um amigo chamado Mike. Mike adorava festas, sabia como faze-las, quais ir, e sempre era convidado pras melhores. Ele estar na festa era garantia de que a festa era boa. Eu não gosto muito de festas; depois de dormir em calçadas, carros e praças, acordando no dia seguinte sem saber onde estava; com uma dor de cabeça do inferno, e sem a carteira. Tudo isso me cansou. Agora prefiro beber sozinho em casa.
 Mike me chamou para uma festa, "vai ser foda cara! Vai tá cheio de buceta lá!" ele disse. Me encheu tanto o saco que fui com ele. Mas sabem como é o tipo de cara como o Mike, ele te convida pra festa, te leva pra festa, e some do nada quando chegamos lá. 
 A festa estava chata. A música de péssimo gosto alta pra caramba; caras amontoados em volta de mesas para cheirar. Varias garotas metidas espalhadas, com suas "bebidas fortes" e bucetas rodadas. Como já disse antes: me cansei. Fui até a maior mesa que vi, e peguei uma garrafa de whisky – pelo menos uma compensação. Saí da festa e fiquei andando pelo bairro, não conhecia o lugar, tudo parecia morto. 
 Acho que andei por mais ou menos uma hora, a garrafa já estava acabando e eu quasse caindo. Passei na frente de uma viela, ouvi um grito agudo e olhei. Vi uma garota de vestido preto curto, e dois caras segurando-a contra parede. Continuei andando por alguns metros, "droga!" eu pensei. Parei, bebi o que restou na garrafa, dei meia volta e entrei na viela. Ouvi o choro abafado por uma mão, e vi a calcinha sendo puxada e rasgada. Eles não me notaram. Um deles estava segurando uma perna e um braço da garota, e estava abaixado de costas para mim. Me aproximei, girei a garrafa e acertei a cabeça dele. A garrafa quebrou, ele caiu; eu me cortei, mas o som foi lindo. O segundo cara me encarou, eu apenas devolvi o olhar. Ele veio pra cima e me acertou algumas vezes, bem mais fraco do que esperava. Então revidei, dei um gancho sob o maxilar, bem encaixado. Ele cambaleou para trás, me olhou assustado, e saiu correndo.
 A garota estava encolhida no chão, chorando. Agora tive tempo de dar uma boa olhada nela. Boas curvas, peitos grandes mas não absurdos, belas pernas carnudas, cabelos castanhos e ondulados; com um lindo rosto profanado por um mar de lágrimas. Pude ver sua buceta também.
– Você tá bem? – perguntei.
 Ela não respondeu, apenas continuava chorando e puxando o vestido pra baixo.
– Quer que eu te acompanhe até em casa? – Estendi a mão sem corte.
 Ela me olhou, fungou, e pegou minha mão, eu puxei e ela ficou de pé.
– Sou Ryan. Qual o seu nome?
– V-vamo, sair daqui... – disse ela olhando para o cara no chão.
 Caminhamos para fora da viela. A garota olhava para os lados o tempo todo, grudou no meu braço e andou bem rápido, quase me puxando.
– Onde você mora? – perguntei.
– Perto daqui… 
– Meu nome é Sofia – disse a garota.
– Sofia?
– S-sim...
– Sou Ryan.
– Obrigado, por... 
– Tudo bem – interrompi. – Não precisa agradecer, não foi nada.
– Foi sim…
 Chegamos a casa dela, era um pequeno prédio. Sofia apertou um botão no interfone, alguns segundos depois uma voz grave e digital disse:
– Quem é?
– Paulo, sou eu. Abre pra mim, to sem a chave.
 Nada mais foi dito, apenas ouvi o som do portão sendo destrancado. 
– Bom... Então tchau, Sofia! – eu disse acenando.
– Você tá sangrando?
– Não foi nada.
– Entra, vamo lava isso.
 Entrei, subimos as escadas até o apartamento dela, pequeno mas tinha tudo lá, cozinhá, quarto, área e banheiro. Ela lavou meu corte com álcool, e enrolou uma gaze. Depois foi tomar um banho, e eu fiquei deitado na cama dela. Sofia saiu do banheiro com uma camisola, e calças de moletom.
– Quer tomar um banho? – perguntou ela.
– Não, acho melhor eu ir.
– Pode passar o resto da noite aqui.
 Hesitei por um instante, e disse:
– Tá bom então.
 Eu tomei o banho e vesti as mesmas roupas. O efeito do álcool tinha passado quase inteiro. Bebi café, sentamos na cama e conversamos por um tempo, até que o sono me derrubou. Acordei no meio da noite, estava na cama de Sofia, e ela espremida comigo naquela cama de solteiro. Voltei a dormir.
 Acordei sentindo um cheiro bom, algo com manteiga. Levantei e vi Sofia na cozinhá, fui para o banheiro, joguei uma água no rosto e fiz um longo bochecho com antisséptico. Voltei para o quarto, ela estava lá, me deu um prato com pães com manteiga preparados na sanduicheira, e falou:
– Bom dia! Café preto ou com leite?
– Com leite. Obrigado.
 Sentei na cama, ela trouxe o café com leite e sentou-se ao meu lado. Comemos e conversamos, confirmei o que tinha percebido na noite anterior: ela era legal.
 Depois do café tentei ir embora, mas era fim de semana e ela me pediu pra ficar mais um pouco. Eu fiquei. Conversamos sobre muitas coisas, vi alguns livros que já tinha lido na pequena estante dela; falamos sobre eles, e sobre tudo um pouco. Enquanto conversávamos peguei na coxa dela, e minha mão deslizou para cima, então beijei-a. Amassei ela na cama, e passei minha mão por todo aquele corpo. Fiquei com o pau duro na hora, e ela sentiu. Tanto que pegou nele, apertou e soltou. Tiramos as roupas, e ela sentou sobre minhas pernas, me beijando e masturbando. Comecei a chupar os peitos dela, forte, e a morder de leve os mamilos.
 Não aguentei, ergui o corpo dela para cima do meu pau, ela mesma colocou no lugar, e eu apenas deixei a gravidade agir. Sofia sentou e rebolou, ela sabia o que estava fazendo. Dei um tranco e rolamos pro lado, fiquei por cima e comecei a meter com força, variando um pouco as vezes. A cama estava bamba e batia na parede a cada estocada, "foda-se" eu pensei. Continuei, e quando estava chegando perto pedi pra ela ficar por cima, trocamos, mas fui eu que continuei metendo, com força, puxei sua cabeça pelos cabelos e no seu ouvida a chamei de "puta", "vadia", "cachorra", "vagabunda" e de "minha putinha". De novo quando estava quase lá, pedi que ela ficasse de quatro, e ela ficou, meti da maneira que mais gosto. Segurei nos quadris e estoquei forte, amarrei seus cabelos na minha mão e puxei. Dei um fortíssimo tapa na bunda dela, por um segundo fiquei com pena, então dei outro tão forte quanto. Enfim gozei e rolamos na cama. De noite trepamos de novo, e eu também não fui embora naquele dia.

 

 


Notas Finais


Desta vez, foi uma ótima manhã. Bom dia.


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