História Uma Futura Produtora Em Apuros - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Arrow, Legends of Tomorrow, Supergirl, The Flash, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Dr. Martin Stein, Leonard Snart (Capitão Frio), Mick Rory (Onda Térmica), Personagens Originais, Ray Palmer, Richard "Rip" Hunter
Tags Ameliah, Legends, Produtora, Tommorrow
Exibições 38
Palavras 1.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Como não amar ? ♥

Capítulo 34 - O Futuro e o Passado


Fanfic / Fanfiction Uma Futura Produtora Em Apuros - Capítulo 34 - O Futuro e o Passado

Uma gravidez, a notícia mal chegou e a única coisa que me vinha a mente era um bebê ruivo me olhando, eu já imaginava o bebê engatinhando pelo apartamento, eu segurando ele no colo, dando todo o meu amor e carinho.

De noite, quando caí no sono, tive essa visão de segurá-lo nos braços, só não sabia se era menino ou menina, mas não importa, o amor é um só.

Quando acordei, parei em frente ao espelho e fiquei olhando minha barriga, já imaginando meu bebê crescendo ali dentro. Arthur saiu do banho, enrolado na toalha, me abraçou por trás, me dando um beijo no pescoço de bom dia, colocou as mãos na minha barriga e disse:

- Logo, logo, nossa menininha vai correr por todo o apartamento.

Eu não me importava se era menino ou menina, mas saber que meu ruivo queria uma menina, encheu meu coração com uma alegria inexplicável. Eu me virei e lhe dei um beijão. Parei o beijo em busca do ar que faltava e com a testa junta a dele, eu disse:

- Bom dia!

Ele arregalou os olhos e disse:

- E que bom dia. Acho até que vou dormir mais um pouco pra receber outro bom dia desses quando acordar.

Eu sorri, dei um tapa no braço dele e disse:

- Bobo, vou comer algo, quer um chá?

Ele assentiu e foi em direção ao guarda roupa vestir algo e eu fui pra cozinha, fiz umas panquecas pra mim e pro Arthur e um chá pra ele e um mocha pra mim.

Ele apareceu todo felizinho e disse:

- Obrigada amor! – Eu o olhei confusa e disse:

- Obrigada pelo o quê? – E ele respondeu:

- Obrigada por me fazer o homem mais feliz do mundo, obrigada por me agüentar, até quando não mereço e obrigada por esse presentinho que vai chegar aí.

Eu sorri e disse:

- E obrigada por ser o homem dos meus sonhos e o amor da minha vida.

Ele sorriu e me deu um selinho. Nossas grades do dia só contavam com umas gravações depois do almoço, então eu fui tirar o pijama e colocar algo pra ir trabalhar.

Chegando ao estúdio, eu soube que minha MIGA Cassy fez o teste, passou e já assinou o contrato pra ser a Elizabeth Bathory a.k.a Condessa Sangrenta. Nem a vi ainda, pois além de ajudar na sala de edição, eu mal ficaria no set hoje.

Chegamos no set e Maisie veio correndo me abraçar, me parabenizando pelo bebê, o pessoal veio aos poucos falar comigo, e Franz já veio falando que tem que ser um menino pra ele e o Arthur mimarem muito e não sei mais o quê.

Subi pra minha sala e apesar de estar trabalhando e fazendo direito o meu trabalho, eu já me pegava procurando nomes de bebês e vendo fotos de bebês ruivinhos na internet. E agora eu pergunto:

COMO NÃO SE APAIXONAR?

Um mais fofo que o outro, meu instinto maternal só aumenta, pensando na chance se segurar MEU baby no colo, ver aquele serzinho olhando pra mim, se aconchegando e dormindo com o meu carinho.

Fiquei tantas horas enclausurada na minha sala, que só vi o tempo passar quando Arthur chegou, me chamando pro jantar.

Eu e Arthur nos sentamos pra comer, sozinhos e então começamos a debater nomes pros bebês. Se for menina, pensamos em: Annelize Eve Darvill, Eve Annie Darvill. Se for menino, pensamos em: Yan Thomas Darvill e Nathan Carter Darvill.

Eu sabia que ainda estava super cedo pra escolher nomes, mas me fazia bem pensar em tudo isso.

Voltei pra minha sala e Riley e Danielle apareceram dizendo que querem ajudar a Cassy a ficar com o Nate, eu já logo topei, afinal esse era meu plano desde que eles se esbarraram no bar, mas com tudo o que aconteceu depois, mal tive tempo pra planejar alguma coisa.

Eu disse que ia tentar algo pela série pra aumentar o tempo deles juntos, assim a química , parceria, amizade também ia aumentando, assim como logo outro sentimento vai aparecer também.

Lendo os scripts, vai ter uma discussão entre Klaus e Lizzie, uma discussão que vai chamar bastante atenção, até Kol aparecer e a reconhecer, descobrindo que a morte dela foi mentira e bla bla bla.

Então eu aumentei a conversa deles quando eles conversam sobre tudo o que aconteceu com eles e o que viveram nesses 1000 e não sei quantos anos de vida.

Marquei uns post-its que as cenas eram bem emotivas, então seria bom que eles estivessem conversando, um de frente pro outro ou perto, ele segurando a mão dela e assim vai.

Depois de umas revisões nos outros scripts, umas diquinhas no do Nate pra ele ficar mais perto da Cassy, me peguei vendo fotos de bebês outra vez. Tão fofos, eu não sei porque, fiquei tão cansada, decidi tirar um cochilo.

Cochilo esse que só terminou quando Arthur me acordou já no carro, dizendo que já havíamos chegado, ou seja, eu dormi tão pesadamente, que Arthur foi me buscar na sala, pegou elevador comigo no colo e me pôs no carro. Tem como não amar esse ruivo?

Ao entrarmos em casa, eu fui pro banho e ele disse que ia preparar um chá, eu disse que também queria e fui pro banho, lá eu fechei meus olhos debaixo da ducha e tudo o que tinha me acontecido até o presente momento veio como uma retrospectiva e um furacão na minha cabeça, momentos bons, momentos ruins, risadas, choros, meus ataques, um mix de sentimentos começou a tomar conta de mim e quando vi eu estava sentada debaixo d’água com as mãos socadas outra vez.

Me assustei porque aquilo não era pra acontecer, foi involuntário, pedi desculpas pro meu bebê e prometi que aquilo nunca iria acontecer outra vez. Mas Arthur não podia ver minhas mãos, ele ia achar que estou brava com ele, ou que algo me aconteceu no trabalho. Até pior ele querer me levar ao médico e me medicarem outra vez.

Saí do banho, Arthur gritou que o chá estava pronto, respondi um já vou e coloquei um moletonzão largo e de mangas longas pra esconder minhas mãos e uma calça fina.

Cheguei na cozinha, tomamos o chá e fomos pra cama, ele me fez deitar em seu peito e disse:

- Promete que não me solta nunca mais? – Eu sorri e respondi:

- Nunca mais.



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