História Uma garota complicada - Capítulo 17


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LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá! Aqui estou de novo! Espero que vocês gostem! Obrigada pelo apoio!

Capítulo 17 - A Volta (de novo)


Fanfic / Fanfiction Uma garota complicada - Capítulo 17 - A Volta (de novo)

Algumas semanas depois de eu ter acordado eu fui liberada. Por maior que meus esforços fossem eu não pude trazer Anna comigo, por causa de seus irmãos. Eu não podia separá-los e não podia adotar todos. Eu me despedi de todos eles com muito choro e a promessa de que manteria contato.

A viagem de volta foi tranquila, apesar de cansativa. O acidente me mostrou quem eram aqueles que realmente se importavam comigo, mas agora eu estava sozinha, de novo. O caminho me fez pensar bastante, eu precisava mudar, mas mudar mesmo. Aquela coisa toda já estava me deixando cansada e por mais que eu amasse todos que estavam passando por aquele período comigo, eu precisava ir embora. Talvez para a Ásia, para a Europa, para qualquer lugar, contanto que fosse longe. Apesar de eu amar ser médica, ajudar as pessoas, eu precisava me ajudar um pouco. Decidi que iria embora, iria atrás de meu velho sonho de ser escritora. Talvez eu fosse para a Toscana escrever um romance. As opções eram infinitas.... Isso me passava uma certa paz que eu não sentia há tempos.

- Ana? – Um comissário de bordo me cumprimenta.

- ... – Faço cara de interrogação.

- Hahaha, você não se lembra de mim? Eu sou o Fernando! Ah é, nosso ‘’relacionamento’’ foi curto demais para você se lembrar. – Ele fez o sinal de aspas com os dedos e deu um sorriso largo e feliz.

- Fernando! Meu Deus! Eu nunca imaginei que nós iríamos nos encontrar de novo! – Eu me lembro e me levanto para abraçá-lo.

- Hahaha, nem eu!

Eu e o Fernando nos conhecemos pela Internet e conversamos por um longo tempo. Ele foi uma das poucas pessoas que eu realmente cofiava e que nunca tinha visto pessoalmente. Até o dia em que a gente se viu. Foi realmente mágico. Ele foi até a minha cidade, que era muito longe da cidade dele, de ônibus só para me ver. Foi uma verdadeira surpresa, eu estava no final do primeiro ano, em uma aula de matemática quando a minha diretora apareceu na porta da sala com ele, com uma mochila nas costas e um sorriso largo. Nossos olhares se cruzaram e eu corri para abraçá-lo. Nós passamos uma semana incrível, que era feriado para mim e férias para ele. Mas aí nós perdemos o contato. Não lembro direito o porquê.

- Caramba, já faz tanto tempo! Como você está? O que anda fazendo? – Ele perguntou, animado como sempre.

- Pois é, muito tempo! Eu estou bem... quer dizer, acabei de receber alta por causa de um acidente que eu sofri, mas já estou nova em folha agora! Então, a verdade é que nem eu sei o que eu estou fazendo. Eu era médica há uns meses atrás, mas agora... eu não faço ideia!

- Ah, eu te entendo! Eu fiz tanta coisa antes de chegar aqui... mas esse trabalho é incrível, sério! Eu já fiz tantas amizades, já consegui alguns encontros, já viajei muuuito! – Ele gesticula e muda de expressão bastante. Como ele é alto e desengonçado a cena é cômica.

  - Hahaha, eu imagino, simpático como você é, me surpreenderia se não tivesse feito vários amigos! – Eu rio de seus comentários.

- Bom, eu já enho que ir, ou o capitão fica bravo hahaha, mas antes, me passa seu número para a gente não se desencontrar mais! – Eu passo meu número e ele segue. Engraçado como a gente se encontra com velhos amigos por aí...

Depois de algumas horas cansativa e alguma conversinhas rápidas com o Fernando, eu chego no Brasil. Já é tarde da noite quando eu desço no aeroporto e não vejo nenhum táxi disponível

- Droga. – Resmungo.

- Alguém precisa de uma carona? – Fernando parou o seu carro na minha frente.

- Fer? O que você está fazendo aqui?!

- Você deu sorte, senhorita, esse foi meu último voo da semana – Ele piscou para mim.

- Hahaha, que sorte! Vamos então, se eu não for te atrapalhar, claro.

- Por favor, se você me atrapalhar eu digo, pode deixar, apesar de eu ter uma pequena certeza absoluta de que eu jamais ficaria cansado de você. – Eu sorrio e entro no carro.

Depois de uma meia hora de conversa animada, eu caio no sono, só acordo quando chegamos na minha casa.

- Uau – Eu bocejei. – Como você sabia chegar aqui? – Perguntei

- Eu tenho uma boa memória – Ele sorri.

- Entra, já está tarde, amanhã você decide o que vai fazer.

- Ah, eu não quero atrapalhar.

- Por favor, você nunca me atrapalharia – Eu sorri. Ele entra.



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