História Uma Garota Internauta - Capítulo 5


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Palavras 554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Triste Notícia


Já era tarde da noite quando fomos deitar. Colocamos dois colchões infláveis na sala, conversamos mais um pouco e dormimos. 

Quebra de Tempo

Depois de dormirmos a noite toda, o celular da Rosa começa a tocar. Ela se levanta e vai atendê-lo. 

- Alô, quem fala? - o número era desconhecido. 

- Alô, você é filha da Sra. Santos Gillbert? 

- Sim, sou eu mesma! O que houve? Você ainda não me respondeu quem é! 

- Isso é o de menos agora! Preciso lhe contar algo! 

- Conte! - diz Rosa com um certo medo.

- A sua mãe... Ela morreu!

- O QUE? ISSO É UM TROTE POR ACASO?

- Não! Eu nunca brincaria com isso! Aliás, eu sou a melhor amiga da sua mãe. Me procure no Cartório Vilela, estou aqui registrando o acontecimento. 

Ligação Off

- O que aconteceu Rosa? - digo eu quando vejo que ela fica desesperada.

- A minha mãe... Não, não pode ser! Eu não acredito nisso! - diz ela em prantos. - A minha mãe morreu!

Eu fico espantada na hora e ela coloca sua cabeça em meu colo.

- Não pode ser! NÃO PODE SER!

Eu acaricio seu cabelo.

- Quem te contou Rosa? 

- A amiga da minha mãe!  Eu preciso ir até o cartório. 

Ela faz suas higienes e eu também, trocamos de roupa e vamos até o Cartório Vilela. Chegando lá, encontramos a amiga da Dona Sophie e vamos até ela.

- Rosabella, ainda bem que você chegou. - diz a amiga de Sophie, abraçando Rosa. 

- Eu quero explicações! Como tudo aconteceu?

- Bem, eu vou explicar. Primeiramente meu nome é Clara Pilsken e eu conheci sua mãe quando pequena, desde então passamos a ser melhores amigas. Agora sim vem a explicação: Sua mãe me mandou uma mensagem no Call dizendo que você ia à casa de uma amiga chamada Agatha e que ela ía tratar alguns negócios com uns homens. Eu desconfiei, pois algumas horas atrás ela mencionou que tinha conhecido um cara no Tinder. Assim que vi sua mãe saindo de casa, liguei o carro e fui atrás dela sem que a mesma percebesse. Alguns metros atrás do carro dela, percebi que tinha um carro competindo com ela. Depois disso, esse carro que estava competindo com sua mãe, parou na frente dela, sem que houvesse escape. O homem saiu do carro com um Calibre na mão, apontou na cabeça dela e atirou na mesma. O mesmo homem saiu correndo e eu fui socorrer Sophie. 

- Então ela não bateu o carro, mas sim alguém matou ela! - diz Rosa abalada.

- Esse homem era muito parecido com seu pai. 

Depois de dizer tudo, isso já foi o suficiente para Rosabella ir para casa. Eu obviamente, fui atrás dela. Assim que chegamos na casa dela, Rosa foi para o quarto da mãe, pegou uma roupa dela, cheirou e pôs-se a chorar. 

- Como... Por quê... Não posso aceitar isso! 

- Você não só pode como DEVE aceitar, Rosa! Aconteceu! Você não precisa ficar assim, nada foi culpa sua. 

Depois de algum tempo, consigo consolar Rosa e alguém liga. 

- Rosa, esqueci de avisar que o velório e o funeral serão amanhã as 10:00hrs.

Rosa desliga o telefone na cara de Clara e começa a chorar novamente. Eu passo a noite na casa dela para ter a certeza de que ela não cometerá uma loucura. 


Notas Finais


Triste né?!


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