História Uma Garota Suicida. - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Gay, Romance, Suícidio
Exibições 15
Palavras 858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Cap novo e aqui a história começa de verdade eu espero que gostem.
Desculpas por qualquer erro ortográfico.

Capítulo 2 - Nova Vida.


(Pov Rafael)

Eram 6:20 da manhã de segunda-feira, o meu dia preferido da semana, havia acabado de sair do banheiro e estava terminando de vestir minha farda da escola quando ouço alguem bater na porta e abrir logo em seguida sem pedir permissão. 

- Bom dia filho. - disse minha mãe entrando no quarto, e abrindo as persianas da janela

- Como sábia que ja estava acordado. - disse a encarando e indignado. 

Ela deu de ombros e foi em direção a porta do quarto. 

- Acorde suas irmãs, eu vou fazer o café. - ela disse saindo do quarto e descendo as escadas. 

Sai do quarto e fui em direção a porta das minhas irmãs, havia estrelas desenhadas por toda a porta, entrei no quarto. 

- Hora de acorda. - disse puxando seus lençois. 

- Por que temos de ir pra escola hoje? - perguntou Lily. 

- Porque hoje tem aula. - respondi colocando a mesma embaixo dos eus braços e a tirando da cama. 

- Mas hoje é segunda. - disse Luna se debatendo ao ser colocada embaixo de eus braços também. - quase niguém gosta de segunda, e nós fazemos parte dessas pessoas que preferem ficar deitadas e dormindo. - resmungou. 

- Eu gosto de segundas-feiras. - disse descendo as escadas. 

- Você não  é normal, Nem sabemos se você é mesmo humano. - disse Luna desistindo de lutar quando chegamos ao fim das escadas. 

- Não queremos ir pra escola. - elas disseram em unissimo. 

- Mas vão se quiserem ser alguem na vida. - disse minha mãe terminando de colocar a mesa de café da manhã. - ou se não quiserem ficar de castigo no quarto de vocês ate terem idade pra morarem embaixo de uma ponte. 

- Mãe. - elas reclamaram. 

- Nem tentem descutir com a mãe de vocês. - disse o pai entrando no comodo.- isso so vai piorar as coisas. 

- ainda bem que você sabe. - disse minha mãe. 

- Eu ja vou indo pra escola. - disse pegando minha mochila sobre o sofá. 

- Tomou o café? - minha mãe perguntou indo em minha direção. 

- Sim mãe. - falei a abraçando. 

- Tenha uma boa aula. - ela falou. 

- Tchau, amo vocês. - digo acenando. 

 (Pov Laura.) 

- Acorda. - escuto minha mãe gritar me fazendo saltar da cama. 

- O que? A casa ta pegando fogo? Quem morreu? - disse olhando para os lados e dando de cara com minha mãe me olhando furiosa.

- Você se não levantar esse cu da cama e ir se arrumar pra escola. - ela disse puxando meu travesseiro. 

- Que horas são? - digo sentando na cama. 

- São 6:47. - ela falou me puxando da cama. 

- Tabom, mãe ja acordei. - disse indo para o banheiro. 

Fiz minhas higienes, me vestir e deci as escadas peguei uma maçã e abracçei minha mãe. 

- Tchau. - falei para ela. - te amo. 

- também. - ela respondeu sorrindo. - agora V.A.I P.R.A E.S.C.O.L.A. 

- Ta, ta eu ja vou. - falei indo em direção a porta. - TCHAU Jonh. 

Gritei para o meu padrasto e sai da casa rumo a escola, estava chegando quando fui atacada por duas pessoas. 

- Demorou. - disse uma menina de cabelos curtos da cor castanho e pontas rochas, pele bronzeada e sardas nas bochechas vestia o uniforme da escola e um casaco rosa pulando nas minhas costas. 

- Oi Lisa. - disse tentando tira-la de minhas costas. 

- Por que demorou tanto? Estamos cheios de babados. - disse o rapaz alto de cabelos na cor rosa e pele também bronzeada ele vestia o uniforme masculino da escola, por mais que preferisse saias.

- Bom dia pra você também Andy. - disse para ele. 

- Bom dia. - ele disse sem paciência. - agora vamos aos babados.

- Tá. - falei tirando Lisa de minhas costas. - pode falar.

Ele agarrou um de meus braços enquanto Lisa agarrava o outro.

- Qual é o grande babado? - disse fingindo interesse. 

- Você não me engana com essa atuação, ta. - disse Andy. - mas eu vou falr mesmo assim.

- Fala logo. - Lisa reclamou impaciente.- se você não contar eu conto.

- Ta. - ele revirou os olhos. - temos sangue novo esse ano.

- Sim, sangue fresquinho. - Lisa disse abrindo um grande sorriso.

- Da pra parar de falar como se fossem vampiros. - falei os beliscando.

- Que garota indigente. - Andy falou dramático. 

- Sera que deveríamos puni-las Meu Lord. - disse Lisa fazendo uma voz sinistra.

- Nem começa. - disse me afastando.- Babados. 

Falei e ambos pararam por algum tempo e começaram a cochichar entre se.

- Ding Ding Ding. - disse Lisa sorrindo. - você acertou a palavra chave.

- Voltando. - falou Andy - aonde estavamos... Ah sim, novato.

- Sim o garoto novo. - ela falou. - finalmente caras novos, e o melhor, ele até que é gatinho.

TRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM.

- O sinal bateu. - falei para eles. - ja para a sala.

- Sim, Omma. - disseram em unissimo.

- Ei, não me chamem de Omma. - disse os beliscando.

- Sim... Omma. - eles falaram e sairam correndo para a sala.







Notas Finais


Omma- mãe em coreano.
Espero que gostem da historia.


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