História Uma gata e sete garotos - (imagine BTS) - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 53
Palavras 1.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


sim eu sei... eu não postei ontem. o porque? eu dormi o dia todo...
diculpinha!
mas enfim vamo que vamo
pa o cap. de hoje!
B
O
A

L
E
I
T
U
R
A
<3

Capítulo 13 - Eleven


- por favor conta pra gente oque você tem...- Jin me pedi seu tom de voz parecia preocupado. eu dou um longo suspiro e olho para eles

- ta bom... eu conto...

*FLASHBACK ON*

era meu aniversario de quatro anos. meus pais me levaram para passear, a gente passou o dia todo fora se divertindo em família, foi tão legal! nós estávamos agora na sorveteria e o sol já estava quase se pondo...

- mamãe! quando que minhas orelhinhas vão aparecer?- eu a perguntei sorridente esperando a resposta da ruiva. meus pais estavam sentados do outro lado da pequena mesa de plastico da sorveteria, eles eram muito lindos, minha mamãe tinha longos cabelos cor de fogo e lindos olhos verde claro, meu pai tinha cabelos pretos, mais escuros que a noite, mas tinha olhos azuis da cor do mar que brilhavam como estrelas. 

- assim que você atingir cinco, ou seis anos, elas vão aparecer... não tenha pressa...- falou sorrindo. seu sorriso era tão lindo e tão delicado.

papai pegou um pouco do seu sorvete com sua colher e pós no nariz da mamãe, ela olhou para ele com uma cara "seria". eles começaram a rir quando ela colocou um pouco de seu sorvete na bochecha dele, eu comecei a rir, não conseguia segurar, foi quando cada um pós um pouco de sorvete em cada lado da minha pequena bochechinha rosada. nós rimos muito aquela tarde mas, a hora de ir para casa chegou.

nós fomos caminhando e no meio do caminho tinha uma possa de água causada pelas chuvas frequentes, cada um pegou em meu braço e me ajudou a pular, e eu consegui chegar a o outro lado sequinha. chegamos em casa e eles puderam tirar seus casacos e chapeis deixando assim suas orelhas e caldas a mostra, as do papai eram pretas e as da mamãe eram vermelhas, cada uma combinava com seu tom de cabelo

                                                                                                       {...}

eu e papai estávamos assistindo TV quando mamãe chega ficando na frente da tela, um biquinho começou a se formar em meu rosto, eu sabia que era hora de dormir, mas, não estava com nem um pouco de sono.

- vamos logo mocinha, hora de ir pra cama!- ela fala me erguendo no ar e me pondo em seus braços

- mas, mãe! eu não to com sono...- falo ainda com o biquinho em meus lábios, que se desmancham por um bocejo meu. eu me acomodo em seus braços posicionando minha cabeça na curvatura de seu pescoço, ela me leva até meu quarto me pondo na cama e me enrolando nos cobertores 

- boa noite minha pequena...- ela fala em tom suave e da um selar em minha testa

- boa noite meu amor...- meu pai me da um beijo na testa e sai do quarto apagando a luz

- nós te amamos- os dois falam antes de sair do quarto fechando a porta e logo em seguida eu adormeço

                                                                                                           {...}

eu acordo com um grito da minha mãe, quando de repente ele para, podendo se ouvir somente o barulho da chuva caindo no chão da rua. eu me cubro com meu manto e me abraço a minhas pernas encostando minha cabeça em meus joelhos, lágrimas começaram a cair, eu não conseguia controlar. eu começo a me tremer descontroladamente quando escuto passos pesados vindo em direção ao quarto. eu levanto rapidamente minha cabeça quando o manto é arrancado de mim revelando um homem alto e com semblante serio, tinha uma mulher atras dele.

- ela não é um. levia!- o homem falou em seguida saindo do quarto

a mulher veio até mim e me pegou no colo em seguida saindo do quarto e descendo as escadas rumo a sala. eu chorei ainda mais ao ver meus pais no chão ensanguentados e mortos, eu me debati o máximo que pude ,mas , ela pós um pano branco em meu rosto, o cheiro era muito forte e minha cabeça começou a girar me fazendo apagar de vez

                                                                                                              {...}

quando acordei estava tudo escuro e minha cabeça doía. alguém vem até mim e tira o pano de minha cabeça, revelando o rosto da mulher

- bem vinda a sua nova casa- ela fala sem expressão alguma em seu rosto. ela se vira e vai em direção a porta, porem, ela para em frente a mesma e vira um pouco seu rosto sem me olhar e joga um pacote de biscoito\bolacha (a: tanto faz. eu chamo de "jungkook" kkk) e em seguida fala- coma deve esta com fome, dois dias sem comer é muito...- quando termina de falar ela se vira novamente para a porta e sai a fechando

eu desce da cama que estava e... era um quarto, mas, decorado com brinquedos e tudo mais. eu até tentei abrir a porta, estava fechada por fora, fui até a janela e... fechada também. eu não podia sair estava tudo trancado. olhei pela janela e vi pessoas passando. que esquisito, todas tinham olhos puxados, e as ruas eram bem diferentes. se eu não estou no Brasil... então... aonde eu estou?

                                                                                                                    {...} 

- se vista!- foi a única coisa que ele falou antes de sair do quarto.

já fazia um ano depois daquele dia... minhas orelhas ainda não tinham aparecido, e eu já estava com meus cinco aninhos. me vesti assim como ele mandou e esperei em minha cama para que me chamasse. 

- venha...- a mulher me chamou. assenti descendo da grande e alta cama em que eu estava e fui até ela com minha mala em mãos

                                                                                                           {...}

finalmente chegamos. eu desci do carro e a mulher pegou minha mão, acho que ela queria disfarçar, fomos andando até uma cafeteria que em uma masa do lado de fora tinha um casal. eles se levantaram assim que nos viram. a mulher me entregou para o homem a nossa frente e em seguida foi embora. eu fiquei com o casal e logo fomos embora. assim que chegamos eles me trancaram no quarto e só um tempo depois me matricularam em uma escola. um ano depois minhas orelhas apareceram. sim eu fiz seis anos, elas eram vermelhas como as da mamãe... eu ia sempre para a escola de calça e moletom. mas, eu não podia demorar eles cronometravam o tempo de ida e vinda da escola, se eu demorasse um pouco nem sabia do seriam capazes, eu já apanho por não fazer nada... esse é um dos motivos de eu usar o moletom: para esconder os hematomas. hoje é mais um dia "normal" em minha vida eu estou me arrumando para ir a escola o mais rápido possível antes que eles acordem. peguei minha mochila e sai de casa, mas, no caminho eu parei numa farmácia...

- o que uma garotinha como você faz com essas laminas?- perguntou o atendente 

- é que meu pai me pediu pra compra...- falei seria e sem o olhar 

                                                                                                         {...}

quando cheguei em casa apanhei... de novo. subi para o quarto e tranquei a porta, eu estava chorando muito não aguentava mais... foi ai que me lembrei das laminas de hoje cedo. as retirei de minha mochila e m sentei na cama, fiquei a fitando por alguns minutos, quando a passo entre meu pulso. aquilo doía, mas, me aliviava de uma certa forma, a sensação de morrer por alguns segundos era realmente muito boa...

*FLASHBACK OFF*

quando terminei de falar eu já me desabava em lágrimas, lembrar daquilo que passei durante anos era horrível. eu apoio meu cotovelo em meus joelhos, e ponho meu rosto afundado em minhas mãos. não conseguia parar de chorar. lembrar daquela cena, dos meus pais no chão... mortos... 

- vai ficar tudo bem... estamos aqui...- Jin fala me abraçando e passando levemente sua mão em minhas costas. eu o aperto afundando meu rosto em seu peito

 

 

CONTINUA???


Notas Finais


pronto joguei a bomba e sai correndo!
rfstgduytfhjsiwygeduiyeehsdo
ai gente eu to amando escrever essa fic
serio vocês não tem noção!
e tem MUITA coisa por vir... esperem!
bj. minhas barrinhas e tchal


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