História Afire Love - Camren - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Camreng!p, Fifth Harmony, Romance
Exibições 225
Palavras 3.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey serumaninhos. Sorry a demora.
Sem mais delongas ... Quem ta afim de ler?? haha

Capítulo 13 - Inesperado


Pov. Lauren

- Não acredito que fez isso. – Disse incrédula enquanto limpava o resto de sorvete que estava no meu rosto.

- Pois acredite. – Disse rindo. – Ainda tem um pouco aqui. – Apontou para o local do rosto.

- Aqui?

- Não Laur. – Respondeu rindo. – Deixa, eu limpo. – Se debruçou na mesa de uma maneira que alcançava meu rosto e limpou o pouco de sorvete que tinha no meu queixo e canto dos lábios. Sabe quando tudo passa em câmera lenta? Como naqueles filmes onde o personagem se perde no olhar do outro? É ... acho que estou um filme desses agora. Enquanto ele limpava meu rosto delicadamente eu me via perdida naquela imensidão que era seus olhos cor de chocolate. Ela não parecia diferente. Tinha a impressão de ela estar vendo minha alma. Mas como em todo filme momentos assim não duram e logo voltamos a realidade. Ela voltou ao seu lugar e estranhamente adotou uma coloração avermelhada. Ela estava ... envergonhada? – Obrigada. – Disse sorrindo

- Sem problemas. – Disse também sorrindo.

Fazia umas duas semanas desde a primeira vez que Camila esteve no hospital. Sim, primeira vez. Ela voltou lá depois, assim como eu pedi e como ela disse que faria. Ela vai sempre que pode, ou seja, pelo menos de segunda a segunda. Mas em horários vagos, ela ainda tem suas responsabilidades. Escola, tarefas, trabalhos e essas coisas. Eu disse que ela não precisava ir necessariamente todos os dias, mas ela insistiu em não me ouvir. Ela diz que se recusa a sair do meu lado, diz que vai ser meu porto seguro e que estará aqui para não me deixar cair. E eu não posso negar que estou amando isso. Camila em pouco tempo se tornou mais importante para mim do que eu planejava que fosse. E é disso que tenho medo. Dela se tornar importante demais. De eu me tornar dependente dela. Nunca se sabe o que pode acontecer, algumas coisas mudam em uma fração de segundos.

Nos últimos dias, Chris tem demonstrado um grande avanço. Avanço esse que os médicos não fazem ideia de como explicar. O organismo dele simplesmente parou de rejeitar os medicamentos. Mas ainda sim continua sendo um caso estranhamente peculiar. Apesar da melhora repentina ainda era bom ficar de olho em alguns fatos. Afinal nos últimos dois anos as circunstâncias nunca estiveram muito ao meu favor.

Hoje Chris acordou melhor do que nunca. Estava “bem”, sorridente e bem-humorado. O que era raro já que seu temperamento era bem parecido com o meu haha. Na verdade, aquele serzinho que chamo de irmão tem muito de mim. Mais do que deveria, pode-se dizer que ele é uma versão menor e masculina de mim. Por causa do seu melhoramento repentino de hoje, ele insistiu para que eu saísse do hospital um pouco. Melhor, ele me expulsos de lá. Ou como ele disse “A Camia está lá fora, e você não vai consegui namorar com ela se continuar enfurnada aqui comigo todos os dias. Então pela miesima vez, sai daqui. “ Então eu não tive outra escolha a não ser sai. Acreditam que ele ameaçou chamar os seguranças? Traidorsinho, me trocou pela dona dos lacinhos.

Minha irmã Taylor iria ficar com ele hoje. Ela até insistiu em ficar com ele outros dias, para que revezássemos para que eu pudesse ir para escola, mas eu recusei de imediato. Não queria sair de perto do meu pequeno, mesmo com a melhora dele ainda me sentia receosa em sair de perto dele. Como se a qualquer momento eu pudesse perde-lo.

Resolvi sair com a Camz hoje, como aquele pirralhinho disse. Não pude deixar de rir da expressão de surpresa que ela teve quando bati a porta de sua casa hoje.

Flashback on

Bati mais uma vez na porta. Eram 9h da manhã, não era tão cedo, mas conhecendo bem aquela dorminhoca 9h da manhã era o mesmo que 5h da madrugada para ela numa manhã de sábado. Eu já estava batendo na porta a pouco mais de 5min. Ia deixar para vir um pouco mais tarde, mas a ansiedade já explodia dentro de mim gritando que eu deveria vir logo. Aquela latina estava se tornando parte importante da minha rotina e, por mais que eu odiasse admitir, ficar nem que seja segundos longe dela já me deixavam em repleta angustia.

Quando ia bater à porta mais uma vez, ouço passos arrastados do lado de dentro da casa se direcionando até a porta e um murmúrio baixo de algo que não entendi direito, mas parecia irritado – provavelmente por eu tê-la acordado –.

- Quem em sã consciência ousa me acordar a essa hora da madrugada, batendo repetid... – A porta se abre e uma Camila sonolenta aparece com um pijama de frio rosa cheio de bolinhas brancas, pantufas de coala e o cabelo estilo leãozinho coçando os olhos e falando em meio a bocejos. Aquela cena me fez querer pular nela e enche-la de mordidas e beijos. Estava extremamente fofa. Ela logo se calou quando viu com quem estava falando e a expressão irritada dando lugar a uma surpresa e confusa. – Lolo?

- Oi Camz. – Disse e sorri acanhada.

- O ... o que está fazendo aqui? Não deveria estar no hospital? – Perguntou tudo de uma vez quase atropelando as palavras. Tive vontade de rir do seu jeito eufórico, mas me contive.

- Resolvi me dar uma folga hoje. – Disse e sorri torto.

- Serio? – Perguntou com um enorme sorriso nos lábios, sorriso esse que me derreteu por inteiro me fazendo suspirar e deixar os ombros caírem. Fazia tempos que Camila tentava me convencer a sair um pouco do hospital e eu sempre me recusava. Apenas assenti com um aceno positivo e logo senti um corpo pequeno se colidir com o meu. – Vem. – Mal tive tempo de processar as coisas e quando vi já estava subindo as escadas da casa com uma Camila animada me puxando pela mão.

- Camz, calma. Assim a gente vai cair. – Disse rindo

- Relaxa a gente não va... – E de repente tinha uma Camila caída de bunda nos degraus da escada comigo a sua frente massageando minha cabeça, a qual tinha batido na parede lateral a escada.

- Viu eu disse. – Soltei uma risada fraca da qual me arrependi por causa da pontada de dor que deu em minha cabeça. – Ai ... – Murmurei.

- Acho que desloquei minha bunda. – Ela disse massageando o lugar. Alguns segundos de silencio até que explodimos em uma gargalhada. Aos poucos fomos sessando as risadas dando lugar a um olhar intenso por parte das duas. Estávamos muito perto uma da outra, alguns centímetros para frente e eu poderia tomar os lábios que vinha ansiando tanto desde o primeiro dia de aula. Fomos nos aproximando cada vez mais nunca deixando de nos olhar nos olhos. Levei uma mão até seu rosto e tirei do mesmo uma mecha de cabelo que estava lá colocando-a atrás da orelha. Alternei meu olhar de seus olhos para seus lábios e quando finalmente ia juntar nossas bocas ela virou o rosto e o beijo acabou pegando em sua bochecha. Me afastei imediatamente.

- Er ... – Minha voz falhou e eu raspei a garganta tentando firma-la. – Desculpa eu não ...

- Tudo bem. – Ela me interrompeu. Eu me levantei e a ajudei a se levantar também. – Vem, vamos ... vamos para o meu quarto. – Disse por fim e eu podia jurar que ela estava ponderando se era uma boa ideia. Eu não estaria diferente dela, afinal nem eu entendi direito o que acabou de acontecer. Não sei onde estava com a cabeça.

“ Parabéns Lauren. “ Praguejei-me mentalmente.

Seguimos para o quarto dela. Entramos e ela fechou a porta atrás de si. Fiquei parada no meio do quarto enquanto a via se encaminhar até sua cama e deitando-se nela.

- Er Camz ...

- Vem cá. – Me interrompeu novamente, batendo ao seu lado na cama indicando para que eu fosse lá.

- Eu não acho q...

- Vem logo Jauregui. – Disse mandona – como sempre – bufei e fui até lá me sentando no lugar que indicou. Ela revirou os olhos. – Deita Laur.

- Eu realmente não a...

- Deita logo. – Mandou e eu bufei novamente. Retirei meus coturnos e deitei-me na cama ao seu lado. Ela nos cobriu com o cobertor e logo depois deitou-se com a cabeça em meu peito e me abraçou pela cintura.

- Camz ...

- Shiiu. Eu ainda estou com sono e foi você que me acordou a essa hora, então vai dormir comigo agora e me servir de travesseiro. E não tem direito de reclamar. – Disse e se aconchegou mais a mim.

- Não tenho escolha neh?! 

- Não. – Ela disse e eu ri.

Me aconcheguei mais e a envolvi com meu braço. Dei um beijo no topo de sua cabeça e tenho quase certeza de que ela sorriu. Mas que sorriu fui eu quando afastei meus lábios de sua cabeça e senti os seus se colarem na minha barriga.

Fiquei fazendo carinho em seus cabelos até que senti sua respiração suavizar indicando que havia dormido. Pouco tempo depois acabei dormindo também.

Flashback off

Depois que acordamos eu fui fazer algo para a gente comer já que os pais dela tinham viajado. Depois de almoçar fizemos uma sessão de filmes e mais tarde viemos tomar sorvete. Bom eu tomei já que a Camz estava ocupada demais passando o dela na minha cara de cinco em cinco segundos. Ela quando queria conseguia ser mais infantil do que eu e meu irmão juntos.

“ Latina abusada. “ Ri com meu próprio pensamento.

- Cinco centavos pelos seus pensamentos. – Ouvi a voz doce da latina invadir meus ouvidos tirando-me de meus devaneios.

- Eles não valem tanto assim. – Disse e ela riu me fazendo rir junto. – Só estava pensando no quanto você é abusada. – Dei de ombros e quase tive uma crise de risos com a expressão incrédula que ela fez.

- Não sou abusada. – Disse e jogou um guardanapo em mim me fazendo rir mais ainda.

- Não só abusada como infantil também. – Disse ainda rindo e ela ficou emburrada. – Ah Camz qual eh, só estava brincando. – Disse e ela continuou emburrada. – Vai mesmo ficar assim?

- Vou.

- Por que?

- Porque sim. – Disse mantendo a pose. Eu não sei se ria ou se apertava suas bochechas por ela estar tão fofa. Então fiz o que ela menos esperava. – Por que fez isso? – Perguntou depois do beijo rápido que dei em sua bochecha que agora estava vermelha.

- Porque sim. – Dei de ombros e nós rimos.

Ficamos um bom tempo naquela sorveteria até que decidimos que já estava tarde e ela precisava ir para casa e eu voltar para o hospital. Estávamos a pé já que a sorveteria não era tão longe da casa dela, mas era o suficiente para podermos andar um pouco.

- Anel legal. – Camila disse enquanto caminhávamos de volta para a casa dela. Estava tão distraída em meus pensamentos que nem percebi que estávamos de mãos dada e que ela estava brincando com meu anel.

- Foi um presente. – Disse por fim.

- De alguém importante? – Perguntou e minha mente vagou para um lugar onde não vagava a muito tempo. Sim era de alguém importante. Alguém que não estava mais aqui. Alguém que a vida tirara de mim.  – Desculpe, não queria parecer intrometida. – Ela disse provavelmente notando meu silencio repentino.

- Não, tudo bem. É só que ... faz muito tempo que não penso a respeito.

- Entendi. Quer falar sobre?

- Qualquer dia desses. – Disse por fim e ela assentiu. Não era algo que eu queria falar agora, afinal não era lugar nem o momento certo. Certas coisas devem ser contadas quando o que temos com alguém é mais do que confiança.

Depois de caminharmos mais um pouco, finalmente chegamos a sua casa.

- Não quer mesmo entrar? – Camila perguntou pela ... Perdi a conta depois da quarta vez.

- Tenho que voltar para o hospital pequena. – Respondi pela ... Perdi a conta também.

- Fica só mais um pouquinho. – Disse fazendo manhã e eu ri abraçando-a apertado.

- Minha pequena manhosa. – Disse e beijei o topo de sua cabeça arrancando uma risada gostosa dela. – Volto amanhã que tal?

- Promete? – Perguntou contra meu peito me fazendo sorrir.

- Prometo. – Disse baixinho e ela me apertou mais em seus braços.

- Tchau Lolo. – Disse ainda abraçada a mim.

- Tchau Camz. – A abracei mais forte. Eu não queria ir embora, muito menos solta-la. Se passou um tempo e ela ainda estava agarrada a mim. – Camz, para eu ir embora você precisa me soltar. – Disse rindo.

- Eu não quero que você vá. – Disse e eu ri mais ainda o que ocasionou eu ganhando um tapa estalado no braço. – Não ria Jauregui.

- Aii Camz, doeu. – Disse esfregando o local.

- Não era para fazer cocegas. – Disse fazendo um biquinho adorável.

“ Tao adorável que dá vontade de morder. “

Não Lauren. Controle-se, foco.

- Desculpa. Mas eu tenho que ir pequena.

- Eu sei. – Disse e suspirou deixando os ombros caírem. – Tchau Lolo. – Disse e me deu um beijo rápido na bochecha e logo entrou para casa sem nem me dar tempo para me despedir.

“ Nunca vou entender o humor dessa garota. “ Pensei enquanto ria e negava com a cabeça.

Caminhei até meu carro do outro lado da rua e peguei as chaves no boldo da minha jaqueta. Destravei o mesmo e entrei. Liguei o mesmo, dei partida e sai dali. Parei em um sinal vermelho e me lembrei de avisar a Taylor que já estava a caminho. Procurei por meu celular no bolso da calça e não achei. Também não estava no bolso da jaqueta nem no porta luvas.

“ Devo ter esquecido na casa da Camz. “ Pensei e assim que o sinal abriu, fiz o retorno para a casa dela. Cheguei lá pouco tempo depois e notei um carro diferente estacionado em frente à sua casa. Dei de ombros e desci do meu acionando o alarme logo depois. Caminhei até a porta e bati na mesma. Estava de costas esperando que ela abrisse e assim que ouvi o barulho da porta sendo aberta me virei.

- Camz acho que esque... – Comecei a falar, mas rapidamente me calei ao ver que não era a Camz ali. “ Quem é esse cara? “. Tinha um garoto sem camisa na porta da casa me fitando com curiosidade assim como também tenho certeza que o fitava.

- Posso ajudar? – O garoto de cabelo de chapinha me olhou da cabeça aos pés. Uma falsa simpatia exposta em sua voz e seu rosto.

- Queria falar com a Camila, cadê ela? – Devolvi no mesmo tom.

- Claro. – Ele me fitou por alguns segundos para depois virar o rosto na direção do interior da casa. – AMOR. – Gritou e nesse momento eu senti meu coração parar de bater.

“ Amor? “

- Chamou? – Camila apareceu atrás do garoto, seu olhar logo caindo sobre mim e um sorriso nascendo em seus lábios. – Laur, o que faz aqui? Pensei que tinha voltado para o hospital. – Disse saindo de trás do garoto e saindo pela porta.

- Esqueci meu celular. – Falei mais ríspida do que gostaria. Não conseguia tirar os olhos do garoto encostado na porta com um sorriso sínico no rosto.

- Está tudo bem? – Perguntou, o sorriso sumindo de seu rosto, provavelmente notando meu tom.

- Sim. Pode por favor pegar meu celular? – Continuei no mesmo tom, mas agora olhado para ela.

- Laur ...

- Camila, estou com um pouco de pressa. – Ela me olhou por mais algum tempo e depois assentiu adentrando a casa novamente.

Amor ... amor ... amor .... amor ... amor ... amor

Essa palavra ressoava em minha mente. Eu não estava entendendo porra nenhuma. Porque ele havia a chamado assim? Será que era seu namorado? Se era porque Camila não a contara?

- Aqui. – Ela disse me entregando o celular. Estava tão concentrada em meus pensamentos que se quer notei que ela já tinha voltado. Peguei o celular de suas mãos e agradeci, guardando o mesmo em seguida. – Aus, pode me esperar lá dentro? – Perguntou voltando sua atenção para o garoto.

- Certeza amor? – “Amor”. Por que insisti em chama-la assim?

- Sim. – Ela disse com um sorriso de lábios. Se antes eu estava receosa com o fato dele chama-la de “amor”, a cena que eu presenciei agora simplesmente arrancou meu coração do peito. Antes de sair ele deu em Camila um beijo no canto dos lábios e entrou.

Se doeu? Sim, doeu muito.

- Laur o que aconteceu? – Perguntou aparentemente preocupada. A cena se repetindo várias e várias vezes em minha mente.

- Nada.

- Lolo, eu sei que tem alguma coisa. – Tento se aproximar e eu dei um passo para trás.

- Não é nada Camila. Eu tenho que ir. – Disse e ela pareceu se assustar. Meu tom seco e ríspido.

- Lauren fala comigo. – Ela puxou meu braço me virando para ela novamente quando dei as costas para sair. Eu já sentia lagrimas em meus olhos e tenho certeza que ela notou isso. – Laur o qu...

- Era seu namorado? – A interrompi me arrependendo logo depois.

- Austin? – Apontou para a porta atrás de si. – Não. Quer dizer ... não sei. – Suspirou. – Austin apareceu aqui pouco depois de você sair. Nós namorávamos quando morava em Boston, mas terminamos quando me mudei para cá. Não queríamos um namoro a distância, mas agora com ele aqui ficou meio confuso. – Ela disse e eu tentava absorver cada palavra e cada uma delas doendo mais que a outra. Apenas assenti com um aceno. – Mas o que isso ...

- Tenho que ir. – Disse interrompendo-a novamente e já ia me virar outra vez quando dela me puxa de volta.

- Lauren.

- Camila, por favor me deixa ir. – Eu precisava sair dali imediatamente antes que eu chorasse ali mesmo.

- Mas Laur ...

- Por favor. – Quase implorei cabisbaixa. Até que ela finalmente assentiu e soltou meu braço. Não disse nada, apenas me virei e me encaminhei em direção ao meu carro. Entrei no mesmo e em pouco tempo já estava longe dali.

Já estava a um bom tempo dirigindo quando meu celular começa a tocar. Resolvi ignorar, mas começou a tocar insistentemente até que finalmente atendi. Era Taylor.

- Oi Tay. Olha eu já estou ... – Me calei assim que ouvi uma Taylor desesperada do outro lado da linha. Perdi o controle de mim ao ouvir um simples nome saindo de uma voz embargada. NÃO!

“ Nunca se sabe o que pode acontecer, algumas coisas mudam em uma fração de segundos. “

 



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