História Uma Historia de Amor - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Orange, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas.
Esse capitulo não ficou assim tão grande e nem do jeito que eu queria, mas espero que gostem :)
Boa leitura.

Capítulo 17 - Orange Family


Fanfic / Fanfiction Uma Historia de Amor - Capítulo 17 - Orange Family

Alguns meses depois.

Taylor Schilling (POV)

Estávamos na ultima semana de gravações de Orange, e daqui duas semanas seria Natal. Infelizmente não o passaria com Laura. Ela iria para New Jersey e eu me dividiria entre as casas de meus pais, já que são divorciados. Mas nós e o pessoal do cast já havíamos combinado de passar o Ano Novo juntas.

O dia havia finalmente chegado ao fim depois de varias cenas gravadas. Como estávamos nas retas finais, estávamos trabalhando em dobro. O que estava impedindo as saídas que sempre fazíamos com as meninas e momentos as sós com Laura.

Estava em meu camarim deixando de Piper Chapman e voltando a ser Taylor Schilling, quando a Natasha e a Danielle entraram.

-Loirinha, festa sábado para comemorar o fim das gravações. –Natasha contou.

-E não adianta falar não, a Laura já confirmou. –completou Danielle.

-Se é assim, tudo bem. –Concordei. Elas sorriram, pularam e saíram do camarim me fazendo rir também. Nesse momento Laura entrou no camarim.

-Elas avisaram da festa no sábado, né? –Perguntou apontado para a porta, se referindo às meninas.

-Como sabe? –Perguntei curiosa.

-Fizeram a mesma festa quando concordei. –respondeu minha pergunta e veio até mim, me abraçou pela cintura e me beijou nos lábios. –Podemos passar essa noite juntas? Estou com saudades.

-Também estou com saudades. –contornei seu pescoço com meus braços. –Na minha casa ou na sua?

-Na minha. Lá pelo menos podemos comer algo decente.

-Ei! Na minha casa tem comida decente sim. –reclamei.

-Amor, confesse que não tem nada decente lá.

–Só não tem muitas coisas saudáveis. –Falei baixo, mas ainda assim Laura escutou e apenas riu como se falasse “Exatamente isso”

-Podemos ir? Ou suas gravações ainda não acabaram?

-Não. Podemos ir. –Nos separamos do abraço e entrelaçamos nossas mãos. No caminho nos despedimos de algumas meninas que encontramos e de Jenji, que quando descobriu que estávamos namorando, mais que apoiou e falou com estava super feliz das suas estrelas estarem juntas.

-Você veio de carro? –Laura me perguntou quando chegamos no estacionamento.

-Para sua sorte hoje eu vi de taxi.

-Nunca vi pessoa tão preguiçosa de manhã. –revirou os olhos.

-Manhãs sãos feitas para dormir.

-Tudo bem minha preguicinha.

Sentei no banco do passageiro do carro de Laura, e ela no banco do motorista. Coloquei uma música qualquer para tocar e Laura deu partida no carro seguindo caminho até seu apartamento.

Chegamos em seu apartamento minutos mais tarde e já corremos para o banheiro com o objetivo de tomar um longo banho e relaxar do exaustivo dia de gravações.

Enchemos a banheira, colocamos os sais de banhos e adentramos a mesma. Eu sentei em um lado da banheira e a Laura se sentou no outro, ficando de frente pra mim.

Ficamos por alguns minutos apenas nos olhando e sorrindo feito duas bobas que somos. Mas ficar olhando Laura Prepon nua não é nada fácil. E como hoje é quarta e não nos vimos desde sábado, decidi matar a saudade.

Sentei-me em seu colo e comecei a rebolar lentamente, sentido o atrito de nossas pernas e o leve contanto de nossos sexos. Ela acomodou suas mãos em minha cintura, acompanhado o movimento que meu corpo fazia sobre o seu.

Fitei seus lábios que tanto me atraiam e pedia para beijá-los, sentir o seu doce sabor. Toquei seus lábios com a ponta dos dedos, sentindo sua maciez, e então a beijei. Depositei todo meu amor e carinho naquele beijo.

Gentilmente Laura levantou meu corpo e colocou uma das suas mãos abaixo dele, com três dedos levantados. Sorri maliciosa com a ideia e desci meu corpo, acomodando seus três dedos em meu sexo. Ambas gememos com o movimento.

Busquei apoio em seu pescoço o entrelaçado com meus braços, e ela em minha cintura. Subia e descia repetidamente, ficando cada vez mais ofegante e mais e mais gemidos saíam de minha boca e de Laura.

Novamente beijei seus doces lábios e nossas línguas entraram em uma dança ritmada. Senti o famoso calor que Laura me causava quando nos beijamos, subir por todo o meu corpo e se concentrar na região de meu sexo. Paramos o beijo por falta de ar e Laura desceu seus lábios para meu pescoço, fazendo todo o meu corpo se arrepiar.

Mantemos esse ritmo acelerado de sobe e desce e beijos no pescoço, até meu corpo começar a ter espasmo e minhas pernas tremerem, logo em seguida gozando em seus dedos.

Apoie minha cabeça em seu ombro, deixando meu rosto no vão do seu pescoço e seu cheiro amadeirado invadiu minhas narinas me deixando embriagada.

Me afastei de seu corpo e pedi para que sentasse na borda da banheira e assim ela fez. Assim que se acomodou de forma confortável, delicadamente afastei suas pernas e posicionei ali, ficando de frente para seu sexo.

Sem pensar muito o abocanhei com toda fome que estava. Concentrei-me primeiramente em seu clitóris que já estava rijo de prazer. Fiz uma leve pressão ali e em troca recebi um rouco gemido. Comecei a chupá-lo e a roçar meus dentes ali, logo depois mordendo levemente o mesmo, fazendo com que Laura arqueasse o corpo e gemesse ainda mais alto.

Desci meus lábios para sua entrada e a penetrei com minha língua. Cada vez mais aprofundava meus movimentos e Laura apertava mais minha cabeça contra seu sexo.

Retirei minha língua e a substitui por dois de meus dedos. Levantei meu olhar e observei seu rosto. Ela estava com os olhos fechados e mordia os lábios impedido que seus gemidos saíssem.

Olhei sua barriga lisa e malhada por conta de seus exercícios e plantei ali varias beijos enquanto a penetrava.

Certo momento, senti o sexo de Laura apertar meus dedos dentro de si e Laura começou a espernear o corpo, sinal de que seu ápice estava próximo.

Logo coloquei minha língua no lugar de meus dedos e lambi a região diversas vezes, por fim, penetrei mais uma vez minha língua em sua entrada e seu gozo veio arrebatador.

Limpei cada gota do seu prazer e subi por seu corpo deixando beijos em cada região, por ultimo beijei seus lábios.

-Já disse que te amo? –Laura perguntou quando finalizamos o beijo.

-Hoje não. –contei com indiferença, mas apenas na fala.

-Então, eu te amo.

-Eu te amo. –Novamente selamos nossos lábios e rimos entre o beijo, o finalizando em seguida com uma mordida de lábio.

Saímos do banheiro enroladas em uma única toalha grande. Vestimos uma roupa qualquer, porém confortável para passar a noite.

-Vamos ver alguma coisa na Netflix? –sugeri enquanto me jogava no sofá e Laura ia até a cozinha.

-O que, por exemplo?

-Sei lá. Algum filme ou série. –Falei entrado na Netflix e olhando o que estava em alta.

-Escolhe alguém filme então, e eu faço a pipoca. –gritou da cozinha.

-Okay.

Revirei toda a Netflix procurando algum filme que me chamasse atenção, mas não encontrei nenhum. Assim, quando a Laura chegou com a pipoca, ela teve que escolher algum filme.

-Serio que você não consegue escolher um filme? –Reclamou revirando os olhos ao ver que a função de escolher o filme também havia ficado com ela.

Ela escolheu um filme de comédia dramática, que ao ler à sinopse até que chamou minha atenção, e eu já havia passado por ele antes, por isso Laura me fuzilou com os olhos e eu me escondi do seu olhar atrás de uma almofada.

Começamos a assistir ao filme e Laura deitou a cabeça em meu colo. Fiquei fazendo carinhos em seus cabelos macios com uma mão e com a outra eu pegava a pipoca.

Logo o filme acabou e por incrível que pareça o assistimos inteiro, pois sempre que assistimos algo juntas sempre acabamos dormindo ou deixando o filme de lado e fazendo outras coisas.

-Ei, tem uma coisa que eu queria conversar com você. –comentei com Laura quando nos deitamos em sua cama.

-É algo sério? Ou sobre nós? –Ela perguntou preocupada.

-Mais ou menos.

-O que é então. Fala logo Tay, ta me deixando apreensiva. –me apressou.

-Não, e só que essa é a ultima semana de gravações. –Comecei a falar, mas Laura me cortou.

-Sim, e daí?

-E daí que você mora em Los Angeles e eu moro aqui em New York.

-Não tinha pensando nisso, apenas pensei... Sei lá. Pensei no agora. –Falou ao perceber aonde eu queria chegar com esse assunto.

-Eu sei que não vamos passar o Natal juntas, mas vamos passar o ano novo aqui com as meninas, então vamos estar em New York, mas e depois?

-Sei lá. A gente pode passar alguns dias aqui em New York e se você não tiver nenhum compromisso você podia ir lá pra Los Angeles comigo. –sugeriu.

-Essa ideia é boa. Acho que pode dar certo. –sorrimos juntas ao vermos que resolvemos o “futuro problema” de distancia que ia nos atingir. –Bom que você me mostra mais de Los Angeles. Aquela semana não foi o suficiente.

-Eu adoraria. –Falou maliciosa e então subiu em cima de mim me beijando em seguida. Intensificamos o beijo e Laura tirou minha blusa e desceu seus beijos para meus ombros.

E assim passamos a noite, nos amando

Laura Prepon (POV)

Acordei com o som insistente do meu despertador. Não quero abrir os olhos e despertar de vez, por isso estico o braço até o criado-mudo ao lado da cama e fico tentado achar o celular e acabar com aquele som infernal que mais parece uma escola de samba misturado com batidas de panela. Mas tudo que ganho é uma reclamação de Taylor.

-Desliga essa merda!

-Eu estou tentado!

-Tenta melhor. –rebate nervosa, colocando o travesseiro por cima da cabeça.

Ao ver não vou conseguir fazer isso com os olhos fechados, abro os olhos e procuro pelo celular, interrompendo o maldito toque do despertador em seguida. Volto a fechar os olhos e então me lembro que o despertador estava tocando porquê temos que ir gravar.

Droga. –resmunguei em pensamento.

-Tay. – a chamo. –Tay? Eu sei que você está acordada. –beijo seus ombros. –Temos que ir gravar.

-Eu não quero! –Tirou o travesseiro do rosto e fez bico como uma criança quando não quer ir à escola. Sorri com a pequena cena que minha criança fazia e lhe beijei os lábios.

-Vamos minha preguicinha. Se não vamos chegar atrasadas.

Ela resmungou um pouco e enrolou para levantar, mas quando acordou, ela foi fazer sua higiene matinal enquanto eu preparava o café.

-Adoro suas panquecas. –Taylor disse, entrando na cozinha.

-Baby, quem não adora minhas panquecas? –brinquei.

-Convencida nem um pouco. –Beijou minha bochecha e encheu uma caneca com o café que havia feito.

-Não sou convencida, sou realista. É diferente!

-Claro. –debochou e sorrimos juntas. –Não sei se estou pronta para deixar Orange ir. –falou, mudado de assunto.

-Não está deixando Orange ir! Voltaremos ano que com a segunda temporada.

-Vou acha que teremos uma segunda temporada?

-Impossível não termos uma segunda temporada. –sorri sem mostra os dentes. –A Netflix seria louca se não quisesse a continuação dessa série. Além de que fizemos um ótimo trabalho.

-Espero que o público goste da série. –comentou insegura.

-Você é sempre tão insegura assim com seus trabalhos?

-Deixa de ser chata Laura. –me deu um leve tapa no braço. –E só que esse é o primeiro realmente “grande” trabalho que faço.

-Tay, vai dar tudo certo. Fica tranquila. –selei nossos lábios. –Não tem como eles não amarem Orange.

Sorrimos juntas, afinal, não tinha mesmo jeito de não amar Orange.

No outro dia.

Hoje é o ultimo dia de gravações e tenho que confessar que estou com um aperto no coração.  Irei sentir saudades de toda essa rotina de gravações, de sair com as meninas, de agarrar a Tay às escondidas no camarim, enfim, tudo.

Orange me mudou. Abriu novas portas pra mim. Deu-me o adorável desafio de interpretar a traficante de olhos gatinhos, Alex Vause. E o presente de levar minha doce Piper para fora da ficção. De viver todo aquele amor também na vida real. Esse com certeza foi um trabalho único que me marcou profundamente. Tenho certeza que o publico irá adorar tanto quanto eu estou adorando. Tudo o que quero é estar aqui ano que vem repetido a dose.

 O dia hoje com certeza foi cheio de emoções. A equipe fez um café da manhã especial para nós e ficamos todos juntos em um clima descontraído. Quando as gravações começaram, foi cheio de brincadeiras e quando elas acabaram de vez, nos reunimos no refeitório da prisão e abrimos varias champanhes e brindamos à Orange. Além de que todas nós recebemos buquês de rosas.

Improvisamos uma pequena festa ali, com todos da Orange Family. Atores, produtores, diretores, roteiristas e até o cara do microfone. Todos juntos comemorando todos esses meses de trabalho árduo.

-Gente, acho que para encerrar de vez temos que ter um beijo entre Larry e Piper. –Natasha gritou certa hora e eu automaticamente fechei a cara fazendo todos rirem de mim.

-Acho que a Laurinha não gostou Tasho. –Jason brincou e eu forcei um pequeno sorriso.

-Então que tal um beijo Vauseman Prepozinha? –Natasha perguntou e eu sorri com a louquinha com os cabelos desgrenhados, já que ainda estávamos todos caracterizados com nossos personagens.

-Essa ideia até que me agrada. –Brinquei e todos começaram a gritar ‘beija’, então, vermelha com um pimentão, fui até Taylor, agarrei sua cintura e a beijei. E todos começaram a gritar em nossa volta.

Encerremos o beijo e os gritos em nossa volta ainda continuavam. Sorrimos feito bobas e Taylor escondeu seu rosto no vão do meu pescoço.

-Essa é o meu shipp! –Ouvimos Natasha gritar.

A pequena festa ainda durou mais algumas horas. Todos nós divertimos muito. Lembramos momentos durante as gravações, os erros bobos que cometíamos. As palhaçadas feitas e a acima de tudo, comemoramos a mais nova família formada: a Orange Family.

O sábado chegou e mais uma vez Taylor o passamos juntas, planejando os detalhes para os próximos meses. Os dias que passaríamos em New York e os dias que passaríamos em Los Angeles. Além de marcamos uma pequena viagem para New Jersey e Boston para conhecermos nossas famílias, afinal já namoramos há alguns meses e ainda não conhecemos a família da outra.

A noite, fomos para um bar que havíamos reservado apenas para nós e para as meninas de Orange, onde iríamos mais uma vez comemorar o final das gravações e o inicio de um novo trabalho.

A noite se resumiu basicamente em bebidas e brincadeiras entre nós. No bar havia um karaokê, o que resultou em ainda mais brincadeiras, afinal bêbados e microfone é uma mistura e tanto.

Era alto da madrugada e Natasha louca como é, alugou varias limusines e fomos para a casa de Uzo.  Chegando à mesma, pulamos na enorme piscina que havia na casa e continuamos com a festa ali, indo descansar, ou melhor, apagar no chão da sala quando o dia já havia nascido.

Dormimos todas aglomeradas uma na outra, sem ao menos se importar. E não nos importamos porque estávamos bêbadas, mas sim porque éramos família. A melhor família que alguém poderia querer. Uma família unida. E eu sabia que mesmo que não viéssemos ter uma segunda temporada, ainda sim seriamos a Orange Family. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Até o próximo capitulo.


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