História Uma história nem tão inexpressiva assim - Capítulo 10


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Historia Original, Menina, Opinião, Romance, Yuri
Exibições 21
Palavras 1.920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oioi, mesmo muito cansada, com dores na coluna e morrendo de sono eu trouxe para vocês o capítulo 10 AEEEHO
TIA EMPADA AMA VCS SZ

Capítulo 10 - Assalto ao necrotério


Fanfic / Fanfiction Uma história nem tão inexpressiva assim - Capítulo 10 - Assalto ao necrotério

— Não acho que ela esteja morta, eu já a vi assim, no dia seguinte da punição, ela foi tão judiada que o corpo dela desenvolveu um novo instinto natural, que é se fingir de morto, assim como vários animais. O corpo dela simplesmente reduz a sua temperatura e os batimentos são quase imperceptíveis, seu corpo fica mais pálido e as veias ficam roxas, como se realmente estivesse morta. Naquele dia em que ela foi punida o corpo dela ficou exatamente assim, pra que ela não morresse de verdade, depois que ela e os pais foram embora todos na vila realmente começaram a chama-la de demônio, cria do Satanás, essas coisas, mas isso é apenas um instinto de defesa que o corpo dela tem pra se proteger da morte. Quando ela é ferida muitas vezes ou gravemente o corpo dela entra nesse estado de hibernação. — Fez sentido para mim.

— Eu também acho que não. Ela não me deixaria assim 

— Hitome Senpai, seus peitos são tão grandes, e os seus mamilos estão durinhos por conta do vento da moto, isso é tão delicioso.

— Obrigada, eu acho— Disse isso com tanta timidez, fico corada quando elogiam-me, estou fechando o sobretudo para que ela não olhe mais para meus peitos.

— Meus peitos não são tão grandes, e não sou fofa, o que eu sou? —  Ela disse triste, abaixando a cabeça, com seus longos cabelos azuis cobrindo seus olhos que pareciam se encher de lágrimas.

— Você é linda, e é muito fofinha, seus peitos e seu corpo, eles são lindos, seus peitos medianos são fofos e sexy, você é toda linda— Eu digo tirando a mecha de cabelo que estava cobrindo seus olhos e a coloco atrás de sua orelha, ela está sorrindo, está tão feliz com isso, tão pouco, apenas algumas palavras para deixa-la feliz foram o suficiente, mas as vezes é assim, as vezes só precisamos ouvir algumas palavras para ficarmos bem.

 Por que ela está se aproximando assim? Ela está abrindo meu sobretudo com força, não. AH ela está apertando meus peitos, e eu não consigo controlar meus tons de gemido na voz, o que eu faço?

— São tão grandes e macios—  Ela está com a língua para fora, eu não quero isso, eu quero Akemi (ou talvez eu queira).

— P-pare Miki— Não sei se quero isso, mas a forma a qual ela aperta meus peitos, com carinho e força ao mesmo tempo está me fazendo muito bem, ela passa seus dedos delicados pelos meus mamilos, os deixando ainda mais duros, ela está passando sua língua agora, em meu pescoço e descendo, em direção aos meus peitos, sua mão direita está apertando minha bunda, eu não consigo deixar de sentir prazer, ela está apertando forte a minha bunda, e delicadamente meu mamilo, lambendo o outro com a língua, e isso me faz sentir bem, eu estou ficando molhada, mas eu não posso, eu não posso gostar disso, não é certo, Akemi, eu quero isso com ela, mas Miki faz-me sentir sensações boas, eu estou ficando molhada.

— Parar por quê? Você está gostando, está gemendo de prazer.—  EU SEI, MAS PARA PELO AMOR DE JESUS CRISTINHO

—  Chega Miki, quero isso com Akemi.— Digo dando um empurrão não muito forte nela, eu quero isso, quero com ela e com Akemi, eu sou uma pervertida, adoro isso.

—  Tudo bem, desculpe-me. —  Disse envergonhada.

—  Não precisa ficar chateada, não pense que não te quero. —  Eu disse sorrindo para ela.

—  Vamos entrar no hospital, e esperar o legista sair da sala para pegarmos o corpo de Akemi.—  Estamos entrando no hospital, como se nada estivesse acontecendo, ou estivesse acontecido, o médico deixa sempre as fichas dos mortos na porta, num suporte de plástico, pelo que consigo contar, só tem o dela li, a menos que haja outro atrás, mas o dela já é o próximo.

—  Vamos entrar, o médico legista acabou de sair do hospital pra fumar, temos que recuperar o corpo de Akemi no necrotério, antes que ele realmente a mate, quando for fazer a autópsia, venha comigo e preste atenção, ele leva cerca de vinte minutos de uma necrópsia para outra, se quisermos recuperar Akemi temos que ir agora, já que ela é a próxima, e já da para ver por aquela janelinha na porta que ela está deitada na cama prateada, faz dois minutos que ele saiu, eu vou pegar o cartão de acesso e você abre a saída de emergência, que por algum motivo está trancada com uma corrente grossa e um cadeado, arrombe ou ache as chaves.—  Deixar as saídas de emergências trancadas é contra lei, arrombar cadeados também mas quem liga pra lei?

— Certo.—  Ela disse já indo em direção a saída principal do hospital, para dar a volta e abrir por fora.

Preciso encontrar primeiro a sala dos funcionários, estou caminhando, num corredor meio escuro, a luz está piscando, parece que a lâmpada esta perto de queimar, tem uma sala logo frente com um aviso

 "Acesso restrito

Somente funcionários"

Bom, é aqui,estou abrindo lentamente a porta, e dando de cara com uma funcionária, de roupa branca, até os sapatos e meias, penso que seja uma enfermeira (não era de se esperar algo diferente, já que é uma sala de funcionários né?), fingi que era uma menina perdida procurando um banheiro

—Mocinha, a senhorita não pode entrar aqui, é só para funcionários, por favor retire-se imediatamente.— Disse em tom rude, o que logo me irritou

— M-mas tia, eu preciso muito usar o banheiro, senão eu vou fazer nas calças.— Disse suplicando, como uma menininha doce, com as mãos no meios das pernas que estavam cruzadas (cá entre nós eu daria uma ótima atriz).

—Sinto muito, chamarei os seguranças! — Você deveria ter-me deixado usar o banheiro, você me pegou num dia feroz e cheio de descobertas mortais, creio que posso chamar esse dia de hoje de dia dos mortos (segunda-feira).

—Bom, então você não me deixa alternativas, desculpe-me— Digo desfazendo a pose de mocinha, e correndo por trás dela, rápido, sem barulhos, ela consegue apenas sentir o vento e ver o vulto do meu sobretudo, sinto meus peitos balançando e os mamilos se endurecer por cima da pequena camada de pano que os cobrem, isso não é um bom sinal, não pra ela. E sorrindo agarro-a pelo pescoço, a asfixiando

—O que, o que você está, fazend...— Puff, apagou, vou solta-la, afinal ela não merece morrer, colocando-a no chão com cuidado para que eu não a machuque mais do que o necessário, ela só está trabalhando, é só mais uma mãe, que tem que trabalhar para colocar comida na mesa, para seus filhos, que tem que suportar chingos, ignorância, arrogância, humilhações, é compreensível a forma rude e bruta que ela tem de falar. 

Após apaga-la, estou a procurar o cartão, que deve estar em seu armário, ou em seu jaleco, que está em seu armário, abrindo-o com cuidado e com luvas, reviro o armário, o organizando como estava sempre que mexo em algo, reviro o jaleco, e encontro o tal cartão em um dos bolsos, querendo ou não essa mulher ocupou-me muito tempo, foram cinco minutos, tenho apenas treze agora, preciso ser rápida. Saindo da sala dos funcionários, caminhando então para a sala do legista, esperando e escondendo-me para que não seja percebida por ninguém, estou quase lá, quando de repente ouço sons de passos, preciso esconder-me, se eu correr posso chegar até a sala e me esconder lá, farei isso. Correndo neste momento, me vejo perto de ser pega, e eu estou tentando colocar o cartão mas a porta não abre, preciso fazer algo logo, tenho apenas dez minutos (pensa Hitome pensa). É isso! Vou tocar o alarme de incêndio. Andando normalmente, fingindo que não estava tramando nada, com a cara de tacho tão comum em meu rosto, entro no banheiro e tiro me sobretudo, a camiseta que antes cobria pouco do meus seios, agora está em minhas mãos, e vou usa-la para tapar meu rosto, sim, eu terei que sair pelada, se eu colocar o sobretudo vão saber quem sou eu, más é só eu desligar o interruptor e pronto. Indo em direção ao interruptor, abrindo a pequena portinha, pintada de branca, assim como todas as paredes do hospital, viro as mini alavancas lá presentes fazendo com que o hospital se apague, tenho cinco minutos até alguém perceber o que eu fiz, e em seguida, no corredor ao lado, toco o alarme de incêndio, as pessoas estão em pânico então nem vão perceber minha presença. Correndo, entro na sala do legista, que agora está destrancada pelo fato da tranca da sala ser elétrica, entrando rapidamente e segurando o sobretudo em minhas mãos, estendo-o por cima do corpo de Akemi, que estava na mesa prata, localizada no centro da sala, enrolando-a para aquecer seu corpo, e pegando seu corpo agora frio em meus braços, corro para a saída de emergência, acabo de fazer um assalto a um necrotério (já posso riscar da listinha de afazeres antes de morrer), mas ainda está trancada, isso não é normal, onde está Miki? Por que ela não abriu a porta? Estou preocupada, por que ela nos abandonaria agora? E se algum capanga a pegou?

Quando de repente ouço estrondo forte, agarrando-me ao corpo de Akemi agora, com medo do que poderia ser esse som tão forte e tão anormal naquele local, vejo umas faíscas saindo do atrito entre uma lâmina de metal e as correntes da porta. Merda a energia voltou, e tem gente vindo pra cá, se me pegarem aqui ferrou, eu roubei um corpo que eles dizem estar morto, invadi as salas e desmaiei uma funcionária, o que eles não farão comigo? Quando finalmente quebram-se as correntes que fechavam a porta, Miki surge, com meu machado em suas mãos, que foi o que ela usou para romper as correntes.

—Desculpe demorar, mas essas correntes deram mais trabalho do que parecem, eles estão vindo, vamos depressa.— Disse Miki ofegante, recuperando o fôlego que perdeu fazendo força para estourar as correntes. Eu aceno com a cabeça, positivamente, peço para que Miki a segure enquanto ligo a moto, os passos e gritos das pessoas enfurecidas pelo que fizemos estão mais perto, eu começo a correr, e Miki com Akemi nos braços está logo a frente, a moto estava estacionada no beco ao lado do hospital, montando-a ajudo Mike a segurar o corpo de Akemi com as mãos segurando os braços de Akemi em minha cintura, enquanto Miki sobe na moto. Pronto, ela subiu, está se segurando na minha cintura, fazendo dos nossos corpos uma proteção para que Akemi não caia, estou tentando dar a partida na moto, mas ela não liga, tentando novamente percebo que as pessoas já estavam no beco, cercando-nos olhando com raiva e ódio como é de praxe dos outros seres humanos que falam e agem sem saber da metade da história, desesperada, com os olhos arregalados, viro mais uma vez a chave e dessa vez a moto pega, saio pelas ruas, lá pelas duas e quarenta e oito da madrugada com Akemi e Miki na garupa.

—Miki, onde vamos agora? Como vamos cuidar dela?— Pergunto alto, por conta do vento.

—Segue a rodovia principal até o quilômetro setenta e dois, lá vire a esquerda e depois digo-lhe o caminho.

— Ok!— Respondo-lhe confiante, com um sorriso aliviado em meu rosto por conseguir passar por tudo o que passamos e estarmos vivas e ilesas, pensando em quando toda essa correria dará lugar a calma que eu tanto clamo ao lado agora não só de Akemi mas de Miki também...


Notas Finais


Obrigada por lerem e sempre me apoiarem e me ajudarem, desculpem algum erro, amanhã corrijo, tô cansada dms..
É nox


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