História Uma história nem tão inexpressiva assim - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Historia Original, Menina, Opinião, Romance, Yuri
Exibições 31
Palavras 910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Eu de novo, espero que gostem!

Capítulo 8 - Mar de sangue.


Fanfic / Fanfiction Uma história nem tão inexpressiva assim - Capítulo 8 - Mar de sangue.

Indo até que calmamente, meu coração já não tinha mais aquele aperto sufocante e doloroso, cheguei, é um prédio com energia, tem luzes acesas e isso é um risco, ninguém pode me ver, estacionei na calçada do outro lado da rua, estou entrando, de fininho para que não me percebam, tem algo estranho na parede, parece ser uma mancha de sangue, um H (ou um A, não dá para distinguir muito bem, curso de caligrafia a gente se liga em você, tá parei), e isso me preocupa, por que você está sangrando? (menstruação, eu sou idiota, não lido bem com situações tensas), mas acho que estou próxima de te encontrar. Continuo subindo as escadarias, seguindo as pequenas manchas de sangue presente nas paredes (ela é esperta, saberia que notariam se fizesse algo grande),já estou no sétimo andar (e estou morrendo por sinal, isso que dá ser sedentária), as manchas pararam aqui, já verifiquei no oitavo não tem mais, tem uma sequência de apartamentos, não sei em qual devo entrar, olharei mais atentamente nas portas, deve haver algo lá, algum outro sinal (eu sabia que você não me deixaria, fica bem, aguenta, estou indo).

Dos vinte oito apartamentos no andar, deparo-me no último, basicamente escondido, com uma mancha de sangue no batente da porta, algo quase imperceptível, mas eu sou boa observadora (e assisto C.I.S), preciso pensar em como entrar, as luzes estão acesas, fiz bem em trazer o espelho, vou coloca-lo embaixo da porta, ver se consigo ver algo. Colocando-o vejo pouco, mas vejo muito, vejo tudo o que precisava ver, vejo Akime, jogada ao chão, ela está pálida, com seu cabelo molhado de sangue (aparentemente) isso me preocupa, já que parece ter uma poça de sangue ao seu redor, eu preciso entrar, parecia que ela estava jogada num mar de sangue, não vejo ninguém além dela…

ESSA NÃO (fodeu, deu merda, corre).

Eu estava olhando pelo espelho, quando de repente apareceu um homem, com o carão lá, preciso correr, subir ou descer? Descer! Não posso ser burra, descendo tenho mais rotas de fuga e esconderijos, descendo o mais rápido que posso, ele está atrás de mim, meus peitos balançam conforme o ritmo que desço as escadas, eles pulam quando eu pulo os dois últimos degraus, e aquele homem grotescamente gigante, com pernas longas, roupas sujas e meio rasgadas, desce mais rápido do que seu peso permitiria (kakaka), estou com dificuldades pra respirar, mas não posso parar agora que eu achei ela. Vou esconder-me dentro dessa loja, no provador, estou entrando na loja, o vejo na rua procurando-me, vou pegar qualquer roupa e ficar dentro do provador. 

Estou aqui, pegando o fôlego que perdi correndo desse brutamontes que corre mais rápido do que eu imaginei que fosse possível pra um cara do tamanho dele ele era muito gordo, daria vontade de abraçar se ele não estivesse tentando me matar, aliás nem sei se el que mesmo me matar, mas prefiro não arriscar (já que vi coisas de mais), estou aqui, vou usar o espelho do provador e o caco de espelho que tenho e tentar ver algo (um espelho refletindo a imagem do outro, colocarei o pequeno na parte de cima, numa diagonal, fazendo com que ele capite a imagem de fora e a reflita no espelho maior do provador). Por enquanto tudo parece calmo, as vendedoras agem normalmente, ele não está aqui, posso descansar um pouco (coisa de dois minutos e sair), já que Akemi não pode me esperar mais, já atingi meu tempo limite. Vou resgata-la logo, sobreviva (por favor)

Essa não, como ele me achou? Eu consigo vê-lo se aproximando, vindo pra esse provador, pegando o espelho e passando por baixo, para o da frente, coloco o espelho no vão da porta para ter uma visão, ele está lá, preciso sair, saindo correndo e batendo a porta (sem querer por ser um desastre), corro em direção a porta de saída, sem que ele me perceba, só ouça a porta do provador batendo, já sai, vou ir até o prédio, eu sei que posso morrer, sei dos riscos, mas valerá a pena, meus pais nunca foram de me valorizar mesmo, só me criticam, sempre me vi como um fardo para eles, então se eu morrer talvez ajude. 

Correndo de volta para o prédio, subindo pelas escadarias de funcionários, acho um machado que os funcionários pareciam estar usando para quebrar os pisos de madeira substitui-los por novos, redecorando, vou até o sétimo andar, correndo mais do que nunca, estou chegando Akemi, resista. Arrombando a porta do apartamento com o machado, sem ligar pra nada, nem mesmo pra mim entro e veem mais dois homens robustos pra cima de mim, sem ao menos pensar, com o machado (que é bem grande e pesado por sinal), decapitei um deles, sem dó ou piedade, o olhando nos olhos e sorrindo, feliz por ter chegado e a encontrado. Fazendo movimentos agora que nem sabia que conseguia fazer, batendo com o cabo do machado na cabeça do outro homem que estava lá, batendo de mais em sua barriga e rosto, até que desmaiasse, eu sinto meu sangue fervendo, eu sinto a emoção a adrenalina, lembrando-me do que acabei de fazer. Recobro minha consciência ao ver Akemi no chão, a tomo em meus braços, ela está muito ferida, não sinto seu pulso, ela está pálida e fria, não… não deixe-me Akemi. 

 NÃO, NÃO, POR FAVOR NÃO!  agora solto gritos desesperados que  saem  do fundo de minha alma.


Notas Finais


Oioi
Consegui trazer os dois capítulos pra vocês, espero que estejam gostando, de verdade, obrigada por todo apoio e carinho pelas minhas palavras. Amo vocês sz
Bj da empada! Ainda não acabou
Final triste.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...