História Uma história nem tão inexpressiva assim - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Historia Original, Menina, Opinião, Romance, Yuri
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Palavras 1.869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi, tudo bem com vocês? Estou trazendo o capítulo nove pra vocês, espero que gostem! Nesse capítulo tive uma ajuda de um amigo meu que eu gosto muito^-^ Arigato Willian Senpai akdjakdksk é noix

Essa é Miki

Capítulo 9 - Miki.


Fanfic / Fanfiction Uma história nem tão inexpressiva assim - Capítulo 9 - Miki.

  Gritos desesperados que saem  do fundo de minha alma.

Ensurdeço-me com meu próprio grito, surpreendo-me com a forma em que as lágrimas caem pelo meu rosto, preciso leva-la pra um hospital, já é mais de meia noite, já não tem mais táxis, muito menos nessa região da cidade, preciso leva-la na moto, mas como?

De repente surge uma menina, um pouco mais alta que Akemi, com um ar tenso, ela sobre com um taco de basebol, sua camisa branca, com um laço preto manchado de sangue, usava saia colegial xadrez preta, meias pretas até quase os joelhos, cabelos longos e azuis, uma blusa de frio cinza, aberta, parece que foi colocada após ser ela se sujar de sangue. Estou segurando Akemi nos braços, com lágrimas nos olhos.

 

 

 Ajude-nos, por favor  Falei em tom desesperado. Qual seu nome? Quem é você? Você vai nos matar? Não importava agora, só queria salva-la.

 

 

  Claro, eu vim fazer isso. Você deixou as suas chaves cair no provador, volte lá para buscar, rápido.

 

 

 Eu vou buscar a moto enquanto outros deles não chegam, desça com ela pela escadaria de funcionários, lá vocês são menos visíveis. Espere-me na rua de trás, mas fique escondida, eu já volto  Eu disse dando-a para a menina, que eu mal conhecia mas que meus instintos disseram que seria o melhor a se fazer, apos isso, sairei sem nenhum pudor, com o machado, que agora é meu nas mãos, dando cobertura a elas, voltarei aquele provador e procurarei a chave. Estou saindo na frente delas, sem chamar atenção, já que haviam outros capangas por lá, na casa percebi que haviam pelo menos vinte pares de sapatos, e isso me preocupa, estou descendo com o machado apoiado nas costas com ela logo atrás de mim, já estamos aqui embaixo, estou vendo-as indo para outra rua, está tudo calmo,e o grandão? Não sei o que houve com ele, estou caminhando bem foda-se pras pessoas (como se passassem pessoas ali aquela hora), correndo vi algo brilhando no chão, e felizmente eram minhas chaves, elas não caíram no provador, elas caíram quando corri de volta para o prédio. Estou pegando-as e indo até a minha moto, coloco o machado no banco, com as lâminas viradas para frente, sento em cima dele, e fico com a bunda bem empinada com o machado no meio de minhas pernas, logo dou partida e vou até a rua.

 

 

 Suba, vou leva-la ao hospital.—Eu grito, a menina subiu na moto, colocando Akemi no meio de nós duas, seu corpo estava frio, então, ela segurou-me, me abraçou na verdade, protegendo assim o corpo de Akemi com o meu e o dela, fui a cento e oitenta por hora, as avenidas, ruas e travessas estavam vazias, já é meia noite e cinquenta, estou correndo muito, com lágrimas nos olhos eu grito ao vento.

  RESISTA AKEMI. —  Mas acho que só o vento ouviu meu apelo.

 Por favor, leve-nos a um hospital mais longe daqui, é para o bem dela.Não tem como eu negar ou pedir explicações agora, então vou apenas seguir o que essa menina diz.

Logo chegamos ao hospital, ela está entrando na emergência, eles estão tirando-nos da sala, e usando o desfibrilador nela, eu não sei se ela está realmente bem, enquanto eu e aquela menina, que nos ajudou não sei porquê estamos saindo do hospital para conversar.

 

 

  Quem é você? Por que nos ajudou? Se você der um passo eu corto sua garganta, explique-se.   Eu não havia pego os canivetes atoa, apesar de particularmente ter gostado mais do machado, sua única desvantagem era seu tamanho, não era algo que poderia ser escondido sem um preparo antecipado.

 

 

  Sou Miki Hioshida, eu sou uma amiga de infância da Akemi, vou te contar agora porque atacaram-a. Pra ela ter ficado ao seu lado, por mais de cinco minutos ela contou-lhe o segredo dela certo? Essa é Mike então, com seus cabelos longos e azuis, olhos azuis, a sua altura? Um pouco mais acima do meu nariz, cobria sua roupa manchada de sangue com uma blusa de frio cinza, que agora estava fechada.

 

 

  Sim, prossiga.  Digo isso com uma cara de má, adoro ser má, isso chega a ser excitante.

 

 

 Bom, as famílias dos meninos que morreram, e todo o resto da vila estavam atrás dela fazia um tempo, eles pagam diversos assassinos de aluguel para mata-la, mas ela sempre fugia, ou os matava   Isso ela não me disse.  O cara que está atrás dela agora não é um assassino de aluguel qualquer, é Kiguye, o irmão de Shoka, um dos meninos que ela matou, que está com ódio querendo vingança, por isso tive que a registrar com outro nome nesse hospital, para que ele não nos encontrasse. Kiguye depois do que houve com o seu irmão, especializou-se em tortura, rastreamento e estudou Akime por anos, e decidiu agora ele mesmo ir atrás dela.  —Teremos que fugir pra longe depois que Akemi for atendida (não quero acreditar que ela está morta), por mais que esse hospital seja longe esse cara a rastreou por tempos, não vai demorar muito até que ele nos encontre. — Quando eu e Akemi eramos pequenas nós sempre brincávamos juntas, eramos melhores amigas—Caguei (isso não é hora pra eu sentir ciúme mas é aquele ditado né, nois vamo faze o que)—Até que começaram a invetar os boatos de que a família dela servia a espíritos malignos e demônios, então minha família afastou-me dela, e ela ficou sozinha, ela sempre esteve sozinha por conta desses boatos, e no dia que ela foi punida daquela forma tão desumana eu não estava com ela, quando ela precisou de mim eu não estava com ela, e isso me mata todos os dias por dentro, depois daquele dia comecei a atentar-me aos papos da vila, e ouvia os vizinhos cochichando sobre tudo, as crianças eram muito amigas minhas então eu tenho olhos e ouvidos por toda parte da vila, já que lá é cheio de crianças, quando fiquei sabendo dos planos de Kiguye eu me preparei para protege-la e estar do lado dela, como não estive das outras vezes quando ela esteve em apuros. Eu tentava sair, tentava ajuda-la mas meus pais não deixavam e me batiam por estar protegendo um “demônio”, e eles forçaram-me a ver ela sendo abusada. Eu fugi, por meses estive atrás dela, mas ela estava sempre fugindo e eu não conseguia a acompanhar, sempre a perdia, ela sempre dava um jeito de sumir.Sei que é errado pensar isso mas, será que elas eram apenas amigas mesmo? Paranoias me invadem como uma doença contagiosa que se espalha rapidamente pelo organismo, eu quero mata-la, mas não posso, ela é tão doce quanto Akemi e cheira a tutti-fruty, parecem duas doces flores que precisam de cuidado, por mais que ela não tenha sofrido o que Akemi sofreu, talvez ela tenha sofrido pior, que foi vê-la sofrendo tudo o que ela sofreu gostando tanto dela e não podendo fazer nada, simplesmente olhando quem ama sofrer sem poder sequer ajudar. 

 

 

 E você, quem é?  Disse Miki interrompendo meus pensamentos.

 

 

  Sou Hitome, a conheci hoje, e não posso perde-la, sei que é estranho mas ela fez-me sentir coisas que eu nunca havia sentido, sentimentos sinceros.  Disse com a minha cara sem expressão. 

 Parei pra pensar e eu percebi que gostei da sensação de matar alguém, eu estava sorrindo quando decapitei aquele cara, eu estava feliz enquanto batia no outro o deixando inconsciente, eu queria continuar, eu queria matar a todos, eu me senti tão bem naquele momento, foi algo doentio e libertador, é como se eu sempre quisesse fazer isso, mas não tivesse coragem, ou simplesmente tivesse repulsa. Foi uma sensação inesquecível, incrível, alucinante, e eu sinto que quero e preciso de mais disso, foi uma sensação de paz e saciedade maravilhosa, foi fantástico ver o sangue em meu machado, rosto e pelas paredes e chão, foi excitante ver e sentir a lâmina do meu machado passando por cada tecido corporal daquele homem, até arrancar-lhe a cabeça por completo, ver o sangue daquele cara que eu espanquei em minhas mãos, e no cabo do machado me levaram ao delírio, ver aquela quantia de sangue causada por mim espalhada por todo apartamento quase me levou a um orgasmo, na verdade enquanto estava matando aquele homem, tive a mesma sensação de ter um orgasmo, foi flamejante, meu corpo todo se esquentou na hora, só de lembrar-me chego a ficar molhada, e abro sorrisos pensando no que fiz, seria eu um ser humano tão horrível quanto os outros? Não sei, mas sei que gostei, não sei se tudo isso foi por aqueles homens terem machucado Akemi, mas foi tão prazeroso fazer aquilo, e eu quero fazer isso mais vezes.

—  Sei, eu entendo como é isso, sinto o mesmo por elaAs pessoas imploram pra morrer né.

 

 

— Miki, você quer ajudar-me a cuidar dela? Akemi não é a única que precisa da minha proteção.— Eu não acredito que disse isso. Sinto que tenho que proteger Miki, assim como Akemi, meus instintos me dizem isso, dizem que isso é o certo a fazer, mas ela parece ser menos sensível, e no momento quem mais precisa de mim é Akemi, que agora eu não sei se está morta ou viva. 

 

 

— Ficaria grata, você é tão sexy, seus peitos são tão grandes que me dão água na boca, essa sua camiseta tão curtinha cobrindo apenas os seus mamilos que agora estão durinhos por conta do frio ou de seus pensamentos.— Ela está se aproximando muito, estou corada.

 

 

—  Obrigada, eu acho. Miki onde você conseguiu esses respingos de sangue que estão em sua roupa?—  Perguntei fechando meu sobretudo para cobrir meus peitos.

 

 

— Ah, tinha um cara grandão, ele estava atrás de você, eu a segui para chegar até Akemi, eles me apagaram e jogaram-me na lixeira achando que eu estava morta quando ela foi levada, e eu estourei os miolos dele com meu taco.  — Ela disse isso gesticulando com as mãos um sinal de esmagamento, e com um sorriso que agora eu entendo. As pessoas criam os chamados “monstros” que é o que somos agora, mas não importo-me de ser chamada assim, eu quero matar, eu gostei disso e sei que Akemi e Miki também.

 

 

— Entendi, obrigada por dar conta dele, qual sua Idade Miki?

 

 

—  Tenho quinze também, eu e Akemi somos da mesma idade, eu sou só mais alta e menos fofa que ela, e você?

—  Isso não é totalmente verdade. Você é fofa de mais, porém seu corpo é mais sexy, você não tem aparência de criança, e isso te deixa menos fofa, mas seu jeitinho é completamente fofo. Tenho dezesseis. 

 

 

— O-obrigada Hitome- Senpai—  Ela está dizendo isso tão coradinha, com esses cabelos azuis lindos, que fofinha.

— De nada Miki-chan. Vamos entrar, e ver se tá tudo bem.

— Sim, vamos.

Preciso perguntar, eu não gosto de se quer pensar nisso, nessa possibilidade, mas a minha curiosidade e preocupação com ela e comigo fala mais alto do que meu medo de receber a resposta dela.

  Você acha que ela está morta?  Pergunto aflita.


Notas Finais


Espero que estejam gostando, caso achem erros por favor me falem, sou humana e também erro HAHSJS, beijos da empada!


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