História Uma Maid em Apuros! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Vocaloid
Tags Akaito, Drama, Gablychan, Hatsune, Kaito, Lily, Maid, Miku, Quadrado Amoroso, Romance, Shion, Taito, Tonio
Exibições 85
Palavras 2.578
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Harem, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


¬¬;
...
...
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...
Bom, Plágio é crime... Não pratique nem aceite. ;u;
- Imagens da internet, a arte não é minha.
- Os Vocaloids não me pertencem.
Fim. '-'

Bom, antes de eu levar um pedrada, deixe eu me explicar! (Se é que tem como;) Essa fic já estava com o roteiro pronto; eu já sei tudo que vai rolar, com quem a principal vai terminar, os personagens que vão dar as caras, os mistérios estão desenvolvidos, e ela vai ter apenas 10 capítulos. Dependendo da minha força - porque eu estou HORRÍVEL esses dias - devo estar terminando ela em pouquíssimos dias.
É uma fic de Harém Invertido (são 3 moços, acho que isso já é considerado harém, sei lá '^'), COM MUITAS CENAS ECCHIS, mas NÃO HAVERÁ HENTAI! ^^

"Ah, e SOS???? Elas por Eles??? Oh, my Boy!????", eu tô tentando, juro. ;-; Mas está difícil. Isso não significa que eu desisti, tanto, que eu estou tentando não me manter parada, escrevendo coisas pequenas para não ficar ainda mais presa nesta teia. ;u;
Como esta daqui já estava pronta, e eu ia postar ela num futuro próximo, pensei "por que não?" e aí está ela. ;-;

Acima de TUDO, espero que gostem.
E não me esganem, please... Eu realmente tentei, e ainda estou tentando. ;^;
Boa leitura!

Capítulo 1 - A garota e os trigêmeos


Fanfic / Fanfiction Uma Maid em Apuros! - Capítulo 1 - A garota e os trigêmeos

Uma Maid em Apuros!

1. A GAROTA E OS TRIGÊMEOS

 

1º Dia

– Chitose, província de Hokkaido;

(Bosque)

 

Uma forte chuva caia no momento em que Hatsune Miku corria para longe, carregando uma mala grande e pesada. Sua casa, no momento em que fugiu, estava com as luzes apagadas, com certeza, a garota tinha saído no momento certo. Sua madrasta e o filho da mulher, sem dúvidas, estariam dormindo.

Uma última vez, a Hatsune olhou para trás, vendo a enorme casa que morava antes, mas agora de longe. Estava ofegante, não suportava mais correr. “Desculpa, pai”, a garota pensou, voltando a correr.

***

Parou já longe, quando a chuva estava franca. Por algum motivo, seu corpo enfraquecia, e sua visão ficava meio turva. Percebendo os sintomas, Miku alterou-se e largou a mala no chão terroso. “Não! Será que eu estou ficando doente?!”, perguntou-se, colocando ambas as mãos no pescoço. Mas não teria como ela saber se estava ficando com febre desta forma, o que denunciava era o fato de sua visão querer escurecer.

— Preciso ser rápida...! — Miku ajoelhou-se próxima a sua mala, vasculhando o bolsinho da mesma.

Tira uma foto de lá; na imagem, estava sua mãe biológica, Lily, abraçada com três meninos idênticos, mas com cores de cabelo diferentes. Quando Miku completou seis anos, Lily abandonou a ela e a seu pai; foi para o exterior casar-se com outro. Mas a Hatsune lembrou bem as últimas palavras da mãe:

 

“Miku, a mamãe vai embora; vou deixá-la com seu pai, você deve continuar ao lado dele, sempre. Entretanto, se quiser me ver, sem dúvidas daqui a um tempo eu estarei em Chitose novamente. Sei que se pedir com jeito para seu pai, ele a levará para me visitar. Eu estarei nesta casa, o endereço está atrás desta foto. Mostre-a ao seu pai.”

 

Depois disso, Lily foi embora, carregando sua enorme mala. Miku nunca contou ao seu pai da foto ou das palavras da mãe; mesmo pequena, carregou mágoa da própria. “Eu não sei onde estou... Devia ter pedido alguma informação”, pensou a Hatsune, tonta, já mancando.

Estava no meio de um bosque, o chão estava cheio de lama e seus sapatos delicados estavam completamente sujos, mas nada se comparava a viver naquela casa. A Hatsune não teve outra alternativa.

Sua visão turva e cansada capturou uma silhueta ao longe. Miku não soube identificar se era um homem ou mulher; a pessoa estava parada, segurando um enorme guarda-chuva. Pelo menos a cor roxa do objeto ela pode ver bem. Enquanto se aproximava com passos tortos, percebia que era não uma pessoa, mas duas.

Dois homens.

O do guarda-chuva se vira para ela. Tinha cabelos rubros e olhos de mesma cor. Assustou-se ao vê-la. O outro Miku não pôde ver, mas ele parecia enterrar algo naquela terra molhada. Sem mais suportar, a Hatsune desmaia nos pés do rapaz com cabelos vermelhos.

— E-Ei!!!

***

Quando abriu os olhos, Miku estava em um quarto luxuoso; deitada em uma cama três vezes maior que o seu corpo. Sentou-se depressa; estava coberta da cintura para baixo com um cobertor grosso vermelho. Não estava mais vestida com as roupas de antes. Usava uma camisa social masculina. Corou ao perceber que não estava usando nada por baixo naquela vestimenta fina. “Q-Quem me trocou?!”, pensou a Hatsune, tentando se lembrar das últimas cenas antes de desmaiar.

Suas lembranças pararam no rosto pálido e no lindo par de olhos vermelhos que a fitaram com desespero.

Miku se desesperou e arregaçou as mangas da blusa; queria ver se as pulseiras ainda estavam ali. “Por favor, estejam aqui”, pensou; abriu os olhos devagar para ver se ainda estavam. Estavam. As duas pulseiras brancas ainda cobriam bem os seus pulsos. Miku suspira, aliviada.

— N-Não é hora para isso — disse, olhando por todo canto do quarto. — Preciso saber onde estou e ir embora. Tenho que encontrar aquela casa...! — dizia Miku enquanto se livrava dos cobertores, indo atrás de sua mala. Não a encontrava em lugar nenhum. — Droga! Não tem jeito. Vou ter que encontrar os donos da casa — interrompeu sua frase, olhando novamente para aquela roupa indecente. — ARGH! Quem me vestiu assim?! — choramingou.

“Uma garota?”, Miku ouviu uma voz masculina, acompanhada de alguns passos que pareciam se aproximar. Paralisou. “Foi a primeira vez que vi seios fora da tela de computador”, uma segunda voz, mais calma e também masculina, comentou. Miku corou, segurando os próprios seios. “Ela é uma gracinha”, agora, uma terceira voz – mais grossa e familiar para a Hatsune – falou.

— Preciso fazer algo! Se eles me verem assim... Eles podem...

Miku pensou rápido. Correu até a janela e abriu-a, para que aqueles desconhecidos pensassem que ela pulou para fugir. Depois, pulou para debaixo da cama, onde tampou um pouco o nariz e a boca para sua respiração não sair muito alta. A Hatsune estava acostumada a fugir dos lugares, aquilo não era nenhuma surpresa.

Pouco depois, a porta do quarto se abriu e Miku só pôde ver os pés caminhando pelo cômodo. Pareciam pasmos. “Por favor, não olhem embaixo da cama...!”, Miku pediu com força em seu pensamento e os três desconhecidos pareciam resmungar pela sua ausência.

A janela estava aberta antes? — a voz calma perguntou.

Tenho certeza que não — a mais grossa respondeu.

Então ela deve ter pulado — a primeira voz comentou, meio assustada.

Mas que garotinha suicida — a voz mais grossa falou. — Estamos no quarto andar!

Melhor irmos checar — sugeriu a primeira voz, e os três correram para fora do quarto.

Vendo que estava sozinha, a Hatsune soltou o nariz e a boca, soltando um suspiro de puro alívio. Agora, precisaria arrumar um jeito para sair daquele quarto sem ser vista. Antes de tomar qualquer ação, parou; estava se esquecendo de algo. Miku bateu na própria testa.

— ...Minha mala — cochichou.

Seus pés esbarravam em algo estranho; Miku se contorceu um pouco mais para ver e quando se deu conta, estava pisando em sua própria mala. Aqueles estranhos tinham posto embaixo da cama. Pela segunda vez, Miku suspira aliviada. O ruim, é que ela não teria tempo para trocar de roupa; tinha que dar um jeito de sair dali, depressa.

Ela ainda parecia estar resfriada, seu corpo ainda estava fraco. Porém, a Hatsune não pensou duas vezes. Com tonteira e tudo, pegou sua mala e saiu debaixo da cama. Correu para fora do quarto e se surpreendeu quando uma mão forte a agarrou pelo braço, pondo-a contra a parede.

O rapaz de cabelos e olhos rubros a encarou de cima para baixo, mostrando um olhar nada puro. O sorriso muito menos. Só de olhar para ele, os joelhos da Hatsune começavam a tremer.

— ...Que foi? Parece que viu um fantasma — finalmente o ruivo falou, sem tirar aquele sorriso provocante dos lábios.

Miku não responde.

Estava amedrontada.

— Olha... Quando você caiu que nem jaca madura na minha frente, pensei que você fosse mais lerda. Mas vejo que os lerdos são os meus irmãos — ele ri.

Miku força os braços para escapar, mas o ruivo – usando apenas uma de suas mãos –, prende os pulsos da Hatsune acima de sua cabeça, deixando-a em uma posição erótica e provocante. Pela febre, a garota ainda ofegava, o que não a ajudava muito naquela situação.

— Nossa, você é uma gracinha — comentou, olhando-a de cima para baixo com desejo. — Mas é feroz e perigosa.

O homem desce os lábios até o pescoço suado da Hatsune, trazendo a ela estranhos arrepios. Desesperada, e não vendo outra saída, Miku usa uma das pernas e a acerta com um chute bem forte no meio das pernas do ruivo. Imediatamente, ele a solta, caindo no chão em posição fetal e urrando de dor.

Ofegante, Miku pega a mala que estava no chão, correndo dali em pensar duas vezes.

— E-Espera...! — o ruivo reclamou no chão, vendo-a fugir; usava as mãos para segurar as partes íntimas.

Miku, correndo pelos corredores, procurava uma escada. Lembrou-se dos desconhecidos falando sobre ali ser o quarto andar. Depois de uma volta inteira, encontrou a bendita, mas para o azar da Hatsune, um homem de cabelos azulados estava subindo para o quarto andar; estava indo ao encontro do ruivo agredido por Miku.

Os olhos de um azul limpo a fitaram com espanto, assim como os de Miku.

Eles se encararam por um tempo.

Miku estava perdida.

— ...Você-

— Não se aproxime! — Miku usou a mala de ameaça.

O de cabelos azulados junta as sobrancelhas, rindo.

— Você vai me acertar com esta mala?

— Se tentar algo estranho comigo, vou!

O azulado, sorrindo, levanta as mãos.

— Tá, vou deixar você descer — ele anda para o lado, dando espaço para a Hatsune passar. — Afinal, essa sua mala parece mesmo ameaçadora.

Miku cora, claro que isso era uma armadilha. Ela juntou as sobrancelhas, afastando os passos quando viu que o homem caminhava para o lado, ainda dando o espaço necessário para que ela escapasse.

Ele ri, percebendo que a garota estava desconfiada.

— Vamos, passe! — falou, vendo-a recuar.

— N-Não vou cair nessa! — Miku ainda usava a mala para se proteger. — Você vai esperar eu passar para me agarrar! Eu não sei quem são vocês, ou como eu vim parar aqui, mas eu tenho que estar em um endereço o mais breve possível!

O homem continua com as mãos para o alto.

— Hum? Endereço? Me diga, quem sabe eu possa ajudar?

Miku ainda mostrava uma face desconfiada.

Ainda usando a mala de escudo e estando o mais longe possível do azulado, ela diz:

— Estou procurando a residência Shion.

O azulado tira a expressão de sarcasmo e, de repente, fica pasmo.

— S-Shion?

— Isso mesmo! Você a conhece...?

— KAITO! — um berro desesperado vem do outro lado; Miku e o chamado de Kaito, se viram para ver de quem se tratava. A Hatsune entra em desespero ao perceber que era o mesmo ruivo tarado de antes. — SEGURA ESTA GAROTA, NÃO A DEIXE ESCAPAR!

Sem pensar duas vezes, Miku sai correndo e passa por Kaito, ele não a segura. O ruivo para ao lado do azulado, berrando com ele pelo o mesmo não ter feito nada. Pelo menos a adrenalina no corpo da Hatsune estava vencendo aquela febre que adquiriu no meio de toda aquela chuva. Não tardou e Miku chegou ao andar térreo da enorme casa – que mais parecia um castelo.

A enorme porta da frente estava aberta. “Liberdade”, Miku pensou animada, mas, no momento em que ia passar pela porta, um terceiro rapaz aparece. Ele estava cheio de ataduras na cabeça, rosto e pescoço; mais parecia uma múmia. Um dos olhos estava coberto, mas a Hatsune pôde perceber o tom arroxeado do olho livre das ataduras. O cabelo, também roxo, estava coberto de lama. O homem estava coberto de lama, sujando toda a entrada.

— KYAAA! — Miku berrou ao colidir com o arroxeado cheio de lama; ambos foram ao chão.

Neste momento, Kaito e o ruivo de antes apareceram na parte de cima da escada. O ruivo ria da cena e o azulado estava indiferente aquilo tudo.

O de cabelos roxos passou a mão na cabeça, abrindo os olhos devagar. Miku estava um pouco à sua frente, agora, toda suja de lama. O olho livre das bandagens arregalou-se; Miku parecia muito mais atraente naquela posição e aparência. Ele engoliu seco; “que linda”, pensou, pasmado.

Vendo que estava encurralada, Miku se levantou depressa, recuando os passos. O arroxeado também tinha se levantado e, sem querer, bloqueava a porta. O ruivo e Kaito desciam a escada e iam na direção dela. “Estou perdida, e eu nem mesmo reencontrei a minha mãe”, Miku pensou, dando passos para trás.

Um pouco atrás dela, tinha um pilar; este suportava um vaso grande de porcelana fina.

— AH- — os três homens berraram ao mesmo tempo, paralisados.

As costas de Miku esbarram no pilar.

Ela sente e se vira.

Assusta-se imensamente ao ver que o vaso de porcelana já ia de encontro ao chão. “Essa não!”, pesou em desespero, debruçando-se no pilar para segurar o enorme vaso, mas ele não tinha alças por onde ela pudesse segurar. A escultura de porcelana cai, estilhaçando-se em pedaços que demorariam horas para se contar.

Miku travou, ainda olhando para o vaso.

Quando finalmente se vira, os três estavam parados às suas costas, fitando-a com olhares que tinham misto de desespero e seriedade. Os joelhos da Hatsune voltam a tremer, estando ela sob aqueles olhares assustadores. “Já era; agora sim, já era!!”, pensou, sem saber mais como fugir.

— O vaso do papai — o arroxeado comenta, pasmo.

— Caramba — Kaito nega com a cabeça, como se estivesse decepcionado, mas só estava debochando com a situação.

— Agora, vai ter que pagar com seu corpo, bonitinha — o ruivo comentou, olhando sério para os estilhaços no chão.

— Q-Que mané corpo! — Miku berra e os três a olham. — Eu nem sei quem são vocês! Isso foi um acidente! Eu estava desesperada!

Kaito olha para ela, depois para os estilhaços.

— Ok, compreendemos, mas “desespero” não cobre 800.000.000 de Ienes — o azulado comenta.

Miku estatela.

— Oi-Oitocentos?

Kaito sorri para ela.

— Bom, já que chegamos até aqui, deixe-me nos apresentar. Sou Shion Kaito — ele sorri, curvando-se como um cavalheiro e beijando a mão de Miku; ela cora e ele se afasta. — Esses são os meus irmãos; Shion Akaito — ele aponta para o ruivo sorridente — e Shion Taito — aponta para o homem das bandagens.

Miku cerra os olhos, percebendo algo importante:

— Espera! Você disse... “Shion”?

— Isso mesmo! — Kaito sorri.

— Então, aqui é a residência Shion?!

Akaito bufa.

— Caramba, hein! — ele cruza os braços. — Cadê sua esperteza?!

Miku o fita irritada, desviando o olhar para Kaito.

— ...Então, a Kanagawa Lilyan mora aqui? — Miku faz mais uma pergunta.

Os três se surpreendem.

— “Kanagawa”? — Akaito pergunta para Kaito.

— Não era o nome da nova esposa do pai? — Taito comenta.

Miku dá um passo à frente dos três.

Minha mãe é mais conhecida como “Lily”!

Novamente, os três se espantam.

— Você é filha daquela mulher? — Kaito indaga.

Miku afirma com a cabeça.

— Eu vim pedir abrigo à minha mãe. Minha casa desmoronou e eu não tenho onde viver — Miku mentiu; eram pessoas estranhas, ela ainda não confiava totalmente neles. Sem falar que quase foi violentada por um deles.

— Bom, nosso pai e a Senhorita Lily estão em uma viagem de negócios. Não sabemos quando eles irão voltar — Taito explica.

Miku junta a sobrancelha, ajoelhando-se no chão. Finalmente, tinha perdido as forças. “Sem minha mãe aqui... O que eu vou fazer?”, perguntou-se em pensamento, mais uma vez sem saída. Akaito decide se aproximar, ajoelhando-se próximo à Miku; ela o fita e se assusta ao perceber que se tratava dele. Fugiria, mas Akaito a segura pelo ombro, rindo.

— Bom, já que você passar um tempo na residência Shion, terá que pagar o preço do vaso de porcelana do pai.

Miku engole seco.

— O que você quer que eu faça?! Eu não tenho dinheiro!

Kaito bate uma palma, chamando a atenção dos três.

— Então trabalhe para nós — sugeriu o azulado.

— Eh?

— Como a nossa “maid”. (* “Maid”, tradução de “empregada” para o inglês. A “Maid” também é um dos maiores fetiches dos japoneses.) — Kaito continuou.

— EH?! — Miku berrou, claro, agora que tinha achado a nova casa de sua mãe, ela não tinha mais onde ficar.

“Qua-Qual o problema desses três?! São os trigêmeos da foto?! Não pode ser”, Miku pensou, enquanto era observada pelos homens de todas as maneiras possíveis. Não tinha jeito, teria que trabalhar como empregada para os três marmanjos por um tempo; e se eles abusassem, era só tentar usar a força bruta ou sair correndo. Era isso, ou voltar para sua casa.


Notas Finais


Desculpe se eu deixei escapar algum errinho. Eu estou precisando hibernar.
Não tenho dormido bem e acho que isso é o motivo de estar sendo TÃO difícil me concentrar no roteiro. O incrível, é que "SOS" está praticamente pronto. Para as coisas que estavam sem solução, eu dei até um jeito bom, só falta mesmo passar para o Word. Esse tempo pra mim tá meio ruim... Eu não estou conseguindo me concentrar e tô escrevendo Ones ou Fics pequenas para não perder o foco.
Bom, desculpe ao pessoal que está esperando o resultado do roteiro.
Ainda está de pé, mas eu estou tentando me organizar melhor. ;-;

Bom, espero que tenham gostado!
E shippem à vontade! kkk
E vão pensando aí quem eu escolhi pra ficar com a Mikulina no final! MUAHAHAHAHA~

Dica: xxxxxxxxxxxxx, um dia, quem sabe. kkk XD

KISSUS!!! *3*

(AAAH! E pra quem está esperando minha resposta em "Duas Caras" e em outras fics, eu vou responder TODO MUNDO! É que eu tenho mensagens - do ano 2000 - para responder e muitos comentários; vou tirar a minha preguiça para responder a todos, prometo! Muito obrigada pelo apoio! Desculpem eu ser preguiçosa e desorganizada pakas. ;-; Não me odeiem.)


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