História Uma Maid em Apuros! - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Vocaloid
Tags Akaito, Drama, Gablychan, Hatsune, Kaito, Lily, Maid, Miku, Quadrado Amoroso, Romance, Shion, Taito, Tonio
Exibições 72
Palavras 2.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Harem, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


COMO...! COMO...! FOGUEEEEEETEEEEE!!!! (One Piece dublado, bons tempos kkk)

Bom, batatada, aqui está!
Bem rapidinho!
Se eu for neste ritmo, até o fim da semana ela estará concluída. ^^

UM OBRIGADÃO ao pessoal que favoritou e comentou até agora, me iluminou! >..< Sei que quando escrevemos não devemos nos alimentar disso, mas é impossível, gente! Inspira. Isso é fato. kkk' Espero que gostem deste capítulo, escrevi com muiiiiiiito carinho! *w*

~Boa leitura!

Capítulo 2 - Estreando a vida de Maid


Fanfic / Fanfiction Uma Maid em Apuros! - Capítulo 2 - Estreando a vida de Maid

2. ESTREANDO A VIDA DE MAID

 

2º Dia

(Quarto de Miku – Residência Shion)

 

— Hum — Miku murmurou enquanto dormia profundamente, agarrando-se ao enorme travesseiro que era tão macio, que fazia bem à sua coluna cheia de lesões. Sua casa era bonita e tudo mais, espaçosa, mas tinha tempo – muito tempo – que a garota dormia tão bem.

Depois de ser anunciado seu “novo trabalho”, Miku ficou um pouco chocada; claro. Ainda jantou a comida feita por Taito, ou pelo menos tentou. A aparência era péssima; arroz queimado, carne emborrachada – Miku ainda se perguntava como o cara conseguia queimar o arroz se tinha uma máquina apropriada para o cozimento.

— Huum — um ser murmurou, adormecido bem atrás de Miku. Ele se encaixou mais à garota, envolvendo seus braços na cintura da adormecida. Sua mão boba vai até o seio direito da Hatsune, onde ele aperta e Miku acorda de imediato, com os olhos arregalados.

Ela contorce a cabeça de forma roborizada para baixo, vendo a mão firme apertando seu seio; depois, contorce novamente para trás, vendo Akaito com um sorriso bobo e com os cabelos vermelhos mais arrepiados que o normal. Ele parecia estar sonhando. “Sim, faça o que eu quero”, sussurrou de forma manhosa, apertando e desapertando o seio da garota mais algumas vezes.

Miku paralisou.

***

Taito e Kaito estavam sentados à mesa, esperando que Miku acordasse para preparar o café da manhã. Taito brincava com uma caveira de cera sobre a mesa; Miku ainda não sabia, mas o das bandagens era um adorador de coisas assustadoras, principalmente de filmes de horror dos mais pesados. Kaito lia um livro de bolso sobre mistérios; não tinha interesse em nada em particular, fazia o que dava na telha para passar o tempo.

— Estou com fome — Taito largou o crânio por um momento, alisando o abdômen; olhou para Kaito e o Shion abaixou o livro. — Não é melhor eu cozinhar como sempre?

— Está brincando? Temos uma maid, por que trabalharíamos?

— Porque eu estou com fome! — Taito resmungou, sombrio; notou que algo estava faltando. — Ué, onde está Akaito?

Kaito pega o livro novamente para voltar a lê-lo.

— Ele ficou impaciente e disse que iria acordar a nossa hospede, pessoalmente — Kaito respondeu com um tom desinteressado.

KYAAAAAAAAAAAAAAAAH!

O berro feminino, quase que ensurdecedor, não só assustou a Kaito e Taito, como fizeram eles derrubarem seus pertences. Quando o barulho passou, os dois se entreolharam assustados. Desfizeram o espanto, mostrando expressões indiferentes enquanto pensavam no óbvio:

— Akaito não consegue segurar o fato de uma garota bonita estar morando conosco — Kaito fala, rindo.

— Acho que não — Taito concorda, também rindo.

***

Akaito alisava a cabeça com força, mostrando sua dor na expressão facial. Miku tinha o feito rolar bruscamente para fora da cama e o homem acabou batendo a cabeça com força na cômoda. A Hatsune estava de pé sobre a cama, com lágrimas nos olhos. Segurava o travesseiro – quase maior que ela –; a garota parte para cima de Akaito, não dando nem tempo do Shion respirar.

Ela lhe acerta vários golpes de travesseiro.

Kaito e Taito aparecem na porta e acabam assistindo à cena.

— Pervertido...! Eu. Te. Odeio!!!! — Miku, a cada palavra, acertava um novo golpe de travesseiro nas costas do ruivo, que ainda parecia estar com sono e dor.

Taito levanta a mão.

— M-Miku-san — Miku, ofegante e impedindo o centésimo golpe, olha chorosa para os dois irmãos na porta. — É-É que estamos com fome.

Miku olha para Akaito, parecia que ele não iria se mexer; estava deitado de bruços aos seus pés. Kaito a olhou com um sorriso nos lábios; a garota era interessante, não tinha como negar. Suas reações e atitudes eram diferentes de tudo que ele poderia imaginar; as garotas do seu antigo colégio – na época que ainda estudavam – eram loucas para serem atacadas por eles, principalmente por Akaito. O Shion nunca tinha encontrado uma garota que pensasse o contrário.

Miku suspira, abraçando o travesseiro.

— Desculpa, acho que eu dormi demais. Vou preparar algo.

Ela vai até a cama e deixa o travesseiro por cima; Kaito chama sua atenção:

— Melhor encarar seu trabalho com mais seriedade — falou, mostrando desinteresse; Miku o fita. — Você é uma maid; precisa acordar antes dos seus “mestres” para preparar a refeição.

— Desculpa, mas... Eu não tenho um despertador.

— Hum... — Kaito responde, arrastando a voz; depois de Akaito, Kaito era o mais problemático para Miku; ele estava sempre fazendo aquela cara de quem não liga para nada; era difícil saber o que estava passando por sua mente. — Bom, vamos; também já estou com fome.

Kaito sai e Taito vai logo atrás dele.

Miku suspirou e saiu do quarto, nem mesmo deu bola para o homem ruivo caído no chão. Desceu as escadas atrás de Kaito e Taito. Chegando à cozinha, começou a preparar um café comum, que costumava fazer muito para sua madrasta e para o filho da mulher. Panquecas doces. Enquanto misturava a massa com habilidade, Taito apareceu na porta da cozinha para espiá-la.

O cabelo preso e o pijama davam um ar sexy para a garota, claro, na opinião do de bandagens, que ficou hipnotizado pela parte de trás do pescoço da garota. Seus lábios pareciam estar sendo puxados.

Tudo que precisava saber sobre a cozinha, Kaito já tinha explicado à Hatsune; ela só foi se organizando. Separou a massa bem batida sobre a bancada, colocando uma frigideira sobre o fogão elétrico. Era uma casa enorme, que só tinha ela como empregada. Realmente, Miku teria muito trabalho a fazer depois daquele café.

No momento em que derramou a massa na frigideira para fritá-la, sentiu alguém segurando-a por trás. De cara, percebeu que não era Akaito, mas ainda assim era assustador. As mãos trêmulas meio que denunciaram. “Ta-Taito”, Miku pensou, tentando contorcer um pouco o pescoço para vê-lo.

O Shion cola os lábios gélidos no pescoço quente de Miku.

— ...Ah! E-Espera aí — Miku tenta se afastar, mas Taito a segura mais firme. Lembrou-se do que Akaito estava falando na noite passada; realmente, era divertido se aproveitar dela. — Ta-Taito...!

O rapaz, de olhos fechados, sobe  o nariz para a nuca de Miku, sentindo o cheio suave dos meus cabelos naquela região. As panquecas queimam, dando um mal cheiro. Miku se desespera, tentando se soltar, não só para se livrar do ataque, como para baixar o fogo do fogão. Ainda com o nariz colado ao pescoço da garota – e prendendo-a pela cintura –, o Shion passa os dedos magros pela trempe, desligando-a.

Ele comete o erro de virá-la, vendo seu olhar feroz para ele. Miku agarra o pulso do rapaz, acertando um forte tapa em sua face; um tapa que ecoa por toda a cozinha. Pasmo, o Shion coloca a mão na bochecha agredida, dando alguns passos para trás. Ele fica um tempo com o olhar fixado na beleza exótica que a Hatsune exalava enquanto fazia aquele olhar, que dava um ar de assassina a ela.

O Shion cora.

Ele não era só um amante de terror, mas tinha um pouco de masoquismo correndo nas veias. Miku parecia poder fazer de tudo, tudo mesmo, para se proteger. Isso era admirável.

— Some daqui! — Miku disse com um tom autoritário.

Taito sorri; um sorriso bobo, que não parecia ter malícia.

— Você tem uma nuca cheirosa — Taito diz, tímido enquanto encarava o chão.

 Miku cora, engolindo seco.

— A-Anda! Você estragou o café!

Taito afirma com a cabeça, saindo da cozinha. Dos três, ele parecia ser o mais fácil de se lidar. Miku suspira; “acho que vou ter que praticar as minhas autodefesas nesta casa; não tenho nada mais a fazer”, pensou enquanto fitava a panqueca queimada e grudada na frigideira.

Depois arrumar a bagunça que Taito ajudou a fazer, Miku comeu com os irmãos Shion. Não fez muita questão de conversar com eles, apenas comeu e levou os pratos sujos – seus e dos marmanjos que tinham vinte anos na cara. Lavou a louça e tomou um banho rápido, colocando uma roupa larga para começar a limpeza. Miku achou mais fácil começar pelos quartos, a casa tinha muitos, mas ela começaria pelo dos rapazes.

Era fácil de identificar as portas. Os nomes estavam escritos nelas, em plaquinhas; bom, a de Kaito e Taito. No quarto de Akaito – que sem dúvidas era dele –, só tinha algumas faixas da polícia, sem dúvidas personalizadas pelo próprio. Estava escrito coisas como “não entre”, “acesso proibido”; naquele momento, Miku pôde ver o quanto homens podiam ser bem infantis quando queriam.

A Hatsune arrastou o material de limpeza até o quarto de Taito.

Virou a maçaneta e acendeu as luzes.

Seus olhos se arregalam, Miku estava assustada.

— I-Isso é — balbuciou, pasma.

O quarto estava cheio de caveiras – provavelmente de plástico – e modelos anatômicos com faces surreais. Algumas velas negras estavam grudadas na madeira do criado-mudo, provavelmente, tinham sido usadas na noite passada ou anterior. Sem falar que não tinham muitos móveis, somente uma cama, um criado-mudo e uma escrivaninha com um notebook por cima. As paredes estavam com vários pôsteres de filmes de terror, rasgados.

— Gostou dos meus brinquedos? — Taito sussurrou próximo ao seu ouvido e Miku saltou para frente, berrando.

Olhou assustada para o Shion.

Ele entrou, passando a mão no primeiro modelo anatômico ao seu lado.

— Na noite passada, Akaito estava me ajudando a enterrar um deles.

— P-Por isso você estava cheio de lama...

— Ah... Dá uma sensação tão boa. Só tem graça enterrar em noites chuvosas.

— Ma-Mas para quê fazer isso?! — Miku perguntou, começando a se assustar.

Taito olha para ela, sorrindo.

— Faz eu me sentir um coveiro, enterrando um corpo morto. Eu compro esses modelos pela internet; é viciante, você deveria tentar um dia. Ah! Vou esculpir um crânio para você com parafina.

Miku dá um passo para trás enquanto o das bandagens abaixava-se ao lado do criado-mudo para procurar alguma coisa. “Melhor eu começar pelo quarto do lado”, concordou a Hatsune, dando um risinho nervoso para Taito, que tirava um bloco grande de parafina da parte debaixo do criado-mudo.

— Ta-Taito, e-eu vou limpar ali do lado.

— Ah, ok! Depois passe aqui, vamos nos divertir — Taito sorria ao dizer; Miku não sabia como uma pessoa podia dizer uma frase com uma conotação tão pervertida, de forma tão “inocente”.

Ela corre para o quarto de Kaito, arrastando todo o material de limpeza. Abre, entra e fecha a porta. Garantindo, para que ninguém entre enquanto ela estiver trabalhando. Vendo que estava finalmente sozinha, a Hatsune suspira, colocando a mão sobre o peito para dar ênfase ao seu alívio.

Pelo menos o quarto de Kaito era comum; a única coisa que chamava atenção, era a extensa estante de livros. Sorrindo, a Hatsune se aproximou. “Papai também gosta muito de ler”, ela tira um livro qualquer da estante, fitando a capa. Seus olhos se arregalam. “Arte do Sarcasmo”, ela leu mentalmente, colocando no lugar. “É sério?”, perguntou-se em pensamento, pegando dois livros de vez e lendo seus títulos:

— “Como manipular pobres almas”... “A Arte da Tortura Mental”...? Será possível! Esses caras são lunáticos! — Miku põem os livros no lugar; olhando a bagunça de roupa sujas, jogadas pelo chão. — Bom, mas é melhor começar por aqui.

Ela arregaça as mangas do casaco largo, revelando as pulseiras brancas bem presas aos seus pulsos. Começa colocando as roupas sujas em um cesto, infelizmente, essa parte também incluiu cuecas sujas. Nojento. Miku tirou a poeira dos móveis e livros com um espanador, varreu o chão, arrumou lençóis novos e cheirosos para a cama e passou pano por tudo que pudesse locomover pelo quarto. No fim, estava exausta, mas o quarto estava limpinho.

Segurando o material de limpeza, ela olhou orgulhosa para o quarto, limpando o suor da testa com a mão direita. Suspira com um sorriso. “Agora só faltam mais 46 quartos”, pensou, fingindo não se importar, mas sabia que estaria acabada no fim do dia. Miku decidiu deixar o quarto de Taito por último, seguindo para o de Akaito.

Abriu a porta e paralisou. O Shion abaixava a calça no momento em que os olhos de Miku pararam nele. Akaito estava sem camisa, mostrando bem a definição do abdômen e coxas, ficando somente com uma cueca boxer negra. Estava assustado pela “pequena surpresa”, mas ajeitou a postura, cobrindo o peitoral largo com as mãos.

— Tarada! — Akaito reclamou, olhando-a com uma expressão “intimidada”.

Miku, corada, atrapalha a visão da cueca do ruivo, colocando os dedos na frente dos olhos, mas continua o encarando firme.

— Ca-Cala boca...! E-Eu só vou limpar o quarto! Não queria ver este seu corpo ridículo.

Akaito ri de forma provocante, sacudindo as pernas para se livrar de vez da calça jeans surrada que estava usando desde a noite passada.

— “Corpo ridículo”? Sua cara não diz que está o achando ridículo. Por que não para de me assediar com este olhar e chega mais perto? — Akaito faz movimentos com o dedo indicador, como se estivesse chamando um cachorrinho; Miku cora mais, dando um passo para trás.

— E-Eu só vim limpar o quarto-

— Admita que sou quente, e eu faço você se divertir um pouquinho — ele arrasta a franja vermelha para trás com os dedos, lançando um olhar de predador para a Hatsune. — Não tem problema olhar tudo, eu ia te mostrar mesmo...

Miku, mesmo corada, firma a postura.

— Vou esperar o senhor liberar o quarto. TCHAU! — berra e bate a porta.

Ela suspira. “Minha vida não é fácil mesmo”, pensou, retornando ao quarto de Taito. Ele estava concentrado na parafina. Com uma adaga, esculpia algo ainda sem forma. “Melhor deixar este aqui por último”, concordou, saindo dali.

Miku limpou a casa de cima para baixo, ainda arrumou tempo para fazer o almoço dos rapazes. Por algum motivo, Kaito não estava presente, nem mesmo os irmãos sabiam onde ele poderia estar. A Hatsune ignorou a ausência do Shion, terminando de comer e voltando ao trabalho. O lado bom, é que não precisaria fazer faxina todos os dias, mas pelo menos um dia por semana; isso, segundo as regras dos Shion.

***

Já à noite, Miku parou de limpar, sentando-se ao último degrau do andar térreo. Ofegava de cansada. Tinha se precavido e preparado o jantar pela tarde; agora ela sentia a necessidade de um banho e uma cama confortável. “Graças a Deus, acabei”, pensou aliviada e, de repente, uma bolsa de papel é atirada em seu colo, assustando-a.

Miku olha para cima e Kaito a olhava com indiferença.

— O-Onde estava? — Miku perguntou.

— Fazendo compras. Isto é seu — Kaito respondeu, frio, e Miku abriu a bolsa em seu colo; dentro tinha um uniforme de “Maid”. (* Tradicional dos fetiches: vestido preto com rendas, curto – o que ele deu a Miku, devia bater mais ao menos no meio das coxas – e com um avental de babados branco.) — Trate de trabalhar com ele agora. É seu uniforme.

Pervertido desgraçado — Miku choramingou, segurando o vestido pelos ombros.

Kaito ri.

— Uma pessoa com uma dívida de mais de 1 milhão não deveria reclamar, eu posso aumentá-la por desacato, sabia? — Kaito tentou intimidá-la, mas a Hatsune nem mesmo desfaz a cara chocada para o vestido de maid.

— Quer saber? Tanto faz! Vou levar minha vida inteira para pagar oitocentos milhões mesmo, isso nem me intimida — Miku continua a choramingar. — Vocês são uns pervertidos desgraçados.

Kaito sorri para ela, colocando a mão dentro da bolsa de papel que estava sobre seu colo, assustando-a. Tira uma caixinha com a foto de um despertador rosa estampado na frente, entregando-o nas mãos da Hatsune, que o encara pasma. Kaito passa a mão pela cabeça cansada de Miku.

— Não acorde mais atrasada — disse, indo embora.

“ESPERE!”, Miku ouviu o berro de Akaito, assustando-se. A garota se levanta, olhando para trás; Kaito também tinha interrompido seu trajeto para ver, curioso. Taito estava de pé, arrastando Akaito, que o segurava pelas pernas, como se quisesse impedi-lo de algo. O das bagagens segurava um crânio esculpido de parafina, pintado de azul celeste com flores vermelhas desenhadas em tinta.

— ELA É MINHA! — Akaito berrou, soltando e vendo Taito descer as escadas e ir na direção da Hatsune; ele estende o crânio para ela, que sem ação, aceita.

— Taito...? O que é isso? — Miku pergunta. — Você esculpiu com aquela parafina?

Ele afirma com a cabeça.

— Ma-Mas é lindo! Você o deixou cheio de detalhes, parece até real — mesmo sendo meio assustador, Miku estava maravilhada com o talento do homem.

Taito sorri, corando.

Ele não tinha escolhido mal, afinal.

— Estou te dando meu coração — Taito falou, sem rodeios, e Miku o encarou.

Akaito juntou as sobrancelhas, desesperado; Kaito encarou aquilo não muito surpreso.

Miku demora um pouco para reagir.

— ...Como?

— Estou dizendo que eu gostei de você — Taito diz, alisando a bochecha que Miku tinha acertado anteriormente. — Eu sempre sonhei com uma mulher com mãos fortes como as suas. — Miku dá um sorriso assustado diante da face meio psicopata do Shion. — Não vou deixá-la escapar.


Notas Finais


QUIZ EXTRA DAS NOTAS FINAIS:

Gably - *coço a garganta olhando para Kaito, Taito e Akaito*
Kaito era o mais educado; Taito estava tímido e Akaito piscava para mim como se quisesse me seduzir, ignoro ele.

Gably - Então, rapazes, o que estão achando da participação na história?

Akaito - Sendo o mais sexy dos meus irmãos, eu devo-
Kaito - Sei... *risada irônica* Ele fica velho, mas não perde a piada.
Akaito olha irritado para Kaito.
Taito - Eu gosto da Miku!

"Nenhum deles respondeu a minha pergunta", penso irritada.

Gably - ...Ótimo. *sorriso irritado* Posso concluir que vocês estão felizes?
Akaito - Claaaro~ É uma oportunidade de ouro poder ter uma empregadinha para eu abusar, obrigadinha autora~ *cantarolando*
Gably - O-Olha, a verdade é que eu não apoio-
Taito - Quem está abusando de quem?
Kaito - *sorriso com sarcasmo* Quem mais? O ser "mais sexy" está roubando a nossa Maid.
Taito fica envolvido por uma aura negra.
Taito - Quem abusar da minha Miku, não vou perdoar... *ele tira a adaga que usa para esculpir de trás do blazer*
*Taito aponta a adaga para Akaito que se encolhe atrás de Kaito*
Akaito - NÃO ME AMEACE! EU SOU SEU IRMÃO!
*Kaito luta para escapar de Akaito*
Kaito - ME LARGA, SEU IDIOTA!
Akaito - ME PROTEJA! EU TENHO MEDO DESTE CACHORRO LOUCO!!!

Gably - QUIETOS!!!!!!!! *o berro os cala* - Legal, um pouco de atenção! *raiva* Então, o que vocês gostam na Hatsune? *expressão curiosa*

Akaito - Peitos.
Kaito - Ela não tem nada que me chame atenção.
Taito - Miku-san é assustadora! *sorriso alegre*
*Kaito e Akaito o encaram, estranhando a resposta de Taito*
Taito - O quê?! Vocês não viram no capítulo? *ele alisa a bochecha* Ahhhh~ Eu limpei minha bochecha com um lenço para guardar o suor que derramei no momento em que a mão dela tocou no meu rosto - (na verdade, ela bateu com força)
*Kaito e Akaito fazem uma expressão enojada*

Gably - O-Ok... O que fariam em um encontro romântico com a Miku-chan? *sorrindo*

Taito - Essa é fácil! *ele levanta o dedo* Levaria ela para enterrar modelos anatômicos!
Akaito - E qual é a graça nisso?! Que desperdício! É só @#%#@ e depois #@¨¨%$%$#-

Gably - DROGA! CENSUREM ISTO DEPRESSA! ESTAMOS EM HORÁRIO NOBRE! *equipe afirma desesperada correndo para todos os lados*

Akaito - Ué! Eu só disse-
Gably - CALE A BOCA! CALE A BOCA AÍ, AGORA! *Akaito se encolhe na cadeira* *Suspiro* E-E você, Kaito-san?

Kaito - *pensativo* Não estou interessado em romance...
Taito - Claro! Afinal, Kai-kun está torcendo por mim.
Gably - Bom, segundo minhas anotações... Você- *Kaito cora assustado*
Kaito - CALA A BOCA, GORDUCHA! *aponta para mim* ISSO É TUDO CULPA DESTE SEU ROMANCE TOSCO!!
Gably - Você... Me CHAMOU DE GORDA!?!?!?!?!?!?!? *fico com uma aura negra* Taito-kun, me passe sua adaga, por favor? *peço com um sorriso assustador*
*Taito cora, me passando a adaga*
Taito - Que linda... Estou apaixonado...!

*Pulo em cima de Kaito para acertá-lo com a adaga e ele me segura*
Kaito - PARA COM ISSO!!! SE ME MATAR, COMO VAI CONTINUAR A SÉRIE???
*risadinha assustadora*
Gably - E u . d o u . u m . j e i t o ...

Taito - CASA COMIGO! *corre na minha direção, pulando sobre mim*
Gably - AAAAAAAAAAAH! SAAAI!

Akaito - *Olha para câmera* Isso encerra o nosso programa! Um beijo quente na $%$$#$$%%%¨-

Gably - AHHHH! *fugindo dos ataques de Taito* CENSURA! CENSURA! SEREMOS CANCELADOS!!!

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Kkk Para vocês conhecerem um pouco dos personagens, mas se quiserem que eu faça essa bobeira de novo, é só pedirem! XD É divertido e rápido. kk'
Inté o capítulo 3!!! :3

KISSUZÃO! <3 *3*


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