História Uma Maldição Chamada Amor - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kaguya Ootsutsuki, Kurama (Kyuubi), Kushina Uzumaki, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Orochimaru, Rock Lee, Sai, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari
Tags Drama, Hentai, Inosai, Itachi Uchiha, Kaguya, Kurama, Kyuubi, Mistério, Naruhina, Naruto, Nejiten, Romance, Saino
Exibições 106
Palavras 2.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Esse veio rápido, e isso por que eu estava desde que iniciei a história louca para escrever esse capítulo. Eu gosto tanto dele, e saiu um pouquinho fora do que eu realmente havia planejado. Mas ainda sim está no ponto.

Espero que vocês gostem e até o próximo.

Capítulo 18 - - Capítulo XVIII -


Fanfic / Fanfiction Uma Maldição Chamada Amor - Capítulo 18 - - Capítulo XVIII -

Um curto espaço de tempo passou, uma pequena chama acendia no coração de Naruto espalhando-se por todo o seu corpo. Ele era dominado aos poucos por um misto de adrenalina e aflição, havia saído da caverna apressado, precisava achar Hinata. Dessa vez iria falar tudo sem que ela o impedisse.


Por favor que ela não tenha ido longe.


Ainda não existia muita clareza em seus pensamentos, mas agora ele sabia o que sentia, ao menos tinha uma leve noção daquilo que aquecia seu corpo. Não era apenas desejo, não era apenas preocupação, era muito mais do que aquilo, era mais bonito, mais nobre.

Naruto seguiu a trilha de escadas por onde haviam subido, chegando até próximo da árvore onde tinham dormido no primeiro dia. Ela não estava ali, aquela já era uma distância grande para que Hinata pudesse ter percorrido, então ao menos deveria tê-la encontrado no meio do caminho, mas não. Estava ansioso, afoito, puxou a pele da raposa transformando-se no animal, farejou inquieto, buscando pelo cheiro dela. Estava um pouco longe, do outro lado da montanha. As patas flexionaram no chão e a raposa correu, saltando entre uma pedra e outra.

Estava tarde, muito tarde, a noite um pouco fria por causa da altitude em que se encontravam, a lua já possuía uma coloração levemente azulada, era grandiosa e linda, definitivamente seria a maior e mais bonita lua azul em muitos anos. Naruto já não se importava mais com o ritual, queria apenas Hinata, queria lhe contar tudo o que sentia.


Demorou um pouco, mas finalmente chegou onde a Hyuuga estava. Ela dormia, os joelhos estavam próximos ao peito enquanto as mãos apertavam os braços, os cabelos negros estavam espalhados pelo gramado, a raposa olhou em volta, observando onde estavam, era um lugar bonito, havia alguns brotos brancos que subiam por caules grossos e altos, árvores baixas, o barulho de grilos ecoava ao fundo, deixando um cenário de paz e tranquilidade. Naruto voltou a sua forma original aos poucos, aproximando-se cauteloso de Hinata, não queria acordá-la, mas se não dissesse tudo agora talvez explodisse em agonia. Tocou seu ombro, sentindo seus pelos se arrepiarem pelo contato com a pele alva, Hinata remexeu-se, franzindo as sobrancelhas antes de abrir os olhos, piscando algumas vezes, olhando a diante, observando a lua que parecia tocar a montanha. Virou o corpo lentamente, vendo entristecida os olhos azuis lhe fitando, suspirou cansada, sentando-se. Naruto fez o mesmo, ficando distante mas ainda sim próximo. Hinata brincou com os próprios dedos, encarando-o, esperando que dissesse algo. Naruto mordeu os lábios algumas vezes, olhando o horizonte, assumindo uma posição tensa.


— Por favor, me deixe ir até o fim... — Naruto ergueu uma sobrancelha e Hinata abriu a boca para negar, meneando com a cabeça. — Apenas me deixe falar.


Ela encarou o chão, o coração pesado, a mente nublada em incertezas, não sabia o que pensar, não sabia como reagir ao que viria a seguir, e nem o que poderia vir. O jeito que Naruto lhe olhava era tão confiante, e carinhoso, não queria perder aquilo, mas também não podia se dar ao luxo de mantê-lo por perto. Antes que pudesse fugir uma vez mais ele começou, a voz baixa, o olhar distante, as mãos trêmulas.


— Eu não sei como isso foi acontecer. Eu estava tão certo sobre tudo o que me cercava, sobre as coisas que poderiam me abalar ou não, mas nunca contei com o que poderia vir quando me encontrasse com você. Fui avisado, e debochei de todos os avisos, porém não me arrependo. Não consigo ver arrependimento no que está em meu coração, é quente e... de alguma forma me fortalece, ao seu lado eu consegui enxergar tudo de um jeito diferente, você acalmou minha mente, dominou todas as sensações do meu corpo. Eu nunca tinha me sentido assim antes, e é bom, é a melhor coisa que já senti em todos esses anos de vida. Antes de ficarmos juntos eu já sabia que tinha algo acontecendo, você me atraía, atrai, de um modo absurdo, meu corpo inteiro responde aos seus gestos, e quando ficamos juntos, acabei me descontrolando por que foi muito intenso, eu estava tomado pelo prazer, tomado por diversas sensações, e me desculpe se acabei te machucando, nunca iria querer te machucar. Quando falei que poderia tentar impedir o que essa maldição pode causar não estava blefando, sei que apenas tentar não basta, mas eu faria tudo o que estivesse ao meu alcance e até mais se para isso eu pudesse te ver bem. Eu não acredito que uma maldição do amor não possa ser quebrada, já vi muitas maldições por ai e todas elas tem uma brecha, eu buscaria por ela, atravessaria todos esses vales para ficar ao seu lado Hinata. Você me faz tão bem, e eu gosto de cuidar de você, limpar todas as suas feridas e estar ali para quando você precisar de mim. Mas eu não quero ser só o ombro que te consola, quero estar com você todos os dias, e se um dia você chegar a ser corrompida pelo poder que me cerca eu arrumarei um jeito de me livrar disso também, por que eu não consigo imaginar qual é a sensação de te perder, eu não suportaria essa dor, não consigo pensar em um dia que você não esteja ao meu lado, por que desde que bati na sua porta você tem despertado o melhor de mim, toda a raiva que eu sentia se foi, passamos por tantas coisas, acredito que a gente tem se ajudado... Não sei se consigo explicar direito, é tudo muito novo, mas Hinata, eu... eu...


— Você jurou que não deixaria isso acontecer... — a voz da mulher saíra em sussurro, embargada, ergueu o olhar buscando pelos azuis. — Você jurou...


— Foi mais forte do que eu... Não pude impedir que esse sentimento surgisse, e veio sorrateiro, quando notei você já dominava meus pensamentos, tudo o que pensava envolvia você, eu me importo com você, fiquei preocupado pelas coisas que poderiam lhe acontecer, fiquei curioso pelo seu jeito doce e carinhoso, gosto de ver seu sorriso, seus olhos brilhando e os gestos simples que você faz. Foi tudo tão sútil, tomando lugar nas coisas ruins que estavam em mim, pedi aos deuses que me ajudassem a compreender esse sentimento, e tudo está se clareando aos poucos...


— Você jurou! — ela o interrompeu, levantando-se com brusquidão, as lágrimas caindo por seu rosto, os lábios trêmulos, o coração acelerado, a voz alterada. — Você vai morrer! Entende o que é isso?


— Eu não vou morrer! Os únicos afetados pela maldição são os Hyuuga, e eu consigo entender um pouco por que os outros acabam partindo também. Consigo imaginar o tamanho da dor ao não ter a pessoa que você gosta ao seu lado. E eu já disse, faria de tudo para evitar que você morresse. Por favor Hinata... — levantou-se, aproximando-se do corpo pequeno, ela tinha as mãos fechadas sobre o peito, os olhos chorosos, o nariz avermelhado. — Me deixe fazer parte da sua vida, me deixe cuidar de você, estar com você... Você quer buscar por coisas novas, trilhar novos caminhos, eu posso te mostrar, estarei sempre te apoiando, te ajudando...  Hinata, eu gosto de você.


— N-não... — ela prendeu a respiração, baixando o olhar outra vez, seu corpo inteiro formigava e Hinata não sabia como reagir.


— Eu gosto de você. — Naruto repetiu, aproximando-se ainda mais, tocou os braços desnudos, subindo lentamente, sentindo os pelos se arrepiarem sobre seu toque, ele pousou uma mão no ombro, enquanto a outra ia para o queixo fino e erguia o rosto de Hinata. — Eu gosto de você.


Repetiu aquilo a cada centímetro que se aproximava, seu corpo vibrava em expectativa, estava quente, ter dito aquilo em voz alta era melhor do que Naruto pensava, era como se tudo fizesse sentindo, como se fosse óbvio o que sentia. Os olhos de Hinata fixavam-se no rosto másculo, um misto de sensações brigavam dentro de seu corpo, sensações ruins, sensações boas, aquela confissão a aqueceu por inteiro, nunca ninguém tinha se declarado para ela e aquilo era terrivelmente bom. Queria compartilhar daquele sentimento, sabia que aquele era o caminho que buscava. Mas como Naruto mesmo havia dito, ela conseguia imaginar a dor que era não ter quem se gosta ao lado, e já ter perdido a última pessoa que lhe restava era angustiante. Ela sabia como era ver todos partirem, mas Naruto estava além do amor que sentia por seus familiares, ele fez tanto por ela, também queria estar com ele, sabia que isso lhe faria bem. Mas era tão difícil, por que tinha de ser tão difícil?


O andarilho foi acabando com a distância aos poucos, as respirações se misturavam, aceleradas, as mentes perdidas em expectativa, ele roçou levemente os lábios, aproveitando da sensação gostosa que preenchia seu corpo aos poucos, a mão que estava no ombro subiu para a nuca, puxando Hinata para ainda mais perto, querendo juntar os corpos, os dedos habilidosos puxaram levemente o cabelo escuro, Hinata ofegou, abrindo a boca, Naruto sugou seu lábios inferior, passando a língua sobre ele, o loiro fechou os olhos, suspirando pesadamente antes de tocar completamente os lábios macios e rosados. Era uma sensação única, estarem juntos sem que fossem influenciados por um momento doloroso, era espontâneo, era o que queriam, sentir um ao outro sem receio. Naruto tocou a língua de Hinata com a sua, em um carinho sutil antes de aprofundar mais o beijo que a tanto desejava.


Os pensamentos voavam em êxtase, estavam focados em aproveitar mais daquele momento único. Hinata afrouxou o aperto de suas mãos aos poucos, deixando que caíssem ao lado de seu corpo. Aquilo era muito mais do que bom, mas a realidade não podia ser esquecida, não poderia desprezar o que lhes faria sofrer por tanto tempo. Ela abriu os olhos estupefata, Naruto ainda estava perdido em suas próprias sensações, uma brisa fria invadiu seu espaço, arrepiando todo seu corpo, um calafrio ruim percorreu toda a sua coluna e ela afastou-se com brutalidade deixando-o atordoado, assim como aquela sensação maravilhosa havia chegado a outra veio junto, e como um raio o choque de realidade se fez presente com tapa forte que Naruto sentiu em seu rosto.


Sua bochecha ardia, formigando, transmitindo uma dor não pelo local machucado, mas sim pelo ato, a rejeição lhe abateu e ele olhou para Hinata buscando por resposta. Os olhos perolados estavam ainda mais chorosos, ela se arrependia pelo o que tinha feito, isso Naruto via com clareza, mas por quê?! Hinata fungou, puxando o ar para os pulmões, seus dedos estavam doendo, mas não mais que seu coração. Uma sensação ruim a havia dominado e o batera sem pensar, queria se desculpar, mas se o fizesse sabia que tudo só iria se complicar. Fechou os olhos, raciocinando, um momento longo de silêncio se instalou e aquilo a deixou ainda pior.


— Eu sinto muito Naruto. — ela sussurrou, a boca trêmula, querendo traí-la. — Não me procure mais...


Soltou a última frase e correu para longe, correu como nunca correra em toda a sua vida. Seus músculos tencionavam e ela sabia que não conseguiria ir muito longe daquele jeito, as lágrimas brotaram ainda mais grossas e ela soluçava tentando controlar a sua respiração, o ar em seu pulmão começou a ficar gelado e Hinata foi tomada por uma tosse incontrolável.


Por favor que ele não venha atrás de mim.


Ela pedia em silêncio enquanto voltava a correr, cada membro seu doía, a muito tempo não andava uma distância tão longa, seu corpo não aguentava correr, seus joelhos falharam e ela vacilou, uma, duas, três vezes antes de tropeçar e rolar montanha abaixo. A grama macia amortecia boa parte da queda para era impossível de não conseguir alguns machucados, Hinata sentia seus braços e pernas serem arranhados enquanto a cabeça batia vez ou outra contra a terra, parou apenas quando o local se tornou mais plano, puxou o ar, o corpo inteiro doendo, a mente cansada, não aguentou e fechou os olhos, sentindo suas forças irem embora e acabando por desmaiar.

Naruto matinha os olhos fixos onde Hinata estava ainda agora, mal podia acreditar no que havia acontecido, tinha ido aos extremos em apenas alguns segundos. Ele havia estragado tudo, talvez tenha sido muito rápido, o que faria agora? Hinata fugiria dele de todas as formas possíveis, seu coração se apertou e ele levou a mão ao peito, apertando o local. Aquilo doía, e não sabia o que pensar, não podia força-la a nada, ele dizia a verdade quando falou que faria tudo para evitar sua morte, mas o medo de Hinata era maior e ele não poderia lutar contra aquilo. Abaixou-se sobre o gramado, deitando e deixando que seu corpo relaxasse ali. O céu estava extremamente estrelado, bonito como Naruto nunca vira. Por que sua vida tinha que ser daquela forma, por que tudo era tão complicado para ele? Gostaria de ter conhecido Hinata antes que aquela maldição fosse lançada. Fechou os olhos, triste, iria atrás dela, mas lhe daria tempo...




A Hyuuga acordou quando o sol lhe queimava a pele, estava forte e já deveria passar do meio dia, ergueu o corpo sentindo pontadas de dor, olhou para os braços e pernas, cheios de arranhões e um pouco de sangue. Suspirou frustrada, erguendo-se, olhou para os lados notando que havia caído praticamente metade da montanha e não estava muito longe do povoado, pressionou o pé esquerdo para frente afim de andar, uma pontada de dor se fez presente e Hinata crispou os lábios, respirou fundo algumas vezes antes de buscar por forças em seu interior e começar a andar praguejando várias vezes. Ainda existia a possibilidade de Naruto ir atrás de si e queria a todo custo evitar aquilo.


A passos lentos e cansados Hinata chegou ao pé da montanha, contornou pela floresta, caminhando pela sombra, arrepios percorriam seu corpo por estar andando sozinha, prezava que ninguém a visse por ali, vagando feito um fantasma, queria que Naruto estivesse ao seu lado, os cabelos loiros brilhavam como se fossem os raios do sol, lhe alegrando, os olhos lhe encarando intensamente, puxando de seu interior sentimentos a muito enterrados, sensações desconhecidas. Ofegou, tendo de apertar ainda mais o passo para não cair, estava quase em casa, precisava só de mais um pouco de força. Não queria que Naruto tivesse se tornado não importante, era tão injusto com ela e com ele, não podia se entregar aquele sentimento que tanto gostaria de conhecer, tudo o que Naruto havia dito lhe tocava de um jeito singelo pois ela se sentia da mesma forma, guardava cada reação dele, marcava todos os seus sorrisos e olhares ferozes, cada toque cuidadoso e carinhoso. Ele era bom demais para ela, era tão triste pensar que aquilo daria errado de todas as formas. Ou a maldição impediria ou o espirito atrapalharia, se bem que Hinata em nenhum momento havia cogitado tomar o espírito para si, ela nem mesmo se lembrava da existência dele. Era como se Naruto fosse uma pessoa normal.


Viu sua casa mais a frente, uma tristeza absurda tomou seu coração, agora estaria definitivamente sozinha, não queria entrar lá, não queria escutar os ruídos da madeira nem aspirar o cheiro de sangue que impregnava naquele lugar e apenas ela sentia. Foi pelos fundos, tocando a maçaneta velha, tremendo, a porta rangeu e ela entrou, encostando-se na madeira logo em seguida, deixando que o corpo escorrega-se até o chão, deixando que finalmente a dor a consumisse. Além de os machucados algo novo surgiu lentamente, o coração de Hinata se apertou e ela chorou mais uma vez, seus olhos começaram a arder e foi obrigada a levar as mãos ao rosto. Queria Naruto ali, para lhe confortar, para lhe ajudar, por que mais do que tudo Hinata também queria estar ao lado dele. Ele lhe fazia tão bem, a tirava da escuridão, iluminava seus dias, a quantos anos havia se esquecido das memória de sua mãe? E ele trouxe com facilidade... Se a vida dele não estivesse em risco Hinata com certeza aceitaria seus sentimentos, mas prezava por ele, tinha medo por ela mesma, mas Naruto havia se tornado mais importante. As lágrimas cessaram e Hinata afastou as mãos, o terror a tomou de imediato, sentiu a boca seca, a garganta arranhando, suas mãos estavam completamente sujas de sangue, o cheiro chegou ao seu nariz e ela correu para o banheiro próximo. A imagem distorcida no espelho de cobre a assustou ainda mais, por onde as lágrimas haviam escorrido existiam apenas os risco de sangue, suas pálpebras estavam manchadas pelo tom de vermelho, Hinata prendeu a respiração, sentindo mais lágrimas virem e os olhos arderem.


— Não não não não não!!!


Levou as mãos ao cabelo, o desespero tomando seu corpo, a respiração falhando. Estava acontecendo, agora não tinha mais como impedir. 












Notas Finais


Eu tive que dividir os dois últimos capítulos por que se não ficariam muito grande. Os outros andavam bem enormes, e não queria que ficasse uma leitura cansativa.

Se eu puder voltar para os outros tamanhos vocês avisam !


Muitas coisas estão para acontecer e o final se aproxima aos poucos. O que será que eles vão fazer?

Estou ansiosa! Ate logo gente!


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