História Uma menina e seus sete milagres - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys, Bts
Exibições 41
Palavras 1.624
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 43 - Segunda semana


Segunda semana
Na outra semana os meninos também já estavam com suas músicas prontas, só faltava a coreografia, e eu e as meninas fomos ensaiar, enquanto os meninos iriam ver nosso ensaio. Fiquei meio nervosa pq não sabia direito se eu dançava bem ou não.
Os meninos sentaram na frente de nós, e começamos a ensaiar, tentei focar no espelho que estava atrás deles, mas percebi que Taeh me olhava sorrindo e acabei ficando envergonhada.
Acabamos de ensaiar e me ajoelhei por causa do cançaso, respirei fundo e olhei pros meninos, que estavam boquiabertos.
— Vocês foram muito bem! — Jimin falou.
— Agora é a vez de vocês...
Eles se levantaram e passaram por nós, enquanto Taehyung passava por mim cochichou no meu ouvido.
— Está querendo me provocar?
Sorri automaticamente, me sentando onde eles estavam. Eu não havia escutado a música até aquele dia, e ouvir a música e ver a coreografia juntas pela primeira vez era muito bom. Todos dançavam muito bem, até mesmo o Namjoon, que pelo o que ouvi treinou por dias, até ficando horas sem dormir.
— Jimin tem um corpo bonito. — Ana cochichou e olhei novamente pro Jimin, que estava levantando a camisa.
— É... Um pouco, mas prefiro o Taehyung.
— O corpo dele é bonito?
— Bastante... Espera, pq quer saber?
— Sabe quando a pessoa é curiosa pra caralho? Então, sou eu.
— Nunca te vi curiosa pra esse tipo de coisa.
— Sempre temos a primeira vez.
Deixei de prestar atenção nela e continuei olhando os meninos, eles com certeza dançavam muito bem, e aquela dança melhorava tudo. Quando terminaram eles sentaram do nosso lado.
— Acho que me esforcei demais. — Taeh disse passando a mão pela perna, que não estava totalmente recuperada.
— Calma, as vezes é bom se esforçar, e você dançou muito bem.
— Hm... Obrigado. — Ele falou com desânimo.
— Aconteceu algo, Oppa?
— Eu não sei... Ando triste sem mesmo ter motivo, ás vezes não consigo me animar.
— Já sei de algo que pode te animar.
— E o que seria?
— Vamos ao cinema, lá tem um filme que eu queria muito olhar e acho que você iria gostar também.
— Acho que é uma boa ideia... Vamos depois então.
Ensaiamos mais uma vez e fomos pra casa, eu estava muito cansada então fui direto deitar na minha cama, me joguei e fiquei de bruços. Fechei meus olhos e depois de um tempo senti alguém deitar do meu lado, abri os olhos e vi Taehyung olhando pra mim.
— Oi, Taeh...
— Está muito cansada?
— Estou... Não sinto meus braços.
— Ainda quer ir no cinema? — Ele perguntou, pegando minha mão e sorrindo.
— Quero, mas ainda tenho que me arrumar... Porra, acho que minha preguiça não vai deixar. — Falei fazendo ambos rirem.
— Quer que eu te ajude?
— Ei! Eu posso muito bem me arrumar sozinha, só vou demorar um pouco.
— Não demore tanto, por favor.
Ele se levantou e se arrumou na minha frente.
— Você não tem vergonha? — Perguntei o olhando.
— Vergonha de quê?
— De se trocar na minha frente.
— Pq eu teria? Não tenho nada a esconder.
— Não sei... É que eu me sinto envergonhada de me trocar na sua frente, não sei o motivo.
— Engraçado isso, não é o que parece quase todas as noites. — Ele sorriu com malícia.
— É diferente.
— Já conheço seu corpo e ele é totalmente lindo, não tem o pq se envergonhar. — Ele terminou de se arrumar e pegou alguma coisa na minha gaveta, me mostrou e era um vestido. — Venha, use isso... Eu amo esse vestido.
Me levantei devagar e fui até ele, mesmo eu dito que poderia muito bem me vestir sozinha, ele me ajudou e enquanto me ajudava, sorria como uma criança que tinha acabado de ganhar um presente.
— Agora... Vamos? Se não vamos perder o filme. — Falei quando já estava arrumada.
— Okay.
Saímos de casa sem mesmo nenhum dos meninos saberem, nós morávamos perto então fomos andando, eu fiquei com um pouco de medo pois era de noite e nossa rua era deserta às vezes, agarrei o braço do Taeh, ele me olhou e riu.
— Está com medo?
— O que acha? Da outra vez que saíram de noite você foi sequestrado.
— Ei... — Ele segurou meu rosto. — Não tem pq ter medo, vou te proteger.
Ele puxou minha cabeça até seu ombro, me fazendo escorar a cabeça, passou sua mão pelas minhas costas e me abraçou.
Taeh sabia ser carinhoso e atencioso na hora certa, mas poderia muito bem mudar totalmente de um segundo pro outro e era tão bom quando isso acontecia.
Não aconteceu nada durante o nosso trajeto, então entramos no shopping e fomos em direção ao cinema, por sorte ainda tinha alguns ingressos e então entramos na sala, procuramos um lugar e tivemos que sentar no meio das pessoas.
— Eu espero que esse filme seja legal. — Ele falou se sentando do meu lado.
— É muito bom, eu estava esperando esse filme á séculos.
— Hm... Então deve ser bom.
O filme começou de depois de um tempo percebi que não era o que eu esperava, acabei ficando com tédio mas pelo jeito Taeh não, estava tão animado que pulava da cadeira quando acontecia algo emocionante.
Pra passar meu tédio eu coloquei minha mão na sua perna e subi um pouco, ele (que estava todo animado), me olhou com uma cara séria.
— Não faça isso.
— Fazer o quê? — Perguntei subindo mais a mão.
— Não me provoque agora... Não aqui, podemos resolver seu tédio em casa.
— Calma, não vou fazer nada.
Subi mais a mão até chegar em seu membro e apertei de leve fazendo-o gemer baixo.
— Não... Agora não, olhe o tanto de gente que tem aqui, estamos no meio deles.
— Consigo ser discreta... — comecei a massagear o local e vi que ele mordia os lábios tentando conter os gemidos — ... E você? Consegue?
Ele balançou a cabeça negativamente.
— Pq...? Pq me tortura assim?
— Gosto de ver você desesperado por mim, a sensação é boa.
— P-Pare... Não vou conseguir conter.
— Ah Oppa... Está tão legal, pq não me impede de continuar?
— Pq isso... Isso está bom...
— Viu? Se está bom pra mim imagine pra você, tente conter.
Ele fechou os olhos e continuou balançando a cabeça e mordendo os lábios, ver ele nesse estado era bom, muito bom. Mesmo seu membro ainda coberto eu podia sentir seu volume aumentando a cada movimento que eu fazia com a mão.
— Pare agora... Eu vou enlouquecer... — Ele falou entre gemidos baixos.
Vi que tinha deixado ele bem excitado, então parei e sorri, ele me olhou e parecia... Perdido.
— Você vai ver em casa, vai ter seu castigo.
— Eu vou te torturar ainda mais... E não pode me obrigar a nada.
— Ah é? Quero ver resistir.
— Estou determinada a fazer você sofrer.
— Pq quer me ver sofrer? Quer me ver implorando por você?
— Não viu nada ainda, Oppa... Não viu nada.
— Oh... Estou vendo que vou realmente sofrer, mas não faça em público, isso é extremamente ruim.
— Vou pensar no seu caso.
— Sinto que não deveria ter falado isso.
Ele continuou vendo o filme, mas dessa vez não com toda a animação de antes, ele ficava me olhando as vezes e uma hora desistiu de tentar se concentrar no filme, ele segurou minha cabeça e me fez o olhar.
— Você tem certeza que quer me ver sofrer? Sabe que vai ter volta, não sabe?
— Tenho total certeza. — Coloquei minha mão no local novamente. — E eu sei que vai ter volta.
— Não faça isso denovo, por favor. — Ele pediu segurando minha mão.
— Hm... Okay, eu paro, mas vai ter mais, estou avisando.
Puxei minha mão e deixei ele olhar o filme em paz, até que acabou e fomos pra casa. Chegando lá eu tomei banho e botei uma camiseta dele pois estava muito calor, me deitei e esperei por ele, quando chegou ficou me olhando com uma cara séria.
— Vou mesmo sofrer, não é?
— Nem tudo que uso é pra te provocar, só está calor.
— Na verdade... Vai ficar calor.
Ele fez a volta na cama e veio pro meu lado, se aproximando ele se inclinou na minha direção e sorriu.
— Você vai resistir?
— Sua tentativa de me seduzir falhou.
— Aish, realmente resistiu.
— Estou realmente determinada a te fazer sofrer, claro, num bom sentido. — Falei puxando ele pra cama.
— Se isso é um bom sentido, não sei o que é mau sentido.
— A sua sorte é que já está pronto pra dormir.
Me virei pro outro lado e deixei ele olhando pro nada.
— Acho que não vou conseguir dormir. — Ele falou me abraçando por trás.
— Se está pensando que eu vou te dar o que quer, está bem enganado.
— Sabe que odeio que me torture. — Ele apertou minha cintura e pude sentir sua leve ereção.
— Mas eu amo te torturar... Ei, calma, eu nunca fui má com você, é uma única vez.
— Como nunca foi má comigo? E em todas as vezes que me provocou? Isso não é ser má?
— Bom... Pra mim não.
Rimos e ele escorou a cabeça no meu ombro, sorrindo. Ver ele feliz mesmo depois de tudo que aconteceu era... Estranho, eu realmente o fazia feliz, e ele fazia o mesmo comigo.


Notas Finais


Desculpa, eu precisava botar algo provocativo logo PQ EU N ME AGUENTO SOCORRO 🌚


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