História Uma mentira entre pai e filha - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Niall Horan, Personagens Originais
Tags Confusões, Mentiras, Namorado, Pai Brutamontes, Segredo
Exibições 893
Palavras 8.500
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei que eu tinha dito que esse seria o ultimo capitulo, mas não será. Primeiro porque o capitulo seria grande demais, passaria das dez mil palavras e eu achei sem sentido isso. Então e dividi o capitulo em dois e agora estou postando a primeira parte, ai sim o ultimo capitulo vai ser o próximo. Já peço desculpas pelo fato de não ter conseguido revisar o capitulo, então se encontrarem algum erro, relevem.

Boa leitura!

Capítulo 32 - E a vida começa a fazer sentido


 

 

Amber Point Of View

 

Seis meses e alguns dias depois

 

Meu pai acha mesmo que eu não sei o que ele esta tentando fazer. Eu estava estudando para a prova que ia ter na faculdade amanha e não estava dando moral para Liam, que por sinal, estava tentando me seduzir usando apenas uma cueca preta e eu sabia exatamente o que ele queria. Caramba, já não basta termos transado hoje de manha quando acordamos, depois no chuveiro e depois do almoço? Eu não estava fazendo aquilo por ruindade. Precisava mesmo estudar. Mas Liam não estava entendendo isso e agora estava parado na minha frente fazendo gracinha.

 

—Amor me responde uma coisinha rápida — Falei e ele sorriu achando que estava ganhando o que queria.

 

— Diga amor!

 

—Seu pau passa do umbigo, não passa? — Claro que eu sabia que passava, eu só queria ver a reação dele.

 

— Ora! Claro que sim. Você sabe que a genética aqui é boa — Respondeu se gabando.

 

—Então faz um favorzinho pra mim? — Pedi e ele fez que sim com a cabeça — Soca no seu cu que chega — Falei já rindo da cara que ele fez. Meu pai saiu pisando firme e eu voltei minha atenção para o livro. Dois minutos depois a criatura volta e estava emburrado, deitou do meu lado e começou a comer os chocolates que compramos ontem no mercado. Eu tentava não rir da cara de bravo dele. Mas quando Liam viu que realmente não iria conseguir nada, ele levantou pra se se vestir e quase deixou o dedinho no criado mudo. Meu pai olhou para mim com uma cara de choro que não me aguentei e comecei a gargalhar alto.

 

—Ri mesmo filha da puta! Não foi com você né — Reclamou.

 

—Own manhoso! Deita aqui e deixa eu ver seu dodói — Bati a mão no colchão e ele se fez de difícil, mas acabou deitando. Comecei a beijar seu dedinho e ele reclamando que ainda estava doendo, comecei a beijar suas coxas perguntando se estava melhorando e ele dizendo que não, cheguei a suas bolas dentro da cueca e esfreguei meu rosto ali.

 

— Melhorou amor? — Perguntei com voz de safada.

 

— Ainda não vida. Esta doendo bastante — Disse com a voz rouca. Sorri e puxei sua cueca onde seu pau pulou no ar na mesma hora. Monstruoso como sempre, seu pau balançava e dava pinotes no ar. Suas veias estavam dilatadas e a glande vermelha chegava a brilhar enquanto o fino liquido do seu pré-gozo vazava. — Poe na boca que vai parar de doer amor.

 

Tornei a encará-lo e, sem desviar o olhar, coloquei seu pau na boca lambendo e chupando de forma que o fez gemer e jogar a cabeça para trás. Depois, lambi toda a extensão de seu membro com vontade, me deliciando com a sensação de senti-lo pulsando dentro da boca. Até que Liam começou a mexer o quadril fazendo com que estocasse minha garganta enquanto prendia minha cabeça entre suas mãos e soltava gemidos de prazer.

 

—Boquinha gulosa e aveludada, chupa! Chupa gostoso meu cacete! Isso! Boa menina, chupa gostoso! – ele repetia se contorcendo de tanto tesão.

 

Meu empenho foi compensado com fartos jatos de seu gozo ejaculados profundamente na minha garganta. Aturdida com todo aquele líquido espesso, aliado a mais da metade do seu pênis entalado na garganta me engasguei quase sufocando e, para conseguir voltar a respirar, engoli tudo o que ele me despejou.

 

Eu me levantei e ele me abraçou com força, quase me fazendo desaparecer entre seus braços enormes. Com a boca aberta, apertou seus lábios contra os meus, ainda molhados de seu gozo e enfiou a língua na minha boca num beijo potente e de tirar o folego. Liam me sugava e eu sentia sua língua me explorando gulosa enquanto a saliva dele se misturava à minha. Suas mãos pesadas percorriam meu corpo, principalmente as minhas nadegas onde ele me dava alguns tapas de leve.

 

—Está melhor? — Perguntei ofegante.

 

— Bem melhor! — Sorriu malicioso.

 

— Então me deixa estudar, por favor? Eu queria muito te dar atenção, mas é que eu preciso mesmo estudar — Pedi um pouco manhosa.

 

— Eu vou deixar então — Beijou meu pescoço — Desculpa ter te atrapalhado.

 

— Me deixa estudar que eu te desculpo — Lhe dei um selinho e sai de seus braços e foi quando recebi um tapa na bunda — Ai! Isso dói.

 

— Bunda gostosa — Mordei os lábios num sorriso travesso e eu revirei os olhos. Peguei o livro e procurei a pagina onde estava, quando encontrei, voltei a estudar.

 

Dois minutos depois

 

— Amor? Amor?

 

— Argh! O que você quer agonia? — Perguntei impaciente.

 

— Você ta tão linda hoje! — Deu risada e eu revirei os olhos.

 

— Você já me disse isso hoje de manha.

 

— E só por isso eu não posso dizer de novo? — Perguntou.

 

— Liam! Deixe-me estudar.

 

—Eu gosto quando você me chama de pai enquanto a gente transa. Não me pergunte o porquê. Me da o maior tesão.

 

— E esse papo agora por quê? Eu já disse que preciso estudar. Não vou transar com você agora — Reclamei já ficando impaciente.

 

—É que eu não to gostando nada de saber que um livro está ganhando mais atenção do que eu— Suas bochechas se incharam quando ele fez bico. Parecia um ursinho.

 

—Ai Deus! É rir para não chorar. Ursão, eu preciso estudar. Quantas vezes eu vou ter que dizer isso? — Para perder mais o costume de chama-lo de pai, embora eu ainda faça isso às vezes, eu o comecei a chamar de ursão.

 

— Você sabe que eu não gosto muito desse apelido — Reclamou — Me sinto o fofão toda vez que me chama desse jeito.

 

— Então me deixa estudar que eu paro de te chamar assim e levanta essa cueca — Falei.

 

—Confessa que você gosta de ver meu pau assim, livre! — Sorriu sacana e eu revirei os olhos.

 

Cinco minutos depois

 

— Amor!

 

— Era bom demais pra ser verdade. O que é criatura? — Perguntei.

 

— É impressão minha ou os seus peitos estão maiores? — Não acredito que ele me interrompeu para perguntar aquilo.

 

— É por causa do sutiã — Respondi.

 

—Ata! Eu gosto muito de chupar seus peitos, me sinto um bezerro — Deu risada e até eu tive que rir.

 

—Tá! Tá bom! Agora me deixa estudar. Tá? — Voltei a ler e quando estava indo para o próximo paragrafo...

 

— Amor!

 

— Mano! Quer saber? — Me levantei impaciente — Fica ai que eu vou estudar no outro quarto. Mas que droga! Agora nem estudar a gente pode — Ouvi ele dando risada —Para de rir.

 

— Você riu de mim quando eu bati o dedinho — Acusou e eu grunhi de raiva. Sai do nosso quarto e fui para o de hospedes. Fechei a porta e me sentei na cama.

 

—Droga! Que pagina eu parei mesmo? — Me perguntei folheando o livro.

 

— AMOR! —Me assustei com ele entrando no quarto apenas de cueca.

 

— Ai meu Deus do céu! —Choraminguei — O que foi que eu fiz para merecer isso? — Batei com o livro três vezes no meu rosto. — O que você quer? Me deixa em paz ou eu vou arrancar sua língua.

 

— Por que esse estresse todo? — Perguntou sínico.

 

— O QUE VOCÊ QUER? — Gritei.

 

— Calma! Eu só quero dizer que te amo — Gargalhou.

 

—SAI DAQUI! —Joguei o travesseiro nele e ele correu para fora do quarto enquanto ria. — Ai que merda! Qual era a porra da pagina? — Folheei o livro.

 

— AMOR! —Entrou no quarto outra vez.

 

— AHH! MAS QUE INFERNO! QUER SABER? JÁ DEU! NÃO! NÃO CONSIGO — Joguei o livro no chão — EU SÓ QUERO ESTUDAR! SERA QUE ISSO É PEDIR DEMAIS? EU VOU TER PROVA NA FACULDADE E NÃO QUERO TIRAR UMA NOTA RUIM. A GENTE JÁ TRANSOU TRÊS VEZES HOJE. TO COM A PORRA DA MINHA BUCETA E DA MINHA BUNDA DOENDO DE TANTO TE DAR E VOCÊ AINDA QUER MAIS? CUSTA ESPERAR? EU SÓ QUERO ESTUDAR CARAMBA! —A essa altura eu já chorava e só parei de espernear quando ele me abraçou com força.

 

— Cama amor! Eu só estava brincando — Sussurrou rindo baixo.

 

—Vai se foder! — Dei socos em seu ombro — Chato!

 

—Calma! — Pediu beijando meu rosto — Eu vou deixar você estudar, tá?

 

— Vai mesmo?

 

—Vou sim! — Pegou o livro do chão e me entregou, me dei um selinho e saiu fechando a porta. Respirei fundo e abri o livro, procurei a pagina e quando finalmente achei, comecei a ler. — AMOR! —Gritou entrando no quarto de novo.

 

— FILHO DA PUTA! —Taquei o livro nele enquanto ele gargalhava —MAS QUE INFERNO! NÃO QUERO NEM MAIS OLHAR PARA A MERDA DESSE LIVRO TAMBÉM!

 

—Ae caralho! Consegui! —celebrou.

 

—Escuta aqui seu filho da mãe. Eu já vou deixar avisado, hoje eu não vou dormir no quarto com você. De castigo eu não vou deixar tu chegar perto de mim hoje e se eu não passar na prova amanha, vou te deixar sem sexo por mais de um mês — Mandei na lata. Ele na mesma hora parou de sorrir e me encarou assustado.

 

— Como é? — Perguntou atônito — Você está brincando, não é Amber?

 

— EU PAREÇO ESTAR BRINCANDO? —Gritei. —Já está avisado. Não quero você me tocando hoje.

 

— Amor, calma! Eu só estava brincando com você. Era só brincadeirinha. Agora eu paro, é serio. Eu não vou mais atrapalhar você — Dizia todo atrapalhado me deixando até com vontade de rir do seu desespero —É serio Amber! Eu vou parar. Eu juro! A chave do quarto está lá na porta. Você tranca ela e eu não entro mais aqui até você terminar.

 

—Não quero mais, você tirou minha vontade —Falei e ele me olhou mais desesperado ainda. Passava as mãos na cabeça e no rosto e respirava rápido.

 

— Eu juro amor! Eu não vou fazer mais.

 

—Não vou mais estudar! — Dei de ombros e ele correu até o livro e o pegou do chão.

 

— Pega amor, por favor! Eu juro, juro mesmo que dessa vez eu não vou mais atrapalhar — Estava engraçada aquela cena. Liam só de cueca e desesperado. Eu poderia rir ou até gravar, isso claro, se eu não estivesse nervosa. — Por favor! Eu não quero dormir sem você.

 

Por mais fofo que aquilo foi, eu não ia ceder tão cedo.

 

—Mas é o que vai acontecer. Ninguém mandou você me atrapalhar — Respondi cruzando os braços.

 

—Não! Por favor — Aquele homenzarrão choramingou. Meu pai foi até a cama e deixou o livro lá — Eu juro mesmo! Dessa vez eu não vou mais atrapalhar. Olha! Eu já to saindo do quarto, quando eu passar, você tranca a porta. — Dizia fazendo sinais com os braços para que eu me acalmasse enquanto ele saia de costas. Passou pela porta e a fechou. Fui até ela e a tranquei. Respirei fundo e fui até a cama, peguei o livro e abri na pagina. Voltei a ler já tendo a certeza de que ele realmente não me atrapalharia mais. Terminei de ler a pagina e fui para outra, só que agora eu estava sem contração nenhuma. Eu lia as palavras e minha cabeça não processava. Tentei, tentei e nada.

 

— Que merda! — Joguei o livro de lado e destranquei a porta, desci as escadas e encontrei meu pai na cozinha — Seu desgraçado.

 

— Dessa vez eu não fiz nada — Se defendeu e eu apenas pulei em seu colo e lhe beijei.

 

— Me foda logo caramba! — Pedi e ele deu risada mesmo surpreso. Nos beijamos novamente e depois ele me escorou no balcão, puxou meu shorts junto com a calcinha, abriu minhas pernas a empinou minha bunda. Deitei meu tronco sobre o balcão e logo senti o peso daquele peito musculoso encostando-se às minhas costas. O calor dele me excitava ainda mais. Eu podia sentir as pernas quentes e musculosas dele roçando na minha. Seu antebraço enorme e musculoso, apoiado pelo cotovelo, passava pela frente do meu rosto e eu escutava sua respiração pesada. O pau de Liam já estava em ponto de bala e num movimento de vai e vem por entre minhas nádegas, a baba do seu pré-gozo lambuzava completamente desde o começo do meu anus até as minhas costas. Se posicionando, logo senti ele penetrando minha vagina. Viajei até as nuvens quando a cabeça do seu membro daquele macho incrível começou a entrar na minha intimidade. Logo senti uma dor aguda e profunda, mas o prazer era tão maior, que não conseguia prestar atenção na dor, só na sensação de ser invadida por seu pênis grande e grosso.

 

Liam foi movimentando lento e contínuo e pouco depois, senti a barriga dele encostar nas minhas costas e seu saco acertar meu clitóris.  Logo em seguida, ele começou a tirar tudo, senti de novo à cabeça do pau dele passar pelos meus lábios vaginais e logo, num movimento rápido, meu pai meteu tudo de novo, me fazendo delirar de prazer.

 

Eu estava delirando de prazer.

 

Eu sentia aquele membro gigante entrando e saindo de mim cada vez mais rápido e não conseguia ficar calada. Gemia incessantemente, assim como ele, que urrava baixo, perto do meu ouvido, me deixando ainda mais excitada.

 

Junto com os gemidos de prazer que ele soltava, podia ouvir as suas coxas batendo nas minhas nádegas e sentir a cabeça daquela arma enorme saindo de mim. O vai e vem então começou a diminuir e pude sentir ele colar o peito nas minhas costas ainda mais e grudar a boca na minha orelha, soltando um gemido muito gostoso com aquela voz grave dentro do meu ouvido.

 

Foi então que eu senti seu pênis aumentar ainda mais de tamanho dentro da minha vagina e logo ele estava gozando enquanto me puxava para trás na esperança de se afundar ainda mais em mim. Eu já tinha gozado feito uma louca enquanto sentia minhas nádegas nas coxas quentes e musculosas dele.

 

— Sou melhor que aquele seu livro, não é? — Perguntou irônico e ofegante.

 

— Seu sujo! — Falei e ele deu risada.

 

— Você é inteligente amor. Vai se sair bem— Acariciou meus cabelos e beijou meu rosto — Que tal um banho?

 

— Me leva no colo? — Pedi manhosa.

 

—Claro! Só que antes, me deixa fazer uma coisa — Tirou minha blusa que era a única coisa que me cobria e encarou meus seios — Lindos! — Se abaixou e beijou cada um deles nos bicos e eu acabei gemendo — Eu vou deixar eles bem marcados lá no banheiro — Sussurrou no meu ouvido e me pegou no colo.

 

Nem preciso dizer que transamos no chuveiro, né? Cinco transas num único dia. Aquilo me deixou cansada, tanto que dormi e acordei no outro dia para ir para a faculdade. Era estranho ficar num lugar daqueles e não ter Emma, eu só tinha feito alguns colegas, pessoas que eu apenas falava em sala de aula. E por falar em Emma. Eu falo com ela todos os dias por telefone ou por skape e já deu para imaginar a saudades que eu estava. Seis meses sem se ver pessoalmente estava sendo difícil.

 

Até que fui bem na prova e fui para casa de Irina depois da faculdade. Eu queria muito trabalhar, mas Liam não queria dizendo que me desgastaria demais e eu acabei concordando com ele. Só a faculdade tem me deixado cansada ultimamente. Imagina se eu também trabalhasse?

 

Mas voltando. Cheguei na casa de Irina e ela como sempre me recebeu maravilhosamente bem. Eu ainda não conseguia chama-la de mãe e isso a deixava decepcionada, mas ela não insistia. Uma hora sairia.

 

Era estranho ter irmãos, começo dizendo. Lucas e Luanna tinham apenas doze anos e eram ligados no 220.

 

— Que bom que veio querida. Vamos almoçar! — Me acomodei a mesa com eles, apenas Josh não estava. — Como foi na prova?

 

—Me sai bem, mesmo com Liam me atrapalhando na hora de estudar ontem — Ela deu risada.

 

— Ele ficou te atrapalhando?

 

— Não parava de gritar: —AMOR! AMOR! AMOR! — Imitei a voz grossa, ou pelo menos tentei. — Não aguentei o joguei o livro nele.

 

— Você formam um casal muito. Eu achei que fosse estranhar, mas é lindo ver vocês juntos — Disse se acomodando na cadeira.

 

— Quando o Liam vem aqui de novo pra gente jogar futebol? — Perguntou Lucas de boca cheia.

 

— Lucas pelo amor de Deus! Esvazie a boca para poder falar — Pediu Irina.

 

— Desculpa mãe!

 

—Não sei quando Lucas, mas quando ele puder, ele vem! — Falei.

 

— Ele é irado e bem alto — Meu irmão gostava muito de Liam e isso graças a algumas vezes em que viemos almoçar aqui e ele, Liam e Josh jogaram bola. A empregada deixou as panelas em cima da mesa e senti meu estomago roncar quando vi que era salmão assado ao molho de mostarda em uma das panelas.

 

Servi-me e aspirei o cheiro da comida, foi nessa mesma hora que senti meu estomago embrulhar e senti uma ânsia de vomito.

 

—O que foi Amber? — Perguntou Luanna notando meu mal-estar.

 

—O que você tem querida? — Perguntou Irina.

 

— Senti vontade de vomitar. Eu acho que eu não devia ter comido aquele misto quente na faculdade — Falei respirando fundo e bebendo um pouco de água. Aos poucos aquele fastio foi passando e eu pude comer.

 

—Se sente melhor? — Perguntou Irina. Eu não tinha conseguido comer tudo e a ânsia de vomito tinha voltado, mas eu não falei nada. Passei o dia com eles e quando estava quase anoitecendo, Liam me liga avisando que já estava em casa. Irina se ofereceu para me levar em casa e eu aceitei, mas no meio do caminho, ela teve que parar o carro porque senti vontade vomitar e dessa vez, eu vomitei mesmo. — Pelo amor de Deus! O que você tem minha filha?

 

— Não sei! — Passei o braço sobre a boca e fiz careta — Semana passada eu me senti da mesma forma.

 

— Já foi no medico? — Perguntou e eu neguei — Falou para o Liam? — Neguei de novo. — Mas por quê?

 

— Por que foi só um mal-estar. Não quis preocupa-lo! — Um minuto de silencio com o carro em movimento.

 

—Amber, sua menstruação esta em dia? — Soltou do nada.

 

—Mas é claro que... Por que esta me perguntando isso?

 

—Só para saber! — Respondeu e eu fiquei calada. Aquela ideia começou a me assustar porque sim, minha menstruação estava atrasada.

 

— Irina, vamos passar em uma farmácia — Ela notou minha feição de pavor e acelerou mais o carro. Passamos numa farmácia e comprei dois testes, depois ela me deixou na frente de casa.

 

— Ligarei depois para saber qual foi o resultado — Assenti — Fica calma, ta bom? Independente do resultado. Eu amaria ser avó!

 

E assim ela se foi e eu entrei em casa. Escondi os testes dentro da mochila e Liam me recebeu na porta.

 

—Demorou, hein! — Me abraçou com força e me beijou — O que você tem?

 

— Eu? Nada! — Respondi de prontidão.

 

— Você parece tensa. — Me beijou o pescoço.

 

—Eu só estou cansada ursão — Ele rosnou contra a minha pele.

 

— Já falei que não gosto quando me chama assim.

 

— Se acostume — Respondi antes de ser beijada novamente. Ele me apertava contra o seu corpo e logo senti que estava excitado — Ei, vá com calma!

 

— Meu pau ficou o dia todo duro por sua causa.

 

— Hoje não, por favor. Estou muito cansada — Fiz bico.

 

—Faz assim não. Você sabe que eu não resisto quando você faz essa carinha — Acariciou meu rosto e eu sorri.

 

— Que tal pedirmos uma pizza? — Sugeri —Que tal você ir buscar uma? — Falei na intenção dele sair e eu conseguir fazer o teste.

 

—Ué! Pedimos por telefone.

 

— NÃO! Quero dizer... Eu acho que eles não fazem entrega a essa hora — Que desculpa de bosta.

 

— Amor, já são mais de seis horas. Claro que eles já fazem entrega em domicilio.

 

—Mas eu quero que você vá buscar — Respondi e ele me olhou estranhando.

 

— Mas por quê?

 

 — Porque... porque ... Porque eu quero te fazer uma surpresa. É isso! — Na mesma hora ele sorriu.

 

— E o que seria? — Perguntou interessado.

 

— Se eu falar não será mais surpresa, né! —Dei um tapinha em seu peito e ele riu.

 

—Tá bom, então. Eu vou lá buscar as pizzas — Me beijou com força e saiu. Fiquei vendo o carro sair da garagem e quando o portão abaixou, corri para a cozinha e peguei uma garrava de água. Da cozinha corri para o quarto e deixei minha bolsa em cima da cama, de lá, tirei os dois testes e encarei as embalagens enquanto sentia minhas mãos tremendo. Mesmo sem vontade, fui bebendo a água enquanto andava pelo quarto e lia as instruções na embalagem.

 

— Urinar direto na fita — Li — Colete a urina em um copo e em seguida mergulhe a fita no recipiente ou então use um conta-gotas para depositar a urina na fita. Aguarde alguns minutos para obter o resultado. Caso apareça o sinal de “+”, o resultado é positivo e se aparecer o símbolo “-“, indica negativo para gravidez.  — Virei meus olhos para o outro teste que era diferente e comecei a ler — Esse é aquele teste que apresenta os resultados de forma mais evidente, pois ele aparece por escrito em um pequeno painel digital. Para fazer o exame, retire a tampa a azul e urine diretamente sobre a fita por cerca de 5 segundos. Outra opção é colher a urina em um recipiente seco e limpo e mergulhar a fita por 20 segundos. Deixe o aparelho deitado na pia ou em qualquer superfície reta. Se não tiver onde apoiar, fique segurando o aparelho com a fita voltada para baixo. Após 3 minutos, o aparelho irá apresentar o resultado no seu painel digital.

 

Caramba! Aquilo parecia muito mais fácil nos filmes e novelas.

 

Fui bebendo a água e andando pelo quarto, logo me bateu a vontade de ir ao banheiro. Meu coração parecia correr uma maratona, batia acelerado e eu me tremia toda. Fiz o primeiro teste urinando direto na fita e fiquei esperando sentada na privada. Eu estava de olhos fechados e respirava nervosa. Mas quando eu abri os olhos, vi que já tinha saído o resultado e foi nessa hora que tinha um sinal de “+” e isso queria dizer positivo. Engoli o seco e fui até a pia onde deixei aquele teste e pequei o outro. Bebi água da torneira para dar mais vontade de urinar e quando a vontade bateu, lá foi eu fazer o teste digital. Retirei a tampa azul e urinei na fita. Agora eu me tremia mais ainda, pois eu sei que alguns testes podem se equivocar, mas dois de marcas diferentes não.

 

Foi nessa hora que o mundo parou quando eu olhei no painel digital e estava escrito “Teste positivo – 2 a 3 semanas de gravidez”. Pus a mão na boca devido à surpresa e logo veio as primeiras lagrimas banhar meu rosto.

 

— Eu... eu to gravida! — Eu não sabia se sorria ou se chorava. Eu só sabia que em mim existia uma sensação que parecia milhares de fogos de artificio explodindo. Acariciei minha barriga e solucei em meio ao sorriso. Encarei-me no espelho e a primeira coisa que me veio à cabeça, foi minha barriga crescendo. — Caramba! Eu to gravida.— Repeti.

 

—Amor? — Tomei um susto quando ouvi a voz de Liam lá no quarto. Encarei os testes e escondi os dois prensados entre minha cintura e minha saia.

 

— Estou aqui no banheiro! — Falei entrando no quarto.

 

— As pizzas estão lá em baixo. Eu trouxe três. Uma de calabresa, outra de mussarela e uma de pepperone. Agora me fala —Me abraçou — Qual é a surpresa?

 

Fiquei pensando se devia contar para ele agora. Nunca falamos sobre ter filhos. Mas seria melhor dizer logo, afinal, qual outra surpresa eu poderia fazer?

 

—Fecha seus olhos — Me olhou sem entender — Fecha logo!

 

— Tá bom! — Fechou os olhos e eu me soltei dele. Peguei os dois testes e comecei a falar.

 

— Ursão, você sabe ler termômetro? — Ele levantou a sobrancelha sem entender.

 

—Eu não! Mas por quê?

 

—É que eu estava com febre e fui medir minha temperatura e não sei ler termômetro — Na mesma hora ele abriu os olhos e me olhou preocupado.

 

— Você estava doente e não me disse nada? — Exasperou — Vou te levar no medico agora!

 

— Calma! Olha aqui esse termômetro pra mim — Lhe entreguei o teste digital. Ele pegou e encarou o teste, na mesma hora seus olhos se arregalaram e ele me olhou surpreso.

 

—Isso... Isso é serio? — Perguntou e eu assenti. Aos poucos um sorriso foi surgindo em sua boca e em poucos segundos eu vi seus dentes num sorriso genuíno e enorme. — Caralho! — Me abraçou com força enquanto ria — Eu... eu vou ser pai?

 

—Vai! — Respondi e ele voltou a gargalhar.

 

—Isso é maravilhoso! —Me pegou no colo dando beijos em meu rosto — Isso é maravilhoso! — Repetiu agora beijando a minha boca. Depois disso, ele me colocou no chão e se pôs de joelho, acariciou minha barriga e a beijou. — O papai te ama.

 

 

Era estranho saber que outra pessoa estava se formando dentro de mim. Absorvido o choque, Irina me ligou querendo saber dos testes e tampei o ouvido quando ela gritou do outro lado ao saber que deram positivo.

 

AI MEU DEUS! EU VOU SER AVÓ! JOSH, JOSH VENHA CÁ — Gritou e eu dei sorri enquanto Liam fazia o mesmo e acariciava minha barriga. —Nos vamos ser avós... Sim querido! Amber esta gravida. Filha? Vou passar para o seu pai.

 

Segundos depois veio à voz de Josh.

 

Isso é verdade mesmo Amber?

 

Sim, Josh! Eu estou gravida!

 

Ouvi sua risada e ele disse: — Isso é maravilhoso minha filha. Eu vou ser avô! Tudo bem que sou novo para ser avô, mas e dai? Eu vou ser avô e antes dos 40.

 

Mas as surpresas não pararam por ai. Já eram umas dez horas da noite quando Emma me ligou.

 

— Achei que não fosse me ligar hoje — Atendi já dizendo isso.

 

— Tenho uma ótima noticia para você — Disse afoita.

 

— Pois diga menina!

 

— EU VOU MORAR EM LONDRES!

 

— O QUE? É SERIO ISSO? — Gritei, dois segundos depois, Liam sai do banheiro pelado e com o corpo cheio de sabão.

 

— O que aconteceu? Você está se sentindo bem? — Perguntou preocupado.

 

— Estou sim! É que Emma vai vir morar em Londres — Comemorei animada.

 

— Ah! Só isso! — Suspirou aliviado e voltou para o banheiro. Não pude deixar de olhar paro o seu traseiro.

 

Quem esta ai? — Perguntou.

 

— Liam!

 

Estavam transando, né safada? —Enfatizou com malicia.

 

— Que bom que você vai vir?

 

ISSO É MARAVILHOSO, ISSO SIM! Meu pai recebeu uma oferta de trabalho por ai e a família toda vai se mudar. Essa é a parte chata, mas só de saber que vamos ficar juntas de novo, me anima.

 

— Isso é bom para você ficar perto do seu afilhado — Mordi a língua para segurar a risada.

 

Como é?

 

— Eu também tenho uma boa noticia para você. Eu estou gravida!

 

O QUE? TA DE BRINCADEIRA? VOCÊ TA GRAVIDA? EU VOU SER A MADRINHA OUVIU?

 

Vai ser você mesma! — Respondi.

 

Não acredito que tu ta gravida. Descobriu quando?

 

Hoje de tarde! Amanha vou ao medico para ter maior certeza e já fazer os exames necessários, pré-natal e essas coisas assim.

 

Tomara que seja uma menina! — Desejou.

 

— O que vier eu vou amar do mesmo jeito. Mas quando você vem?

 

— Parece que vai ser no mês que vem. La pro dia 20!

 

Da para aguentar, afinal, ficamos seis meses sem nos ver pessoalmente. Acho que da para dar uma aguentada.

 

Naquela noite fui dormir feliz da vida em cima do peitoral de Liam. No outro dia eu faltei na faculdade para ir ao medico e meu grandão me acompanhou. Ele parecia mais entusiasmado do que eu e pela manha ligou para um monte de gente para dizer que ia ser pai. A única pessoa com quem ele não falou, foi minha avó. Enganam-se se acham que ela nos aceitou. Estamos há muito tempo sem falar com ela.

 

Quem ficou bem feliz mesmo foi vovô Geoff que nos prometeu uma visita pela tarde.

 

Me assustou o tanto de exames que eu teria que fazer ao longo da gravidez, desde Hemogramas até Papanicolau. Comecei com uma ultrassom onde chorei por saber que meu bebê estava mesmo ali dentro. Eu confesso que fiquei um pouco com o pé atrás com medo dos dois testes terem se enganado. Mas não. Meu filho ou filha estava ali dentro mesmo.

 

— Quando poderemos escutar o coração dele ou dela? —Perguntou Liam enquanto segurava a minha mão.

 

— A partir da sexta semana de gestação. Falta pouco. Ela esta com quatro semanas!

 

Sai do hospital com aquela sensação do mundo estar lento ao meu redor. Era aquela coisa de a ficha ainda não ter caído.

 

—Amor? Esta tudo bem? Está tão calada! — Perguntou Liam enquanto manobrava o carro no estacionamento do hospital.

 

— Da pra acreditar? Nós vamos ser pais! Eu ainda não consigo crer— Eu parecia estar hipnotizada.

 

—Está feliz?

 

—Claro que estou! — Olhei para ele — Mas ainda é estranho pensar que alguém esta crescendo dentro de mim.

 

— Pois é bom ir se acostumando, pois esse é só o primeiro — Sorriu sapeca.

 

—Como é?

 

— Esse é o primeiro dos nossos sete filhos. Agora só faltam seis — Riu quando arregalei os olhos.

 

— Tu quer montar um time de futebol, meu querido? — Perguntei.

 

—Não, mas algo parecido com a liga da justiça, sabe? Tipo, duas mulheres e cinco homens — Essa definitivamente foi sem sentido.

 

—Por que cinco homens e duas mulheres? Não poderia ser cinco mulheres e dois homens? — Perguntei e ele arregalou os olhos.

 

—Claro que não!

 

— E por que não? — Perguntei.

 

— Para pra pensar! Cinco meninos é melhor, porque assim eles vigiam as duas meninas e o cara que tentar chegar perto delas apanha até ficar inconsciente — Sorriu maligno e eu arqueei a sobrancelha.

 

—Tá brincando? Cinco meninos só para ficar vigiando as irmãs? Que machismo é esse? Pois saiba que eu ajudaria elas a sair com os garotos — Desafiei.

 

— Endoidou? De jeito nenhum. Se nosso bebê for menina, tá pra nascer o filho da puta que vai chegar perto dela — Esbravejou — E por isso que eu quero ter os cinco moleques.

 

— Tá me achando com cara de égua parideira? — Perguntei — Sete filhos é muito, ursão.

 

— Muito era na minha época, onde marido e mulher tinham de doze filhos pra cima.

 

—Se era tão normal assim, porque o vovô e a vó Karen só tiveram você, a tia Nicola e a tia Ruth? — Interroguei.

 

— Eles até tentaram ter mais. Meu pai era louco para ter mais filhos homens, mas com o tempo ele descobriu que seus espermatozoides já não eram mais suficientes para engravidar uma mulher. Então desistiram! — Respondeu.

 

— Entendi!— Senti meu estomago roncar —Vamos parar em algum lugar para comer— Pedi — Estou com fome!

 

—O que você quer comer?

 

— Acho que um pedaço de bolo seria bom.

 

— Já está com desejos? — Perguntou rindo.

 

— Não é desejo, até porque eu poderia comer outra coisa também. Vamos parar em algum lugar e lá vemos.

 

—Será que você vai ter muitos desejos? — Perguntou.

 

—Não sei. Eu estou é preocupada com os enjoos. Odeio vomitar! — Fiz cara de nojo.

 

Findou que eu nem comi bolo. Nós almoçamos em um restaurante onde Liam teve uma crise de ciúmes alegando que o garçom estava me encarando demais.

 

—Será que tem como você se acalmar? — Perguntei nervosa enquanto ele arrancava com o carro.

 

—Aquele filho da puta estava olhando pros seus peitos e você me pede calma? — Se indignou.

 

—Não precisava ter dado um soco na cara dele! — Respondi — E se ele resolver te processar?

 

—O soco foi pouco! É para ele aprender a não ficar de olho nos peitos da mulher dos outros — Ele realmente estava nervoso e apertava o volante com força.

 

— Eu só acho que você exagerou um pouco amor.

 

— Exagerei? Se fosse outra mulher olhando para mim, você ia gostar?

 

—Não, mas nem por isso eu sairia no tapa com ela — Encostei minha cabeça na janela e seguimos o caminho de casa calados. Ao entrar na garagem, desci do carro e nem o esperei, entrei em casa e segui para a cozinha beber água.

 

Eu já estava no segundo copo, quando senti braços correndo em volta da minha cintura.

 

— Está brava comigo? — Perguntou ao pé do meu ouvido.

 

—Não, apenas chateada.

 

—Poxa amor! Tenta me entender — Pediu.

 

—Eu entendo — Falei — Só não acho que devia ter saído no soco com ele e chamado tanta atenção.

 

— Mas ele estava te comendo com os olhos — Exasperou —Queria que eu fizesse o que?

 

— Tivesse me abraçado, me beijado ou marcado território como você sempre diz e não brigasse como se eu fosse um pedaço de osso. E se ele te processar? Ele saiu com o nariz sangrando Liam. E se quebrou? — Disparei e ele me abraçou com força.

 

— Tá bem! Me desculpa. Prometo me controlar melhor —Beijou minha cabeça e afagou meus cabelos.

 

—Tudo bem! — Respondi —Acho que se tivesse sido o contrario, eu teria feito pior —Demos risada.

 

Eu estava realmente feliz porque a vida estava fazendo mais sentido do que jamais fez. A família estava feliz com a noticia da gravidez, principalmente Irina e Josh e Niall exigia o posto de padrinho. Mas nem tudo são flores. Minha avó Karen continuava irredutível em nos aceitar e talvez isso não aconteça tão cedo. Isso desanima? Sim, um pouco. Mas ela que me desculpe, pois não vou deixar minha felicidade para correr atrás da aceitação dela.

 

Mas quem sabe com o tempo ela não aceita? Às vezes demora assim mesmo.

 

Nessa brincadeira se passou um mês e eu já estava farta de vomitar. Eu sabia que teria enjoos, mas como eu podia imaginar que seria tanto? Sem contar que agora eu vivo com vontade de ir no banheiro urinar.

 

—Por que parou? — Perguntou Liam depois que eu parei de subir e descer em seu pênis. Oito horas da manha e estávamos transando.

 

—To com vontade de ir no banheiro — Falei já saindo de cima dele.

 

— Porra! Outra vez?

 

— Diz isso para o seu filho ou filha. Não para de sentir vontade de urinar — Reclamei.

 

— Mija em mim então — O encarei incrédula.

 

— Ai que horror seu porco!

 

— É melhor do que a gente parar toda hora — Cruzou os braços na porta do banheiro enquanto eu usava o sanitário.

 

— Mesmo assim — Respondi — Isso é nojento.

 

Mal me levantei e ele já estava me escorando contra a pia.

 

— Ei! Deixa eu me limpar primeiro — Reclamei já gemendo quando senti que ele me invadiu com força.

 

—Porra! — Gemeu — Ahhh gostosa! Buceta gostosa do caralho!

 

—Ah! Isso! Mais forte pai! Mete mais forte! AHHHH ASSIM! —Gritei. Há alguns dias atrás confessamos um ao outro que sentíamos tesão quando meio que nos tratávamos como pai e filha na hora do sexo. Chama-lo de pai enquanto transávamos o deixa excitado e a mesma coisa comigo quando ele me chamava de filha.

 

—OHHHH Tá gostos? Tá? — Perguntava como um verdadeiro maníaco sexual.

 

— Muito! Muito! Ahhhh — Gemi em resposta. — Eu te amo, pai!

 

—Ah ah ahhhh caralho! Eu também te amo filha.

 

O eco do banheiro aumentou o barulho dos nossos gemidos quando ambos gozamos.

 

—Eu amo muito você, meu amor! — Ele sempre dizia isso depois de transarmos.

 

— Eu também te amo muito! — E era isso o que eu sempre respondia antes de nos beijarmos.

 

 O barulho de celular tocando nos interrompeu.

 

— Deve ser o Niall — Falou acariciando meus cabelos — Ele reclamou porque ultimamente eu tenho chegado tarde no trabalho. Mas eu não estou nem ai! Sou dono daquele merda mesmo — Sorri e ele deu risada enquanto me beijava de novo.

 

—Não vai atender? — Perguntei.

 

— Não! — Me carregou até o chuveiro e tomamos um banho quente.

 

—Meus seios estão doendo! — Reclamei quando ele passou o sabonete pelos bicos dos meus peitos.

 

— Isso é natural da gravidez, não é? — Perguntou e eu assenti —Eles já estão ficando maiores.

 

— Eles quem? — Perguntei.

 

— Seus peitos. Estão ficando bem maiores — Sorriu safado e eu rolei os olhos.

 

— Nem vem! Eles estão doendo demais para você chupar como fez á três dias. Acho que deve ser por isso que eles estão doloridos.

 

— Eu não sei de nada — Levantou as mãos para cima como bandido rendido.

 

Terminado nosso banho, os dois voltaram para o quarto pelados. Por ser sábado, eu ficaria em casa, então pus apenas uma blusa grande com minhas peças intimas por baixo. Depois fiquei admirando aquele homenzarrão nu escolhendo suas roupas.

 

— Que bundão, hein! — Lhe aceitei um tapa na nadega direita e ele deu um pulo por causa do susto.

 

—Ei! Olha pra onde vai com essa mão — Reclamou.

 

—O que foi amor? Sua bunda é grande. Não duvido nada que algumas mulheres fiquem olhando, até os homens também. — Na mesma hora ele e olhou serio.

 

— Isso jamais! Bundinha que mamãe passou talquinho? Nem pensar! Pode até olhar, mas meu lance é meter e ser chupado, não o contrario!

 

—Sem graça! — Dei-lhe as costas e quem tomou um tapa foi eu — Ai! Sua mão pesa.

 

— É para marcar — Sorriu presunçoso e pegou uma cueca marrom dentro da gaveta.

 

Depois que Liam saiu para trabalhar, procurei fazer alguns trabalhos da faculdade que não me tomaram muito tempo, duas horas depois eu já estava sem fazer nada.

 

Até que tocam o interfone.

 

—Quem é?  

 

—Entrega de flores para Amber!

 

— Entrega de flores? — Repeti achando a voz a pessoa muito estranha.

 

Sim! Mandadas por Liam Payne .

 

—Espere só um minutinho, por favor!

 

Fui até o portão esperando encontrar flores, mas ao abri-lo, encontrei algo melhor.

 

—Não acredito! Você por aqui?

 

—Não acredito que você acreditou mesmo nisso de flores! — Abracei Emma com força e a mesma devolveu.

 

—Como é bom te ver, te abraçar, te ouvir pessoalmente — Falava já sentindo meus olhos arderem. Malditos hormônios da gravidez, to virando uma manteiga.

 

— Meu Deus! E essa barriga? — Tocou minha barriga — Ela já está aparecendo. Está de quanto tempo?

 

—Vou fazer dois meses — Respondi e ela me abraçou.

 

—Que bom te ver tão gorda, assim os gostosos ficam só para mim — Acabei rindo do seu dizer. Só ela mesmo!

 

—Vamos entrar e por o papo em dia — Chamei. Chegando a cozinha, ela foi direto na geladeira onde encontrou o bolo que fiz ontem.

 

— Humm! Como eu senti falta da sua comida. — Gemeu de boca cheia.

 

—Chegou quando? — Perguntei.

 

— De madrugada. Estou morando a uns vinte a vinte cinco minutos daqui.

 

Acho que já da para saber que ficamos horas conversando, não é? E ela comentou sobre Harry e disse que ele estava mudado, mais calado e isolado e debochou dizendo que a surra que Liam deu nele, vai deixa-lo traumatizado a vida toda.

 

Mas eu não estou nem ai pra ele. O enterrei a meses atrás.

 

—E como é a sensação de estar gravida?

 

—É estranho —Falei — Só caiu à ficha quando fomos escutar o coração batendo. Eu me derramei em lagrimas.

 

— E como Liam reagiu? — Perguntou pegando mais um pedaço de bolo.

 

—Bem! Tem vezes eu chego a pensar que ele esta mais entusiasmado do que eu.

 

—Hii! Esse vai querer menino.

 

— Ele disse que quer ter cinco filhos homens e duas mulheres e a maioria meninos só pra eles ficarem de olho nas meninas — Emma se engasgou.

 

— Ele quer montar uma creche? Posso inscrever meus irmãos? Período integral —Dei risada.

 

— Senti saudades do seu jeito desbocada — Falei.

 

—Eu sei —se gabou — Ninguém vive sem mim.

 

As coisas realmente estavam se ajeitando.

 

Ficamos falando de coisas triviais, banalidades e baboseiras qualquer. Até que ouvi o barulho do portão automático sendo aberto e estranhei.

 

— Liam já chegou? — Me perguntei olhando pela janela e vendo ele sair do carro sendo acompanhado pelo Niall — Mas ainda são seis horas da tarde — Olhar no relógio e ver que horas eram, me fez ficar surpresa pelo tanto de tempo que eu e Emma conversamos. Voltei para a cozinha e já fui em busca do que eu precisaria para fazer o jantar.

 

— Posso te ajudar? — Perguntou Emma e eu fiquei surpresa.

 

— Você querendo me ajudar a cozinhar?

 

— Eu fiz curso online, tá bom? Agora eu sei fazer arroz e feijão — Dei risada.

 

— Só isso?

 

— Só isso? — Me imitou — Ainda quer mais?

 

—Já que é assim. Você faz o arroz — Apontei para aporta da dispensa — Está ali dentro.

 

— Nossa! Que escuro aqui dentro — Disse ao entrar na dispensa.

 

— Tem um interruptor ai do lado direito — Respondi enquanto pegava as panelas.

 

— Não estou encontrando e AI! BATI MEU BRAÇO! — Dei risada e nessa mesma hora Liam entrou na cozinha.

 

— Chegou cedo, hein!

 

— Falando assim, nem parece estar feliz em me ver — Enlaçou minha cintura e meu deu seus famosos beijos agressivos. Eu saia totalmente sem ar dos braços dele. — Oi filhão! — Como de costume, abaixou e beijou minha barriga.

 

— Você nem sabe se vai ser menino — Falei.

 

—Vai ser sim! — Encrencou se levantando.

 

— Como você sabe? — Perguntei.

 

— Só sei! — Deu de ombros fazendo aquele bico lindo.

 

—Cadê o Niall? Eu vi ele saindo do carro com você.

 

— Foi no banheiro mijar — Me abraçou por trás e beijou meu pescoço.

 

—Até que enfim eu achei essa merda. Achei o arroz, mas não achei o interruptor de luz. Isso pesa! — Emma saiu da dispensa toda atrapalhada e meu pai me soltou e a encarou.

 

— Emma?

 

—Não! Rainha da Inglaterra — Delicada como um tijolo.

 

— O que está fazendo aqui? — Liam perguntou levando sua resposta na esportiva.

 

—Vim morar aqui! — Disse Emma.

 

— Aqui? Tipo, aqui, aqui? — Ele perguntou apontando pro chão da casa e eu entendi na hora que ele entendeu que ela ia morar conosco.

 

—A família dela se mudou pra cá — Respondi e ele disse: “Ata!”

 

— O que foi Golias? Tá com medo deu roubar Amber com criança e tudo mais? — Emma provocou.

 

—Você pode até tentar, mas ela voltaria para os meus braços — Ele respondeu com confiança enquanto cruzava os braços.

 

— Tem graça brincar com você não — Ela reclamou e Liam deu risada. Nessa mesma hora, Niall entra na cozinha.

 

—Está rindo do que juggernaut? — Perguntou o Loiro.

 

—Estava apenas conversando com Emma. — Disse e Niall olhou para ela. Eu esperava que um cumprimentasse o outro de forma mais amistosa, só que a única coisa que saiu de Ambos, foi um “oi” sem sal.

 

—Vai fazer o que para o jantar, amor? — Liam perguntou para quebrar o clima estranho.

 

—Eu ainda estou pensando — Respondi — Acho que um arroz de forno seria bom.

 

— Só que você teria que fazer em uma travessa do tamanho de uma mesa, né? Porque você sabe... Teu homem ai deve comer mais que um leitão a mais de uma semana sem ver lavagem — Emma encarou Liam dos pés a cabeça e Niall gargalhou.

 

—Como é garota? — Meu pai tentou parecer nervoso, mas logo estava sorrindo.

 

— Não disse nada! — Emma levantou as mãos para o ar.

 

—Tá bom gente! — Chamei a atenção deles batendo palma — Vocês vão me ajudar.

 

— Posso ajudar comendo — Solicitou Niall.

 

— Engraçadinho! — Respondi. —Vamos logo!

 

— Vamos lá! — Liam deu um tapa na cabeça de Niall.

 

— Ai caralho! Na cabeça não! — Reclamou.

 

— Desculpa coisinha frágil — Ursão zoou com a cara do amigo.

 

— Bate na cabeça do meu pau caralho! — Reclamou Niall e eu gargalhei, e mais ainda quando meu pai acertou um tapa no meio das pernas do loiro após ele ter dito aquilo. — Porra cara! Essa doeu. — Se sentou vermelho de dor.

 

—Ué! Você mandou eu bater na cabeça do seu pau — Liam debochou.

 

— Você fez foi um omelete dos meus ovos — Reclamou chupando o ar com a língua para amenizar a dor. — Caralho mano! Ta doendo muito.

 

— Quer que eu faça uma massagem? — O grandão se aproximou rindo e Niall pulou da cadeira.

 

 — Sai pra lá!

 

— As coisas são sempre assim entre eles dois? — Emma perguntou e eu assenti. — Parecem duas crianças — Encarou os dois que agora jogavam bolas de papel toalha um no outro.

 

—Ei! Ei! Vamos parando! — Chamei a atenção deles — Ursão, vá na dispensa e pegue o queijo ralado, presunto , quatro ovos e duas cenouras.

 

—Vai ursão — Debochou Niall.

 

— E você loira de farmácia — Começou Emma — Pegue uma caixa de leite, salsa, um pote de requeijão e pimenta.

 

—Há! Loira de farmácia — zoou Liam e Niall lhe deu um soco no braço — Bate que nem mulher — Correu para a dispensa e Niall foi atrás.

 

— Nem parece que passaram dos 35 — Falei e olhei para Emma — Como sabia o resto dos ingredientes?

 

— Como eu disse, fiz curso online.

 

— Achei que só tinha aprendido a fazer arroz e feijão — Respondi enchendo a panela com água para cozer o arroz.

 

—Fala serio! Quem faz esse tipo de curso para aprender a fazer só arroz e feijão? Eu sei fazer arroz de forno, carne de panela, lasanha e até pizza de pão de forma eu sei fazer.   

 

— Já vi que conseguiu alguém pra me ajudar na cozinha agora — Brinquei e Niall e Liam saíram da dispensa.

 

—Procuramos tudo — Começou Niall — Só não achamos a salsa e a pimenta.

 

— Esse tipo de coisa fica na geladeira — Respondi abrindo a geladeira e de cara avistei a pimenta.

 

—Coloquem essas coisas em cima da mesa — Pediu Emma.

 

 

Até que foi engraçado nós quatro na cozinha. Realmente, nem parecíamos adultos. Niall e Emma estavam conversando melhor, coisa pouco, mas falavam. Acho que ainda não se deram com o fato de que podem ser algo fora da cama também. Não digo namorados, mas quem sabe até colegas.

 

Eu como sempre estava toda hora correndo para o banheiro e Emma zoava minha cara perguntando se eu não queria uma fralda.

 

—Espera só o dia em que você for mãe também — Respondi.

 

— Virá essa boca pra lá! — Exclamou — Não me vejo sendo mãe, então muda o endereço da sua cegonha.

 

— Um dia você vai conhecer um cara que te faça mudar de ideia — Falei —Pode até ser o Niall.

 

— Com aquele ali foi só sexo tá? Desce um pouco para a queda não ser grande.

 

—Vai me dizer que não gostou nem um pouco dele? Ele bem bonito e pelo que Liam conta, todas caem no encanto dele — Disse e ela deu risada.

 

— Ele é gato, mas não quero nada com ele — Senti sua indiferença. Ela realmente dizia a verdade. Para ela, foi só sexo. — Por falar em gato. Menina! Do lado da minha casa nova tem um gatão que me deixou louquinha. Alto, fortão e ruivo. Parece um deus. Vi ele pelado pela janela e o calibre é potente.

 

—Só você mesmo! —Dei risada.

 

—Você acha mesmo que eu vou perder meu tempo com aquele loiro? É gostoso, trepa bem, mas meu amor... Para me segurar tem que ter uma pica de ouro. Sou muito nova pra me amarar em alguém.

 

—Você tem 21 anos — Respondi.

 

—Sou muito nova! Posso começar a pensar em entrar em um relacionamento sério aos 35 ou quem sabe mais — Disse e eu arregalei os olhos.

 

— Nessa idade, você já devia estar pelo menos casada — Falei.

 

—Minha filha, nessa idade eu quero estar mais galinha que um galinheiro inteiro. E vamos mudar de assunto. Só de pensar nessa de relacionamento serio, eu fico toda arrepiada. Toca aqui no meu braço pra ver — Esticou o braço e eu neguei aquilo com a cabeça.

 

 —Já sei que tu quer continuar fazendo a linha de vadia.

 

— Acertou!— Respondeu.

 

— Agora vamos descer antes que Liam venha me buscar — Falei me levantando da cama.

 

— Ou antes que eles comam todo o arroz de forno, que a essa hora já deve estar pronto — Olhou no relógio do celular e descemos — Viu? Falei o que? — Perguntou quando entramos na cozinha e vimos os dois já com os pratos cheios.

 

— Caramba! Nem para esperar — Me indignei.

 

— Desculpa amor! Mas o cheiro estava irresistível — Liam respondeu de boca cheia.

 

— Cristo! Parece um leitão — Emma comparou e eu dei risada.

 

Minha amiga estava fazendo muita falta.

 

No dia seguinte, já era domingo e Emma dormiu na minha casa.

 

—Não se preocupem, podem trepar a vontade. Não se preocupem comigo — Foi o que ela disse antes de entrar no quarto de hospedes.

 

—Meu Deus! Vocês estavam transando ou botando o quarto a baixo? — Emma perguntou pela manha e Liam deu risada enquanto beijava minha nuca. — Fiquei no ultimo quarto e mesmo assim eu consegui ouvir os gemidos de vocês. Que isso? Era sexo ou luta romana? Tinha algum leão no quarto?

 

—Tinha sim! — Liam respondeu com malicia.

 

— Nem sei como vocês estão de pé. Três e meia da manha eu acordei e vocês ainda estavam trepando. Que que é isso? Estão querendo quebrar algum recorde? — Perguntava indignada e eu ali com vergonha.

 

—Já chega né? — Falei para ela parar.

 

— Vão fazer o que hoje? — Perguntou se servindo de café.

 

—Ela vai fazer exame hoje — Liam respondeu por mim.

 

— Mas hoje é domingo — Emma declarou.

 

— Mas é porque esse exame é diferente — Falei.

 

— Diferente como? — Perguntou.

 

— Uma amiga da Irina disse que conseguiu descobrir o sexo da criança dela com apenas dois meses através de exame de sangue e eu não estou me aguentando de curiosidade. — Respondi.

 

— Posso ir junto? —Perguntou.

 

—Então Emma... É que eu queria fosse algo só meu e do Liam — Falei o mais sutil possível.

 

— Tudo bem! — Respondeu.

 

— Não está chateada né?

 

— Claro que não Amber! — Sorriu com sinceridade — Eu falei isso mais por impulso mesmo. Saudades de rodar com você. E esse é um momento seu e do Liam, da família de vocês e eu não posso me intrometer nisso.

 

— Obrigado por entender — Disse Liam.

 

Depois do café, deixamos Emma em casa e aproveitei para descobrir seu endereço e conversar um pouco com sua mãe e depois fomos para o hospital.

 

— Ansiosa? — Perguntou a medica que tem me atendido desde que vim aqui pela primeira vez. Seu nome é Andreia e é uma mulher que querendo ou não, dá um pouco de medo, pois ela é bem alta.

 

—Muito! — Liam respondeu por mim.

 

— Esse exame se chama Sexagem fetal e eu só vou precisar tirar um pouco do seu sangue para analisar o DNA do bebê através dele. As chances de acerto do exame são de aproximadamente 99%. Vamos começar?

 

— Vamos! — Respondi com o coração acelerado.

 

Recolheram meu sangue. Antes de mais nada, quero deixar bem claro que esse exame foi pago e isso me fez perguntar em quanto tempo saia o resultado.

 

— Depende — Respondeu a medica — Alguns saem em menos de 48 horas, assim como muitos só saem depois de cinco dias no máximo.

 

— Vou ter que segurar a ansiedade um pouco mais — Falei ofegante e ela riu.

 

—A gente pode mandar por correio. No seu prontuário tem seu endereço.

 

—Isso é bom! — Disse Liam e sim, ele estava mais ansioso do que eu.

 

Cinco dias depois

 

— Qual foi o resultado? — Liam perguntou ansioso enquanto eu segurava o teste em mãos. Tinha acabado de chegar. E não era só ele que estava ali, mas sim Niall, Emma e meu avô Geoff também.

 

— Diz logo Amber! — Emma mandou.

 

—É um menino! — Respondi e Liam sorriu de uma forma que fez meu peito apertar e eu chorar emocionada. Eu estava uma manteiga mesmo. Ele me abraçou com força e me dava beijos por todo o rosto.

 

— Eu falei que ia ser menino — Sussurrou no meu ouvido.

 

—Cala a boca! — Demos risada. Ele se abaixou e acariciou minha barriga.

 

— Hey molecão! O pai está louco pra te ver viu?

 

A vida nunca fez tanto sentido e só então entendi que às vezes as coisas são desse jeito mesmo. Nada dura se não lutarmos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


CALMA. NÃO É O ULTIMO CAPITULO.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...