História Uma mímica diferente. - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruno Lays
Exibições 4
Palavras 935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Violência
Avisos: Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


UHULL!


KK"



eu nao sei o qe eu fis...

Capítulo 3 - Ah...você é inteligente


Fanfic / Fanfiction Uma mímica diferente. - Capítulo 3 - Ah...você é inteligente

Acordei no dia seguinte amarrado na cama.

- Ótimo....pode parar de graça Putinha.

Alguém abriu a porta, e para minha surpresa, era um de meus amigos, ele me viu amarrado na cama e logo começou a rir.

- Vai ficar olhando, otário? Me ajuda a sair daqui!

- Ok, ok...fica calmo Bruno... – ele me ajudou a me desamarrar.

Depois de sair da cama, fui em direção a sala, a procura da mímica.

- Ah, está procurando alguma coisa Bruh?

- Sim. A Putinha desapareceu.

- Você está pagando uma puta?! – ele disse num tom de frustração.

- Lógico que não. É um apelido que dei a ela, pois ainda não sei o seu nome. Ela é mó gata.

- Você tem que me apresenta-la um dia.

- Hum....ok. Como você entrou?

- A porta estava aberta, tome mais cuidado e largue de ser cabeça de vento.

- Huh?! – corri para porta, e ela estava trancada. – Caralho.

- Que foi Bruh?

- Ela nos trancou aqui.

- Ela quem, a Putinha? – no mesmo instante, ela apareceu com um sorriso nos lábios deitada no sofá.

- Prometo não falar nada. – falei olhando nos olhos dela.

Ela piscou para mim, e a porta se abriu misteriosamente, logo depois ela desapareceu na escuridão.

- Promete não falar o que?

- Nada, nada, e já está na hora de você ir – já falei empurrando-o para fora.

Fechei a porta com força, e para mim, já era hora de tirar satisfações com a mímica.

- Bruh! – ele bateu na porta – Eu só vim te chamar pra festa que vai ter lá na praia....se quiser ir......leve a sua Putinha!

Continuei calado, e fui para o meu quarto novamente.

Ela estava deitada na cama olhando a janela, num tom pacífico.

Deitei-me ao seu lado, mais especificamente, ela deitou entre minhas pernas.

- Porque fez aquilo? – sussurrei em seu ouvido.

- Porque....foi....necessário.....

-Porque você fala pausadamente?

- Porque o jeito normal é incomodo.

Woah, que voz linda. Nunca pensei que seria assim.

- Poderia falar assim comigo, desde já?

- Nah, nah, não. – um lenço preto longo surgiu em suas mãos. – Hoje não.

Ela tapou meus olhos com o lenço, e realmente, não dava para tirar ou ver algo.

- Pra que isso? – perguntei, procurando-a.

Ela colocou o indicador nos meu lábios.

- Quer jogar um jogo?

- Chega de jogos....mas esse vai valer apena?

- Pode ser que sim.

- Ok.....diga-me que jogo é.

- Eu vou colocar alguma coisa na sua mão, e você terá que adivinhar o que é.

- Hum....gostei. – sorri.

Ela pegou a minha mão, e colocou algo que tinha um cabo, e era gelado.

Poderia ser muitas coisas, como um garfo, uma faca......

Fiquei procurando uma ponta, mais não achei nada, parecia ser uma colher. A “ponta” era redonda.

- É uma colher.

- Excelente....

A colher sumiu das minhas mãos sem mesmo alguém ter pego.

Novamente, ela colocou algo nas minhas mãos. Era pesado, porém mole.

E parecia ter dois, e eram duas bolas moles.

Ok, ela não fez isso. Que Putinha.

Continuei apalpando os seios dela, que só por Deus, pareciam ser enormes.

Eu apertava, e podia ouvir seus suspiros de desespero, para que eu parasse.

Coloquei as mãos para baixo.

- Me beija logo, vai.... – disse puxando-a para perto.

- Estava quase pensando que você não ia pedir.

Ela me beijou, desesperadamente, enquanto eu sentia seus seios no meu peitoral.

O beijo começou a ficar acelerado, e parecia que cada vez que ela me tocava, dava mais vontade de estar junto dela.

Ainda vendado, eu tentei tirar o lenço da minha cabeça, mais essa tentativa foi em vão.

Ela me puxou pela gola da camiseta.

- Pare mocinho, você ainda não descobriu o que eu coloquei na sua mão. – ela pegou a minha mão direita, e pôs com vontade em um dos seus seios.

Eu sorri, e apertei-o com força.

Ela gemeu.

Puxei-a para perto novamente, e em um piscar de olhos, estavam nos dois nus, agarrados na cama.

Ficamos nos beijando aceleradamente, enquanto eu mantinha uma de minhas mãos na sua bunda, e a outra sempre apertando seus seios.

No meio do beijo ela parava para gemer, e eu voltava a puxa-la para nos beijarmos novamente.

Mas, como eu sou insatisfeito, decidi colocar a minha marca, para faze-la só minha, ela se levantou, e parece que entendeu o que eu queria fazer.

Menina esperta.

Ela se sentou de frente para mim entre as minhas pernas, e quando tudo entrou por final.... comecei a fazer a arte.

Ficamos no famoso vai-e-volta.

Ela segurava meus cabelos com força, e gemia a cada apertão.

Seus gemidos eram músicas para meus ouvidos.

Ai, ai, quero ficar aqui para sempre.

- Ah...Bruno, pare... – ela gemia.

Sorri, e puxei-a mais para perto ainda, podendo ouvir seus gemidos bem nos meus ouvidos.

- Diga o meu nome, outra vez.... – sussurrei.

- Bruno.....Bruno....... – ela gemia.

Ri, e adentrei ainda mais fundo.

Ela gemia sobre duas coisas:

1° Meu pau.

2° Meus apertões em seus seios.

Não quero mais sair dessa cama.

Porém, ela resolveu parar quando eu achava que aquilo iria durar para sempre.

Ainda, com as mãos na cintura, resolvi começar a passar a mão pelo seu corpo.

Da bunda até onde ela era mais sensível, e realmente ela deveria estar adorando.

Parei até encostar nos seus seios. Ela pôs seus braços apoiados no meu pescoço.

- Já sabe o que eu coloquei nas suas mãos? – senti sua voz bem perto do meu rosto.

- Sei. – apertei seus seios – Você me deu você – puxei-a para perto.

- Ah.....você é tão inteligente.


Notas Finais


acabou?
podem me xingar agrah
podem chamar essa fic de vaso sanitário
porque eu caguei nela

HA"


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