História Uma mímica diferente. - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruno Lays
Exibições 4
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Violência
Avisos: Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Huehuehue
















'u'

Capítulo 4 - Kali o demônio sedutor.


Fanfic / Fanfiction Uma mímica diferente. - Capítulo 4 - Kali o demônio sedutor.

- Posso tirar esse lenço agora, estou doido para provar desses nuggets.... – falei sorrindo.

Ela riu.

- E se eu não deixar?

- Irá doer na minha alma. – procurei-a.

No mesmo instante ela retirou o lenço dos meus olhos, mais não vi nada de interessante. Ela já estava vestida.

Ainda em cima da cama, ela se aproximou de mim, e segurou o meu rosto.

- A dor precisa ser sentida. – ela beijou-me e saiu.

O que ela quis dizer com “a dor precisa ser sentida”.

Ela quer que faça doer mais? Haha....Farei doer mais, em breve.

Mais chega desse papo. Tenho que ir para aquela tal festa.

Hum....preciso levar ela. Fodeu.

E se ela não quiser ir? Se eu for, é bem capaz de eu chegar na festa e encontrar todos mortos, se é que ela é capaz disso.

Fui para o banheiro tomar um banho, e quando abri a porta, acabei esbarrando nela.

- Opa, foi mal – falei.

- Você vai mesmo para aquela festa? – ela suspirou.

- Hum....você quer ir?

- Porque você está me convidando?

- Porque você pergunta? – sorri.

Ela sorriu, negando com a cabeça abaixada, que logo se levantou para olhar nos meus olhos.

Os olhos dela estavam cor-de-rosa no momento, eram bonitos.

- Porque seus olhos mudam de cor? – passei a mãos nos seus cabelos.

- Mudam conforme as minhas emoções.

- Verde é a cor normal – prossegui.

- Azul escuro é quando sinto medo – ela disse.

- E cor-de-rosa é...?

- Amada. – ela colocou os braços em volta do meu pescoço.

Trocamos um beijo rápido.

- Você vai? – insisti.

Ela suspirou.

- Ok.....eu vou, com uma condição.

Suspirei.

-Qual a sua condição?

- Você verá. – sorriu, e saiu andando.

Puta merda, como ela consegue me exitar assim....tão rápido?

Isso não me importa muito, até porque, quem vai maltratar ela, sou eu.

Vai, nem é maltratar, é mais....aproveitar.

Caiu na mesma.

Troquei-me e fui diretamente para sala, e vi ela sentada no sofá, olhando para a porta.

Ela estava com um roupa diferente. E o rosto era diferente.

Mais ainda era ela. Os seus olhos ainda estavam cor-de-rosa, vistos de longe.

Sentei-me ao seu lado.

- Resolveu sair da fantasia? – brinquei.

- Não quero que me vejam como eu sou realmente.

- Para ser sincero, eu prefiro muito mais você naquela cara branca.

- Eu não prefiro – ela olhou para mim séria.

Aquela expressão de uma pessoa real, estava tão parecida quanto ela realmente.

Aquela pele branquinha parecia porcelana, mais na verdade, era uma pele branca num tom natural.

- Você tem medo de como as pessoas reajam? – perguntei.

- Eu não tenho medo da reação das pessoas. Eu tenho medo, do que eu posso fazer estando naquele jeito.

- Ei, ei... – puxei-a para perto – Você é perfeita. É uma...mímica diferente.

Ela assentiu, beijou-me.

Enquanto eu descia o beijo para o seu pescoço, ela apertava minha camiseta, abraçando-me.

- Bruno....nós não deveríamos estar lá na praia?

Soltei-a no mesmo momento, olhando-a sério.

- Você sempre arranja um jeito para estragar o momento.

Ela riu.

Fomos caminhando até a praia, que estava cheia, de meus amigos.

O Luka veio diretamente em direção a mim, e não parava de olhar meus dedos enlaçados com os da Putinha.

- Finalmente, hein?! – ele perguntou.

- Finalmente oque?

- Nada vai. Qual é o nome da princesa, aí?

Eu estava para falar um nome Australiano, quando a Putinha colocou o indicador nos meus lábios.

- Não era para eu falar isso? – ela sorriu.

Retribuí.

- Vá em frente, diga o seu nome, ou se preferir, falarei seu apelido – gritei para todos ouvirem.

Ela suspirou.

- Kali.

Luka me olhou surpreso. Não tinha nada ver com um nome Australiano.

O nome dela era o nome de um demônio, mais especificamente, o nome da filha de Shiva, alta sacerdotista de Thuggees.

Ok, nada mal. Gostei desse nome.

O Nicolas se aproximou, ótimo.

- Ei! Bruh, ela que é a tal Putinha? – ele perguntou.

Bati palmas.

- Kali, senhor. Me lembro de ter trancado vocês dentro da casa do Bruno. – ela sorriu sarcasticamente.

Não era um sorriso sarcástico, era um sorriso assustador, para o Nick.

Ele se afastou, esbarrando na minha ex-namorada, a Camilla.

- Você me trocou por essa branquela, aí? – ela disse de braços cruzados.

- Troquei, você quer entrar no mar Kali? – falei.

- Não é uma boa ideia.

- É uma ótima ideia – retruquei.

- “A dor precisa ser sentida”...? – ela sorriu.

- “A dor precisa ser sentida”.

E corremos até o mar.

Entramos de roupa mesmo, e até outros casais da praia começaram a aparecer, pulando no mar.

Ela tentou me afogar, mais eu consegui pega-la de ponta cabeça e sair correndo pela praia.

Mais aí resolvemos sair para tomar um sorvete, e eu pude ver do quiosque, que a Camilla começou com o seu teatro.

Ela estava se beijando com o Raphael, o gótico da turma, mais logo foi rejeitada.

Eu comecei a sorrir, negando com a cabeça.

A “Kali” olhou para trás e viu que eu estava observando-a.

- Nós não erámos um casal? – ela sorriu.

- Seremos se você quiser que seja – retribuí.

Ela beijou-me.

Pude ver que ela retirou uma de suas mãos dos meus cabelos, e mostrou o dedo do meio por trás, exibindo para a Camilla.

Ai, ai....essa mímica.

Ficamos por um bom tempo na praia, e as maios ou menos 23:54 resolvemos ir, para casa.

Eu gostaria de ter ido bem antes, mais a Kali estava se divertindo, fazendo comentários bizarros para o Nicolas, enfim, se divertindo do jeito dela, psicopata.

Fomos caminhando calmamente até em casa, e bem, ao passar pela portaria foi normal.

Mais no elevador ela decidiu me atacar, com aquele olhar de “Está na hora da minha condição”.

Resolvi beija-la ali mesmo. Ficamos nos beijando até chegar no 18° andar.

Ainda trocando beijos até a porta, eu já fui tirando o seu vestido, e cara, eu pude ver tudo o que queria ver hoje mais cedo.

Eu imaginei que eram grandes, mais jesus amado, eram enormes.

Ela correu até o quarto, e eu fui atrás que nem um cachorro tonto.

 

 

 


Notas Finais


tarárárárarara!









KK"


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