História Uma Namorada Para o Papai(Parada por tempo indeterminado) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Jiraiya, Menma Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Nagato, Naruto Uzumaki, Tsunade Senju
Tags Menma, Pai&filho, Revoluçãonaruhina
Visualizações 472
Palavras 2.985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite, genteeee...
Não... eu não me esqueci das minhas histórias. Porém, essa é uma ocasião especial e essa aqui será um shortfic para o Dia dos Pais.
Estou muito feliz por ter conseguido, pois no Dia dos Namorados eu não terminei a tempo.

Bom... espero que gostem, pois é do fundo do meu coração.
O Menma vai brilhar aqui de novo porque eu simplesmente o amooooo demais.
Serão de 3 a 4 capítulos, ok?
Vou postar tudo durante essa semana até domingo.
Estou muito ansiosa pela reação de todos, porque dessa vez é a versão de uma criança de 9 anos.
Me inspirei no meu filho.

Beijos e ótima leitura.

Capítulo 1 - Missão Cupido


Fanfic / Fanfiction Uma Namorada Para o Papai(Parada por tempo indeterminado) - Capítulo 1 - Missão Cupido

Uma Namorada Para o Papai

Capítulo 1 — Missão Cupido


Bem… A história que vou contar agora começou bem antes do dia dos pais. Na verdade, ela se passa no começo do ano passado, para ser mais exato. Essa é a história de como eu, Menma, decidi ajudar o meu pai a arrumar uma namorada.

Antes de mais nada, deixa eu me apresentar para vocês, certo? Bom… Meu nome é Menma Uzumaki e agora eu tenho 10 anos de idade. Mas na época em que tudo acontece eu tinha apenas 9 anos.

Meu pai se chama Naruto Uzumaki e ele era um pai solteiro. Eu não conheci a minha mãe e a história que meu pai me contou é que ela morreu logo depois que eu nasci. Eu não tenho lembrança alguma dela e o que eu sei são apenas as histórias que me contam. Por exemplo, eu sei que ela se chamava Koyuki Kazahana e que tinha longos cabelos pretos como os meus, e também os olhos azuis. Minha avó me disse que ela foi a primeira namorada do meu pai e que era uma moça muito boa e também muito bonita. Porém, infelizmente, o meu parto foi muito difícil e ela não resistiu.

Eu não fico triste ao pensar na morte dela, pelo contrário, tenho mil motivos para ser feliz. Pois minha mãe escolheu morrer para que eu pudesse viver. Sim, meu pai me contou que os médicos pediram para que a família escolhesse entre ela e eu, porque tudo se complicou no meu nascimento. E foi com muita coragem que ela escolheu a mim. Minha avó me disse que antes da minha mãe morrer, ela falou que eu era um presente, o maior presente que ela poderia ter e que queria que o meu pai cuidasse de mim como ela mesma cuidaria. É por isso que eu sou tão feliz assim, pois para mim meu pai é muito mais que apenas um pai. Ele é também a minha mãe.

Meu pai é um homem muito bonito e chama muita atenção por onde passa. É loiro, alto e tem os olhos azuis iguais aos meus. Minha avó sempre me diz que nós somos muito parecidos. E é verdade.

Apesar de ser um pai solteiro e ter me tido aos 17 anos de idade, meu pai às vezes se comporta como se tivesse a minha idade. Mas quer saber? Eu não ligo. Eu o amo muito e sinto muito orgulho dele.

Meu pai é muito conhecido em nossa cidade e todos gostam muito dele. É claro que toda a minha família é muito conhecida. Meu avô foi prefeito, minha bisavó é a médica mais famosa de Konoha, meu tio é o chefe de polícia, e também... quem não conheceria o Capitão Uzumaki do corpo de Bombeiros? Meu pai já salvou muita gente, ele é um homem muito importante.

Eu acho que meu maior sonho, desde que me lembro, sempre foi que o meu pai arrumasse uma namorada e se casasse. Lógico que eu também ganharia com isso. Se ele enfim encontrasse uma mulher que o amasse, finalmente ele seria feliz de verdade. Não que meu pai fosse um homem triste, mas eu sabia que ele sentia falta de uma companhia.

Mas sabe, meu pai nunca teve muita sorte com as namoradas que ele arrumava. Cada uma era pior que a outra.

A primeira que eu me lembro foi a Sara. Olha, ela era uma mulher muito bonita, porém, era muito chata e queria mandar em mim a todo custo. Hum… Coitada! Não durou três meses e eu a coloquei para correr daqui de casa. Depois teve a Shion. Bem… A Shion até que era bonita, e parecia ser muito simpática. Ai, ai... Só parecia. Shion era uma bruxa disfarçada.

Em seguida, meu pai namorou a Amaru. Deus! Não gosto nem de lembrar dela. Argh! Mulherzinha insuportável. Essa não durou dois meses, pois minha avó me ajudou a colocá-la no lugar. Sério, essas mulheres acham que é assim, é? Que podem chegar me dando ordens? Nunca. A Naori eu até pensei que daria certo. Estava enganado, pois mesmo sendo prima do tio Sasuke, aquela ali era só aparência.

E depois de tanto quebrar a cabeça, meu pai deu uma sossegada. Entretanto, eu sabia que ele sentia falta de uma namorada e foi por esse motivo que eu decidi que era hora de ajudá-lo.

Tudo começou logo no primeiro dia de aula. Estava tudo normal e chato como sempre. Cheguei na sala e me sentei em meu lugar próximo à janela, ao lado do Konohamaru e do Shinki. Estávamos esperando a velha senhora Chiyo, ou vovó Chiyo, como costumávamos chamá-la. Porém, naquele dia, tivemos uma grande surpresa. Quando o sinal bateu, anunciando o início das aulas, ao invés de ser a vovó Chiyo ao entrar na sala, era a nossa coordenadora, a senhora Anko Mitarashi.

— Ohayou, crianças — cumprimentou-nos com um sorriso.

— Ohayou, Anko-sama — respondemos todos juntamente.

Konohamaru olhou para mim como se eu soubesse de alguma coisa. Claro, talvez ele tenha pensado que já que o tio do meu pai era o diretor da escola, eu com certeza soubesse de alguma coisa. Pois eu também estava surpreso e não sabia de nada.

— Vim avisá-los que, a partir desse ano, a senhora Chiyo Akasuna não dará mais aulas. Ela se aposentou no final do ano passado.

Houve alguns resmungos, outros até gostaram. A vovó Chiyo era uma boa pessoa, e mesmo já sendo de idade era uma ótima professora. Não que eu fosse o melhor aluno ou mais inteligente, mas a vovó Chiyo era a vovó Chiyo. Não dá para compará-la com nenhuma outra.

A senhora Anko fez um sinal para nos calarmos e prosseguiu com o seu discurso.

— Espero que todos recebam bem a nova professora, entendidos?
Shinki me cutucou e sussurrou em meu ouvido.

— Isso é péssimo, acabaram-se as nossas brincadeiras.

Olhei para ele e vi que estava entediado. Suspirei cansado e tornei a olhar para frente.

A senhora Anko falou mais algumas coisas e, logo em seguida, convidou a novata para entrar na sala.

E quando ela entrou foi amor à primeira vista.

Lá estava a mulher mais linda que eu já tinha visto e a que, com certeza, merecia um homem digno. Foi naquele momento que eu tive a maior ideia da minha vida. A nova professora, que eu ainda nem sabia o nome, seria a namorada perfeita para o meu pai. Estava decidido.

— Crianças, deem boas-vindas para a senhorita Hyuuga. A partir de hoje ela será a professora do 3° ano.

Eu não sei o que me chamou a atenção na senhorita Hyuuga. Talvez foi o sorriso doce, ou a voz delicada, mas eu sabia, ela tinha algo diferente. Ela não era como as outras.

— Ohayou, crianças. Espero que possamos nos dar bem. Meu nome é Hinata Hyuuga e é um prazer conhecê-los.

Daquele dia em diante eu tinha uma missão importante: juntar a senhorita Hyuuga, a qual eu nem sabia se tinha um namorado, e o meu pai, o solteiro mais cobiçado de Konoha.

Se eu queria juntar o meu pai e a minha professora, eu precisava conhecer quem era ela. Depois das últimas terríveis experiências que foram as ex-namoradas do meu pai, acabei ficando mais esperto. Nada de me fazer de santo quando meu pai me apresentasse uma pretendente. Eu sou Menma Uzumaki, neto da dona Kushina – tenho uma reputação a zelar.

Aliás, eu tinha uma aliada. Minha avó também não ficava para trás quando o assunto eram as pretendentes do papai. Se ela não gostasse da garota, não demorava dias para a minha avó colocá-las para correr da sua casa. Ah… Eu amo a vovó Kushina.

Durante todo aquele dia de aula eu apenas observei a senhorita Hyuuga. Ela era educada, carinhosa, paciente e sempre tinha um lindo sorriso no rosto. Decidido, ficaria bem quieto até o fim das aulas. No dia seguinte eu começaria a agir.

→ Início de Tudo ←

Quando cheguei em casa, meu pai estava estranho, sorrindo à toa e assobiando. Aquele era um mau sinal.

— Por que o senhor está assobiando, tou-chan? — perguntei desconfiado.

Alguma coisa estava errada. Meu pai ficou vermelho com a minha pergunta.

— Nada — respondeu coçando a nuca. — Só estou feliz, só isso — desconversou, voltando ao serviço de antes.

Olhei para ele de canto e o vi dar um sorrisinho bobo.

Ele andou de um lado a outro na cozinha, guardou os pratos, os copos, bebeu água e se voltou até onde eu estava.

— Menma, papai tem uma novidade — falou com um sorriso enorme.

"Hum… eu conheço essa cara.” Pensei desgostoso.

Meu pai tem o péssimo costume de ficar ainda mais idiota quando está apaixonado. E se eu não o conhecesse muito bem, poderia jurar que tinha mulher na jogada. Mas eu não ia permitir aquilo nunca! Meu pai não dá sorte com as namoradas que ele arruma. Até a minha mãe, quem apresentou para ele foi o tio Deidara.

— E qual novidade seria essa? — perguntei já sabendo a resposta.

Meu pai coçou o rosto, levou a mão aos cabelos e, decidido, confessou:

— Eu conheci uma pessoa.

Bufei. Meu pai sabia que eu nunca fui com a cara das mulheres que ele arrumava.

— Não faz essa cara, Menma. Dessa vez é uma boa pessoa e eu quero muito que dê certo — falou quase que me implorando.

Cruzei os braços e fechei a cara. Eu já tinha planos para o meu pai, nunca que eu aceitaria outra.

— Menma, você até conhece ela. Aliás, ela gosta muito de você, sabia?

Era sempre daquele jeito. Foi assim com a Shion, com a Naori e olha só… Nenhuma delas valia nada.

— Ah é? E quem seria essa pessoa? — perguntei sério.

Meu pai abriu um sorriso gigante. Eu sabia, ele estava mesmo gostando da tal mulher.

— Sua pediatra, Ino Yamanaka — respondeu com um sorriso de fechar os olhos.

Minha boca se abriu em surpresa. Tá, eu tinha 9 anos de idade, mas sou muito mais esperto que muito adulto. E aquela médica era mais rodada que pneu de bicicleta.

— Nem sonhando — respondi determinado. _ Nunca que o senhor vai namorar aquela ali. — Era quase uma ordem.

Meu pai ficou boquiaberto, fechou a cara para o meu lado e me olhou seriamente.

— Menma, você precisa parar com isso. Toda a namorada que eu arrumo você e sua avó dão um jeito de expulsá-la. Só que dessa vez não vai dar certo.

Eu ainda estava com raiva, mas meu pai estava muito sério enquanto me dizia aquilo.

— Se o senhor arrumasse uma namorada que prestasse eu não me oporia. Só que todas elas são insuportáveis — disse convicto.

— Mas você nunca fez um esforço de se dar bem com nenhuma delas! Como pode saber se elas são ou não boas pessoas? — perguntou sério.

Certo, meu pai e eu sempre fomos mais que pai e filho. Ele sempre me incluiu em todas as decisões desde que eu era pequeno.

Eu não ia dar o braço a torcer, não ia mesmo. Se ele pensava que eu aceitaria a doutora Yamanaka, estava era muito enganado.

Levantei da cadeira, bati o pé no chão e o olhei determinado.

— Pois com ela o senhor não namora.
Era eu e a vovó contra ele. Meu pai perderia sem sombra de dúvidas.

Ele me olhou sorrindo de lado como se já tivesse ganhado a batalha.

— Pois dessa vez eu fui mais esperto — falou sorrindo abertamente. — Enquanto você estava na escola, eu levei a Ino na casa da vovó. Quer saber? A vovó a adorou.

Eu não podia acreditar naquilo. Minha avó jamais me esconderia nada.

— Hum… Pois eu não acredito nem um pouco. A vovó nunca faria isso comigo. Se o senhor pensa que eu vou cair nessa, está muito enganado.

Meu pai veio até mim e num gesto vitorioso apertou meu nariz entre os dedos.

— Então não acredite. A propósito, amanhã a Ino vem jantar conosco. Se comporte.

Eu não ia aceitar aquela derrota. Nunca que a minha avó faria aquilo comigo.

Deixei meu pai sozinho e corri para o meu quarto. Mas assim que passei pela sala, peguei o telefone e liguei na hora para minha avó. Tranquei a porta enquanto a ligação era feita.

Um toque, dois, três e no quarto a vovó atendeu.

— Moshi, moshi.

Meu coração estava acelerado, precisava logo saber a verdade.

— Vovó, que história é essa que meu pai me contou?

Eu estava nervoso, queria que ela desmentisse tudo.

Houve um silêncio e depois minha avó xingou.

— Eu vou matar o seu pai.

Fiquei mais calmo, com certeza era tudo mentira do meu pai.

— Olha, querido, seu pai já está com 26 anos de idade e precisa muito de alguém para, juntos, vocês três formarem uma família.

Eu não estava acreditando naquilo. Minha avó estava me traindo.

— Eu conheço a doutora Ino desde que você nasceu e sei que ela é uma boa pessoa e… — Não deixei ela terminar.

Desliguei o telefone e me escondi debaixo da coberta. Chorei de raiva.

Meu pai nunca havia feito aquilo comigo, nunca me deixou de fora das decisões. E agora, por causa daquela doutora idiota, ele nem ao menos me perguntou o que eu achava.

O telefone tocou, tocou. Meu pai bateu na porta do meu quarto até se cansar. Eu não queria falar com ninguém. Queria ficar sozinho.

Acabei dormindo sem perceber.

Quando acordei na manhã seguinte, meu pai tinha aberto a porta com uma chave extra. Ele estava deitado do meu lado, mas eu ainda estava com raiva.

— Não vai falar comigo? — perguntou alisando os meus cabelos.

Não respondi, me encolhi na coberta e fiquei quieto.

— Meu filho, você não quer que eu seja feliz? — insistiu, esperando uma resposta.

Mordi a boca para não dizer nada.

— Se você não falar comigo vou achar que não me ama.

Aquilo foi chantagem. Meu pai sabia que eu o amava mais que tudo.

Virei-me para ele e o abracei.

Ele continuou passando a mão nos meus cabelos enquanto eu escondia meu rosto em seu peito.

— Olha, Menma. Tudo o que eu mais quero na vida é que você tenha uma família completa. Um pai, uma mãe e irmãos. A Ino é uma boa mulher e será uma mãe maravilhosa para você. Só que você precisa colaborar, poxa. Essa é minha quinta namorada... Daqui a pouco vou ficar com fama de mulherengo. É isso que você quer?

Aquilo era golpe baixo, meu sonho sempre foi ter uma mãe e irmãos, e meu pai sabia muito bem disso. Só que qualquer uma não servia.

— Eu não quero isso, mas eu não gosto da doutora — respondi chateado.

— Por que isso? A doutora sempre foi muito boa com você.

Que nada... Ela só era boa quando meu pai estava por perto. No dia que o tio Nagato me levou numa consulta ela mal olhou na minha cara. A única coisa que ela fez foi ficar perguntando pelo meu pai.

— Ela não gosta de mim. Ela gosta do senhor — falei sério.

— Menma, Menma… — falou meu pai contrariado.

Era a verdade, aquela mulher era uma bruxa.

— Olha, façamos o seguinte: eu vou dar uma chance para o seu julgamento. Vou trazer a Ino aqui em casa, vocês vão conviver, conversar, e se no decorrer disso eu ver que ela não gosta de você, pronto... Prometo que termino tudo com ela, combinado?

Aquela me parecia uma boa proposta. Como eu sabia que a loira era uma falsa, não tinha como dar errado.

— Combinado — aceitei com um sorriso.
Era hora de colocar mais uma para correr daqui de casa.


Naquele dia, meu pai me levou para a escola e parecia estar bem mais tranquilo. Fizemos um acordo, e como ele nunca volta atrás com a sua palavra, eu sabia que nada iria dar errado.

Eu estava feliz, meu pai estava feliz e só faltava arrancar aquela mulher do caminho dele. E como se minha mãe soubesse que aquela loira era encrenca, de repente uma visão do céu chamou a atenção do meu pai.
Ele estava boquiaberto, paralisado.

Olhei para ver o que estava acontecendo e lá estava ela: minha nova professora chegava à escola naquele momento. Linda, com um vestido lilás, os cabelos soltos e um sorriso lindo no rosto.

Olhei para o meu pai e sorri vitorioso. Eu conhecia muito bem aquela cara de idiota e ele só ficava daquele jeito quando se impressionava com algo. E ao ver que aquele “algo” era nada mais, nada menos, que a minha professora, foi então que eu decidi o que faria: juntaria a senhorita Hyuuga e o meu pai, custe o que custasse.

E como eu previa, ele não conseguiu tirar os olhos da senhorita Hyuuga. A curiosidade foi maior que ele.

— Menma, quem é aquela moça? Digo, é… — gaguejou envergonhado. — Eu nunca a vi por aqui.

“Hahaha! Eu sabia que aquela loira não era coisa séria.” Pensei animado.

— Bonita, não é, tou-chan? — falei para testá-lo.

E sem querer ele acabou se entregando.

— Linda.

Meu sorriso era do tamanho do mundo.
Ele viu minha cara de alegria e logo se deu conta do que havia feito.

— Hum… Nem tanto. A Ino é mais bonita.Mas eu já tinha visto tudo o que precisava. A senhorita Hyuuga seria a namorada do papai, disso eu estava certo.

Abri a porta do carro e antes de sair correndo, o avisei: — Pois a doutora Yamanaka nunca será uma Uzumaki.

Deixei meu pai falando sozinho e disparei até a senhorita Hyuuga. Assim que ela me viu, abaixou-se para me abraçar.

— Senhorita Hyuuga! — falei alegremente.

Olhei para trás e meu pai ainda estava parado no mesmo lugar.

— Ohayou, Menma-kun. Parece que hoje você está bastante animado. Isso é muito bom.

Olhei para ela e dei o meu melhor sorriso.

— Muito. Vamos, senhorita Hyuuga, eu não quero perder um minuto de aula hoje — disse a puxando para dentro da escola.

Meu pai foi embora, mas eu sabia que aquela batalha estava apenas começando.



Eu tinha um longo caminho pela frente. Aquele era o meu presente e até o dia dos pais, eu tinha 5 meses para juntar a senhorita Hyuuga e ele. Não podia perder tempo.

E foi naquele dia que eu comecei a missão cupido. Mas que a senhorita Hyuuga seria a minha mãe, disso eu estava certo.


Notas Finais


E então, gente? Gostaram?
Ahhhh essa está bem gostosa de ler e eu realmente espero que vocês gostem, ok?
Terça-feira volto com mais um capítulo. Aguardem.

Abraços
Dani


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