História Uma Namorada Para o Papai ( Em Pausa por um mês) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Jiraiya, Kushina Uzumaki, Menma Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Nagato, Naruto Uzumaki, Shinki, Tsunade Senju
Tags Infância, Menma, Naruhina, Naruhina4ever, Pai&filho
Visualizações 746
Palavras 2.413
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia, gente...
Voltei!!!

Obrigada aos que entenderam e esperaram o capítulo. Estou muito feliz de poder postá-lo.

Bom... eu tinha dito que essa seria uma shortfic, mas observando melhor o enredo, percebi que não sei quantos capítulos terá. Talvez uns 10, não vou prometer. Mas vou escrever devagar e sem pressa, ok?
Tenham paciência.

Espero que gostem desse capítulo. Tem uma música e eu recomendo muito que ouçam kkkkkkkk. AC/DC Thunderstruck.

Obrigada pelo carinho.
Beijos e ótima leitura.

Capítulo 2 - Uma Peste Adorável


Fanfic / Fanfiction Uma Namorada Para o Papai ( Em Pausa por um mês) - Capítulo 2 - Uma Peste Adorável

Uma Namorada Para o Papai


Capítulo 2 — Uma Peste Adorável


Se tinha uma coisa que eu nunca ia aceitar na minha vida era que aquela mulher fosse minha madrasta. Não sei o que o meu pai viu nela, mas de boa, a doutora Yamanaka não tinha nada.

E, depois de saber daquela “novidade”, precisava planejar alguma coisa para estragar aquele jantar que meu pai estava preparando.

Sabe… meu pai podia muito bem arrumar uma mulher muito melhor e muito mais bonita. É claro que eu não sabia o que aquela doutora havia feito para conquistá-lo, mas precisava dar um jeito de tirá-la das nossas vidas. E, naquele dia, tudo o que eu fiz foi bolar um plano infalível para fazê-la desistir de uma vez por todas.

Cada vez que eu me lembrava daquela doutora horrorosa, mais raiva eu tinha de tudo. Sério… meu pai só podia estar ficando maluco.

E foi pensando na cara de idiota do meu pai ao falar daquela mulher, que eu tive uma ideia de gênio.

Depois que eu fizesse o que pretendia, nunca mais ela pisaria lá em casa.

Decidido e cheio de confiança, assim que chegasse em casa, colocaria meu plano em prática.


Quando a aula terminou, a primeira coisa que fiz foi correr até a senhorita Hyuuga e dar-lhe um abraço. Não podia esquecer que ela era o motivo de eu estar fazendo tudo aquilo. Ela sim era a mulher certa para o meu pai e a mãe perfeita para mim.

— Menma-kun, você esteve muito distraído hoje — falou me olhando sério.

Cocei a cabeça envergonhado, pensando bem o que eu iria responder.

— Me desculpe, senhorita Hyuuga. Eu prometo que amanhã vai ser diferente — respondi com confiança.

A senhorita Hyuuga alisou os meu cabelos e me deu um sorriso sincero. Sorri de volta para ela e, me despedindo, fui para fora onde minha avó me esperava.

Eu ainda estava chateado com ela. Poxa, ela quebrou nosso trato, éramos cúmplices. Isso era o que ela sempre me dizia, toda vez que meu pai arrumava uma namorada.

Passei por ela sem dizer nada. Era melhor ir direto para o carro.

— Olha! Não vai me dar nenhum abraço? — perguntou enquanto eu andava.

Não respondi. Abri a porta do carro e fiquei a esperando.

Quando ela entrou, tentou me dar um beijo, só que eu ainda estava magoado. Ela havia me traído.

— Não vai falar com a vovó? — perguntou de novo me olhando espantada.

Virei o rosto, se ela queria falar comigo então que se desculpasse.

— Tudo bem então. Já que você, senhor Menma, não quer falar comigo, acho que vou dar aquele bolo que eu fiz todo para o Deidara.

Virei-me para ela no mesmo instante. Eu adoro o bolo da vovó.

— Bolo? Bolo de quê? — perguntei curioso.

Ela me olhou com um sorriso no rosto e me puxou para um beijo. Minha avó babou todo o meu rosto.

— Argh! Vovó! — reclamei. — A senhora sabe que eu detesto isso — falei aborrecido.

Boba do jeito que era minha avó começou a rir da minha cara.

— Eu sei. E é por isso que eu faço. Adoro te ver nervoso, coisa linda da vovó — disse apertando as minhas bochechas.

Ah… eu detesto quando ela faz isso!


Já havíamos chegado e tudo o que eu queria era ir logo para casa. Meu pai não podia ver o que eu ia fazer, senão ele me matava. Só que a vovó acabou entrando no assunto proibido. Nada relacionado a doutora me interessava.

— Então, querido. Eu estou muito triste por você ter desligado o telefone na minha cara ontem. Você nem deixou a vovó terminar de explicar as coisas.

Continuei comendo meu bolo. Não queria falar sobre aquilo.

— Você sabe que seu pai merece uma esposa. Já está mais que na hora dele arrumar uma, não acha? — perguntou olhando para mim.

Parei de comer e olhei para ela.

— Vovó, tem muita mulher nesse mundo. Mas aquela doutora não merece o meu pai. Não mesmo.

Eu estava decidido, não ia aceitar aquela mulher por nada nesse mundo.

— Mas, meu filho… como você pode saber disso? Eu acredito que a doutora Ino é diferente. Dê uma chance a ela.

Olhei sério para a minha avó e balancei a cabeça negando.

— Ela não é o que parece, só que meu pai é muito bobo para ver isso.

“Ela acha que eu sou bobo. Hum… doutora idiota” pensei aborrecido.

— Se ela não é o que parece, como o seu pai vai descobrir isso se você não deixar ele ver com os próprios olhos? Pensa, querido. Eu sei que você é inteligente — disse minha avó decidida.

Até que fazia sentido o que ela estava dizendo. Mas não… eu não ia deixar aquela mulher à vontade. Nunca.

— Aliás, eu não esqueci do nosso trato. Estou apenas observando tudo. No primeiro deslize, ela está encrencada. Palavra de Kushina Uzumaki.

Olhei para a minha avó e sorri animado. A doutora Yamanaka ia se arrepender do dia em que nos conhecemos.


Na hora que meu pai passou para me buscar na casa da minha avó, eu fui embora alegre e sorridente. Ele até estranhou a minha alegria, mas eu não disse uma só palavra.

Assim que chegamos em casa, corri para o meu quarto para preparar tudo. Aquela noite seria inesquecível, disso eu tinha certeza.

Tomei um banho, vesti minha melhor fantasia e depois fui atrás da minha raposa. Achei a preguiçosa embaixo da cama.

— Aí está você, Kurama! — disse tirando-a dali debaixo.

Kurama é meio arisca e não gosta de qualquer pessoa. Era uma ótima ideia levá-la comigo para a mesa.

Passou um tempinho e ouvi a campainha tocando.

— É ela.

Peguei a Kurama e fiquei quieto no meu quarto esperando.

Colei o ouvido na porta para ver se ouvia alguma coisa.

— Argh, que nojo!

Com certeza estavam se beijando. Eu que não ia lá fora para ver aquilo nunca.

Minutos depois, meu pai apareceu em meu quarto, me chamando.

— Menma, a Ino chegou. Venha, ela está louca para vê-lo.

O sorriso dele era imenso. Dava até pena de acabar com ele.

Agarrei a Kurama no meu colo e fomos para a cozinha. Meu pai me olhou desconfiado.

Assim que cheguei, a doutora me olhou sorrindo, mas ao ver a Kurama em meu colo, o sorriso dela morreu no mesmo instante.

“Um a zero para mim” pensei confiante.

— Então, Menma. Acho que nem precisa apresentá-los, você já conhece a doutora — disse meu pai sorridente.

Só que a doutora me olhava com medo.

— O-oi, Menma. É… que bicho é esse aí no seu colo? — perguntou assustada.

Olhei para Kurama e dei o meu melhor sorriso. Ela ganhou muitos pontos extras comigo naquela noite.

— Ah… essa aqui é a Kurama, a nossa raposa. Ela é da família — falei empolgado.

Como eu sabia que Kurama não gostava de qualquer pessoa, o que fiz em seguida foi a melhor coisa do mundo.

— Não seja mal educada, Kurama. Diga oi para a doutora.

Levantei a raposa para o lado da doutora e na mesma hora ela rosnou estranhando.

— Grrrrrrrrr…

A doutora agarrou no braço do meu pai, morrendo de medo.

— Amor, esse bicho é perigoso! Pode até passar uma doença para o Menma.

“Amor? Hum... vamos ver até quando” pensei com nojo.

— Não se preocupe, Ino. A Kurama é domesticada. Ela vai ao veterinário sempre — falou meu pai tranquilamente.


Bom… meu pai é um péssimo cozinheiro. A única coisa que ele sabe fazer é lámen. Não sei se isso conta, pois ferver água e colocar no pontinho é a coisa mais fácil do mundo. Por isso, naquela noite, ele pediu comida chinesa. Era tudo o que eu precisava. Já que a comida chinesa é um pouco apimentada. Um pouquinho a mais de pimenta no prato da doutora, não ia fazer diferença. Só precisava de uma oportunidade para isso.

Não demorou para a campainha tocar e eu sabia que era o entregador. Em todo o tempo, a “doutora” ficou agarrada ao meu pai como se fosse um chiclete. Ficar ali, vendo aquilo, já estava me dando nos nervos.

Meu pai pegou a entrega e logo arrumou a mesa. Quando terminou, a doutora pediu para ir ao banheiro. Ah… era tudo o que eu precisava.

— Venha, eu te mostro onde fica — disse meu pai a levando.

Assim que eles sumiram no corredor, corri até armário e peguei o vidro de pimenta. Como eu não gosto muito de porco agridoce, foi ali que eu despejei metade do vidro.

— Isso vai arder. — Sorri animado.

Corri com o vidro até o armário e quando eles voltaram, eu estava quietinho sentado à mesa.

Meu pai pegou os pratos, os copos, uma garrafa de vinho e uma Coca-Cola para mim. Arrumou a mesa, serviu os pratos e todos agradecemos juntos.

— Itadakimasu!

E, quando a doutora levou a primeira porção a boca, começou a tossir desesperadamente.

— O que foi, Ino? — perguntou meu pai preocupado.

Continuei comendo como se não soubesse de nada.

— Água — pediu desesperada.

Meu pai ainda não tinha comido o porco agridoce, então ele ainda não sabia o que estava acontecendo.

— Cof cof cof!!! — A doutora tossia engasgada.

Meu pai correu até a geladeira e pegou uma garrafa de água.

— Aqui, beba — falou entregando a ela.

A doutora bebeu tudo sem dar pausa, mas assim que terminou, falou o que tinha acontecido.

— Isso aqui está pimenta pura.

Não era comigo, continuei comendo tranquilamente.

Meu pai provou da comida e fez uma cara de espantado.

— Uau! Vou ligar para o Lee agora mesmo. Menma, não coma mais, não quero que você passe mal com isso — disse meu pai preocupado.

Parei com o hashi em frente à boca e olhei para o meu pai desentendido.

— Meu Deus! Esse tal Lee só pode ser doido. Como ele manda uma coisa horrível dessas para a casa dos outros?

Por fora eu era um anjo, mas por dentro eu ria muito.

Três garrafas de água não foram suficientes para acabar com a ardência na boca da doutora. Se eu gostei? Hum… eu adorei tudo aquilo.

Acabou que o Lee devolveu o dinheiro e pediu mil desculpas ao meu pai. E, para não ficarmos com fome, meu pai pediu uma pizza.

Dois a zero pra mim.


Já era tarde e eu estava morrendo de sono. Como meu pai estaria de folga no dia seguinte, a “doutora” se ofereceu para dormir em casa conosco.

“Oferecida” pensei raivoso.

— Vou levar o Menma para cama e já já estou de volta — disse meu pai para ela.

Olha, eu amo meu pai, mas ele é meio idiota. Se aquele jantar era para nos conhecermos, por que a doutora mal falou comigo naquela noite? Baka.

Assim que entramos no quarto, e eu tirei minha fantasia, meu pai pegou meu pijama e me mandou escovar os dentes. Fui até o banheiro, fiz o que precisava e voltei para o meu quarto onde ele me esperava.

Deitei-me na cama, Kurama deitou-se nos meus pés e meu pai me tapou e me deu um beijo na testa.

— Oyasumi, meu filho. Dorme com Deus.

Estranhei aquilo, meu pai dormia comigo todas as noites.

— Tou-chan? Onde o senhor vai? — perguntei me levantando.

Ele já estava abrindo a porta para sair do meu quarto.

— Eu vou para o meu quarto. Qualquer coisa é só me chamar — disse a ponto de sair.

— Tou-chan? Eu não quero dormir sozinho.

Mentira, eu nem ligava. Só não queria que ele dormisse com aquela horrorosa.

Ele bufou, olhou para mim e disse:

“Tá, eu já volto.”

Não demorou muito e ele voltou, apagou a luz e deitou do meu lado.

Eu que não sou bobo, agarrei-me nele impedindo que ele saísse.

— Oyasumi, Tou-chan. — Dei-lhe um beijo de boa noite.

Se eu não fosse criança e não perdesse para o sono, meu pai nunca teria saído do meu quarto.

Acordei de madrugada e ele não estava comigo. Mordi o travesseiro nervoso.

— Amanhã cedo o senhor me paga — falei furioso.


Na manhã seguinte, acordei e olhei no relógio. Eram 06h18min e as aulas só começavam às 08h. Levantei de mansinho, sem fazer barulho. Fui até a porta do quarto dele e abri devagarinho.

E lá estavam os dois dormindo. A “doutora” estava grudada no meu pai — que quase caía da cama.

Fechei a porta com cuidado e fui até a sala em silêncio.

Olhei todos os CDs do meu pai até achar o que eu procurava: AC/DC.

E lá estava o que eu precisava: Thunderstruck.

Li o nome na capa do CD, coloquei no dvd, liguei o home theater, aumentei no último volume, corri até o quarto, abri a porta sem fazer barulho e pronto. O som alto acordaria até os vizinhos.

No primeiro toque, a doutora deu um pulo na cama e caiu lá de cima. Meu pai assustou e caiu junto.

— Kyahhh! — gritou assustada. — Meu Deus, desliga isso! — berrou nervosa.

Antes que eles me vissem, corri para a sala e pulei de uma sofá a outro. Adoro rock ‘n roll.

Meu pai foi até o som e abaixou o volume.

— Menma, que barulho todo é esse? — perguntou bravo.

— Eu te chamei, mas o senhor não acordou. Já viu as horas? Eu tenho que ir pra escola — falei seriamente.

A doutora apareceu na sala descabelada, enrolada na coberta e me olhando nervosa.

— Vá se se arrumar enquanto eu faço o café.

Olhei para o meu pai e pulei com tudo do sofá. Passei perto da doutora e sorri inocente. Coitada! Três a zero para mim.


Quando meu pai me deixou na escola, parecia que não dormiu a noite toda. Fiquei com raiva, aquela doutora sem-vergonha era culpada, com certeza. Porém, assim que ia abrir a porta tive a melhor visão do mundo: a senhorita Hyuuga chegava naquele momento.

Mal me despedi do meu pai. Assim que a vi, peguei minha mochila, dei um “tchau” apressado e abri a porta correndo.

— Ei, ei… para quê tanta pressa? — perguntou meu pai me chamando.

— A senhorita Hyuuga chegou. Pode ir, Tou-chan — disse apressado e saí correndo, chamando pela minha professora.

Ao me ver, a senhorita Hyuuga me recebeu de braços abertos. Olhei para trás e meu pai ainda não tinha ido. Ele encarava a mim e a senhorita Hyuuga sem desviar os olhos.

Eu conhecia aquele olhar. Ele estava encantado. Só que aquela doutora horrorosa estava impedindo meu pai de ter uma mulher maravilhosa. Coisa que ela nunca foi na vida, claro.


Acenei para ele que ao perceber que era eu ali dando um tchau. Buzinou duas vezes e acenou para mim de volta.


Bem… meu plano de juntar os dois estava apenas no começo. Ainda tinha 5 meses pela frente.


Notas Finais


E então, gente? Espero que tenham gostado, viu? Kkkkkkkkk ri muito nesse capítulo. Criança é desse jeitinho. Meu filho que o diga.
Aliás, cada travessura aqui é baseada nele. Hoje ele está um rapazinho, mas era muito levado, gente.

Não darei data para postar o próximo. Só penso que aguardem.

Abraços
Com carinho
Dani


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