História Uma noite... - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Tags Carrossel, Paulicia
Visualizações 74
Palavras 717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Uma noite ¤ Reencontro.


Fanfic / Fanfiction Uma noite... - Capítulo 4 - Uma noite ¤ Reencontro.

Tempo Depois

Eu olhava aquele papel na minha mão. Fazia quase 3 mêses, 3 mêses que eu tenho o endereço da casa de Alicia em minhas mãos.

3 mêses sem coragem de encara e sem pensar o que falar com Alicia.

Quase 5 mêses sem ver aquele rostinho, aquela risada, sem seus beijos... Argh!

Estava um tempo frio, eu estava naquele sofá, deitado. Eu tinha uma coberta cobrindo minhas pernas, passava um filme qualquer na televisão o qual que eu não estava prestando a atenção.

Eu encaraca o teto, esta pensando naquela noite. De Alicia dançando Fazer Falta, á minha última vista em minha cama. Não sei o que ela estava em minha cabeça, mas sei que ela não foi só uma em que foi a cama comigo, sei que aquela noite foi especial! E qu por acaso ela seja a minha outra metade? Talvez...

Eu encaro o papel em cima da mesinha de centro. Daniel tinha me dado após Marcelina, da uma desculpa que precisava falar com Alicia. Eu encarava o papel até levantar, pegar um casaco, e pegar as chaves do carro e meu celular, ah, claro o endereço.

- MARCELINA, TÔ SAINDO! - grito e saio correndo pelo quintal, me molhando todo, até no carro.

Dou a partida no carro.

(...)

Eu estava deitada na minha cama, eu acariciava minha barriga, eu via Amizade Desfeita. Valéria, dormia agarrada com Bibi que também dormia, e Majo comia uma salada.

Eu comia uma Nutella, que graças a minha filha, sim, filha, vai ser minha meninha... Não enjoa dessa maravilha.

- Eca... Sangue! - Majo bota a mão na cara, eu reviro os olhos e bufo ao ver que minha nutella acabo.

- Vou pegar mais nutella. - eu me levanto e abro o armário. - Filha... Não quebra a costela da mamãe. - eu reclamo ao senti a dor nas minha coluna. A campainha toca, eu me assusto. Mano, quem vai vim aqui em casa, num temporal desse?

Eu pego uma colher de nutella e vou atender a porta. Ao abrir vejo... Paulo. Ele estava encharcado pela chuva.

- Ali...

- Garoto! Entra aqui. - eu o puxo pelo braço, só que ele agarra a minha cintura em um movimento rápido e colo nossos corpos, me molhando.

- Finalmente te achei... - eu respiro fundo. Eu subo nas pontas dos pés, sentindo nosso náriz roçarem. Eu sorri ao senti seus lábios nos meus.

Sinto minha coluna gritar e me separo. Faço uma cara de dor.

- Que houver? - ele me olha e eu boto a mão na barriga. - Vo...vo..você tá grávida? - eu o encaro assustada.

- Me leva para o sofá que eu te explico tudo. - eu digo e ele me leva até o sofá no colo. Ele me deita no sofá e me deita em seu colo. Eu começo a acaricia a minha barriga até minha dor passar. Eu fecho os olhos, sentindo Paulo acariciando meus cabelos.

- Você tá grávida... - ele sussura, eu abro os olhos e o encaro, levantando um pouco.

- Eu... Eu tô grávida de 5 mêses. - ele encara o teto. - Descobri quando eu tava de 2 mêses, e 2 mêses depois de acontecer isso... - minha voz era arrastada.

- Então tá dizendo que o filho é meu?

- Filha. - o corrijo. - E sim... A filha é sua. - eu abaixo a cabeça. - E se não quiser assumir, tudo bem. Eu tô me virando até aqui, certo? E se veio aqui só por segundas intenções...

- Eu vim porque eu não te tiro da minha cabeça. - OOIE, TUTU BOOM? - Eu não te tiro des daquele dia, há 5 mêses atrás, cara, há 3 mêses atrás eu estava com o seu endereço, e só hoje eu tive coragem. - eu fungo. - Pra saber...

- Da pior notícia da sua vida.

- Para receber uma notícia que eu de coração, amei. - ele levanta o meu rosto e enchuga as minhas lágrimas. - Eu vou ser pai...

- Uau... - eu sorri fraco. Ele sorri, ele se aproxima e me beija. Ele abraça e eu solto um gargalhada. Ele toca a minha barriga junto com a minha mão.

- Sabe que eu tô molhado, né? - ele pergunta e eu deu os ombros.

- Esperamos tanto tempo por isso. - eu me aconchego no seu peito. - Nem ligo! - exclama, ele solta uma risada e me abraça mais.





Notas Finais


ENFIM... O reencontrooo.
Créditos por puxa minha orelha para postar:Barbara, sua linda!


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