História Uma noite apenas, ou para sempre? - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Siljin

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Sesshoumaru- Uma Noite Apenas- Rin
Exibições 384
Palavras 3.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas! Boa noite a todos! Aqui vai mais um capítulo pra vocês. Siljin e eu esperamos que gostem.

Boa leitura a todos! :)

Capítulo 5 - Capítulo Cinco


Fanfic / Fanfiction Uma noite apenas, ou para sempre? - Capítulo 5 - Capítulo Cinco

Rin on

O apartamento dele? Ele quer que eu fique lá?

- Não precisa se incomodar, Sesshoumaru. Posso falar com a Izayoi e sei que nem ela e nem o seu pai vão se incomodar, se eu ficar na casa deles.

Sesshoumaru on

- Hum. Já vou então. Não se esforce e espere sua mãe, pra poder guardar essas coisas. - Beijei sua testa e sai

Voltei então para o trabalho, pois tinha muita coisa para resolver.

Rin on

1 mês depois

Estou com meus cinco meses e hoje tenho mais uma consulta médica.

Como o Sesshoumaru disse que faria, ele contratou homens para fazer a reforma do quarto que será da nossa filha. Estou na casa dos Taisho, enquanto essas reformas são feitas.

Assim que falei com a Izayoi, ela fez muito gosto que eu ficasse em sua casa.

É manhã e estamos a mesa, tomando nosso café.

- Ui! - Coloquei a mão na barriga

InuYasha: Tudo bem, Rin? - Perguntou preocupado

Por estar sentado ao meu lado, ele também colocou a mão na minha barriga e então aconteceu de novo.

- Inu, acha que isso pode ser...

InuYasha: Um chute? Também acho. - Disse sorridente

- Não acredito. Isso é incrível! - Meus olhos estavam cheios d'água

Inu no Taisho: Sesshoumaru, chegou em ótima hora. Sua filha acabou de dar os primeiros chutes. 

Olhei em direção a porta e vi que o Sesshoumaru estava com uma expressão indecifrável.

Sesshoumaru on

Segui para a casa dos meus pais, pois já sabia que a Rin estava lá; até porque ela não havia aceitado minha oferta de ficar em meu apartamento.

Ao entrar na casa, segui direto para a cozinha e, ao ver aquela cena, trinquei o maxilar com raiva. Meu irmão estava com a mão sobre a barriga da Rin.

Primeiro chute? E eu não fui o primeiro a sentir? E sim o meu irmão????

- Hum. - Respondi frio

- Venha! Sente-se e tome café conosco, filho. - Izayoi disse

- Obrigado mãe, já tomei café antes de sair. - Virei de costas - Te espero no carro, Rin.

Fui em direção ao carro, com aquela mesma sensação que sentia a dias.

Não sei decifrá-la e isso me corrói pro dentro.

Rin on

Todos ficaram sem entender aquela reação estranha do Sesshoumaru.

Eu acho que ele é bipolar. Às vezes demonstra interesse, quando o assunto é a nossa filha, mas ela deu os primeiros chutes e ele nem quis saber. Como posso entender uma pessoa assim?

Eu já tinha terminado o meu café, então peguei minha bolsa e fui até o carro.

Sem falar nada, Sesshoumaru deu a partida e começou a dirigir.

Alguns minutos se passaram e paramos em um sinal vermelho, então resolvi perguntar.

- Você está bem?

Sesshoumaru on

- Completamente bem. - Disse sem olhá-la e sem emoção

Novamente, voltei a dirigir e o silêncio pairou no carro.  Ao chegarmos a clínica, fomos caminhando devagar até a sala.

Os pés da Rin, estavam inchados e, para evitar esforço, eu circulei meu braços em sua cintura, para ajudá-la a se locomover.

Rin on

Depois da consulta, onde a médica disse que está tudo bem com a minha bebê, Sesshoumaru me levou pra faculdade; porém, no meio do caminho, comecei a ficar com desejo.

- Sesshoumaru, estou com desejo.

Ele me olhou pelo canto do olho e perguntou o que era.

- Bolo de chocolate com coco e cobertura de maracujá.

Ele pareceu impressionado, mas não posso fazer nada se minha boca está salivando por isso.

Sesshoumaru on

- Deve ter uma padaria no caminho.

Rapidamente cheguei no local e, ao pedir o que Rin desejava, sentamos e ficamos esperando o pedido.

Sentados a mesa, sem olhar um pro outro. O pedido chegou e Rin passou a comê-lo esfomeadamente.

- Não vai passar mal, comendo tudo isso?

Rin on

- Às vezes eu passo mal, às vezes não. Então eu só mato o meu desejo e fico esperando pra ver o que acontece.

Continuei a comer o bolo, que estava maravilhoso.

Sesshoumaru on

Quando Rin ficou satisfeita, ficamos mais um pouco; pois ela teve mais um desejo e resolveu comer de novo.

Fiquei olhando-a comer aquilo. Ela com certeza irá passar mal.

Percebi, novamente, o quanto ela estava linda e estar grávida somente realçou a sua beleza.

- Posso tocar sua barriga? - Perguntei esperançoso

Rin on

Parei de comer e olhei pro Sesshoumaru.

Pisquei algumas vezes até raciocinar a pergunta dele.

- Claro que pode, Sesshoumaru.

Ele se aproximou um pouco mais e tocou minha barriga. Instantaneamente, senti a nossa filha chutar.

- Ai! Esse foi forte.

Olhei pro Sesshoumaru e me surpreendi ao vê-lo sorrindo.

Realmente ele é um homem muito bonito e esse sorriso só realça a beleza dele.

Sesshoumaru on

- Ela é bem ativa aqui dentro. – Disse, tentando conter a emoção

Fiquei fazendo um carinho na barriga saliente da Rin, até irmos embora. Segui para a faculdade e fui deixá-la, como sempre, em sua sala de aula.

- Se não se sentir bem, ligue e venho lhe buscar. - Rin confirmou e eu beijei sua testa

Virou hábito, me despedir dela com um beijo na testa ou já na bochecha.

Voltei então para o trabalho, com um sorriso bobo no rosto.

Foi incrível sentir a minha filha.

Rin on

Na hora da saída, Sesshoumaru veio me buscar e acabou dando uma carona pro Inu e Kah, já que a casa dela é caminho.

Depois de deixar a minha amiga em casa, Sesshoumaru continuou a dirigir até a casa dos pais.

Eu entrei, mas ele foi até minha casa pra ver como estava o andamento das obras, que já estavam no final.

O almoço foi servido e todos comemos normalmente.

Por estar muito cansada, fui até o quarto de hóspedes em que eu estava e dormi a tarde toda, só acordando quase que na hora do jantar.

Sesshoumaru on

Depois de verificar a obra, que estava quase sendo finalizada, voltei até a casa dos meus pais e almocei.

Voltei então para o trabalho.

As horas foram se passando e voltei para casa dos meus pais, para jantar. Alguns minutos depois que acabamos o jantar, seguimos para a sala.

O Miroku apareceu, e logo ele veio até mim e me cumprimentou.

- Sumiu por que, Miroku?

- Não sumi não, só que vivo muito ocupado dando minhas aulas de sexologia.

- Hum.

Miroku sentou no sofá e vi Rin entrar no nosso campo de visão.

Miroku arregalou os olhos.

- Não vai me dizer que você ta grávida e que o filho é do InuYasha??? - Miroku perguntou atordoado

Rin on

Que? Por que o filho seria do InuYasha? Esse cara é doido? Sim, ele é. Ele foi o primeiro cara a me beijar, mas foi a força.

- Ficou doido de vez? InuYasha e eu somos quase irmãos.

InuYasha: Keh! E eu estou namorando a Kagome. Sabe que sempre gostei dela.

Miroku: Então você está me traindo?

- O que? - Perguntei completamente confusa

Miroku: Você é minha, Rin. Pretendia me casar com você.

- Eu te diria um belo "não" na cara. Não sou doida de me casar com um cara safado como você.

Miroku: É dos safados que elas gostam mais.

Revirei os olhos e fui sentar na poltrona, porque já não aguento mais o peso da minha barriga.

Miroku: Me fala, Rin, quem é o pai dessa criança? Vou acabar com ele. O desgraçado não tinha o direito de te tirar de mim.

Revirei os olhos mais uma vez.

Nossa! Quanto drama.

- O pai da minha filha está sentado ao seu lado.

Como só tinha o Sesshoumaru ao lado dele, Miroku o olhou diretamente.

Sesshoumaru on

- Que? Você???? - Falou surpreso - Mas que amigo da onça, hein Sesshoumaru??? Eu lhe disse, assim que você chegou, que faria da Rin a minha mulher e você faz isso? - Se levantou

- Olha, eu não sabia que ela era a Rin de quem você falou.

- Sério isso? Você é um fura olho. Não esperava isso de você, que é meu melhor amigo de infância. - Saiu pisando fundo

- Eita mano, você aprontou feio com o Miroku. Havia me esquecido dele, nesta situação toda. - Gargalhou

- Você sabe, mais do que ninguém, InuYasha. Eu não sabia que ela era a tal mulher de quem vocês comentaram.

- Eu sei mano, só estou tirando uma da sua cara.

Arquei a sobrancelha.

- Não to vendo graça. - Me levantei - Já vou! Rin... Será que posso beijar a sua barriga, antes de ir?

Rin on

Sim, eu fiquei surpresa com o pedido do Sesshoumaru. Até o InuYasha ficou.

- Pode sim, Sesshoumaru.

Ele se aproximou, ajoelhou-se na minha frente, fez um pequeno carinho na minha barriga, o qual a nossa pequena correspondeu chutando, e depois ele deu o beijo que pediu.

Não desgrudei meus olhos do Sesshoumaru, nem por um segundo. Eu estava maravilhada com todo o cuidado e carinho que ele estava demonstrando.

Sesshoumaru on

- Qualquer coisa que precisar me ligue. - Acariciei seu rosto e beijei sua testa

Já estava mais familiarizado sobre em ter que cuidar dela. Isso era prioridade.

Me despedi dos outros e segui para casa.

Senti uma sensação, da qual queria levar a Rin comigo, mas aí lembrei de que não podia. Não tínhamos nada. Não éramos um casal, éramos completos estranhos. Eu não sabia nada o suficiente dela, e nem ela de mim. Mas algo dentro de mim queria saber um pouco mais da vida dela, mesmo que fosse um mínimo.

Suspirei ao chegar em casa e logo fui pro banheiro tomar um banho.

Meu corpo, a dias, estava fervendo e eu não conseguia simplesmente me deitar com outra. Meu corpo não queria as outras e sim a Rin. Coisa que seria impossível.

Com a água gelada sobre a pele, gemi contra os lábios e, aos poucos, ela me relaxava.

Rin on

Alguns dias depois

Estou com um desejo insano. Eu não sabia que isso era possível, mas, a cada dia que passa, meu desejo só aumenta.

Mais um dia amanheceu e, como sempre, me preparei pra faculdade.

As obras já tinham terminado e eu já estava em casa novamente. O quarto da minha pequena ficou lindo, cheguei a chorar de emoção.

Depois que tomei o meu café, sai de casa e Sesshoumaru já estava do lado de fora, no carro, me esperando.

Ele sempre me leva e depois me busca na faculdade. Como o Inu também estuda lá, então ele dá uma carona pro irmão.

Assim que o Sesshoumaru estacionou o carro, InuYasha se despediu e saiu, mas eu fiquei; o que fez com que o homem ao meu lado perguntasse qual o problema.

- Nenhum, é só que eu estou com desejo e não sei como te pedir isso.

Sesshoumaru on

Olhei pra ela de sobrancelha arqueada.

- Me peça. Sabe que farei tudo o que me pedir. Não quero deixar a nossa filha na vontade, e muito menos a mãe dela.

Toquei a barriga da Rin e sorri ao sentir um chute.

Rin estremeceu com aquele toque e eu não entendi o porque, já que estava acostumada a recebê-lo.

Rin on

Viu como estou sensível? É só sentir o toque dele que já fico toda arrepiada.

- Tenho medo que você negue. Você promete que vai realizar o meu desejo, mesmo ele parecendo incomum?

Sesshoumaru on

- Prometo Rin. Me diz logo o que quer, assim eu compro a comida que deseja e você não se atrasa pra aula.

Liguei o carro, já imaginado em alguma comida doida que ela pediria. Teria que achar. Não quero que elas fiquem na vontade.

Rin on

- Meu desejo não é de comida.

Sesshoumaru olhou pra mim, com a sobrancelha arqueada, e abaixei a cabeça.

- Eu quero que você faça sexo comigo.

Sesshoumaru on

Fiquei surpreso, confesso.

- Tem certeza? - Levantei sua cabeça pelo queixo

- Porque não quero que depois haja arrependimentos.

Eu já não aguentava mais ficar tanto tempo sem sexo e ela me pedir isso, só me excitou. Além do mais, o Jr aqui só deseja ela, não sei porque.

- Eu também quero fazer com você.

Rin on

O ar fugiu dos meus pulmões, ao ouvir aquela confissão do Sesshoumaru.

- Certeza absoluta. Estou a dias desejando isso, mas eu não tinha coragem de pedir.

Sesshoumaru on

- Não quer marcar antes, hoje, uma consulta com a sua obstetra? Assim perguntamos sobre isso. Nós não sabemos se machucaremos você, ou a bebê. - Acariciei sua barriga

- Não quero que nenhum mal aconteça a você e a minha filha. Me sinto inseguro de tocá-la nesse estado.

Rin on

- Tudo bem, por mim pode ser. Você pode ligar e marcar pra hoje a tarde? Assim eu não preciso perder aula.

Sesshoumaru on

- Posso sim. Minha secretária cuidará de tudo. Resolvo os assuntos de agora de manhã e de tarde te acompanho. - Desliguei o carro

Sai, abri a porta pra ela e fomos então em direção a sua sala.

Rin on

As horas foram se passando, mas eu não prestei muita atenção nas aulas; pois estava ansiosa demais pelo o que podia vir.

Espero que a doutora diga que tudo bem ter relações sexuais.

A hora da saída chegou, mas hoje o Sesshoumaru não levaria o Inu pra casa, que entendeu perfeitamente já que eu teria que ir ao médico.

Segui caminho com o Sesshoumaru e realmente estava muito nervosa.

Sesshoumaru on

Segui, ansioso, para a clínica.

Espero que possamos fazer, ou ficarei louco.

Ao chegarmos no local, fomos caminhando tranquilamente até a sala.

Entramos e a doutora sorriu ao nos ver.

- Aconteceu algo com o bebê e você, Rin? Nossa consulta estava prevista pra daqui algumas semanas.

- Não doutora, não aconteceu nada com ela e minha filha, é que estamos querendo tirar algumas dúvidas; antes que façamos algo que possa prejudicá-las.

- Hum. Acho que isso tem haver sobre a intimidade de vocês?

- Isso. É que, queremos... Você sabe. Mas veio a insegurança de fazer e acontecer algo de ruim com elas. - Disse preocupado

Rin on

Médica: Vejo que são pais de primeira viagem. Bom, é normal ter essa dúvida. Se a gravidez da Rin fosse complicada e/ou de risco, então não seria permitido. Porém, ela e a bebê são bem saudáveis e não tem risco algum. Vocês podem fazer, no entanto, senhor Taisho, sugiro que não exija muito da sua mulher. Mesmo não correndo risco, ela está grávida e não terá o mesmo pique de antes.

Fiquei corada com as palavras da doutora.

"Sua mulher"? Mas eu não sou a mulher do Sesshoumaru.

Sesshoumaru on

- Hum. – Disse neutro, mas por dentro estava radiante

- Se era só isso, podem ficar despreocupados. - Ela sorriu pra nós

Ela passou mais algumas recomendações e saímos.

- Quer ir pro meu apartamento, agora? - Perguntei assim que entramos no carro

- É melhor avisar aos seus pais. Assim eles não ficam preocupados com nada do tipo. - Liguei o carro

Rin on

Concordei com o Sesshoumaru e mandei uma mensagem pra minha mãe, avisando que estou com o Sesshoumaru, que só chegarei tarde em casa e é pra avisar ao meu pai.

Ela está no trabalho, então não teria como atender uma ligação. Minha mãe me respondeu, alguns minutos depois, e disse que tudo bem.

Pronto! O nervosismo tomou conta de mim. Eu sei que quero o Sesshoumaru, mas não posso evitar a vergonha.

Sesshoumaru on

Ansioso, segui para o meu apartamento.

Chegando ao lugar, caminhamos um pouco apressados até o local.

Ao abri a porta, coloquei a bolsa da Rin sobre o sofá e, sem hesitar, puxei-a e a beijei de imediato.

Surpresa, ela correspondeu ao meu beijo.

Levantei-a com delicadeza e a fiz enlaçar as pernas em volta da minha cintura. Assim fui caminhando até o quarto.

Rin on

Meu corpo inteiro estremeceu com aquele contato.

Sesshoumaru entrou no quarto dele, fechou a porta com o pé e depois me colocou sentada na cama, enquanto ele ficou sentado na minha frente.

Sesshoumaru on

- Vou bem devagar, tudo bem?

Rin concordou e eu levei meus lábios para o seu pescoço.

- Me pede pra parar e eu irei parar. - Sussurrei contra sua pele, já completamente quente, que se arrepiou por inteiro por conta do meu hálito quente

Chupei seu pescoço, deixando marcas avermelhadas, e não me contive, pois fui fazer caminho para os botões da frente do seu vestido, deixando seu colo livre.

Rin on

Não acredito que vou me entregar ao Sesshoumaru novamente. Não acredito que estou ouvindo essa voz rouca e sensual ao pé do meu ouvido.

Nossa! Já estou molhada só em ouvir essa voz. Acho que vou enlouquecer assim.

Cada toque e cada beijo, pra mim, são únicos. Me derreto cada vez por esse homem.

Sesshoumaru on

Pra minha grande surpresa, Rin estava sem sutiã e salivei ao ver seus seios nus.

- Eles estão bem maiores. - Disse e olhei em seus olhos. Ela corou de imediato

- Suponho que estejam bem sensíveis? - Rin confirmou e eu levei minha boca para o esquerdo

O gemido dela só confirmou ainda mais a minha pergunta.

Chupei feito fruta madura e saiu aquele néctar.

- É doce. Nossa filha vai gostar de provar o seu leite. - Levei a boca para outro e fiz o mesmo

Rin on

Ai droga! Não estou sensível somente nos seios, estou sensível na minha intimidade também.

Sentir o Sesshoumaru me chupar desse jeito quase me fez gozar, quase mesmo.

Depois de chupar os meus seios, Sesshoumaru retirou o meu vestido por completo, me deixando nua a sua frente.

Eu já não uso mais peças íntimas, porque calcinha não da e sutiã incomoda.

Sesshoumaru on

Fiquei catatônico ao vê-la sem calcinha.

- Você anda assim? Sem calcinha? - Olhei-a sério

- E se um vento bater e subir seu vestido? Sei lá? Ou se um depravado subir seu vestido? Tipo o Miroku.

Rin on

- Se o Miroku se aproximar de mim, ele leva um tapa. E meu vestido é longo. Como um vento vai fazer o vestido subir? É desconfortável usar calcinha. Minha barriga não permite.

Sesshoumaru on

- Vai saber? Só que fiquei impressionado. Mas deixa pra lá, não vamos desviar atenção da nossa intimidade. – A deitei com carinho na cama e voltei a beijar todo o seu corpo

Entre chupões, selinhos e mordidas, desci até sua feminilidade.

- Parece que aqui, também, está bem sensível. - Disse rouco e, sem esperar, meti minha língua em seu clitóris, colocando com cuidado uma de suas pernas sobre meu ombro

Rin on

Ai puta merda! Como vou me segurar desse jeito? Não dá. Isso é tão bom, tão delicioso, tão prazeroso...

- Humm Sesshoumaru! - Não consegui conter o meu gemido

É a primeira vez que alguém faz isso em mim e estou feliz que seja o Sesshoumaru.

Sesshoumaru on

Provando-a, sentindo sua excitação se misturar com a minha saliva, era a melhor coisa desse mundo.

A percebi se contraindo e então parei de chupá-la.

- Se você gozar agora, não poderei continuar. Não quero te esgotar agora.

Subi meus lábios e depositei-os em sua barriga saliente, provando-a, como se quisesse fazer um carinho em minha filha; que chutou ao sentir meu toque.

Sorri e voltei a fazer o rastro de saliva, chegando até a boca da Rin, beijando-a com intensidade.

Com delicadeza, a deixei por cima de mim.

- Senta bem devagarinho, até você se acostumar. Como só fizemos uma única vez, possa ser que doa um pouco. Com você controlando a penetração, não irei te machucar tanto. - Segurava meu membro contra a entrada dela

Rin on

Concordei com a cabeça e, aos poucos, pude sentir o Sesshoumaru dentro de mim mais uma vez.

Fechei os olhos e mordi os lábios com força. Não fiz isso por sentir dor, fiz por sentir prazer.

Ele já estava totalmente dentro de mim e nós dois gememos.

Sesshoumaru on

Segurei em sua cintura e ela em meus ombros.

- Como senti falta da sua entrada. - Disse desconexo

- Você continua tão apertada... Me judia de uma maneira alucinante. - Falei ofegante

Rin começou a se movimentar com lentidão e estremeci.

Nossas intimidades se encaixavam com perfeição. As veias do meu pau vibraram e pude senti-las estufarem, em completo desespero. A cada sobe e desce da Rin, meu membro se tornava ainda mais rígido dentro dela.

Estava com muito tesão reprimido. Ainda bem que ela teve esse desejo, ou não sei o que faria. Estava ao ponto de enlouquecer.

Rin on

Como é bom senti-lo novamente. Uau! Como eu estava bêbada, as lembranças da nossa noite juntos estão meio desfocadas e não lembro muito bem o que aconteceu. Mas agora é completamente diferente, pois estamos sóbrios e vou me lembrar perfeitamente de tudo o que acontecer aqui.

Nós dois gemíamos sem parar e eu ficava cada vez mais exausta.

- Sesshoumaru, não sei se vou aguentar muito tempo.

Sesshoumaru on

- Tudo bem, não quero que você se exceda.

Ajudei-a nos movimentos e procurei por seus lábios carnudos. Beijava-a com volúpia, engolindo sua língua com destreza.

Rin então gozou e, a contração muscular da sua feminilidade, me fez entrar num frenesi desesperador, então gozei misturando nossas essências em uma só.

Rin caiu exausta por cima de mim e deixou sua cabeça na curvatura do meu pescoço.

- Cansada?

Ela respondeu um 'Uhum' e logo sua respiração ficou fraca, indicando que já dormia.

Sorri e levei uma pequena quantidade dos seus cabelos até o meu nariz.

Ela cheirava a sexo, ao nosso sexo.

Suspirei completamente contente.

Fiquei com ela, por alguns minutos, sobre meu corpo e em seguida a fiz se aconchegar sobre o colchão macio.

A cobri e fiquei observando-a dormir.

- Tão linda. - Disse sorridente

Me levantei e vesti a minha cueca box, indo até a janela, fechando-a, fazendo as pequenas fendas do pôr do sol desaparecerem.

Vi, pelo vidro da janela, algumas nuvens escuras se formarem no céu.

- Com certeza vai chover. - Fechei as cortinas, deixando o quarto parcialmente escuro

Liguei o abajur e segui ate o banheiro, para tomar um banho.


Notas Finais


O que o desejo não faz com a pessoa, não é mesmo? E sim, de acordo com as minhas pesquisas, grávidas podem ter o desejo de fazer sexo. É por causa do aumento da libido.

Obrigada pela presença de todos. Bjs e até o próximo capítulo *Sem previsão*


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