História Uma noite de crime: A vingança - Capítulo 1


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Categorias Uma Noite de Crime (The Purge)
Personagens Personagens Originais
Tags Uma Noite De Crime
Exibições 30
Palavras 1.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Estupro, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoas, estou voltando a escrever e dessa vez quis criar algo de terror por causa do mês do Halloween. Espero que gostem!!

Capítulo 1 - 1


O primeiro ano aqui foi só um teste, mas muita coisa funcionou da mesma maneira que nos Estados Unidos. Um casal de namorados, chamados Guilherme e Elisa, estavam dentro do seu apartamento se preparando, de todas as maneiras, para se proteger, felizmente ele era policial e como o governo imaginava que os policiais seriam as principais vítimas disponibilizavam uma arma de graça para proteção. Pouco antes do aviso, os dois carregaram o sofá da sala em direção a porta do apartamento para impedir a passagem, após isso foram a mesa jantar. 

Durante a janta, ambos estavam conversando e, distraídos, esqueceram do Expurgo e foram surpreendidos pelo alarme avisando que estava começando. Imediatamente na televisão foi reportada uma mensagem do governo informando as regras. Então, o casal vai para o quarto, onde colocam a cama contra a porta do quarto e arrastam o guarda - roupa para a janela. O quarto fica as escuras, mas eles ligam a televisão e ficam assistindo as reportagens sobre as novidades do Expurgo, até que pegam no sono. Quase duas horas haviam se passando quando ele acorda com barulhos de tiro, no início pensou que era só um sonho e voltou a dormir, mas ouviu novamente e se levantou. Acordou sua namorada e ,com a ajuda dela, arratou a cama da porta, foi andando devagar até a sala, onde viu que estavam atirando na porta para poder invadir.  Volta até seu quarto, tira de baixo de um travesseiro uma pistola e da para a sua namorada, pegou a arma que o governo deu, uma M4A1 e foi em direção a sala. Quando chegou no fim do corredor, ouviu um barulho vindo da cozinha e percebeu que já tinham conseguido entrar. 

O corredor que levava em direção a sala estava sendo trancado pelo sofá que foi empurrado até lá. O sofá se transformou numa barricada, onde Guilherme pode se esconder para mirar a arma contra o homem, que estava na cozinha, felizmente ele era alto e gordo e assim ficou mais fácil de avistá-lo, durante sua espreita por trás do sofá conseguiu ouvir o que o homem falava:

---- Droga! Pelo visto aquele policialzinho não tá. Aquele desgraçado prendeu a minha mulher e a mim, agora seria a hora dele pagar. Pelo menos tem cerveja nessa geladeira. - Enquanto falava  se virou para abrir a garrafa na mesa da cozinha -

Quando se virou, percebeu que tinha uma arma no sofá e foi andando naquela direção. 

---- Olha o que temos aqui hahaha... Parece que aquele policial é mais burro do que eu pensava. 

Enquanto falava, Guilherme se levantou e apontou a arma pro bandido, que com susto não conseguiu retirar sua arma do bolso, então, bem rápido ele caiu no chão com um tiro na cabeça, como ele era grande o barulho foi enorme. O policial virou-se para sua namorada e disse:

---- Fique aqui, vou verificar se é seguro la fora. - Pulou o sofá  e verificou se ele estava realmente morto, felizmente sim -

Começou a andar em direção a porta para fechá-la mas um outro homem apareceu, era um cara baixinho mas aparentemente forte pois estava segurando uma Negev, no momento que viu seu parceiro caído atrás de Guilherme começou a disparar. O policial correu até o sofá, mas não foi rápido o suficiente e dois tiros o atingiram e ele caiu.  Como o homem estava com muita raiva ele, foi em direção de Guilherme para terminar o serviço, então colocou sua arma para trás, Elisa se levantou:

---- Nãoooooo! Meu amor não! Por favor... - Chorava aos prantos com suas mãos passando por cima do sofá e chegando ao corpo de seu namorado -

Então com um grito de tristeza e raiva ela começa a atirar contra aquele homem com a pistola, um ódio tomou conta dela e a transformou em uma atiradora profissional acertou todos os tiros no peito do homem que caiu. Então pulou por cima do sofá, virou Guilherme para ficar de frente pra ela e começou a abraça-lo. 

---- Vai ficar tudo bem amor. Falta pouco tempo pra isso acabar. - Enquanto falava suas lagrimas escorriam e chagavam ao corpo de seu namorado -

Durante toda essa tensão, não perceberam os outros barulhos de tiros e gritos de socorro. E, infelizmente, o seu grito de raiva foi diferente dos outros, o que chamou a atenção dos outros homens que estavam no apartamento, então outro homem, entrou era um cara de estatura média, forte e cabeludo, quando viu toda aquela cena chama seus parceiros. Um deles entra carregando uma mulher:

---- Chefinho, olha o que eu consegui pra gente se divertir durante a madrugada. - Durante sua fala a mulher começou a gritar por socorro  e a se debater no colo do homem -

---- Quieto! Ta vendo aquela M4A1 no chão? Esse homem era o policial de quem Max estava falando, parece que ele era bom, matou dois dos nossos, agora vamos nos vingar... 

Apontou uma arma para Elisa e atira em seu ombro, um grito de dor prevalece na sala, ela dispara contra o cara que atirou nela, mas as lágrimas em seus olhos atrapalharam e ela apenas acertou um dos homens atrás dele de raspão. Ele chega mais perto dela, pressiona seu ombro ferido e fala:

---- Está sentindo essa dor? Não é nada comparado a dor que eu senti na prisão. Hora de você pagar pelos erros de seu marido.

Ela chama por socorro, grita chamando Guilherme mas ele não consegue fazer nada. Aquele homem estava machucando sua namorada e ele não podia fazer nada, o homem pega uma faca em seu bolso e rasga as roupas dela. 

---- Agora é hora da brincadeira, ajoelha que hoje eu quero me divertir. Anda vadia hora de me chupar. - Com uma das mãos ele abaixa suas calças e usa a outra pra forçar a faca contra o pescoço de Elisa, não muito forte para matar, mas o suficiente para fazer um pequeno corte que iria arder muito.

Enquanto aquela cena perversa estava só começando, outros dois homens estavam estuprando a outra mulher atrás da porta. Até que todos ouvem o barulho de uma explosão...


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Essa semana tem mais :D


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