História Uma Noiva Diferente - Capítulo 17


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yuma Mukami
Tags Ayato, Ayato Sakamaki, Azusa, Comedia, Diabolik Lovers, Engraçado, Kanato, Kou, Laito, Masoquista, Mukami, Psicopata, Reiji, Ruki, Sádico, Sadomasoquismo, Sakamakis, Sangue, Shuu, Subaru, Vampiros, Violencia, Yaoi, Yuma
Exibições 71
Palavras 4.876
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Harem, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Homossexualidade, Incesto
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Obrigada por todos os favoritos até agora. Como sempre deixarei músicas para vocês escutarem nas notas finais, e por ser um capítulo muito grande hoje, irei deixar três músicas.
A Segunda Temporada ira continuar nessa mesma Fanfic, mas só irei postar o capítulo daqui a uma semana.
Que no caso é dia 5 Segunda Feira de Dezembro de 2016.
Obrigada por tudo até agora e boa leitura seus gostosos.

Capítulo 17 - Último Capítulo da Primeira Temporada: Esta apenas Começando


Fanfic / Fanfiction Uma Noiva Diferente - Capítulo 17 - Último Capítulo da Primeira Temporada: Esta apenas Começando


Ayato depois de ter lutado com o caçador, pegou Mayura enquanto ela estava tentando fugir.
Ela apagou enquanto Ayato batia na cara dela com um pedaço de pau. Da arvore, claro.
Subaru a carregou ate a mansão.


— Ayato: Oh, finalmente você acordou. — Ayato estava sentado em uma cadeira com as pernas cruzadas, na mesma hora que ele percebeu que Mayura estava acordada pegou algo que Mayura não conseguiu identificar por ainda está tonta.


— Ayato: Só vai ter Eu, você e um convidado aqui neste porão, então não se preocupe que ninguém vai atrapalhar a nossa diversão. — Ayato falava enquanto aproximava as ferramentas no rosto de Mayura, para ela ver o que ele está segurando. Mas ele acha mais fácil pegar o chicote e da uma chicotada no rosto dela.


Como esperado, ela abriu os olhos e viu uma mesa cheia de ferramentas de tortura, chicote, faca, serra, alicate e um pote com algo dentro. Ao ver aquilo ficou desesperada tentando sair dali, mas percebeu que estava com as mãos acorrentadas na parede por correntes de ferro e a parte da barriga estava presa também a fazendo ficar colada na parede, junto com a boca que estava sendo tampada por um esparadrapo. Ela estava apenas com sutiã e calcinha. A Jovem não parava de tremer, fazendo barulho na corrente enquanto observava a felicidade no rosto do homem que estava a sua frente.

— Ayato: Eu disse não disse? Que se você tentasse fugir seria a última coisa que você faria. — Ayato falava enquanto chamava o seu irmão, Kanato, para ir ver o sofrimento da jovem. 


— Ayato: Ahn?! Você esta tentando falar algo? — Ele falava enquanto ria de Mayura por não consegui falar, já que a boca dela estava tampada. 


— Kanato: Cheguei, Teddy quer ver esta cena agradável. — Kanato botou Teddy em seu colo enquanto sentava na cadeira para observar Mayura ser torturada pelo Ayato.


— Ayato: Agora, vamos começar a diversão. — Ayato começou pelo chicote, mirando no peito da jovem, no mesmo estante ficou vermelho e ele soltou o chicote com a força que tinha dado. A menina mordia o que estava tampando a boca dela como se a vida dela dependesse daquilo. Sem demoras, Ayato deu outra chicotada no mesmo lugar, só que um pouco mais em cima. Kanato estava batendo palmas enquanto as mãos de Mayura se apertavam com força.


— Ayato: Você está gostando não é? Se quiser pode pedir desculpas.
— Ayato: Ah, esqueci que não tem como você falar. 


Ayato ficou zuando Mayura enquanto torturava-a, falando que ela não é totalmente inútil e serve para diverti ele. Mayura chorava e gritava a cada chicotada que ele dava o choro já estava passando pelo esparadrapo. Ayato também estava chorando, mas era de rir ao ver que estava escorrendo sangue do lugar que ele ia chupar ela caso isto não acontecesse, que era perto da parte dela. Kanato estava com um desejo enorme de chupar o sangue dela que estava sendo derramado, mas Ayato disse que não é pra chupar o sangue dela se não ela iria sangrar muito rápido. 


A menina botava a barriga para dentro tentando o fazer ele errar quando mirava La, mas ele sempre a enganava no local que ele ia bater e sempre batia no mesmo lugar de sempre, que é perto do seu peito. Quanto mais batia La mais sangrava.


— Mayura: ''HMBARUMSKUN'' — Mayura gritou tentando falar o nome de Subaru, quando o Ayato percebeu que ela estava chamando ele, ele deu uma chicotada forte em seu rosto que a fez ficar com o rosto virado o tempo todo. Ele batia nela em uma velocidade tão rápida que a mão dele cansou e trocou de ferramenta, de chicote para faca. 


— Ayato: Agora, vou escrever meu nome no seu corpo, com um lápis diferente. — Ele pegou a faca e fez uma barra no corpo de Mayura, mas saiu torta enquanto a menina se balançava e gritava loucamente, batendo sua cabeça na parede. Aparentemente os gritos da garota só deixavam ele mais excitado e então começou a escrever o seu nome. Ele tinha várias opções para escrever o seu nome, em Katakana, Hiragana e Romaji. Ele escolheu Romaji por ter mais letras e ser maior a dor.


Kanato também fez o mesmo, porem ele escolheu escrever seu nome em Katakana, por ter uma forma mais bonita e que machucaria vários lugares que o Ayato ainda não conseguiu machucar. A arranhava o corpo da menina lentamente, já que a faca estava cega, a dor foi maior. Cada encoste da faca em sua pele era um choro e cabeça levantada enquanto tentava chamar por Ajuda. As lagrimas dos seus olhos caiam molhando o chão.


Ayato ON:


— Agora, vamos abrir um pouco sua barriga? — Eu estava indo fazer um circulo na barriga dela com a faca, mas minha mão é segurada por um dos meus irmãos que invadiram o local.


— Tch, o que vocês querem? Não tão vendo que eu estou dando uma lição nessa vadia aqui? — Empurrei a mão de Subaru que estava me segurando e arranhei-o com a faca, o fazendo todos os outros que estavam junto tomar um susto.
— Subaru: Como você pode matar a sua noiva em? Eu sei que ela é uma humana, mas também não precisa passar esse sofrimento todo só por ter falado meu nome!


— Laito: Ele esta certo, a Bitch-chan não precisa passar por tudo isso por um motivo bobo assim.
— Ayato: E O QUE VOCÊS SABEM SOBRE ELA EM? QUE INTIMIDADE É ESSA QUE DE UMA SEMANA PARA OUTRA JÁ ESTÃO ASSIM? ELA DEU PRA TODOS VOCÊS NÃO É? — Falei enquanto enfiava a faca do lado da cintura dela, aquelas lagrimas não paravam de cair e de me alegrar. Calma Mayura, logo logo você vai se juntar aos seus pais! Mas infelizmente não vou poder mais ver esta dor. 
Subaru me deu um murro que me fez soltar a faca e cair no chão, no mesmo estante ele subiu em cima de mim e apontou a faca na minha direção. Mas o Reiji segurou um dos braços dele enquanto Laito segurava o outro. Shuu que estava me olhando virou a cara e Kanato segurou a faca para ela não conseguir me cortar. 


— Subaru: POR QUE VOCÊS O PROTEGEM EM? OLHE O QUE ELE ESTÁ FAZENDO! — Subaru falava estressado enquanto seus olhos tremiam de raiva, eu nunca vi meu irmão assim... Ele empurrou todos que estavam segurando ele e eu levantei rápido o suficiente para desviar da faca dele. Eu o empurrei na parede, fazendo aparecer um buraco no local e soltei Mayura, pegando ela pelos braços e segurando ela enquanto ela tentava se soltar, mas a força dela era de uma criança.


— Ayato: Kanato use seu poder e se teletransporte para o meu cheiro, vou te mostrar a cena mais linda da sua vida.
Eu observei Kanato usando o seu poder de fogo, botando fogo no local enquanto todos corriam para longe, Kanato corria atrás deles tentando por fogo neles também.


Eu botei o braço de Mayura para se encostar ao fogo enquanto ela gritava eu comecei a rir enquanto ela tentava tirar o braço dela do fogo, mas era em vão, eu estava segurando ela com toda minha força.


Eu tirei logo depois quando eu percebi que o Kanato tinha botado fogo em toda mansão, ele deveria ter usado isto sem eu pedir.
Eu logo teletransportei para fora da mansão e Kanato apareceu logo em seguida como eu mandei, mas infelizmente os outros teletransportaram também.


— Reiji: AYATO ISTO ESTA INDO LONGE DEMAIS! OLHE O QUE VOCE FEZ COM A MANSÃO, EU VOU TE TORTURAR MIL VEZES PIOR. — Reiji estava indo na minha direção, mas Kanato mostra a eles que se eles tocarem um dedo em mim ele iria por fogo fora da mansão também e por fim massacrar toda a escola. 


— Mayura: M-Me aj-udem p-por fav-vor — Ela falava enquanto eu a segurava forte, ela estava chorando mais do que quando eu estava torturando ela, suas mãos não paravam de tremer e sua cabeça estava sempre abaixada. 


O Sangue escorria por todo o lugar, chamando atenção de vampiros que se escondiam entre os matos, mas não apareciam. Ela só ficava repetindo para meus irmãos ajudarem ela, ela não se tocou ainda que ninguém liga pra ela? Ela estava se entalando com as lagrimas que era tão engraçado ver ela não consegui falar a frase direito, na verdade ela nem conseguia falar de pé.


— Subaru: Ayato, se você soltar ela e a deixar ir, eu vou fazer qualquer coisa que você quiser.
— Laito: Eu também... Pela Bitch-chan eu faço qualquer coisa. 
— Kanato: Então, cadê a cena mais linda que você disse que ia me mostrar? — Kanato falou enquanto apontava a mão na direção deles, ameaçando.


— Ah soo, vocês não queriam uma humana podre, nojenta e sem rumo na vida morta na casa de vocês, por isso esse drama todo para me fazer soltar ela, não é? Então, eu irei ajudar vocês com isso e então poderemos voltar a nossa vida normal.
— Subaru: O QUE VOCE PENSA QUE VAI FAZER? IDIOTA, SOLTE-A!


— Então se você a quer venha pegar. Isso se você CONSEGUIR SE MEXER. — Eu arrastei Mayura e a segurei na frente da estrada, esperando o carro que estava passando vindo para Ca


— Subaru: MAYURAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA — Meu irmão correu ignorando o Fogo que Kanato tinha botado nele enquanto corria para salvar ela. Todos os outros seguraram Kanato que estava distraído e Subaru tirou a roupa que estava pegando fogo e jogou para longe. Mas já era tarde, o carro já estava vindo, e sem demoras eu joguei Mayura na frente do carro enquanto eu olhava Subaru falhar em puxar ela. O momento que eu joguei ela foi tão lindo ela esticando a mão e olhando para o carro que vinha em direção dela. Estou curioso para ver como é uma mulher esmagada por um carro. As chamas queimam dentro de mim, eu estou inquieto e ansioso, e apenas o meu sorriso não é o suficiente para descrever o que eu estou sentido.
 Agora vamos, ME MOSTRE COMO É UMA PUTINHA ESMAGADA POR UM CARRO!


Ayato OFF:
Mayura ON:


— Então... é isso? É agora que eu irei morrer? É tão estranho... 
— Este carro vindo na minha direção, eu queria ter forças para desviar dele...


Flashback ON:
— NÃO FALA ESSE NOME EM PUBLICO, CABELO DE MENSTRUAÇÃO.
— Ayato: Kkkkkkkkkkkkk, tome, prove Takoyaki.
— Realmente é gostoso, você parece ter bom gosto para comidas, Ayato-kun. 
— Ayato: Sim, Ore-sama nunca se engana.
— Ayato: Todos os meus irmãos acham que eu só escolho coisas ruins
— Ayato: É bom que você sabe a ver--
— Ayato: Caralho, cadê ela?
Flashback OFF:


— Quem diria que a pessoa que eu comecei a gostar, faria uma coisa dessas comigo.
— Por que simplesmente não posso voltar no tempo?
— Enfim, Adeus. — Eu fecho os meus olhos esperando a minha morte, mas eu escuto o som de carro explodindo bem longe. Já estava na hora de eu morrer, mas eu não senti nada, então resolvi abrir meus olhos.


Eu por está tonta e quase sem consegui falar, apenas vi o fogo da mansão e uma fumaça que estavam fazendo todos ficarem com a mão no olho se debatendo e coçando no chão. Eu consigo senti a dor um pouco desta fumaça também, mas era pouco por não esta na mesma condição que eles. Subaru falava ainda o meu nome enquanto por fim todos desmaiaram. 


Flashback ON:
— Mãe: Filha, hoje você vai para uma casa onde vai ser arrumada ta?
— De novo mãe? Não pode simplesmente aceitar quem eu sou?
— Pai: É pro seu bem minha filha, é a prova do nosso amor.
Flashback OFF: 


— Mãe, pai, parece que eu não irei me encontrar com vocês agora. Eu me pergunto quem me salvou.


Tempo depois................

 


Eu estava na floresta, coberta por um pano velho e que fedia muito. Estava fazendo frio e meus ferimentos estavam com um curativo, mas mesmo assim doía.Eu vi Kanato amarrado na arvore com seus braços e boca tampada, com vários ferimentos no corpo e com o olho machucado com uma cicatriz. Eu me assustei enquanto me levantava me afastando. Enquanto eu me afastava, eu senti uma pessoa atrás de mim e no mesmo tempo quando eu me virei tinha outro do meu lado. Os dois estavam olhando fixamente para mim....


O do meu lado tinha o cabelo bagunçado de cor loiro enferrujada e um tapa olho preto cobrindo o lado esquerdo do óculos dele.
Ele estava usando um colete preto e embaixo uma blusa branca com cristas na lapela direita e babados na parte inferior.
Ele também estava usando luvas pretas.


E o que estava na minha frente é um rapaz jovem e alto com cabelo de cor branca e roxa. Os olhos dele são de cor dourada, muito linda...
Ele usava um cachecol que cobria a parte inferior do rosto envolvida em torno de seus ombros e colocou ao longo de seus braços.
O contrario do outro rapaz, ele usa luvas brancas e um vesti mento preto com uma camisa de botão preta com uma espécie de laço.


— Quem são vocês? 
— ???: Foi a gente que te salvou. 


— Obrigada, obrigada mesmo, obrigada, obrigada! — Eu estava chorando de tanto agradecer e por está feliz por saber que não foi o meu fim. Eu segurava na roupa do que estava na minha frente com muita força, enquanto molhava-a com minhas lagrimas. Eu senti que eu fui finalmente libertada desse inferno.


— Por favor, me deixem saber o nome de vocês. — Eu me afastei lentamente dele e fiquei encarando ele, esperando a resposta.

— Carla: Carla Tsukinami — Ele falou com a voz um pouco seria ele não demonstrava nada.
— Shin: Shin Tsukinami — Já ele falou em um tom brincalhão, mas também parecia que ia já mudar de assunto.
— Carla-san, Shin-san, Muito obrigada de verdade.


— Carla: Para você é Carla-sama. — Ele falou tirando o cachecol que usava e indo em direção do Kanato, o botando em volta do pescoço dele e então empurrando a cabeça dele com os pés enquanto puxava o cachecol.


— Carla: Então, como você quer que eu mate ele? Mayura. — Cada vez mais ele empurrava a cabeça dele, eu realmente não senti pena, mas eu não conseguiria falar/fazer uma coisa dessas.


— É.... é...
— Shin: Aah? Eu tenho certeza que ele fez várias coisas ruim com você e você ainda quer salvar ele? — Ele estava tirando uma faca do seu bolso, eu me assustei e meu coração começou a acelerar, eu não conseguia ficar quieta quando eu vi aquela faca.


— Carla: Enfim, onde esta a relíquia? — Ele soltou o Kanato e então puxou ou uma faca do seu bolso, mas era maior que a do Shin. 
— Relíquia? Que relíquia? — Cada vez mais eu fui me afastando e eles que estavam de olho em Kanato, passou a faca no rosto dele e então apagaram ele. A atenção se virou para mim, que estava pensando se eles são bons mesmo.


— Shin: Que saco... A RELIQUIA, VOCE SABE MUITO BEM, A ARMA QUE A SUA MÃE TEVE GUARDANDO O TEMPO TODO. — Shin jogou a faca na minha direção, mas por sorte acertou a arvore. A mão de Shin começou a soltar fogo, que nem o Kanato.
— Carla: Não se faça de idiota, mostre a gente onde está.


— S-Sim, me S-Sigam. — Eu precisei mentir pra eles, eu não sei de nada dessa relíquia, o que é isso? Será que não tem ninguém no mundo que eu possa confiar?. Eles me seguiam para onde eu ia, eu apenas estava andando para qualquer lugar que eu via. De longe eu vi fogueira e uma cabana pequena, que nem a minha casa. Eu decidi desviar de lá e eu tomei um susto quando eles me seguraram pelo braço.


— Shin: Você está fazendo a gente de idiota, não está? — Ele apertava meu braço cada vez mais. Eu consegui ver de longe, da cabana, uma pessoa acenando para mim, fazendo sinal para eu correr. Eu comecei a gritar por ajuda, mas eles tamparam minha boca e disse que eu não iria escapar. No mesmo estante apareceu uma fumaça, só que essa me fez mal também, eu mal conseguia andar só de sentir o cheiro. Mas mesmo assim juntei minhas forças e fui até onde tinha alguém acenando.

— ???: Entra dentro de casa, por favor. — Ele me puxou do chão, eu mal conseguia andar e ele me apoiou. Ele fechou as janelas, portas e tudo da cabana e me levou para uma passagem que estava em baixo do piso. Eu vi várias portas em baixo e a gente entrou na última do corredor que tinha.


Eu finalmente depois de sentar, o notei. Ele estava usando um roupão branco de cor cinza, seu cabelo era mais branco que a neve e seus olhos cor de mel. Ele aparentava ser um menino na pré-adolescência, mas para minha surpresa enquanto eu estava analisando ele, ele me falou que ele tinha 18 anos.


— ???: Primeiro, me conte tudo! Quem era aquelas pessoas? Como você conseguiu contato com eles? — Ele estava serio e nervoso, seus joelhos não paravam quieto; Ele se levantou e abriu à gaveta de uma estante, ele estava procurando por algo, eu acho.
— Meu nome é Mayura, eu tenho 17 anos. Aqueles caras me salvaram de ser atropelada por um carro, mas agora eles disseram para eu dar uma relíquia a eles que eu nem sei do que eles estão falando.


— E quem é você?
— Akabane: Meu nome é Akabane Tatsuei, meus pais são caçadores de vampiros. No momento eles estão caçando vampiros e me deixaram sozinho em casa, mas eles deixam item para eu me proteger caso um apareça.


— Akabane: Tome, jogue isso em você, vai fazer seu cheiro desaparecer por uns quatro dias. É o suficiente para você fugir e sair do país, essa é um item raro. — O item era um liquido verde em fraco de perfume, ele me deu em minhas mãos e no mesmo estante eu joguei em cima de mim.


— Muito obrigada, Akabane. Mas como você sabe que eles são vampiros?
— Akabane: Na verdade, eles não são vampiros. 
— Então são o que?


— Akabane: Lobos, lobos sabem purificar sangue chupado por vampiros, impedindo a pessoa se transformar em uma. As maiorias das pessoas acham que os lobos são a salvação da humanidade, mas eles estão errados.
— Akabane: São piores. 


— E como você sabe disso?
— Akabane: Uma vez meu pai e minha mãe me ensinaram que se eu jogasse uma fumaça em um vampiro, os olhos deles iriam arder e desmaiar por 2 horas.


— Akabane: E se fossem lobos, iriam perder o seu faro, sua força, e até a habilidade de se transformar em um por 15 minutos.
— Akabane: Irei me cortar e atrair os vampiros com o meu sangue, para você não encontrar nenhum no caminho.
— NÃO! POR FAVOR, NÃO FAÇA ISSO. — Eu tentei impedir ele de se cortar, mas a faca foi mais rápida que eu.


— Akabane: Então Mayura, por favor, fuja. — Ele se aproximou de mim e me deu mais 2 fracos, segurando a minha mão enquanto olhava para o meu rosto. Mas eu segui o conselho dele e logo depois de me curvar e falar que se eu conseguisse fugir, iria voltar um dia para agradecê-lo. Eu realmente não entendo como ele nem pensou em me ajudar, ele nem me conhecia...


Ele me levou ate a saída do corredor, que levava de volta para cima, só que de trás da casa. Eu saio correndo enquanto via-oele voltar de novo para dentro. Eu estava confiante nele, ninguém iria perceber meu cheiro. Espero que ele fique bem...


Tempo depois....
2 horas depois:


Eu fui até a cidade, não tinha ninguém na rua, onde eu encontrei um departamento de policia, que por sorte ainda estava aberto, mas estava fechando. Eu entrei e pedi ajuda contando toda a história a eles, e quando eu acabei eles falaram que tinha 4 caçadores de vampiros contratados e no local. Ele me apresentou a eles e falaram que vai me manter em segurança até de manhã, e que eu não precise me preocupar que ele vai mandar os caçadores ficar na frente do departamento até dar a hora. O Policial falou para eu dormir e que quando eu acordar vai resolver tudo e me mandar para o meu país e arrumar alguém para cuidar de mim.
Eles falaram que iriam me levar no médico depois...


Eu também falei do caso da minha família que foi morta há um tempo.
E eles falaram que já estão investigando esse caso a tempo. Ele me fez várias perguntas, a gente ficou 30 minutos conversando.
Quando eu fui dormir eu vi os caçadores na frente do departamento, fingindo está ali só por está. As armas deles eram enormes, muito maiores que as que a minha mãe tinha.

— Finalmente... Tudo acabou. — Eu apenas respirei fundo enquanto chorava por eu ter paz um minuto. Eu fechei meus olhos e tentei dormir, mas não conseguia. Sempre me lembrava das coisas que tinha acontecido, Tortura, Família, Sangue, Morte, Amigos e diversão. Tudo aquilo era mentira, toda a diversão, eu apenas tenho a Miyuki e o Kentaro agora. Eu realmente não consigo acredita que tudo acabou, eu queria poder voltar no tempo. Eu queria poder parar de fazer as pessoas sofrerem...
Mas... O que será aquela relíquia que eles falaram?


Quando eu tinha acabado de falar, ouvir uma explosão vindo de longe e outro bem na frente do departamento. Eu sai do quarto e fui ver o que tinha acontecido e vi dois caçadores que estavam protegendo a frente, mortos sem cabeças perto da explosão. Sobrou apenas dois que estavam apontando as armas para onde os companheiros morreram.
Eles me falaram para eu sair pela janela rápido e fosse até o outro departamento que ainda estava aberto a três ruas daqui.
Eu não conseguia pensar em mais nada sem ser se foram o Shin e o Carla que fizeram isso. 
O Policial ao escutar que teria que fugir também, se revoltou e apontou a arma para uma pessoa que estava saindo da explosão.
Os caçadores tentaram o fazer  entrar, mas em um piscar de olhos, a cabeça dele foi cortada na mesma velocidade que os caçadores viraram a cabeça deles.


Eu vi tudo, foi o Carla que matou ele. Eu sai correndo pela janela enquanto eu ouvia os caçadores que estavam vivos gritarem e o som de suas armas atirando. Eu corri tanto, tanto, minhas pernas ainda não tinha força o suficiente para correr rápido como antes, mas eu dei o melhor que eu pude. Eu fiquei olhando pra trás o tempo todo e o frio na barriga não saia, meu nervosismo só aumentava e eu comecei a passar mal.

Aumentava cada vez mais que eu escutava mais explosões, meus olhos começaram a arder quando eu vi que o departamento explodiu. Eu já estava entrando na primeira rua, quando eu tropecei em mim mesmo e minha garganta começava a arder. Eu queria pedir ajuda a alguém na rua, mas não tinha ninguém, estava totalmente vazia como um deserto. Eu bati na porta de algumas casas enquanto botava a minha mão na garganta por está doendo, mas ninguém abriu.


Não adiantava o quanto eu pedisse ajuda e gritasse, é como se ninguém morasse La. Um cheiro misterioso chamou a minha atenção, parecia o cheiro de comida que minha mãe fazia. Eu sai correndo atrás desse cheiro, entrando na floresta e desviando do lugar que eu tinha que ir. O Cheiro era mais forte e fez eu mudar um objetivo tão importante assim. Cada vez que eu me aproximava do cheiro mais eu suava e minha garganta doía, eu estava me segurando para não gritar.

O meu corpo estava começando a coçar e arder, como se tivesse todo ferido.
Eu estava andando na floresta e tropecei novamente em algo que não tinha visto, mas quando eu olhei para o chão vi um cadáver. Eu não podia gritar de jeito nenhum, então apenas fiquei calada. Mas percebi que o cheiro estava forte e que era desse cadáver que estava vindo. Eu me assustei quando percebi isso e cair no chão, minha visão estava ficando embasada, eu só conseguia olhar para ele. Aquele cheiro, esse sangue em sua volta, essa pele, essa...

— O que deu em mim...?  — Apesar de eu estar com medo de mim mesmo, fui me aproximando do cadáver e eu não conseguia pensar em mais nada, apenas um impulso forte me levou a morder o pescoço dele. Eu estava tomando sangue pela primeira vez na minha vida. Quanto mais eu chupava o sangue dele, mais minha garganta parava de doer, mas o meu corpo continuava a arder e a coçar. 
O seu sangue era doce e tinha um gosto bom, era maravilhoso, é como se eu estivesse tomando o melhor suco do mundo. Apesar de ele está morto eu não sentia nojo e apenas continuava. Esse sangue melando toda a minha boca e sentindo-o descer, é a coisa mais prazerosa que eu senti até agora. 

— Carla: Então você está se transformando nesse monstro... — Eu escutei a voz de Carla, no mesmo estante eu levantei minha cabeça e ele pulou em cima de mim, me tirando de cima do cadáver. Ele era muito mais forte que o Ayato e todos os Sakamakis.

— Carla: Você me da trabalho... — Ele estava segurando os meus braços enquanto me impedia de me mover com sua perna. Eu apenas desisti.

— Carla: Deixa adivinhar, seu corpo ta ardendo e coçando e sua garganta estava doendo, NE? — Falava ele enquanto olhava para mim de uma forma muito calma, UMA COISA QUE NÃO ERA PRA ESTA.

— Como você sabe?
— Carla: Eu sei tudo sobre noivas, eu sei tudo o que aqueles Sakamakis fazem.
— Carla: E sei também... Que você está virando vampira. — Carla falou sussurrando em meus ouvidos enquanto dava um sorriso de canto no seu rosto. Eu me lembrei de tudo que o Ayato tinha dito e realmente faz sentido.

— Carla: Que demora Shin. — Shin apareceu atrás dele com o teletransporte, segurando três caixas quadradas e grandes. Ele ficou rindo enquanto se desculpava com o Carla por ter chegado tarde.
Ele falou que eles deram trabalho e que pegar essa caixa também. De quem eles estão falando?

— Shin: Aqui, Mayura.
— Shin: Te trouxe um presente. — Ele botou as caixas do meu lado, no chão, e abriu elas. Eu vi que elas estavam meladas de sangue, e não era pouco. Carla me levantou do chão e me segurou enquanto me levantava, me segurando com muita força que foi até capaz de sentir meu braço estralar. Doía muito, mas eu nem ligava para a dor mais. Ela já me fodeu tantas vezes...

Shin falava com uma voz animada, como se a gente tivesse em um circo e eu fosse a platéia, ele fez até palhaçadas e suspense para tirar o que tinha dentro da caixa. Mas depois de muita enrolação, ele tirou duas cabeças de dentro das duas caixas, e essas cabeças eram da Miyuki e o Kentaro.

Eu fiquei sem palavras e comecei a gritar, eu estava tentando chutar o Carla para me soltar, mas ele tirou o meu braço do lugar e eu cair no chão enquanto sentia a dor.
Minhas lagrimas e raiva se misturava com os meus gritos, com a dor, com a ardência do meu corpo. Shin estava rindo falando que essa nem era a melhor parte e mandou eu parar de chorar. Eu realmente não sei como eu ainda tenho lagrimas em meus olhos de tanto que eu já chorei hoje, eu so queria morrer, é só isso que eu quero.

Tudo que eu conheço, vejo e falo acabou mortos, que maldição é essa DEUS? Eu apenas estava arranhando meu rosto com a raiva que estava sentindo aquele momento, eu simplesmente não podia tentar matar eles sabendo que eles mil vezes mais forte que eu.
— Shin: Agora... TCHANRAN, A CABEÇINHA DO SEU PAI! — Ele tirou da caixa e ficou rodando, eu não tive tempo de reagir e Carla subiu em cima de mim novamente enquanto Shin corria para tampar minha boca.

— Shin: Sim, foi a gente que matou os seus pais, putinha mimada. — Mayura ao escutar essas palavras, não fez nada mais sem ser tentar socar o rosto de Shin, mas ela conseguiu por ele estar a deixando socar. Ela se entalava com os gritos cada vez mais, por saber que a pessoa que tirou tudo que era importante pra ela estar na sua frente. 

— Carla: E ai, onde está a relíquia? — Shin soltou a boca de Mayura, esperando que ela fosse responder a pergunta de Carla, mas ela não responde nada. Até por que ela não fazia idéia do que eles estavam falando.
— Carla: Que pena... Então não podemos te purificar... 

— Shin: Então só nos resta uma saída... — Enquanto Shin tirava a sua roupa, Mayura viu o mesmo frasco que ela tinha pegado com o Akabane para limpar o cheiro dela no cinto de Shin. Shin tirou quase toda a sua roupa, tirou o óculos, colete, cinto e as suas luvas. Ele se aproximou rapidamente do rosto de Mayura e apontou uma faca para a testa dela, enquanto a arranhava falou lentamente as seguintes palavras:


— Shin: V
— Shin: A 
— Shin: M
— Shin: O
— Shin: S
— Shin: B
— Shin: R
— Shin: I
— Shin: N
— Shin: C
— Shin: A
— Shin: R
 


Notas Finais


A Segunda Temporada ira continuar nessa mesma Fanfic, mas só irei postar o capítulo daqui a uma semana.
Que no caso é dia 5 Segunda Feira de Dezembro de 2016.
Obrigada por tudo até agora e boa leitura seus gostosos.

Personagens:
Akabane: http://prnt.sc/dcnv7s

Música: https://www.youtube.com/watch?v=vvvvcpwFw5o
Música 2: https://www.youtube.com/watch?v=dj4VoPO-2pE
Música 3: https://www.youtube.com/watch?v=N7oa-T11JRY

Até a próxima Semana!


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