História Uma nova chance. - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama, Romance
Exibições 18
Palavras 1.307
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Escolar, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ficou curto, mais mas tarde tem a versão do Tae

Capítulo 13 - Perdão.


 

A luz do sol entrando no meu quarto me despertou,  senti um peso sobre o meu corpo olhei para baixo e os braço do Tae estavam em cima de mim, o olhei e ele estava dormindo ainda, tirei seu braço com cuidado para não acordá-lo e me sentei na cama, prendi meu cabelo no coque e olhei para o Tae,  sorri, desci meus olhos até suas costas e voltei a olhar para frente,  sacudi a cabeça e colo a mão no rosto e sorri.  Me virei para sair da cama e Tae me puxou de volta, e deitou em cima de mim.

- Bom dia Tae. Sorri ao ver seu rosto.

- Bom dia,  minha nanica insuportável e bravinha.  Ela sorriu e me deu um selinho.

- Como você dormiu? Passei a mão nos cabelos dele.

- Não poderia ter dormido melhor.  Ele sorriu e beijou meu pescoço e ficou ali deitado.

- Tae sua respiração está me arrepiando. Sorri e acariciei suas costas.

- Mas eu quero ficar aqui, pra sempre. Ele apertou minha cintura e começou a fazer cócegas.

- Para Tae. Eu tentava fugir dele.

- Só se você disse o que sente por mim?  Ele continuou a fazer cócegas.

- Tá bom eu digo. Eu ria e me contorcia.

Tae saiu de cima de mim,  e sentou na cama eu me sentei ajeitei o cabelo e sentei no colo do Tae de frente para ele, ele envolveu minha cintura com seus braços e minhas mãos estavam em seu rosto.

- No dia em que te conheci eu tinha vontade de ter matar. Eu ri e ele ameaçou a cabeça as cócegas de novo.

- Calma, mas depois do acidente e do beijo roubado na piscina todo mundo,  mas acho que na verdade eu já te amava quando nos conhecemos e não sabia. Sorri.

- Como você disse, você se tornou parte de mim. Acariciei seus cabelos.

- Li te amo. Ele me olhou e sorriu.

- Acho que te amo desde a primeira vez que me chamou de idiota.  Ele riu.

- Eu estava acostumado a ter a menina que eu quisesse. Bati no braço dele.

- Mas aí chegou você, me chamou de idiota,  me esnobando e com um segredo que te atormentava,  você me conquistou com seu jeito insuportável e brava de ser, quando você contou o que aconteceu e o que te atormentava,  me sentei parte da sua vida.  Ele acariciava meu rosto.

- E você é parte da minha vida,  Tae na verdade você é minha vida.  

Ele me puxou pela nuca e me beijou,  eu sorria entre os beijos pois Tae apertava minha cintura de forma que me dava cócegas,  eu mordi seu lábio inferior de leve,  ele começou a beijar meu pescoço, senti suas mão em minhas coxas.

- Li vocês já acordaram? Minha mãe batia na porta.

- Já mãe,  já estamos descendo. Falei me levantando do colo do Tae.

- Ok, vamos esperar vocês para o café da manhã.  

Tire a camisola e coloquei uma bermuda,  fui até o armário,  pegar um blusa.

- Você está me provocando né. Tae me abraçou por trás e beijou meu pescoço.

- Para Tae, meu pai vai vir se demorarmos para descer. Sorri e o empurrei.

- Vai tomar um banho gelado para resolver isso ai. Comecei a ri e ele tentou me agarrar.

- Não vai logo. O empurrei para o banheiro.

Coloquei uma blusa e desci as escadas, entrei na cozinha e os meus pais já estavam sentados a mesa.

- Bom dia! Sorri e dei um beijo na bochecha dos dois.

- Bom dia filha pronta para passar essa semana comigo.  Meu pai me olhou

- Já.  Ouvi a voz do Tae atrás de mim.

- Já,  filha hoje a tarde nós vamos ok? Ele se levantou e subiu.

Tae sentou se à mesa e me olhava,  ele nem tocou no café, ajudei minha mãe a lavar e guardar as coisas,  Tae se levantou e foi para sala, terminei de ajuda minha mãe e fui procurar o Tae, ele não estava na sala, então fui até a varanda e lá estava ele sentado no primeiro degrau de cabeça baixa. Caminhei até ele e me sentei ao seu lado.

- O que houve?  Coloquei a mão em suas costas.

- Você vai ficar longe de mim uma semana.  Sua voz estava manhosa e sua cabeça continuava baixa.

- Tae vai passar rápido você vai ver. Tentava segurar o riso.

- Mas eu vou sentir saudades.  Ele me olhou e fez bico.

- Eu também vou Tae. O abracei e sorri.

Tae me ajudou a arrumar a mala e depois fomos para casa dele, queria passar esse pouco tempo com ele e com os meninos,  Hope quando soube ameaçou chorar, mas disse a ele que era só essa semana,  eu gostava muito de Hope ele era o irmão que não tive, e ele sempre tenta unir eu e Tae quando brigamos. A tarde logo chegou,  me despedi de todos e fui para casa, Tae foi o caminho todo em silêncio. Meu pai já estava me esperando, já tinha colocado até minha mala no carro.

- Tchau Tae.  O olhei e ele me abraçou forte.

- Até mais nanica.  O apertei.

- Te amo, não esqueça.  Ele sussurrou no meu ouvido.

- Não vou, te amo. Sorri.

Nós soltamos e eu entrei no carro, meu pai dirigiu até a cidade vizinha nós hospedamos em um hotel,  ele num quarto e eu no outro. Saímos para passear e meu pai cismou que eu tinha que fazer coisas de criança.

- Pai eu cresci.  Falei rindo.

- Eu sei,  sinto falta da minha garotinha.  Ele sorriu.

- Mas ela está aqui só que crescida.  O abracei e ele beijou o topo da minha cabeça.

Três dias se passaram, já estava de noite então eu e meu pai decidimos dar uma volta na praça.  Sentamos em um banco e eu estava a encarar meu tênis.

- Filha,  me perdoa?  Eu o olhei.

- Pelo que ? Ele me olhou e suspirou.

- Por ter sido duro e por não estar ao seu lado quando precisou.

- Pai, eu não tenho que te perdoar, eu é que sempre fui cabeça dura, perdi minha amiga,  mas sei que não foi minha culpa ela apenas me salvou e eu faria o mesmo no lugar dela. Eu o olhava.

- Eu e que peço perdão por todas as burradas que eu fiz.  O olhei.

- Filha eu só agi daquela forma com medo de te perder.  Ele limpou os olhos.

- Pai não chorar,  eu só quero que voltemos a ser como antes de tudo. Sorri e o abracei.

- Eu te amo filha.  Ele me apertou.

- Também te amo. Sorri

Nós acertamos finalmente,  meu pai disse que confiava em mim e que íamos ser como éramos antes de tudo que aprontei,  os outros quatro dias passaram voando e já estávamos voltando para casa eu estava feliz por voltar pois estava com muitas saudades do Tae, que prometeu se comportar.

 

- Eu prometo que me comporto é que não vou chegar perto da loira água de salsicha.  Todos os meninos começaram a ri.

- Quem é essa?  Jimin estava com a mão na barriga de tanto rir.

- E a Mindy.  Falei e todos continuaram a ri.

- Eu cuido dele. Hope me olhou.

 

Estávamos quase chegando em casa quando um carro desgovernado vem em nossa direção,  meu pai tentou desviar, mas o nosso carro acabou capotando,  nós giramos muitas vezes,  os vidros quebrando,  quando o carro finalmente parou, eu olhei para o meu pai.

- Pai. Minha voz saiu baixa.

Minha cabeça doía, comecei a ver tudo escuro,  tentava chamar meu pai e nada, meus olhos começaram a se fechar, até que apaguei.



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