História Uma Nova Chance para Amar - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diabolik Lovers
Tags Shu Sakamaki
Visualizações 14
Palavras 1.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um cap
Descupem a demora.
Boa leitura😘😘😘

Capítulo 4 - Conhecendo-se


Fanfic / Fanfiction Uma Nova Chance para Amar - Capítulo 4 - Conhecendo-se

Mia:

Os corredores eram escuros e pareciam não ter fim. Até que chamamos em uma sala enorme e não tinha ninguém.

-Cadê eles? - perguntei a Dylan

- Bem aqui. - ouvi alguém sussurra no meu ouvido, o que me fez arrepiar - você tem um cheiro doce.

Ele se afastou um pouco. Era um ruivo de cabelo bagunçado a roupas amarrotados

- Parece que temos uma nova Bitch-chan.- outro ruivo de chapéu susurou no meu ouvido.

- Do que você me chamou? - falei irritada

De repente senti uma lambida no pescoço

- Ela é bem mais doce que Yui. Não é Teddy? Eu quero provar. - Um garoto com cara de psicopata com um ursinho se manifestou.

- Ahh! Fala sério! Vocês surgem assim, do nada?

- Ayato, Laito e Kanato, tenham modos. - Um engomadinho de óculos reprendeuos três. Aleluia! Tô vendo que esses vai ser uma longa estadia.

- Será que da pra fazer menos barulho? - Um albino nervozinho quebrou a parede com um soco. Eu não fazia ideia da força dos vampiros.

- Me deixem dormir. - Um loiro deitado no sofá sa manifestou.

- Calados! - o engomado botou moral. - Dylan será que você pode nos explicar melhor como essa garota veio parar aqui?

- Houve um incendio na casa dela e seus pais me pediram pra que mantivesse ela escondida e segura. Então a troxe pro outro lado do mundo.

- Claro que eu tô muito segura do outro lado do mundo no meio de vampiros sádicos sangue-sugas. - falei pra mim mesma em tom de ironia e todos ficaram olhando pra mim. Corei na hora. - Ahh! Fala Sério! O que vocês estão olhando?

- Seus modos são péssimos. - abri a boca pra retrucar mas ele prosseguiu - Deixe nos apresentar. Aquele é Shu o primeiro filho, eu sou Reije, o segundo filho, os trigêmeos Ayato, Laito e Kanato e Subaru o caçula. - falou apontando para cada um deles.

- Posso me retirar Reije? - falei olhando nos olhos dele. Não fui com a cara desse daí.

- Ande logo. Mas devo te avisar que amanhã a noite tem escola. Você não irá hoje conosco.

- Escola à noite?

- Deverá se abituar a nossos horários.

- Okay - respondi -Dylan pode me mostrar o caminho de volta?

- Vem comigo.

-Obrigada.

------------------

Por aqueles corredores infinitos Dylan me mostrava o caminho até meu quarto.

Me lembrei de Zac. Da crença dele em Vampiros. Parece que ele estava certo. Não é mesmo? Quando ele me falava da existência deles eu sempre duvidava.

Agora sei que ele sempre estava certo. Mas como ele sabia que vampiros existiam? Quer saber? Isso não importa agora.

Me pergunto como é que eu vou viver com vampiros sádicos chupadores de sangue fresco. É loucura! E se eu acabar morrendo? Pelo menos se eu morrer vou poder me juntar a Izac.

Chegamos eu meu quarto. Dylan me deixou na porta e eu entrei no quarto obviamente.

Parei para observar o quarto. Era bem diferente do meu e muito rosa. Eu acho rosa uma cor ultrapassada. Mas que se dane. A última coisa que eu quero é arranjar problema com o engomadinho. Ele parece ser tipo o que cuida de tudo, embora o morto pela preguiça seja o mais velho.

Essa casa é muito estranha. Tem um aspecto de ser sombria. Vai muito bem pra vampiros. Com certeza vou explorar. Hoje a quando eles saírem pode ser uma boa hora. O problema é Dylan. Não sei se posse confia nele totalmente. Só o vi pela primeira vez a alguns dias. E porquê ele me troxe logo pra uma mansão cheia de vampiros. São tantas perguntas.

Zac estaria empolgado se estivesse no meu lugar.

Me dei conta de que não tinha tomado um banho desde de que cheguei. Ainda bem que no meu quarto tinha um banheiro. Não tava afim de chamar Dylan pra me mostrar o caminho. É tão chato ter que ter alguém pra lhe mostrar o caminho o tempo inteiro.

Tomei o banho troquei e roupa e deitei. Ainda bem que deu tempo é pegarem minhas roupas no incêndio. Falando nisso, essa história tá muito mal contada. Mas que se dane.

Peguei meus fones e deitei. Estava tocando Um dia a gente se encontra, do CBJR.

Flashback on:

Zac finalmente tinha acordado. Estava doida pra vê-lo. Finalmente poderia sair daquele hospital. 

Cheguei no hospital as pressas. Estava tão ansiosa. Até que entrei no quarto dele e o vi acordado. Corri para o abraçar. 

- Ei, ei. Calma gatinha. - era tão bom ouvir a voz dele novamente depois te tanto tempo.

- É tão bom te abraçar e ouvir a sua voz, lindinho - deixei cair algumas lágrimas de emoção - eu não quero te perder. Eu te amo tanto.

- Ei, olha pra mim - levantei minha cabeça - Eu também te amo mais que tudo. Não chora tá. Vai ficar tudo bem. Nós vamos ficar bem. Tá certo?

- Tá certo. - balancei a cabeça. 

- Mas eu preciso te contar uma coisa. Eu sonhei com você enquanto estavaem coma. 

- Sério? E o que acontecia?

- A gente estava em um jardim cheio e flores deitados sobre elas. E você estava tão linda como sempre. Olhos brilhantes e os nos lindos que eu já vi. Você me dizia que a gente devia ficar junto pra sempre. Mas é uma pena que o pra sempre sempre acaba. E a cada dia a nossa eternidade vai diminuindo. E que o nosso amor continuaria mesmo depois da morte. Agora é hora de ir. Eu sempre te amarei não importa onde eu esteja. Você é única pra mim. E eu te amo e eternamente vou te amar. Mas eu tenho que ir. Não posso viver a partir de máquinas.

- Máquinas? - nem parei pra olhar para o lado. As máquinas que mantinham Zac vivo quando estava em coma ainda estavam ligadas - Mas eles me disseram que quando você acordasse elas seriam desligadas. Me diz que é só uma brincadeira. Me diz, por favor? - Eu disse em meio as lágrimas.

- Infelizmente não minha pequena gatinha. Infelizmente não. - Ela derramará lágrimas e sua voz tentava me reconfortar.

- Por favor, não me deixe. - eu tinha esperança de que aquilo era so uma piada de mau gosto, um pesadelo talvez. Mas não era.

- Lindinha. Eu tenho que te deixar ir. Você vai achar alguém melhor que eu. E que você vai amar, assim como você me ama. E que vai te amar assim como eu te amo.

- Eu nunca vou amar ninguém como eu amo você, nunca. 

Abracei ele mais forte em meio as nossas lágrimas.

- Semana que vem ás máquinas vão ser desligadas. Dorme aqui comigo hoje? - ele pediu.

- Durmo.

Flashback off

Ahh Zac. Eu sinto tanto a sua falta


Notas Finais


Até o próximo cap😘
Aqui está o link da música
https://youtu.be/GzqBwUA3wJw


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