História Uma Nova Geração - Capítulo 3


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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Calipso, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Dionísio, Frank Zhang, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Jason Grace, Júniper, Katie Gardner, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper McLean, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Thalia Grace, Travis Stoll, Treinador Gleeson Hedge, Will Solace, Zeus
Tags Heróis Do Olimpo, Percy Jackson
Exibições 10
Palavras 1.276
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me desculpem por não postar antes... Só agora que as provas acabaram está dando para escrever... Capítulo fresquinho para vcs!!! Boa leitura

Beijos de Diet Coke azul,
Mari Di Angelo

Capítulo 3 - Sonhando...


Duda Ventura

Bastou um olhar para concordarmos que não iríamos contar sobre o acontecido para os nossos pais. Eles  nos levariam de volta para casa e não queríamos isso.

Depois que Louise saiu correndo não sabíamos direito o que fazer. Sentamos na areia e Milla foi buscar a prancha. Quando ela voltou falou:

- Acho melhor voltarmos. Logo escurece e mamãe e tia Marie ficam preocupadas. Além disso não queremos perder o “Jantar Marshmallow”!- ela terminou rindo.

Rimos junto e fomos voltando para o chalé. Quando vi o chalé pensei que nossos pais achariam estranho nós voltarmos tão quietos. Sempre voltávamos conversando, rindo e, agora voltávamos cabisbaixos e quietos? Eles suspeitariam.

- Vocês não acham que papai, tia Marie e tia Cassie achariam estranho nós estarmos assim sem nos falar? Não deveríamos estar conversando e rindo como loucos?

- É verdade- John concordou – eles vão ficar desconfiados. Temos que começar uma assunto!

Milla que tinha ficado quieta até agora levantou o rosto, deu um sorriso, olhou para nós e falou:

- Duda?!

- Sim...- respondi. Onde ela estava com a cabeça? Deveria pensar em um jeito de livrar nossa barra!

- Você viu a super manobra que eu fiz com a prancha? – vi em seus olhos algo. Como se ela quisesse me dizer algo...

Então entendi. Ela estava puxando um assunto. Nossos pais nunca suspeitariam se chegássemos falando sobre as manobras de Milla. Decidi continuar.

- Vi! Nossa foi muito bom Milla! Você se superou dessa vez.

- E você, John? O que achou?- Milla perguntou forçando um sorriso. Como ele pode ser tão inteligente e tão tonto ao mesmo tempo? Não percebeu que dali nossos pais podiam nos ver e nos ouvir?

Durante cinco segundos ele olhou para ela como se não estivesse entendendo nada. Depois arregalou os olhos e falou:

- Ahh! Sim, foram muito boas Milla! Tenho certeza que vai ganhar o próximo campeonato.

Fomos conversando sobre isso até chegarmos em frente ao chalé. Chegando lá vimos nossos pais preparando a fogueira para assar marshmalows e salsichas.

- Finalmente chegaram!- disse tia Cassie com a mão no peito – já estava ficando preocupada!

- Eu também! – emendou tia Marie – já estava pensando em ir procurar vocês.

Nesse momento papai riu um pouco e disse com a Pepsi na mão:

- Relaxem um pouco. Eu disse que eles chegariam logo.

Eu simplesmente amava meu pai. Seu jeito tranquilo e relaxado quando estávamos em casa. Sua firmeza na hora de comandar a empresa. Ele sabia quando ser legal e quando ser firme. Além disso era um ótimo pai. Ele cuidava de mim em todos os momentos, apesar de não aparentar se preocupava demais comigo, me ajudava com tudo. Eu não o trocaria por nada! Nunca o via triste ou chateado. Exceto em dois momentos. Quando tinha problemas no trabalho ou quando eu perguntava da minha mãe. Principalmente nesse último eu via sua tristeza.

Me lembro de quando eu tinha seis anos e estava em casa com meu pai e nós havíamos montado uma cabana de com lençol e bancos na sala. Estava tudo bem até que perguntei da minha mãe. Eu quis saber como ela era. E ele respondeu.” Ela era linda filha”. “ Tinha cabelos escuros e olhos cinza- tempestade como os seus”. “Era muito inteligente”. Então eu fiz a besteira de perguntar seu nome. Seus olhos marejaram. Foi a única vez que o vi chorar. Depois disso nunca mais perguntei o nome dela.

Fui afastada de meus pensamentos por Milla. Quando percebi ela estava com a mão na minha frente e falando:

- Duda! Não vai vir comer?

- Sim! Vamos logo. Estou morrendo de fome!

Depois de estarmos acomodados em almofadas na areia pegamos salsichas e marshmallows e começamos a assa- los na fogueira. Papai perguntou para nós o que tínhamos feito tanto tempo na praia e John imediatamente respondeu:

- Milla surfou, fez manobras radicais e nós nadamos.

- Também jogamos bola, batemos papo e cantamos – Milla completou.

- Algo mais? – tia Cassie se inclinou para frente.

- Não – respondemos em uníssono. Você não faz ideia de como me senti mal por estar mentindo para três das cinco pessoas mais importantes na minha vida.

-Muito bem! – tia Marie falou alegremente e deu um sorriso misterioso – Quem quer cookies?

- Cookies! – falamos juntos de novo.

Depois de comer cookies jogamos bola com meu pai. Ele e John contra eu e Milla. E foi assim durante horas. Até o momento que tivemos que dormir. Aí começa a complicação. Tive sonhos. Sonhei com Louise.

Começou com a cena dela brigando com a gente se repetindo. Então ela fugia e nós ficamos parados. Mas então o sonho a seguiu. Como uma câmera a filmando. Ela correu durante um tempo até que parou. Olhou para os céus e falou: “ Leve – me ! Tenho que reportar certos acontecimentos.”. E ela subiu para os céus.

Acordei no meio da noite. Sentindo como se algo fosse acontecer. Algo ruim. Olhei para a cama do lado e vi que Milla também havia acordado. Ela começou:

- Sonho...?

Concordei e perguntei:

- Louise...?

 Dessa vez, foi  ela concordou. Nos encaramos por um segundo e ouvimos a porta abrir. John entrou no quarto com uma cara assustada.

- Vocês sonharam o mesmo que eu? – ele perguntou como se tivesse visto um fantasma.

Eu e Milla concordamos. Ele se aproximou e sentou na cama de Milla e me chamou com a mão. Me sentei e ele começou:

-  O sonho começa com ela brigando com a gente de novo. Então ela foge e a gente fica parado na praia. Daí o sonho a seguiu. Ela correu durante um tempo e depois parou  . Ela olhou para o céu e falou: “ Leve – me ! Tenho que reportar certos acontecimentos.”. E ela foi levada para o céu.

Milla e eu fizemos que sim com a cabeça:

- Acordei um pouco antes de Duda – Milla falou – e me senti como se algo ruim  fosse acontecer

- Também me senti assim – John disse com uma expressão aterrorizada – como um pressentimento.

- Foi a mesma coisa comigo – falei – a primeira coisa que me aconteceu depois de acordar foi esse pressentimento. Como se eu devesse sair correndo.

Os dois concordaram. Então John falou:

- Certo. Vou voltar para a cama. Daqui à três horas acordamos. Eu venho aqui acordar vocês – e saiu do quarto.

Eram cinco da manhã.

- Bom dia, Duda  -Milla falou e deu um de seus sorrisos sarcásticos.

- Bom dia, Milla – falei sorrindo, também, e me deitei.

E os dias se seguiram. Nós íamos à praia, jogávamos bola com meu pai, Milla nos ensinava a surfar, comíamos salsicha e marshmallow. Durante o dia não pensava em Louise mas à noite sonhava com ela.

Foi assim por mais duas noites. Na quarta noite o sonho mudou. Eu vi um garoto correndo. Era um menino bonito. Seus cabelos eram loiros e curtos. Ele usava óculos quadrados e seus olhos azuis bem claros estavam assustados. Ele tinha uma espada na mão, uma mochila nas costas e um escudo na outra mão. Atrás dele havia gritos não humanos. Então ouvi um barulho no sonho. Será que isso é possível? Ouvir barulhos em um sonho? O barulho foi como o de uma flecha sendo lançada. Mas não era uma flecha, mas sim um espinho. Ele passou de raspão pela perna do menino. Ele gritou de dor. Parou por um segundo e continuou correndo. Então o dia começou a clarear. E o que quer que o estivesse perseguindo parou. Não se ouvia mais gritos. Ele percebeu. Parou e sentou na grama. E gritou para o céu: “ Por que eu?!”


Notas Finais


Capítulo narrado pela Duda Ventura. No próximo aparece um semideus novo...
Beijos de Diet Coke azul!
Mari Di Angelo


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