História Uma Nova Geração - Capítulo 4


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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Calipso, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Dionísio, Frank Zhang, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Jason Grace, Júniper, Katie Gardner, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper McLean, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Thalia Grace, Travis Stoll, Treinador Gleeson Hedge, Will Solace, Zeus
Tags Heróis Do Olimpo, Percy Jackson
Exibições 13
Palavras 1.337
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Capítulo novinho em folha! Espero que gostem! Respondam nos comentários essa pergunta: De qual personagem vc mais está gostando? É só uma curiosidade que me veio. Boa leitura!!!
Beijos de Diet Coke azul,
Mari Di Angelo

Capítulo 4 - " Por que eu?!"


Luke Skywalker

Correr, ir para o norte e lutar. Essas eram as palavras que tinham me guiado desde que saí da casa da minha mãe na Pensilvânia .

Prazer, meu nome é Luke Skaywalker e se você tiver um pouco de decência não vai me zoar por causa do meu sobrenome. Minha família já era Skywalker antes de Star Wars ser lançado. Como minha mãe sempre amou Star Wars, quando descobriu que estava grávida de um menino decidiu dar à ele ( eu, na verdade) o nome de Luke. E ela sempre falava que se eu fosse menina o nome seria Leia.

Minha mãe se chama Andrea Skywalker e eu morava com ela até sermos atacados e nós dois termos que fugir. Desde então minha vida tem sido uma loucura. Duas semanas de correria, monstros me perseguindo, três horas de sono nas noites em que conseguia dormir... A vida perfeita.

Você deve estar se perguntando como sei que monstros me perseguem. Bom, você vai ficar feliz em saber que sei que sou um semideus. Que sei que os deuses gregos ainda vivem, que às vezes eles tem filhos com mortais, os semideuses, que mortais não vem os monstros por causa da Névoa, que há dracaenae, cães infernais e dois ciclopes atrás de mim, que tenho que ir para Nova York e lá encontrar o Acampamento Meio – Sangue porque lá vou poder ficar em segurança, que semideuses sonham à noite e que esses sonhos são premonições, que existem alguns mortais que vêm através da Névoa ( como minha mãe), que bronze celestial é o que mata os monstros e, principalmente,  que ser um semideus me ferrou. A única coisa que não sei é quem é meu pai. Nem quais são meus poderes. Minha mãe queria que eu descobrisse isso sozinho...

Finalmente o dia clareou. De manhã eu não sou perseguido. Ajeitei os óculos e meus cabelos loiros. Olhei para o céu e gritei:

- Por que eu?!

Obviamente Zeus, as Parcas ou quem quer que esteja no comando do setor de respostas para semideuses confusos não quis me responder ou estava de férias, porque o céu não mudou em nada.

Fiz um curativo no lugar onde o espinho do Manticore passara de raspão e comecei a preparar meu café da manhã. Tirei da mochila meu saco de pão e a caixa de suco de maçã. Comi uma fatia de pão puro e tomei alguns goles de suco. Peguei meu celular e fui ver se minha mãe tinha me respondido. Ela nem tinha visto. Quando saímos de casa ela me falou que iria para a casa da minha avó em Kentucky. Não sabia como ela estava.

   Arrumei minhas coisas e segui em frente. Não podia me dar ao luxo de descansar. Continuei em direção ao norte usando meus instintos e meu celular. Outra coisa que pode estar na sua cabeça é: “Como você tem um celular, Luke?” E eu te respondo. Pelo que minha mãe me explicou, Hermes, depois de muito trabalho conseguiu criar celulares e aparelhos eletrônicos para semideuses. Os monstros não conseguem rastrea – los. Então podemos usa – los.

Bom, agora você tem uma breve noção de como é a minha vida desde então. É uma rotina diária: tomar café, caminhar por três horas, comprar comida na cidade mais próxima, almoçar, caminhar mais um pouco, descansar meia hora, caminhar até às oito da noite, jantar, andar até às nove da noite, ser atacado por monstros até o dia clarear e, se eu não for atacado, dormir algumas horas e recomeçar.

Foi a mesma coisa hoje depois do café. Caminhei, comprei comida, almocei um hambúrguer que consegui comprar no Mc Donalds de uma cidade qualquer, continuei caminhando, no tempo de descanso treinei esgrima com uma árvore, caminhei de novo, jantei e continuei caminhando esperando ser atacado. Mas não fui atacado hoje. Então tirei minha coberta da mochila e deitei em cima dela.

Hoje a noite foi diferente. Pela primeira vez sonhei com algo sério. Um sonho de semideus.

Havia três adolescentes da minha idade. Duas meninas e um menino. O menino, como eu, tinha cabelos loiros e olhos azuis. Mas seus cabelos eram cacheados, ele não usava óculos e seus olhos eram azuis- escuros. As duas meninas tinham cabelos loiros caramelo, mas uma tinha olhos verde- mar e a outra olhos cinza- tempestade. Um pouco longe deles havia uma menina de cabelos loiros ondulados e olhos castanho – escuros. 

- Oi!!! Qual é o seu nome? – a garota de olhos cinzas gritou para a menina.

A outra garota e o menino olharam para ela com cara de: você é maluca? A garota de olhos escuros  olhou - os com olhos vermelhos e inchados. Ela parecia brava.

- Meu nome é Louise, e não te importa garota! – ela olhou para a de olhos cinzentos com raiva.

- Você acha que vai ser grossa com a minha amiga, Louise? – a garota de olhos verdes enfatizou o nome da garota – pois está muito enganda!

- Sou grossa com quem eu quiser!

- Não com a gente!  – o menino falou irritado.

Do nada tudo começou a mudar. O mar se agitou e as ondas começaram a ficar grandes e ameaçaram avançar na menina de olhos castanhos, raios começaram a aparecer no céu e corujas se empoleiraram nas palmeiras.

A tal da Louise lançou um olhar maléfico para eles. Eles continuaram sustentando o olhar dela. Então ela começou a murmurar  algumas palavras em grego antigo ,e, como minha mãe me ensinou  eu as entendia: Vá, arraste - se e leve - os pela areia . E a areia os arrastou até caírem nela de bruços. Ela estava fazendo magia neles! A de olhos verdes foi a primeira a se levantar  e deu um grito extremamente irritado. Milésimos após ela gritar, o mar avançou em Louise, encharcando – a e derrubando a garota no chão. O menino ajudou a de olhos cinzas a se levantar .Louise murmurou mais palavras:

- Corte sem dó! Os inimigos devem ser detidos!

 O vento começou a cortar a pele deles.  O garoto foi se aproximando dela e gritou:

- Pare de fazer isso! Seja o que for o que esteja fazendo, pare!

- Quem é você para mandar em que eu devo e não devo fazer?

- Eu sou John Tails! Não vou deixar que você nos machuque!

E raios caíram em torno dela. Louise gritou e murmurou mais palavras:

- Machuque e fure!

Folhas de palmeira voaram nos rostos dos três adolescentes. E furavam suas peles. O menino, John, e a garota de olhos esverdeados caíram no chão. Já a outra menina começou a correr e a gritar:

- Quem VOCÊ, pensa que é para achar que pode machucar eles? Você não vai fazer um mal para eles!

Ela imobilizou a Louise no chão, sem que ela pudesse mover seus membros. Então várias corujas começaram a  arranhar a bochecha dela.  A de olhos cinzas se levantou, aturdida. Ela estava estática, olhando as corujas.

Louise conseguiu fugir das corujas e elas foram embora, na direção da tempestade. Ela olhou para eles três com uma expressão que ainda não havia demonstrado. Medo. Ela estava morrendo de medo. Qualquer um percebia isso. Ela começou a formular uma pergunta engasgada: O que...? Mas não terminou a pergunta . Preferiu sair correndo.

John e as duas meninas ficaram na praia e meu sonho seguiu Louise. Ela correu durante um tempo até que parou. Olhou para os céus e falou: “ Leve – me ! Tenho que reportar certos acontecimentos.”. E ela foi levada para os céus.

Acordei sobressaltado no meio da noite. Olhei para os lados. Eu ainda estava aconchegado na minha coberta perto de uma árvore. Sabia que não conseguiria mais dormir, então decidi me levantar e seguir em frente. Mas o sonho não saia da minha cabeça. Não parava de pensar nos três adolescentes que foram atacados e na menina que os atacara e a quem ela reportaria. De novo parei, sentei no chão, olhei para os céus e gritei:

- Por que eu?!


Notas Finais


Espero q tenham gostado!!! Lembrem de responder aquela perguntinha: De qual personagem vc mais está gostando?
Beijos de Diet Coke azul,
Mari Di Angelo


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