História Uma nova vida (1 temporada: "salve todos") - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Undyne, W. D. Gaster
Exibições 67
Palavras 1.342
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá novamente, queridos e queridas! esse capitulo demorou mais do que devia pra sair, sorry ;-;. na verdade, eu ja tinha boa parte do capitulo formulada, só que no bloco de notas do celular. Resumindo, eu só comecei a escrever esse capitulo as 23:37, e só fui terminar as 01:07 (não comecei a escrever antes por que eu faço estagio na escola, e, por mais que minha escol tenha alongado o feriado até sabado, [falo até sabado pq eu tambem estudo de sabado, eu sei, minha vida é uma bosta] eu tive que ir trabalhar hoje (das 17:00 as 21:00, e olha que eu tevi que sair de casa as 15:00 pra chegar a tempo) e vou ter que trabalhar amanha. chega de enrolação, vamos ao capítulo! boa leitura a todos ^-^

Capítulo 2 - "Reencontro"


Após observar aquela linda cena do pôr do Sol, o grupo de monstros começam a descer o monte ebott, acompanhados de Frisk. Ao chegar na base da montanha, a pequena vê um garoto colhendo algumas flores douradas e alguns lírios que nasciam no pé do monte. O jovem de cabelos castanho escuro mesclado com mechas em tom chocolate e olhos castanhos, um levemente mais claro que o outro, percebe a presença de frisk, e com uma cara de espanto, pergunta:

-???: Frisk? É você?

-Frisk: Johnny! – Frisk sai correndo em direção ao garoto dá um forte abraço no mesmo.

-Johnny: Frisk, o que aconteceu com você? Faz 5 dias que você sumiu da cidade!

-Frisk: Ahh, bem... digamos que eu tive alguns problemas no orfanato... Você se lembra, não lembra?

-Johnny: Aqueles idiotas continuaram te enchendo né?

                Frisk era uma garota órfã antes de cair no subsolo. Ela tinha alguns problemas de interação social, e por conta de ser muito fechada com outras crianças (e até mesmo com os adultos) ela dificilmente conseguia fazer amizades. A maioria das outras crianças a excluía, ou simplesmente ignoravam sua presença.

                Flashback da Frisk:

                Um grupo de três garotos e duas garotas maltratavam um esquilo que estava no jardim do orfanato

-Frisk: Ei! Parem de machucar esse esquilo!

-Garoto 1: Cala a boca sua idiota, você não manda na gente! – dizia o garoto, empurrando Frisk

-Frisk: Ai! – geme a pequena por conta da dor ocasionada pela queda, mas logo em seguida a mesma levanta, determinada a salvar o pobre animal – O que esse esquilo fez pra vocês!? Por quê estão o maltratando?

-Garota 1: Porque a gente não tem nada mais divertido pra fazer. – a garota encarava Frisk com um olhar mortal.

                A interrupção de Frisk fez com que o grupo tirasse a atenção do esquilo, dando tempo para que o mesmo pudesse fugir. A pequena sorri ao ver que tinha conseguido salvar o pobre animal. Porém o grupo agora olhava para a menor com um olhar de ódio.

-Garota 2: Droga! Agora a nossa diversão fugiu!

Garoto 2: Parece que agora a gente vai ser obrigado a ter que brincar com você Frisk – o garoto a olhava com um olhar tenebroso.

-Garoto 3: Parece que isso vai ser BEM divertido. Nós vamos brincar com você POR BATANTE TEMPO.

-Frisk: N-não, o q-que voc-cês vão fazer? – Frisk falava com seus olhos se enchendo de lágrimas.

-Garoto 2: Nós vamos te dar uma boa surra, pra aprender a não estragar a nossa diversão!

-outros integrantes do grupo: Isso vai ser MUITO DIVERTIDO! – o grupo começava a avançar em direção a Frisk.

-Frisk: N-NÃO! AFASTEM-SE DE MIM! – Ela era empurrada no chão e caia. O grupo a enchia de socos, chutes e puxões no cabelo.

-Frisk: AHHHH! PAREM! –Frisk gritava e chorava. Ela pedia por ajuda... mas ninguém veio.

                Depois de receber vários golpes, o grupo finalmente para de bater em frisk, mas como se não bastasse todas as agressões, eles ainda a prenderam no porão do orfanato pelo resto da tarde. A pequena não parava de chorar, até que ela ouve alguém destrancar a porta do porão.

-???: Olá? Tem alguém aí? – parecia que quem quer que tivesse destrancado a porta tinha ouvido os soluços e choros de Frisk – Meu deus, Frisk! O que aconteceu com você!?

-Frisk: Joh- Johnny?

-Johnny: Shhh, tá tudo bem. Eu tô aqui. – o jovem dá um forte abraço em Frisk, procurando conforta-la.

-Frisk: Eles... Eles estavam machucando um esquilo, e... e, e ai eu tentei salvar ele... mas eles começaram a bater em mim e... eu... eu... – Frisk começava a chorar de novo.

-Johnny: Calma, calma. Não precisa se preocupar mais com isso, eu tô aqui do seu lado, e não vou deixar ninguém te machucar de novo.

Fim do flashback

                Johnny não era órfão, embora gostasse de visitar Frisk no orfanato. Ele a conheceu na 1ª série do ensino fundamental, e foi um dos únicos e verdadeiros amigos que Frisk teve. Ele tinha muito o desejo que seus pais pudessem adotar Frisk, pois ele sabia o quanto ela sofria naquele orfanato, mas seus pais não tinham a melhor das condições financeiras. Os pais de Johnny literalmente davam a vida para conseguir sustentar a família de 4 pessoas. Johnny também tinha um irmão mais velho, mas que a maioria do tempo estava ausente, pois sempre estava estudando e trabalhando para ajudar no sustento da família. Assim como Frisk, Johnny também tinha oito anos, sendo 2 meses mais velho que ela.

-Johnny: Então... aqueles idiotas fizeram mais alguma coisa com você?

-Frisk: Eles... continuaram a falar coisas ruins sobre mim. Eu não aguentava mais aquilo! Não aguentava mais sempre ser motivo de piada, sempre ser excluída! Eu estava cansada de ninguém se importar comigo! – Frisk começava a chorar um pouco – então... eu fugi. Todos sabem a lenda sobre o monte Ebott: “todos que escalam o monte nunca mais são vistos”. Foi o que eu fiz. Eu fugi para o monte.

-Johnny: O-o que? Não no subsolo do monte que dizem que havia monstros que tinham sido selados por conta de uma guerra deles contra os humanos?

-Frisk: Sim... e você quis dizer uma guerra dos HUMANOS contra os monstros. Nós aqui só conhecemos um lado da moeda.

 

-Johnny: como assim um lado da moeda?

-Frisk: depois eu te conto melhor sobre isso, eu digo, a história dos monstros. – Johnny olha para Frisk com uma cara de interrogação, mas decide deixar frisk terminar de sua fala - Enfim... Eu estava cansada de tudo o que faziam comigo. Eu queria desaparecer. Então eu decidi escalar o monte. Foi quando eu vi uma caverna na montanha com um enorme buraco no centro. Eu quis olhar a profundidade daquele abismo... então eu tropecei e cai.

-Johnny: Co-como? Você... caiu?

-Frisk: Sim... e foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida inteira.

-Johnny: Como assim? – Johnny ainda não tinha reparado muito bem em quem eram as “pessoas” que estavam com frisk – Espera um pouco, eles são... monstros! – Johnny se surpreende ao ver quem eram aqueles que estavam acompanhando Frisk antes dela o encontrar – As lendas eram reais!

-Frisk: Você não tá com medo deles? – Frisk estranhou a reação do garoto, ela pensou que, assim como os humanos que viram Asriel, Johnny também se assustaria

-Johnny: Por que eu teria medo? Até agora, pelo que eu pude perceber, se os monstros fossem maus ou coisa do tipo, você não estaria conversando comigo agora!

-Frisk: Hahaha, tinha esquecido como você liga rápido uns fatos à outros. – Realmente, Johnny, apesar de ser apenas uma criança, chegava a ser mais racional do que muitos adultos, sempre analisando os fatos antes de tirar qualquer conclusão.

-Toriel: Frisk, quem é esse garoto?

­-Frisk: Ele é um amigo muito próximo meu, mãe!

-Johnny: Mãe?

-Toriel: Ah, sim, quando eu encontrei Frisk depois que ela caiu no subsolo, eu cuidei dela durante um tempo. Foi tempo o suficiente para ela me contar um pouco de como era sua vida aqui na superfície... e a me chamar de mãe também.

-Johnny: Nossa, haha, é bem a cara da Frisk. Meu nome é Johnny.

-Toriel: prazer Johnny, eu me chamo Toriel. E esses aqui são Sans, Papyrus, Undyne, Alphys, e Asgore... – toriel mostrava cada um dos amigos que Frisk tinha feito no subsolo, o que deixava Johnny muito feliz, em saber que sua amiga tinha feito novas amizades. O grupo começou a conversar, até que, já com os últimos raios de Sol ainda clareando o céu< o assunto que eles tinham chegado foi sobre como seria a integração dos monstros na sociedade humana.

-Asgore: Sabe, eu só tenho receio de como o resto dos humanos irão reagir com a nossa integração na sociedade...

-Johnny: Já sei! Uma colega minha é sobrinha do prefeito! Eu posso conversar com ela pra ver como podemos resolver esse problema!

                Estava decidido, os monstros iriam passar uma última noite no subsolo antes de o rei dos monstros conversar com o prefeito da cidade sobre a integração dos monstros na sociedade humana.


Notas Finais


o fim de mais um capítulo! yay ^-^ espero que vcs tenham gostado, e me desculpem qualquer erro de portugues, pq eu não revisei o capitulo antes de postar (é o que dá escrever de madrugada). amanha (quer dizer, hoje) eu vou tentar postar mais um, e já vou avisando, no proximo vai ter tretas (não de brigas, mas de fortes revelaçoes... ta bom, nem tao fortes assim) até outra hora ^-^ boa noite.


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