História Uma nova vida (1 temporada: "salve todos") - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Undyne, W. D. Gaster
Exibições 60
Palavras 1.681
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá queridos e queridas, me desculpem por ter postado tarde de novo, manha net caiu (por motivos que só deus sabe) quando eu fui fazer o upload do capitulo. Enfim, esse capitulo é o mais longo por enquanto, com pouco mais de 1600 palavras. Nele também vao surgir mais dois mistérios relacionados ao johnny. Desculpem-me se a formataçao tiver meio ruim, eu tive que dar o upload no capitulo pelo celular. Enfim, uma boa leitura a todos ^-^

Capítulo 3 - "Você lembra?"


No dia seguinte, Johnny tinha conseguido informar o prefeito da cidade, através de sua colega, sobrinha do mesmo, sobre a liberdade dos monstros. Frisk acompanhava Asgore na conversa com o prefeito, mas logo eles pedem que ela saia para poderem tratar do assunto mais detalhadamente. Johnny estava esperando Frisk do lado de fora da prefeitura, mais precisamente em um parque que foi construído na frente da mesma.

-Johnny: Então, como foi?

-Frisk: Nada muito complicado. Primeiro eu e Asgore falamos sobre como os monstros tinham sido presos no subsolo, e que nós não queríamos continuar com a guerra, mas sim com a paz entre as raças. Depois eles pediram para que eu saísse e deixasse eles conversarem melhor.

-Johnny: Entendo..., mas, fala aí, você ainda não me contou a história dos monstros, ou melhor dizendo, “o outro lado da moeda”, como você disse.

-Frisk: Ah, sim, bem, é uma história bem longa...

                Frisk contava detalhadamente o motivo da guerra entre as raças, como os monstros tinham sido selados no subsolo, a queda do primeiro humano, a morte de Asriel e Chara, os seis humanos a cair antes dela, tudo com os mais mínimos detalhes.

-Johnny: Então, quer dizer que o Asgore tinha declarado guerra contra os humanos por causa da morte da Chara e do Asriel... isso é horrível, tanto da parte dos humanos por terem o matado, quanto da parte do Asgore... matar seis humanos inocentes? Isso é horrível.

-Frisk: Eu sei, mas eu não culpo ele totalmente, afinal, ele não queria me matar quando eu estava finalmente chegando perto do fim. Ele só fez aquilo com a intenção de libertar o seu povo.

-Johnny: E se ele tivesse conseguido te matar, ele teria a sua alma, teria quebrado a barreira, e estaria matando todos os humanos no caminho dele.

-Frisk: É, bem... – A fala de Johnny tinha deixado Frisk desconfortável – Eu sei.

-Johnny: Mas você conseguiu mudar a cabeça dele. Você conseguiu mudar a cabeça de todos do subsolo, você fez amizade com todos do subsolo! Você salvou a todos!

-Frisk: Bem, quase todos. – Frisk se lembrava de seus dois amigos, os quais ela tinha deixado para trás – Bem, você se lembra do Flowey, não lembra?

-Johnny: Sim, ele foi o primeiro monstro que você encontrou (e ele quase te matou, se não fosse pela Toriel)

-Frisk: Então, foi ele quem quebrou a barreira, não eu.

-Johnny: É O QUE? – Ele falava surpreso – Como? Não, espera, foi ele quem quebrou a barreira? Isso não faz sentido!

-Frisk: Na verdade, não foi o Flowey, mas o Asriel.

-Johnny: ...QUE? - Mind blow – Agora que meu cérebro pifou de vez. – Johnny, por mais que tentasse conectar os fatos, não conseguia chegar a conclusão alguma.

-Frisk: Calma, eu vou explicar (suspiro). O Flowey, era, na verdade o Asriel. Quando ele tinha voltado pro castelo após ser atacado pelos humanos, ele não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo, deixando sua poeira espalhar pelo jardim da sala do trono.

-Johnny: Tá, até ai você já me contou.

-Frisk: Então, nesse período a Alphys estava fazendo aqueles experimentos com determinação na tentativa de poder salvar alguns monstros da morte, e tentar saber mais sobre as almas, para tentar recriar almas para destruir a barreira.

-Johnny: Certo, isso você também me contou na hora que você descobriu o laboratório verdadeiro.

-Frisk: Sim, o que eu não te contei foi como a barreira foi quebrada, e como isso tudo se relaciona com o fato do Asriel ser o Flowey. Então no meio desses experimentos, a Alphys descobriu que a forma física dos monstros não conseguia segurar a determinação em grandes quantidades, por isso que os corpos deles acabaram derretendo. Então ela se perguntou o que aconteceria quando algo sem uma alma ganha a vontade de viver. Ela sabia o que tinha acontecido com o Asriel, então ela foi até a sala do trono e colheu algumas flores para fazer experimentos com elas.

-Johnny: Já entendi, ela injetou a determinação nas flores, que estavam com o pó, vulgo a essência, do Asriel, e assim ela criou o Flowey, praticamente ressuscitando ele?

-Frisk: Exatamente. Mas tinha um porém. Como ele tinha voltado na forma de uma flor, ele não possuía uma alma. Por isso que ele queria as almas humanas. Com um número suficiente de almas, ou seja, com sete almas, ele voltaria a “sua verdadeira forma”. E é ai que entra o como ele quebrou a barreira...

                Frisk continuou contando para Johnny tudo o que tinha ocorrido na batalha final, como ela tinha conseguido despertar novamente os sentimentos em Asriel, o sacrifício que ele fez para libertar a todos.

-Johnny: Então, ele ainda está vivo, só que na forma do Flowey.

-Frisk: Não só ele, mas a Chara também.

-Johnny: A chara?

-Frisk: Sim, mas não em uma forma física. Ela está viva na forma de um espírito. Quando eu cai no subsolo pela primeira vez, a minha determinação acordou o espírito dela.

-Johnny: Bem, depois de tanta coisa estranha que aconteceu, eu não vou nem julgar a sua determinação acordando um espirito do mundo dos mortos – Johnny falou com certo tom de ironia – mas, como assim, quando você caiu pela primeira vez?

-Frisk: Ah, você vai me chamar de louca, mas eu já estava pensando em te falar isso. Bem, na verdade, eu morri inúmeras vezes lá no subsolo, mas um poder não deixava que eu realmente morresse. Esse poder me trazia de volta a vida. A minha DETERMINAÇÃO permitia que eu usasse esse poder, o “RESET”. Com um pouco de força de vontade eu poderia “voltar no tempo” para o momento em que eu caí no subsolo. E assim eu poderia refazer tudo de novo, e de novo, e de novo... Eu poderia mudar algumas de minhas atitudes, testar cada caminho possível, testar cada “timeline”. Eu fazia isso para tentar encontrar um jeito de trazer o Asriel de volta.  – Frisk começou a falar com Johnny sobre as timelines que ela tinha passado, todas as escolhas que ela tinha feito, inclusive a genocida. Johnny não acreditava nas coisas que Frisk dizia ter feito naquela linha temporal, mas logo voltou a reconhece-la quando ela disse sobre seu arrependimento.

-Johnny: Então, essa linha do tempo genocida foi a penúltima antes de você decidir que não iria mais resetar?

-Frisk: Sim, eu sabia que, por mais que só o Sans dos resets, e o Flowey de alguns poucos, que eu estava fazendo algo errado, que eu estava brincando com as vidas deles, resetando sempre ao quebrara a barreira, ou ao sair do subsolo. Então eu decidi que não iria mais resetar, fazendo uma última vez o caminho pacifista. Eu ainda não desisti da ideia de salvar o Asriel ou a Chara, mas, eu realmente não quero mais resetar.

-Johnny: humm... foi por isso que toda vez que o dia de ontem chegava, logo após eu ir dormir, tudo voltava a seis dias atrás...

-Frisk: Espera, você lembra dos resets?

-Johnny: Cada um deles, toda vez, sempre acontecia, eu ia dormir, eu acordava, eu voltava cinco dias no tempo. As vezes acontecia mais depressa, as vezes demorava mais. Mas eu sempre lembreva do que iria acontecer. De novo, e de novo, e de novo. – Ao ouvir as palavras de seu amigo, Frisk começava a chorar. Ela não tinha a noção de que outras pessoas poderiam lembrar dos resets.

-Frisk: O... que...? Johnny, m-me desculpe... E-eu não t-tinha noção que alg-guem poderia se le-lembrar – Frisk fala em aos prantos.

-Johnny: Ei, calam, eu não estou bravo com você, eu nunca ficaria bravo com você, afinal, tirando a timeline genocida, você resetou por um bom motivo. Você queria salvar aqueles dois. – Frisk fica um pouco corada com as palavras de Johnny. Ela sabia que por mais que ela fizesse algo errado, ele sempre a ajudaria a melhorar, e sempre estaria do lado dela. – Inclusive, depois de ouvir toda essa história, eu tomei uma decisão.

-Frisk: Que decisão? – ela pergunta curiosa.

-Johnny: Eu quero que você reset mais uma vez. – Ela o olha com uma cara de espanto, mas ele logo explica a ela – Eu sei o que você deve estar pensando, mas, a minha decisão é que eu quero te ajudar a salvar a Chara e o Asriel. Assim que você resetar, eu vou escalar o monte Ebott, procurar essa tal caverna e vou pular no subsolo.

-Frisk: O QUE? V-você realmente... quer me ajudar a salva-los? – Frisk estava surpresa com a decisão de seu colega. – Você realmente estaria disposto a correr todos os riscos?

-Johnny: Frisk, eu vou ser sincero com você. A semana passada, antes de você sumir, foi uma das piores que eu passei na minha vida, e essa semana tudo ficou pior ainda, eu não quero falar muito sobre isso, mas, se você resetar, talvez a gente ache um jeito de salvar os dois, sem contar que eu não vou precisar reviver esse inferno de novo. – Aquelas palavras fizeram Frisk pensar como ela deve ter feito Johnny sofrer sempre que ela resetava, mas ela estava determinada a fazer as coisas de uma maneira diferente dessa vez.

-Frisk: Certo eu vou resetar, e aí a gente pode pensar em como salva-los juntos! Só tem um problema... – Frisk falava com certa insegurança.

-Johnny: Que problema?

-Frisk: O sans... Eu prometi a ele que eu não resetaria mais. Ele me mataria se eu fizesse isso de novo.

-Johnny: A gente pode conversar com ele, tenho quase certeza que ele vai entender o motivo desse reset, afinal, e para salvar o príncipe dos monstros!

-Frisk: E a Chara também.

-Johnny: Sim, ela também.

-Frisk: Ok, acho que nós podemos tentar...

                Não passou muito tempo depois que os dois estavam planejando “o último reset”, então finalmente eles avistam Asgore saindo da prefeitura, com um sorriso no rosto. Aparentemente ele tinha conseguido chegar a um acordo com o prefeito. Entretanto, infelizmente aquela conquista não valeria por muito tempo, já que Frisk iria fazer um último reset... ela só precisava conversar com o Sans para finalmente tentar salvar seus dois amigos que ficaram para trás.

 

                Continua...


Notas Finais


Fim de mais um capitulo^-^ o próximo vai ser meio vurto, creio que não chega a 1000 palavras, afinal ele vai ser uma conversa da frisk e do Johnny com o sans (ou melhor, um esporro do sans nos dois). Bem, espero que tenham gostado/estejam gostando da historia ^-^ Até a proxima (sim, eu editei isso aqui, agora a formatação ta certa, eu acho O.O )


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