História Uma Nova Vida - Capítulo 23


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alteza, Amor, Atualidade, Coroa, Dinamarca, Estados Unidos, Família, Garota, Garoto, Love, Majestade, Nova York, Originais, Paixão, Princesa, Principe, Rainha, Realeza, Romance
Exibições 35
Palavras 1.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OI!!!!!!
Vou postar os bônus de acordo com o andamento da história. Os bônus serão muito importantes para vcs entenderem um pouco mais do que se passará no resto da história!!!

Capítulo 23 - Bônus - A humildade é a realeza sem coroa


A humildade é a realeza sem coroa, porque você pode atingir o estrelato, mas se não tiver humildade, vai ser apenas mais um.

Warley Michael.

​Elizabeth corria com a bola no pé, chutando e rindo. Morava na aldeia desde pequena e sempre brincou com as crianças que moravam perto de sua casa. Hoje, ela estaria jogando o famoso futebol.

Acertou um gol e todas as crianças gritaram animadas pelo divertimento que estava sendo proporcionado. Eliza, como gosta de ser chamada olhou para os lados e viu suas amigas da sua idade rindo do seu vestido sujo pela lama. Ela não era uma dama que nem a maioria. - se não todas. - as mulheres da época era.

Eliza era diferente. Seus cabelos longos da cor do próprio mel eram a mistura perfeita com os olhos claros, eles não chegavam a ser azuis, mas eram de uma cor que nem mesmo ela sabia explicar.

Tinha tudo para ser uma perfeita dama, mas por escolha própria não era. Preferia continuar sendo a menina rejeitada com seus vestidos manchados de lama do que uma mulher com nariz empinado.

- Elizabeth! - sua mãe Beatrice a chama de dentro de casa. - sai dessa lama, menina! Temos visita na nossa casa.

- Estou indo, mãe. - grita de volta e solta um suspiro.

Anda para dentro de casa e percebe vozes vindas da cozinha de casa. As ignora e vai para a escada, onde sobe degrau por degrau até chegar ao quarto.

O quarto não era perfeito. Era simplesmente um cômodo com o piso de madeira e a cama já antiga. Foi até o armário e pegou o vestido branco e limpo que tinha, arrumou os cabelos em um coque bagunçado e desceu não ligando para a aparência. Adentrou a cozinha e se assustou com pessoas vestidas com roupas de guardas da realeza que estavam em sua casa junto com a família.

- O que é isso, mãe? - pergunta para a mãe. Pode ser que eles estavam devendo dinheiro e a corte veio lhe cobrar.

- Isso, minha filha, é o seu futuro. - Beatrice fala com felicidade.

- Até onde eu sei o meu futuro não está relacionado a guardas Britânicos.

- Eles não são Britânicos. São Dinamarqueses.

- E isso faz diferença? São guardas e pronto. Matam e torturam pessoas na frente da população.

- Você precisa entender uma coisa, é importante.

- É, eu preciso entender o porque que a senhora fez desta vez para ter os guardas na nossa casa.

Elizabeth sabia que a mãe não era nenhuma santa, na verdade nunca foi. Só se casou com seu pai Walter por achar que ele é de algum tipo de realeza dinamarquesa. Depois que Walter morreu, as deixou com dezenas de dividas para pagar.

Eliza também sabia que a mãe saia com outros homens desde que o pai morreu. E não era para ganhar dinheiro, era para diversão.

- Filha, eles vieram te buscar. Na verdade nos buscar.

- Para o que? Mãe, não me diga que a senhora...

- Não fiz nada disso que você deve estar pensando. Mas bem que poderia se a nossa governante não fosse uma mulher.

- E o que é isso? - pergunta estendendo as mãos para os guardas.

-  Senhorita Morrighan, precisamos leva-la para sua casa.

- Bem... até onde eu sei está é a minha casa. - cruza os braços no peito.

- Sua verdadeira casa. - o segundo guarda se adianta.

- Não sei do que estão falando. E nem quero saber, se me deem licença eu vou continuar o que estava fazendo. - se vira.

- Nós temos que conversar Senhorita Morrighan. - um homem de terno preto aparece em meio aos guardas.

- Primeiro, meu nome não é Senhorita e sim Elizabeth. E segundo, não vou conversar com um desconhecido.

- A Senhorita não está com as etiquetas para a sua idade.

- Não preciso de etiqueta.

- Então seja um pouco educada, vamos conversar.

Eliza examina as possibilidades do que o homem de preto quer conversar com ela. Pode ser que a mãe fez algo errado, ou que elas estavam devendo algum dinheiro novamente... e isso ela teria que resolver, de novo.

- Está bem. Mas, vou logo avisando que não vou ser educada.

- Como quiser. - o homem assente.

Os dois caminham até a sala da casa e ela o convida para se sentar.

- Viu, estou sendo educada. - fala quando se sentam.

- Vamos logo ao assunto. Temos que ser rápidos.

- O que o senhor que dizer, sei que a gente deve estar devendo, talvez seja o padeiro ou o...

- A Rainha Alexandra Linffort está morta. - Eliza para de falar e fecha o semblante.

- E o que eu tenho com isso? Até onde eu sei a Rainha da Inglaterra é outra.

- Nossa falecida Rainha Alexandra Linffort era governante da Dinamarca, nosso país.

- Nosso não, seu país.

- Você pode ter nascido na Inglaterra, mas ainda assim é considerada da Dinamarca.

- Olha, eu não sou de ninguém. Sou britânica e pronto.

- Você é descendente de George Linffort, antigo governante da Dinamarca.

- Até onde eu sei, eu estou aqui em 1960​ e ele está em sei lá que ano. Então, isso não conta. Já foram misturados muitos sangues durante os anos.

- Mas permanece sendo o Sangue da Família Real da Dinamarca, a original.

- Me desculpe, você disse... família real? O que eu tenho com isso?

- Você tem tudo a ver com isso.

- O que você quer dizer com "tudo"?

- Você é a Rainha da Dinamarca. - afirma.

- Olha, eu sou a Rainha da Dinamarca e você é o chapeleiro maluco de Alice no país das maravilhas. Isso, agora podemos ir lá para fora?

Na mente de Elizabeth aquele cara só podia estar maluco e doido, não tinha a menor capacidade de pensar. Afinal, o porque que uma menina que nasceu em uma aldeia da Inglaterra iria ser uma Princesa, ou melhor dizendo, uma Rainha.

- Você não está entendendo. Pelo menos tente entender.

- Sim... me explique. Mas, depois podemos ir para fora? - fala calmamente.

- Quando George deixou a Dinamarca, ele também deixou uma carta em que fala que deveria ter um Morrighan no poder, e como ele era rei na época, isso foi relevado. Nunca conseguimos achar seus descendentes pelo simples fato de que nunca procuramos direito, sempre procuramos por outros países e nunca aqui. - estende os braços demonstrando o lugar em que está. - nunca pensávamos que seus descendentes moravam em uma casa tão... simples.

- Se você veio para zombar de minha casa, é melhor ir embora.

- Não era minha intensão. Mas, continuando... os Linffort assumiram o poder e reinaram por anos, porém Alexandra fez questão de que o pedido de George se cumprisse, e assim estamos fazendo.

- Como assim fazendo? O que você quer dizer com isso?

- Quero dizer que viemos buscar você.

- Opa, opa, opa! Não venha com isso.

- Mas faz parte do que você é. Está em seu sangue.

- Bom... digamos que eu seja Rainha, o que iria acontecer?

- Você iria se tornar Rainha. - isso é obvio.

- E minha mãe?

- Sua mãe, suas escolhas. Seu governo, suas regras.

Se ela aceitasse essa realidade que está sendo posta para Eliza em pratos cheios ela teria que abandonar tudo. Sua vida e seus amigos para se tornar Rainha de um país inteiro.

Por outro lado, se ela for, estaria ajudando a mãe de alguma forma. Sua mãe que sempre fez coisas erradas, mas mesmo assim é sua mãe. Sangue do seu sangue.

- Então...? - pergunta o homem. - já se decidiu senhorita?

- Eu preciso de um tempo para entender, mas... pode-se dizer que sim.

- Ótimo!

- É... - morde o lábio inferior.

- Seria melhor se decidirmos o seu nome aqui mesmo, antes de ir para a Dinamarca.

- Como assim nome? Eu já lhe disse meu nome.

- O nome que usará como Rainha.

- Não entendo.

- Você pode escolher um dos seus nomes para se nomear Rainha. Como é o seu nome completo de nascença?

- Ahn... é Elizabeth Charlotte Morrighan.

- Você pode escolher entre Elizabeth e Charlotte.

- Acho que vou ficar com meu nome mesmo...

- Está bem, estão vai ser... - pega uma folha de papel em sua maleta e a caneta a tinta e escreve o nome com letras perfeitas. - Elizabeth Charlotte Campbell Morrighan, futura Rainha da Dinamarca.

- Como assim Campbell? Eu não tenho esse nome.

- Tem sim, mas foi ocultado. É o direito de todo Morrighan ter o nome Campbell. Está no seu sangue.

- Droga de sangue... - murmura.

- O que disse senhorita?

- Ahn... nada. - saem da sala.

 

 

 

 

 


Notas Finais


:) :) :)
Ficou bom???


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