História Uma nova vida em Sweet Amoris - Capítulo 105


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Castiel, Charlotte, Iris, Kentin, Letícia, Li, Lysandre, Nathaniel, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Drama, Romance Adolescente, Sobrenatural
Exibições 51
Palavras 796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 105 - Meus estranhos desejos


Fanfic / Fanfiction Uma nova vida em Sweet Amoris - Capítulo 105 - Meus estranhos desejos

-Eu realmente sinto muito ter forçado esta situação tão desastrosa! –ele não cansava de pedir desculpas.

-Não se preocupe! Fomos pegos de surpresa. –falei sorrindo enquanto pegava um pedaço da pizza que estava na caixa.

Era uma das últimas noites aprazíveis nesta parte do país antes que os primeiros flocos de neve caíssem e um manto virgem e branco cobrisse as copas das árvores.

-Mas pelo menos você gostou do local?

-Se está se referindo a este à beira do lago com a lua a nos iluminar, então sim, adorei! –falei ainda com o pedaço de pizza na mão.

Eu decidira tomar as rédeas da situação, quero dizer, o volante e após passarmos na pizzaria o levei para conhecer um dos meus lugares favoritos. Muitas vezes, quando saía para correr de manhã cedinho sempre me certificava de dar uma passadinha por aqui.

-Você é diferente. –ele falou pensativo.

-E... isso é... ruim? –falei hesitante.

-Na verdade, eu acho que é algo muito bom, só não sei explicar o motivo. –ele falava sem me encarar. –Desde a primeira vez que eu te vi lá na escola, algo ficou muito marcado em mim.

Ambos ficamos em silêncio, ele meio constrangido e eu pesando o valor daquelas palavras.

-Não me peça para explicar. Estar perto de você faz as coisas parecerem diferentes. Por favor, me perdoe se eu estiver sendo grosseiro, mas eu não sei... são seus olhos, seu cheiro... o jeito como suas palavras chegam aos meus ouvidos... me fazem pensar coisas estranhas, como estou sentindo agora. –concluiu envergonhado.

O pedaço de pizza ficou a meio caminho da minha boca enquanto o encarava estupefata:

-Como assim coisas estranhas? –balbuciei com dificuldade.

-Eu não devia ter tocado neste assunto. As coisas já estão bastante estranhas nesse encontro. Terminemos a pizza para que eu possa te levar para casa.

Mas nenhum dos dois se moveu, pois, naquele instante minha curiosidade falou mais alto e, por mais que a minha consciência me dissesse que invasão de mentes era um desrespeito, algo na minha cabeça me atiçava para descobrir de que coisas estranhas ele estava falando. Só lembro que aquele par de olhos doces como o mel me encararam de volta e eu senti como se pudesse realmente mergulhar neles e me deleitar em prazer.

Mas o que eu senti logo foi substituído por uma ânsia extrema de provar que eu era capaz, mas não sabia dizer do quê. Eu estava mergulhada na penumbra e podia ver alguém deitado em uma superfície. Aproximei-me e estranhei o pequeno corpo feminino que jazia com as mãos acima da cabeça, provavelmente amarradas. O que era aquilo?

A resposta me veio de imediato: eu estava olhando para mim mesma deitada naquela mesa, vestida como uma vagaba com roupas de spandex e amarrada com cordas de algodão. Em meus olhos uma venda rendada e em meus lábios um batom absurdamente vermelho. 

Algo me puxou para fora daquele antro escuro e eu me percebi de volta à margem do lago com Nathaniel me encarando confusamente enquanto o molho da pizza respingava no meu vestido novo.

Eu estive na mente dele, e por incrível que pareça vi quais eram as tais coisas estranhas que ele andava sentindo. Mas, por que comigo? E por que daquele jeito? Não me parecia nem um pouco saudável e menos ainda ser o estilo do Nathaniel. O que diabos estava acontecendo com todo mundo?

“Bryhanny, você realmente não faz ideia do sucesso que faz com os garotos? Por favor, me diga que você tem uns parafusos a menos.”, me dizia a Rosa quando precisei me ausentar da escola.

 “Você é tão perfeita! Seu rosto é milimetricamente simétrico, seu cheiro inebriante e seus olhos...”, Gael me dissera a poucos dias.

 “Não me peça para explicar. Estar perto de você faz as coisas parecerem diferentes. Por favor, me perdoe se eu estiver sendo grosseiro, mas eu não sei... são seus olhos, seu cheiro... o jeito como suas palavras chegam aos meus ouvidos... me fazem pensar coisas estranhas, como estou sentindo agora.”, foi o que o Nathaniel me disse agora.

Será que essa é a forma que Gael achou para conquistar este mundo? Através de mim?

Lembrei-me das pessoas no restaurante que tentaram rir de mim... será que eu podia manipular sua vontade? Será que o fato dos garotos se aproximarem de mim com segundas intenções tinha a ver com a minha origem sombria? Se fosse verdade, então eu em minha força máxima seria um perigo para a humanidade.

-Você tem razão! –falei tirando Nathaniel de seu torpor. –Vamos embora. A coisa ficou estranha demais aqui.

Ele me seguiu um pouco consternado, talvez até acreditando que era o culpado pela minha reação. Mas não. O grande culpado era Gael com suas ideias insanas de dominar o mundo.


Notas Finais


Meninos maus não ganham presente de Natal.


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