História Uma nova vida em Sweet Amoris - Capítulo 108


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Castiel, Charlotte, Iris, Kentin, Letícia, Li, Lysandre, Nathaniel, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Drama, Romance Adolescente, Sobrenatural
Exibições 125
Palavras 761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 108 - Apenas meninos


Fanfic / Fanfiction Uma nova vida em Sweet Amoris - Capítulo 108 - Apenas meninos

-É apenas uma estratégia baixa que eu uso com ele, além de ser a única maneira que eu encontrei de fazê-lo prestar atenção ao que eu digo. –expliquei à Melody já no corredor, após ter feito o Armin responder quase trinta questões sobre equações exponenciais.

-Mas confiscar as coisas dele?

-Você sabe pelo menos o que havia ali? –perguntei ao que ela balançou a cabeça negativamente. -Pois saiba que são os jogos dele. Uma vez eu até ameacei resetar todos se ele não tirasse uma nota boa em língua estrangeira, e você acredita que o danadinho conseguiu?

Ela me encarava boquiaberta:

-Eu admito que seus métodos não são lá muito ortodoxos, mas confesso que são bem eficientes.

-O Armin é um garoto solitário. Apesar de ter um irmão, eles não compartilham os mesmos gostos. Você deve ter notado lá na sala que todas as garotas estão sempre rodeando o Alexy, mas o Armin está sempre sozinho. No fundo ele é só um menino. Assim como todos os outros, embora todo mundo queira que assumam responsabilidades que estejam acima de suas capacidades. Alguns até tentam corresponder, enquanto outros simplesmente desistem.

Com isso, eu não me referia apenas ao Armin, como também ao Castiel, largado sozinho, longe de qualquer carinho dos pais. E ao Nathaniel que muitas vezes carregava a escola inteira nas costas. E ao Ken que a essas horas devia estar sofrendo horrores na escola militar. E ao Lysandre, que assim como eu, estava preso entre dois mundos, sem, no entanto, conseguir se encaixar em nenhum. E ao Dake, que assim como o meu pai nunca levaria a vida normal que merecia, ou ter aquela casa na praia que tanto sonhou. Ou mesmo ao Viktor que ainda nem tinha completado dezoito anos e já tinha que assumir os negócios do pai. No fundo, éramos apenas crianças em um mundo cruel do qual pouco conhecíamos.

-Bryhanny! –ela me chamou, tirando-me do meu devaneio. –Algum problema?

-Não. Desculpe. Minha cabeça foi longe. –falei abrindo-lhe um sorriso.

E naquele fim de tarde, o 9,45 do Castiel foi a minha maior conquista. Não resisti e pulei em seu pescoço exultante.

-Você conseguiu! –eu gritava sem ligar para quem passava em seu computador.

-Se eu soubesse que para receber sua atenção eu só precisava tirar notas boas, então devia ter virado nerd há mais tempo. –ele comentou segurando na minha cintura.

-Sério? – perguntei soltando seu pescoço sem que no entanto ele me soltasse.

-Não! Eu nunca viraria um nerd bocó por causa de uma garota. Ainda mais uma tão desprovida de... você sabe... –ele apontou para o meu colo soltando-me e afastando-se. –Documentos.

Eu, lenta como sempre com esses trocadilhos toscos não entendi o que meus documentos tinham a ver com as notas dele, mas...

-Ei! Seu tarado! –reclamei dando um soco forte no braço dele e saí batendo os pés no chão.

Bem feito para mim por achar que aquele garoto arrogante tinha solução. E o pior é que eu ainda teria que monitorá-lo até o fim do ano letivo para garantir que ele não reprovasse. Eu e minhas promessas!

-Emancipado? –espantou-se meu pai. –E porque alguém ia querer fazer isso com um filho? Esses humanos são estranhos.

-Fala isso como se você não fosse humano, Ron. –rebateu Deran que parecia ter perdido toda a sua fofura nos últimos dias.

-Então pela sua reação devo concluir que me emancipar está fora de questão, não é? –provoquei enquanto servia-lhe um pouco de chá de camomila já que segundo ele, passar quase uma semana dormindo havia lhe tirado quaisquer possibilidades de pegar no sono até o fim de seus dias.

-E por que você ia querer isso? –estranhou.

-Tem algo a ver com poder fazer coisas sem a permissão dos pais. –respondeu Deran por mim.

-Mas tecnicamente você não é emancipada? Essa não é a função da sua iniciação? Te tornar apta a responder por si mesma sem precisar da autorização dos pais, viajar, matar etéreos... –explicou Lefin sonolento por causa do chá.

-Ele tem razão, princesa. Aos olhos da nossa família você já é maior de idade. Nem precisaria ir para a escola se não quisesse. O que falta para a ficha cair?

-Talvez trazer um cara para dormir aqui. –novamente Deran responde por mim, maliciosamente.

-Deran, cala a boca! –gritei irritada.

-É isso mesmo, Deran. Não ponha minhocas na cabeça dela. –meu pai falou sério visivelmente incomodado.

-Era brincadeira, pai. Se eu pudesse nunca deixaria de ter dezesseis.

E até aquele momento eu não sabia o quão perto eu estava de realizar o meu desejo.

 

 

 


Notas Finais


Isso é tudo, pessoal!
|
|
|
|
|
|
Hoje!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...