História Uma Outra Chance - Capítulo 12


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Tags A Seleção
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Palavras 1.550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Vish....
Eita, o que será que acontecerá com Ryan e Adeline? E como fica Agnella? Decidi trocar de personagem hoje, para vocês presenciarem a vida de outra selecionada!

BOA LEITURA!

Capítulo 12 - Minha vez!


Fanfic / Fanfiction Uma Outra Chance - Capítulo 12 - Minha vez!

Estava atordoada os acontecimentos. Todos foram tirados do salão de festas por dois motivos. Um: príncipe Ryan e Agnella foram encontrados em um momento íntimo, depois de um barulho chamar a atenção dos guardas. Ela foi explusa e ele foi afastaso do palácioaté que se acabe a seleção. Dois: Elayna caiu escada a baixo do segundo andar e foi levada para a ala hospitalar. Me senti culpada por isso, até porque ela saiu do baile por causa da minha idiotice. Eu gostava muito de Justin, mas não podia afirmar que o que eu sentia era mais forte que o que ela sentia. Estava estressada, e, admito, com ciúmes dos dois. Eles formavam um casal tão lindo, ele a olhava intensamente, com se não houvesse outra pessoa na Terra. Eu não o culpava, Elayna era uma pessoa maravilhosa em todos os sentidos, era o tipo de pessoa do qual queria ter como amiga para o resto da vida. Me odiava por ter causado isso, pensei até em contar para Justin do acontecido, mas ele não me perdoaria, e isso eu não suportaria. Por isso, não me senti digna de um café da manhã maravilhoso em presença da família real e fui visitá-la, temendo por sua reação. Segui os corredores receosa e senti algo no meu pé. Abaixei-me e vi que era um papel e peguei-o. Li o que estava escrito, me arrependendo:

 " Mais 300 pessoas morreram em Hondurágua em ataques sulistas. Um família fora encontrada morta: pai esfaqueado, mãe estrangulada e filhos enforcados. Um mensagem foi escrita na parede do quarto de um menina que 4 anos, dizia " Não conseguiram coroa-la, não conseguiram nos deter, não conseguiram mante-la viva por muito tempo, a mataremos e venceremos esta guerra. É só um questão de tempo." Tudo foi limpo, como vossa alteza ordenou, mas recebemos notícias de um exército sulista está vindo para o palácio, por isso pedimos que antecipe sua escolha."  

Fiquei com o estômago embrulhado. Quem eles queriam matar? Rebeldes sulistas? Famílias morriam enquanto estava no conforto do palácio. Me senti culpada, mas precisava de respostas, e sabia que se perguntasse a Justin, ele não responderia, então pensei em outra pessoa que poderia ter mais respostas. Apertei o passo até a ala hospitalar e perguntei onde estava Elayna Singer para uma enfermeira. Ela apontou para uma sala fechada e fui até lá. Bati na porta e ouvi um entre abafado. Entrei e vi que Elayna não estava só. Amy e mais três  garotas do qual não conhecia me encararam.

- Camille? O que está fazendo aqui?- perguntou Elayna, tentando se levantar mas não conseguiu por conta da sua perna quebrada.

- Não, por favor, não se levante. Eu só queria dar uma palavrinha com você. A sós, se não se importam.- disse e Amy me encarou, confusa. Elayna suspirou e pediu para todas sairem, e que mais tarde conversaria com elas. Me sentei na cadeira ao lado de sua maca e suspirei.

- Então...?- perguntou Elayna.

- Eu queria lhe pedir desculpas pelo meu comportamento inadequado ontem a noite. Esta nervosa e não deveria ter desclntado em você. Sinto-me culpada pelo o que lhe aconteceu e lhe peço que me pedoe, se conseguir.- disse e ela deu um meio sorriso.

- Acredite, isso não foi sua culpa, eu é que tenho de cessar minha curiosidade, e ontem aprendi a lição. Mas de qualquer forma, eu a perdôo. Acredito que esse não seja o único motivo de estar aqui. Estou errada?- perguntou, arqueando uma sombrancelha. Ela era mesmo esperta.

- Na verdade, tem mais uma coisa. Encontrei está carta no caminho até aqui e queria que você me ajudasse, se possível, a descobrir o que quer dizer.- disse, entregando a carta em sua mão. Ela leu calmamente e quando terminou arregalou os olhos.

- Onde encontrou isto?- perguntou. 

- Na escadaria. Tem alguma idéia do que seja?

- Não. Mas conheço uma pessoa que tem. Vou mandar um carta para minha mãe a respeito. Caso eu descubra algo, eu lhe aviso.

- Obrigada pela ajuda Elayna! Tenho que ir, nos falamos mais tarde. Até breve!- disse acenando e saindo porta afora.  Estava tensa, e sabia de um lugar que me ajudaria a relaxar. Fui em direção ao jardim e segui a esquerda, onde ficava o estábulo real. Lá havia uma égua preta que me lembrava a que eu tinha ganhado de meu pai certa vez, antes de ele falecer. Adorava cavalgar, apesar das más memórias. Depois que meu pai morreu, fiquei tão triste que simplesmente me esqueci da égua, que acabou sendo vendida. Quando cheguei, vi que a égua estava lá, mas com outra pessoa. A mulher se virou para mim, e me deparei com tamanha beleza. Era uma loira de olhos escuros de meia idade. Não era uma selecionada, se não a reconheceria.

- Desculpe. Já estou de saida.- disse me virando para ir embora.

- Não, por favor, fique. Camille, não é?- perguntou.

- Isso mesmo. E você...

- Marlee Tames, prazer conhece-lá.- Malee Tames? Não era uma ex-selecionada? Por acaso a favorita do povo, que foi expulsa por traição a família real? O que ela fazia no castelo após o falecido rei tela expulsado e a feito uma oito?

- Err... O prazer é todo meu. Desculpe a grosseria, mas... Oque faz aqui, quero dizer, no palácio?- perguntei confusa e ela deu um meio sorriso.

- Existem muitos segredos da qual o povo desconhece. Mas não se preocupe quanto a isso. Moro aqui a muito tempo com meu marido e meus filhos e é isso que importa.- disse e arregalou os olhos, como se tivesse se lembrado de algo.- Bom, acho que tenho de ir agora. Desculpe a intromissão, mas conhece Elayna Singer?- perguntou.

- Conheço. Ela está na ala hospitalar, se é isso que quer saber. Caiu da escada ontem e quebrou a perna. Esta no quarto 312.

- Agradeço. Até mais senhorita Camille.- despediu-se. Fiquei um tempo pensando, o que ela iria querer com Elayna?

- Ora, mas é claro!- pensei em voz alta. A mãe de Elayna era uma selecionada. As duas deviam se conhecer.

- Camille? O que faz aqui?- perguntou uma voz masculina atrás de mim. Justin estava parado de sobrancelhas erguidas. Curvei-me diante dele.

- Bom, como já deve saber, eu gosto de cavalos e venho aqui de vez em quando para refletir. E você, o que faz aqui?- perguntei e ele abaixou a cabeça.

- Bom...- começou mas foi interrompido por uma voz estridente. 

- Justin, por que esta demorando tanto?- perguntou Rachel Grimm. Ela usava um vestido branco com detalhes dourados que simplesmente esmagava o meu vestido rosa claro simples.

- Olá Camille.- fingiu estar contente.- O que faz aqui?- perguntou e eu fechei a cara.

- Bom, acho que não importa mais. Já vou indo. Adeus Rachel e adeus Justin- disse reverenciando e indo embora. Corri para meu quarto. Quando cheguei, vi que Samantha e Matilda ainda estavam lá. Dispensei-as e joguei-me em minha cama. Tinha que pensar em algo. Teria de ser criativa. Quase todas as garotas deram pelo menos um beijo em Justin, incluindo Rachel, que ficou se gabando por uma semana. Fiquei andando de um lado para o outro, até que tive um idéia. Ela era arriscada, mas tinha que tentar. Chamei Matilda, Samantha e Jennifer até meu quarto, para colocar o plano em prática. Escrevi uma carta breve e pedi para Samantha estrega-lá a Justin enquanto as outras arrumavam o meu quarto para um jantar romântico. Coloquei um vestido preto com tule e detalhes em pedrarias. Fiquei esperando ansiosamente com as têmporas suando frio. O que iria fazer era arriscado e colocava tudo por um fio. Mas tinha de tentar, antes de deixar Justin escapar por entre os dedos. Ouvi batidas fortes e permiti que entrasse.

- Camille?- perguntou Justin entrando e se deparando com um cenário perfeito de um jantar romântico.

- Sente-se por favor!- pedi apontando para a mesa na varanda. Ela me olhou de cima a baixo e sorriu, obedecendo-me.

- Sim senhora.- brincou. 

- Bom, preparei este jantar para botarmos a coversa em dia, ou sei lá, o que vier...- É isso mesmo Camille? Droga.

- Já que insiste...- disse enquanto me sentava a sua frente. Ficamos conversando e conversando até ele pergumtar uma coisa, da qual eu fiquei pasma:

- Você já beijou quantos garotos Camille?- perguntou e eu fiquei pálida olhando para o chão.

- Nenhum, na verdade.  Nunca me interessei muito por garotos. E você?- perguntei e ele sorriu.

- Vou ser bem sincero com você Cam. Beijei 33 garotas até agora, e quero que seja a 34, se permitir...- O que? Ela tinha beijado quantas? Sabia que Elayna não timha sido beijada ainda... Então ele havia beijado todas, menos nós duas? Ele foi se aproximando, cada vez mais perto. Pulei da cadeira e o encarei com meu famoso olhar fatal.

- Se não se importa, estou muito cansada e queria descansar. O jantar foi ótimo! Até amanhã alteza.- disse apontando para a porta me curvando.

- Mas Cam...

- Por favor!- insisti interrompendo-o. Ele assentiu e foi embora. Vesti minha camisola e me deitei. Justin pensava que eu era o que? Pois eu iria mostrar a aquele idiota que não sou tão fácil quanto ele pensa.

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Eita nóis!
Parece que todas estão se rebelando contra Justin. Babaca e idiota... Vish Justin, segura a onda se não vira tsunami!

Até a próxima!! 😚😙♡♡


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