História Uma paixão desavisada - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor, Família, Romance, Violencia
Exibições 35
Palavras 668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores! Essa é a minha primeira fanfic. Não me critiquem! Espero que gostem. Vamos para a fanfic!

Capítulo 1 - Introdução


Fanfic / Fanfiction Uma paixão desavisada - Capítulo 1 - Introdução

Meu nome é Giovanna. Sou muito diferente das outras meninas, pois minha vida não foi cheia de felicidades nem nada disso. Vivo sozinha com a minha mãe em uma casa simples. Meu pai? Bom, meu pai deve estar com outra família agora. Meus pais se separaram? Sim, há muito tempo. Você provavelmente quer saber o motivo. Eu vou te explicar.

Tudo começou quando minha mãe estudava em uma escola bem antiga, não me lembro o nome. Ela conheceu o meu pai, e eles viraram amigos. Não demorou muito para ele pedir minha mãe em namoro, e como ela ainda era tolinha, aceitou. Minha vó até tentou avisar à minha mãe que era errado, mas ela não deu ouvidos a ninguém. Para minha mãe, era amor à primeira vista, e para o meu pai, era só mais uma diversão. 

Eles começaram a namorar, até chegar o dia em que minha mãe se entregou ao meu pai. Ela me disse que ele insistia muito nesse assunto, e que ela confiava plenamente nele. Por isso, fez o que fez. Bom, passou um mês, dois meses, três meses, e sua menstruação não chegava. Ela também sentia vários enjôos e tonturas, mas ela não se preocupou. Depois foi que minha vó percebeu o que estava acontecendo e perguntou se eles dois já tinham feito. Ela disse que sim, e minha vó ficou preocupada, achando que sua filha poderia estar grávida. Foi mais ou menos assim a conversa entre elas:

- Filha, o que você está sentindo?

- Muitos enjôos e tontura, mãe.

- Meu Deus! Por acaso você e seu namorado já fizeram?

- Isso é pergunta que se faça mãe?

- Você é minha filha, eu tenho o direito de saber!

- Tá bom, eu respondo. Sim, nós já fizemos.

- E vocês se preveniram?

- Não... Ele disse que não teria problema nenhum...

- Filha... Me desculpe falar.. Mas... Eu acho que você está grávida.

- O que?

Foi assim mesmo. De primeira, minha mãe ficou com medo, já que só tinha 17 anos, e já iria criar uma família. Mas depois minha vó a tranquilizou. Depois, minha mãe começou a ficar super animada com a gravidez. Ela estava ansiosa para contar ao meu pai a novidade. Quando ela contou, ela me disse que meu pai ficou surpreso, como uma cara de espanto, ninguém quer ser pai aos plenos 17 anos. "Eu não esperava que isso acontecesse, agora vou ter que andar para cima e para baixo com uma criança mimada", provavelmente foi isso que meu pai pensou quando ele soube da novidade. 

Bom, minha mãe falou para o meu pai que eles tinham que se casar, já que ela estava grávida dele, e o seu pai não gostaria que sua filha tivesse um filho solteira. Meu pai ficou assustado com a ideia de se casar, mas depois aceitou. Eles se casaram e foram vivendo uma vida simples. Mas aos poucos, os problemas foram aparecendo. Primeiro: meu pai se cansou de ficar em casa o dia todo com uma mulher grávida, enquanto poderia estar fazendo outras coisas. Segundo: ele começou a largar minha mãe sozinha em casa sentindo dores, enquanto ele se divertia com outras mulheres. Minha mãe ficou cansada dessa situação, e brigou com meu pai, que reagiu batendo nela, por sorte ela não perdeu o bebê. Ele falou que era melhor eles se separarem, e minha mãe, no auge do desespero, falou que ele não podia fazer isso, já que ela estava grávida e precisava do seu apoio. Mas meu pai não deu ouvidos à ela e foi embora de casa, levando seus pertences. E até hoje ela acha que tem culpa por ter acontecido tudo isso com ela, mesmo todos falando que o culpado foi meu pai.

Até hoje eu não me perdôo por ter um pai assim, que abandonou minha mãe quando ela estava grávida, quando ela mais precisava dele. Por isso que eu não quero ter relação amorosa com ninguém. Eu não quero ser enganada por um homem ou por qualquer outra pessoa. Todos os homens são iguais, todos!


Notas Finais


Bom gente, essa foi só uma introdução para vocês entenderem a história. Beijos e até o próximo capítulo.


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