História Uma paixão desavisada - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor, Família, Romance, Violencia
Exibições 20
Palavras 1.964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi fofos e fofas! Aqui está o capítulo 2, começando com a história. Espero que gostem desse capítulo! Vamos para a fanfic!

Capítulo 2 - Uma nova escola, uma nova vida


Fanfic / Fanfiction Uma paixão desavisada - Capítulo 2 - Uma nova escola, uma nova vida

Acordei com os gritos da minha mãe me chamando para tomar café. Eu não estava nem um pouco afim de ir para minha nova escola hoje, não quero ver ninguém lá. Mas eu tenho que ir, já que perdi três meses sem ir para escola, pois no fundo, eu estava com medo de conhecer pessoas novas. Mas minha mãe me forçou a ir para a escola hoje, e eu preciso obedecê-la, senão, eu corro o risco de ir morar com meu pai. E isso eu não quero, não mesmo. 

Bom, me levantei da cama, tomei meu banho e coloquei uma blusa plissada preta e uma calça jeans. Eu não ligo muito para moda e essas coisas assim sobre roupa. Tenho meu estilo e não quero que ninguém mude isso em mim. Desci as escadas até a cozinha e dei bom dia à minha mãe, que sempre estar com uma expressão de tristeza no rosto. E o pior é saber que você não pode fazer nada para mudar isso. Tomei um suco apenas, nunca tive muita fome, por isso sou magra do jeito que sou. 

- Filha, coma um pão com manteiga pelo menos.

- Eu não mãe! A senhora sabe que eu nunca fui de comer muito.

- Sim, mas se você continuar assim, vai desmaiar no meio da aula, e eu não quero que isso aconteça.

- Mãe, pare de se preocupar tanto comigo. Eu vou ficar bem, prometo.

- Hum... Não sei não...

- Aff mãe, tchau. 

- Tchau.

Dei um beijo na testa da minha mãe, peguei meus livros e minha mochila e fui embora a caminho da minha nova escola. Confesso que estava muito nervosa, eu não sabia o que encontraria por lá. Fui caminhando bem devagar, eu não queria chegar nunca lá, também, com um monte de livros na suas mãos, fica difícil de andar um pouco mais rápido que o normal.

Cheguei na escola bem cedo, pensei que fosse chegar um pouquinho mais tarde. Mas não, eu tinha que chegar cedo. Olhei para a fachada da escola antes de entrar, e senti como se uma pessoa estivesse me esperando lá dentro. Fiquei olhando fixamente para a fachada da escola e falei:

- Até que é bonitinha! Bom, por fora.

- Pode acreditar, ela é muito mais bonita por dentro!

Me virei assustada para ver a tal pessoa que estava falando comigo, e me deparei com uma garota de cabelos brancos, vestido roxo com preto, bem bonita. Ela sorriu para mim, mas eu simplesmente bufei e me virei de costas para ela. 

- Você deve ser a novata. Prazer, meu nome é Rosalya. Mas pode me chamar de Rosa. Qual é seu nome?

- Por que quer saber, Rosa?

- Ora, porque você vai estudar aqui agora, e eu preciso saber o seu nome se quiser ser sua amiga.

- Quem disse que eu quero você como amiga?

- Nossa como você é grossa! 

- É, sou mesmo, por que? Está incomodada?

- Não. Mas você deveria mudar esse seu jeito, sei lá, grosso.

- Olha, eu mudo se eu quiser, não preciso de você nem de ninguém. Agora, tchau!

- Por favor, aceite ser minha amiga. Eu não tenho muitos amigos aqui.

- Arrg! Tá bom, você pode ser minha amiga. Mas, eu não gosto de amiga chiclete.

- Ebaaaa! - Ela começou a dar pulinhos de alegria. - Alexy, pode vim! Ela aceitou ser nossa amiga!

Do nada, apareceu um garoto de cabelos azuis e com roupas totalmente chamativas. Ele colocou o braço no meu ombro e sorriu para mim. Eu fiquei parada estupefata e exclamei:

- Pensei que ia ser amiga só de VOCÊ Rosa!

- Ah, por favor! Eu sou um bom amigo. Você vai gostar da minha companhia! - A Rosa deu uma leve tosse e o Alexy completou. - Da nossa companhia, quer dizer.

Eu não pude aguentar e dei um risinho de satisfação. Eles começaram a rir descontroladamente, e eu não pude impedir que fosse contagiada também. Ficamos lá rindo, até uma senhora que aparentava ter uns 60 anos aparecer de junto a nós e falar:

- Do que vocês estão rindo? Posso saber? - Logo, nós três nos calamos.

- De nada diretora. - A Rosa falou meio sem graça.

- Hum... Querida, você deve ser a Giovanna Mendes, nossa nova aluna. Por que faltou esses meses todos?

- Bom... É que... Eu... Estava doente! Isso, eu estava doente.

- Hum... Bom, peço para que você vá no grêmio e fale com o Nathaniel sobre sua ficha de inscrição. Depois, peça para ele te mostrar a escola.

- Sim diretora. Eu vou fazer isso.

A diretora foi embora e suspirei de alívio. Essa diretora tem cara de ser boazinha, mas ela falou comigo de um jeito meio frio, que até me deu medo. Olhei para os meus mais novos amigos  e pedi para eles me levarem até o grêmio, já que eu era nova na escola e não sabia onde ficava. A Rosa levou alguns dos meus livros, enquanto o Alexy me guiava até o grêmio. Chegando lá, eles abriram a porta para mim, me devolveram os livros e se despediram, dizendo que iam me esperar na sala B. Entrei no grêmio, e vi um garoto de costas para mim, loiro e com uma roupa um pouco formal. Ele estava organizando algumas fichas, e se assustou quando percebeu minha presença ali. Ele me cumprimentou dizendo:

- Você deve ser a Giovanna Mendes, nossa nova aluna. Seja bem vida!

- Hum, viu... E você deve ser o Nathaniel.

- Sou eu mesmo, como sabe?

- Ora, a diretora que me pediu para vim falar com você. Aí, ela me disse seu nome.

- Oh, é verdade. É que hoje eu estou meio avoado.

- Hum, que pena que eu não perguntei.

- Nossa que grosseria!

- Outro que não gostou. Olha, só me fala o que eu tenho que fazer e pronto, eu saio da sua frente.

- Ahn, está aqui sua ficha, você só precisa assinar aqui. - Ele apontou com o dedo para uma linha em branco.

- Pronto, agora tchau.

- Espera...

- Ai meu Deus, o que você quer?

- Você sabe onde fica sua sala?

- Não, mas eu posso achar sozinha.

- É melhor você aceitar minha ajuda...

- Não! Eu não preciso! 

- Tá bom, depois que você se perder, a culpa não vai ser minha.

- Aff, tá bom. Me mostre a escola, mas rápido.

- Prometo que vai ser rápido. - Ele pegou na minha mão e me puxou para fora da sala, com um sorriso no rosto.

Fomos andando por toda a escola, sempre conversando sobre os alunos, as aulas e os professores. Bom, um de nós que falou, ou seja, o Nathaniel, porque eu fiquei o tour todo sem falar uma palavra. Ele me apresentou a alguns alunos, porque o resto já estava nas suas salas esperando seu professor chegar. Depois do nosso tour, fui para minha sala, que o Nathaniel indicou, e entrei. De longe, pude perceber o Alexy agitando as mãos, sinalizando para um lugar ao seu lado. Fui andando até a carteira dele, mas se não fosse um pé na minha frente, eu já teria chegado no meu destino.

- Você não olha para onde anda não é? Sua idiota! - Um garoto de cabelos vermelhos gritou comigo.

- Idiota? Tem certeza que está falando com a pessoa certa? Porque não foi eu que estava com o pé escancarado do lado de fora da carteira, como se estivesse na minha própria casa! Você já percebeu que isso aqui é uma escola? Ou ficou burro também?

- Arrg! Como ousa falar assim comigo? Você sabe com quem tá falando?

- Sei, claro que sei. Eu estou falando com um completo idiota que ainda não se deu conta de que eu quero passar!

- Humpt. Passe, senhorita. Fique a vontade.

- Seu idiota. Espero que você fique um pouco mais agradável do que já é! - Falei com ironia enquanto ia para a carteira do Alexy, que estava me olhando espantado.

- Garota, o que foi isso? Você enfrentou o Castiel? O metido a bad boy? - Alexy sussurrou.

- Metido a bad boy? Tá mais para metido a idiota! - Respondi também em sussurro.

- Garota, já gostei de você.

Quando eu ia responder, o professor entrou na sala, então me calei. De vez em quando, o tal de Castiel olhava para mim, de um jeito estranho, não entendi muito bem. Durante toda a aula, pude perceber os olhares dos outros alunos, acho que eles não gostaram do meu jeito de estudar. Eu nunca presto atenção na aula, mas sempre tiro notas boas nas provas. Eu sempre fico escrevendo letras de músicas no meu caderno, enquanto o professor estar explicando sobre o corpo humano ou sobre aritmética, e quando ele me faz uma pergunta respondo sempre com uma resposta decente e correta.

Durante a aula, percebi um aviãozinho cair sobre minha carteira. Olhei desconfiada para ele, mas depois abri. Olhei para os lados procurando a pessoa que tinha jogado aquilo ali, e percebi que o Castiel estava olhando para mim. Então, deduzir que o aviãozinho era dele. Nele estava escrito:

"Além de respondona, você não gosta de prestar atenção na aula. Gostei de você. Cuidado, o professor pode te pegar lendo esse bilhete."

Olhei para ele com um ar de interrogação, e percebi quando o professor estava do lado da minha carteira, de braços cruzados e batendo o pé no chão esperando alguma coisa. Olhei para envergonhada e engolir em seco. O professor olhou irritado para mim e perguntou:

- E então senhorita Mendes, nossa nova aluna, qual é a resposta?

- Desculpe professor, mas qual foi a pergunta? - Quando falei isso, o Castiel sorriu de um jeito diabólico.

- Parece que alguém não estava prestando atenção na aula. Peço que por favor, se retire da sala. Eu não tolero alunos que não prestam atenção no que eu estou explicando.

- O que? Eu só me distrair um pouco, não é motivo para tanto. Aliás, é só o senhor fazer a pergunta de novo, que eu respondo.

- Tenho certeza que você não irá conseguir responder.

- Bom, por que não tenta?

- Tá bom. Qual era o objetivo da Santa Inquisição?

- É essa a pergunta? Muito fácil. O objetivo dela era castigar os hereges, as pessoas que davam ideias contra um dogma católico. - Depois que eu falei, todo mundo olhou para mim espantado.

- Como você sabia da resposta?

- Muito simples. Eu estudei.

- Bom, mesmo assim quero que você saia da sala.

- O que?

O professor mandou eu sair da sala de novo, então, foi isso que eu fiz. Fui andando pelo corredor até ficar cansada e me sentar em um banco que tinha por ali. Me sentei e esperei o sinal tocar, eu simplesmente não ia embora da escola tão cedo, minha mãe iria ficar uma fera comigo. Então, fiquei esperando tocar para nós irmos para casa, e eu juro, o tempo que eu esperei pareceu levar um ano. Depois que tocou, me levantei aliviada do banco e caminhei em direção à saída da escola. Mas sem querer, eu esbarrei em alguém, e eu não fiquei tão feliz em saber com quem eu tinha me esbarrado.

- Você não olha por onde anda não é? - Castiel gritou comigo.

- Me desculpe, mas foi você que ficou parado aí na minha frente feito um tonto. 

- Já não basta ter pisado no meu pé, agora você esbarra em mim! Por acaso virou meu carrapato foi?

- Não. É só azar mesmo em te encontrar aonde eu vou.

- Eu odeio você garota.

- Nossa, eu não vou nem dormir hoje por causa disso. Se enxerga garoto.

- Se enxerga você, tábua!

- Arrg! Sai da minha frente agora, seu idiota! - O empurrei e saí andando com muita raiva.

Eu só queria que esse menino sumisse da minha frente. Arrg, como ele era chato! O pior é que eu não parava de pensar nele. Sua imagem estava grudada na minha mente. Ele até podia ser grosso, mas tinha que confessar que ele era bonito. 



Notas Finais


Bom gente, esse episódio foi muuuito longo, mas se acostume, minhas histórias são sempre assim. Beijos, e até o próximo capítulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...