História Uma paixão desavisada - Capítulo 3


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor, Família, Romance, Violencia
Exibições 13
Palavras 921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiii gente! Mais um capítulo da história da Gio! Espero que gostem, beijos!

Capítulo 3 - Um dia ao lado de um pervertido


Fanfic / Fanfiction Uma paixão desavisada - Capítulo 3 - Um dia ao lado de um pervertido

***

Cheguei na escola tão cansada que nem falei com ninguém. Enquanto eu recuperava o fôlego, várias garotas passaram por mim com bastante pressa, pareciam que iam pegar o trem das 08:00. Olhei para cada uma que passou, e elas pareciam preocupadas com alguma coisa. Principalmente uma garota de cabelos castanhos, roupa muito esquisita, e bem feitinha. Olhei para ela direito e percebi uma expressão de preocupação no seu rosto, como se alguém da sua família tinha morrido, ou alguma coisa assim.

No bolo dessas meninas, encontrei a Rosa, que estava quase comendo as unhas de tanta preocupação. Enquanto ela caminhava, puxei seu braço para perto de mim, e ela olhou para mim assustada. Olhei bem para seu rosto e perguntei:

- O que foi que aconteceu? Por que vocês estão com essa cara de enterro?

- Oh, você não sabe?

- Claro que não né Rosa! Cheguei agora a pouco.

- Ah, desculpa. 

- Viu tudo bem. Mas me fale o que aconteceu.

- O Castiel estava brigando com o Nathaniel no corredor, e parece que o negócio foi sério.

- Nossa...

- Parece que todos os dois estão muito machucados.

- Nossa... Mas por que brigaram?

- Bom, eles nunca se deram muito bem, e ninguém sabe o porquê.

- Hum, interessante.

- Quer vir comigo ver como eles estão?

- Sim, mas antes, uma pergunta.

- Fale.

- Quem é aquela menina que usa roupas esquisitas e tem o cabelo castanho?

- Hum, eu acho que você está falando da Debrah.

- Ela é o que do Castiel?

- Por que você quer tanto saber? Por acaso está interessada nele? - Rosa deu um sorriso malicioso.

- Eu? Interessada nele? Você deve estar sonhando! Eu só estou curiosa.

- Hum, se você diz. A Debrah é namorada dele.

- O que? Namorada? - Quase engasguei as palavras.

- Sim, por que? Se incomodou foi?

- Eu? Não! Eu só... 

- Esquece! Vamos logo!

Rosa pegou no meu braço e me puxou pelo pátio até chegar no corredor principal. Chegando lá, avistei o Castiel sentado em uma cadeira, dando leves tapinhas na mão da tal da Debrah, para que ela não cuidasse dos seus ferimentos. Do outro lado do corredor, vi o Nathaniel sendo cuidado por uma garota de cabelos castanhos também com uma roupa totalmente de mocinha, parecendo uma freira. Olhei para ela, e ela sorriu de um jeito meio sarcástico. Bufei e voltei minha atenção à diretora, que estava se preparando para falar alguma coisa.

- Eu quero saber quem aqui estava brigando!

- O Castiel e o Nathaniel! - Alguém gritou de lá de trás.

- Hum... Deixe-me ver seus machucados. - Ela examinou os machucados de cada um e disse. - Bom, vocês dois vão precisar de cuidados.

Quando a diretora falou isso, todo mundo ficou em silêncio. A diretora quebrou o silêncio perguntando se alguém iria se voluntariar para cuidar do Castiel, já que a Debrah não ia poder porque ela não estuda na Sweet Amoris. Ninguém levantou a mão ou falou alguma coisa. Parece que o Castiel tem má fama pela escola, para ninguém querer ajudá-lo. 

De repente, vi a Rosa falar alguma coisa no ouvido da diretora, enquanto a mesma fazia caras e bocas. Olhei para elas duas com um ar de interrogação, quando me assustei com a diretora olhando e apontando para mim. Eu fiquei paralisada sem fazer nada, a diretora me chamou para ir até ela e eu obedeci. 

- Querida, orderno que você cuide dos ferimentos do Castiel. - Nessa hora, o Castiel quase que esgasga com a própria saliva.

- O que diretora? Por que eu?

- Porque sim. Agora, leve-o para uma sala vazia e cuide dos seus ferimentos.

- Tá bom. Vem Castiel. - O puxei pela mão até a primeira sala que vi vazia.

Nós entramos na sala e o Castiel sorriu para mim de um jeito estranho, não entendi muito bem. Peguei a caixa de curativos que a diretora me deu e mandei Castiel se sentar, para eu poder passar o remédio. Primeiro, limpei os ferimentos do rosto, que eram muitos, e passei um remédio desconhecido por cima. Enquanto fazia isso, o Castiel puxou conversa:

- Vai ficar assim em silêncio?

- Você quer que eu fale o que?

- Sei lá. Qualquer coisa.

- Qualquer coisa. Pronto, falei.

- Idiota.

- Olha, é melhor você parar de me chamar assim, senão eu te deixo aqui com esses machucados morrendo de dor!

- Tá, calma! Não precisa me engolir!

- Só fica calado.

- E se eu não quiser?

- Eu te calo de outro jeito.

- Que jeito? - Ele me puxou para mais perto dele.

- Esse. - Peguei uma gase que tinha dentro da caixa, e coloquei na sua boca.

- Sua tábua.

- Do que me chamou?

- De tábua! T-Á-B-U-A!

- Arrg! Cabeça de tomate!

- Hahahahahaha! Pare, está esquisito!

- Humpft. Agora eu quero saber de uma coisa.

- Depende.

-Por que você não queria ajuda da sua namorada? Ela parecia muito preocupada com você.

- Como você sabe que ela é minha namorada?

- Um passarinho me contou. Mas me responda.

- Essa preocupação toda dela é só fachada. É só fingimento.

- Hum, e por que ainda namora ela?

- Bom, vamos dizer que ela não me dá escolha.

- Hum... Que pena para você.

- Mas por que perguntou isso? Por acaso está interessada em mim?

- Eu? Só que não! Só estou perguntando mesmo.

- Tem certeza? Eu tenho métodos ótimos para fazer você falar.

- Ah é? Que métodos?

- Esses. - Ele começou a fazer cócegas em mim. Eu estava rindo feito uma doida.

Até que cuidar dele foi legal. Nós nos divertimos muito um com o outro, mas isso não quer dizer que eu esteja gostando dele. Não mesmo. É só uma grande amizade. Só isso.


Notas Finais


Esse foi o capítulo 3 gente! Beijos, e até o próximo capítulo.


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