História Uma pequena suicida... (terceira temporada) - Capítulo 30


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Casal Psicopata, Menina Psicopata, Menino Psicopata, Originais, Psicopata, Psicopatas, Sangue, Tortura, Uma Pequena Suicida
Exibições 58
Palavras 744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 30 - Onde estou?


Fanfic / Fanfiction Uma pequena suicida... (terceira temporada) - Capítulo 30 - Onde estou?

Meus olhos foram se abrindo lentamente, minha visão se encontrava embaçada

Eu realmente não sabia onde eu estava, o lugar era totalmente escuro

Quando notei que eu estava sentada a uma cadeira, que me parece ser de madeira

Minhas mãos estavam amarradas atrás de mim, com algo de metal

Estava abafado, minha respiração se encontrava ofegante

Eu estava soando um pouco.

Tentei me lembrar de algo, mas não me vinha nada a cabeça

Logo escutei o barulho de alguma porta sendo aberta

A única coisa que eu conseguia ver era uma silhueta... de algum homem, no qual eu não sabia quem era

Vi ele esticar o braço para a parede, e logo a luz foi acessa

Meus olhos arderam na hora, apenas vi um clarão. Logo depois, fui me acostumando

Notei ao meu redor que, a sala era repleta de espelhos, não havia janela, nem ventilador, apenas uma porta, que também era coberta de espelhos...

Percebi que meus cabelos estavam soltos, e estava com uma roupa completamente diferente da que eu estava.  Parecia... um vestidinho branco, com manchas de sangue...

Consegui ver o homem, que ainda estava na porta, porém, seu rosto estava sendo coberto por alguma mascara que, eu tenho certeza que já a vi antes...

Eu: quem é você?

Pessoa: não se lembra mesmo de mim?

Eu: com essa mascara cobrindo o seu rosto é meio difícil, não?: falei com um leve tom de sarcasmo em minha voz

Juro, a partir de hoje, vou odiar pessoas que usam mascaras, puta que pariu, isso só complica a minha vida, que saco!

Mas uma coisa que eu notei, era que a voz deste homem, era um pouco rouca... mas ao mesmo tempo, meio fina... isso realmente é confuso

Ele usava um sobretudo preto, parecia de alguma facção eu não sei dizer, ou um assassino profissional

Pessoa: hahaha, engraçadinha você em

Eu: eu sei, obrigada: o respondi séria

Vi ele se aproximar de mim lentamente, e tentei me manter calma, o que deu certo

Mas eu não sabia o que ele iria fazer, então tentei soltar minhas mãos, porém... essa tentativa foi em vão...

Pessoa: não precisa ter medo, não irei fazer nada com você

Eu: acha mesmo que eu vou acreditar nisso? Me poupe. Me solta agora!: falei em um tom mais alto

Pessoa: não. E não adianta insistir porque não vai resolver nada

Eu: ta né, fazer o que: disse, tentando relaxar

Pessoa: você me parece bem calma para uma pessoa que foi seqüestrada

Eu: mulher em pânico não ajuda ninguém

Pessoa: olha, gostei de você.

Eu: hm...: falei baixo

Ele logo se aproximou ainda mais, e estendeu sua mão em minha direção, segurando um saquinho transparente fechado, com uma faca cheia de sangue...

Pessoa: reconhece?

Eu: e eu deveria?

Pessoa: tudo indica que sim

Eu: respondendo a sua pergunta, não. Eu não reconheço. Porque?

Pessoa: porque esta foi a faca em que você usou no seu primeiro assassinato

Eu: que?: perguntei confusa

Ele não disse nada, e nem eu. Apenas ficamos em silêncio.

Enquanto isso, eu tentava lembrar de algo, até que me veio uma lembrança de quando eu era bem pequena

Aquelas três pessoas me irritavam e me enchiam tanto, como eu pude me deixar dominar pelo ódio em tão pouco tempo? Quer dizer... eu agüentava tudo calada

Não iria contar a meus pais, pois seria algo idiota de se fazer na minha opinião. Então, resolvi resolver meus problemas com minhas próprias mãos 

Então naquele dia, eu coloquei todo o ódio que eu tinha guardado deles a tanto tempo, para fora

Ainda me lembro da sensação deliciosa que eu senti. Matar, matar e matar. Era uma coisa tão prazerosa, que infelizmente acabou tão rápido. 

Eu estava tão fora de mim, que parecia que eu estava sendo controlada, como se, EU de verdade, estivesse trancada em meu subconsciente... 

Pessoa: lembrou de algo, Emilly?

Eu: como sabe meu  nome?

Pessoa: você é uma assassina famosa na região, e outros assassinos sabem da sua existência, porque eu não saberia?

Eu: onde conseguiu essa faca?

Pessoa: roubei da policia a muitos anos atrás

Eu: mas... como você sabe dos assassinatos? Você estava lá?

Pessoa: sim, eu estava lá

Então, eu olhei para o chão, tentando me lembrar de alguém, mas não consegui me recordar de nada, ou de ninguém , além das pessoas que eu matei 

Eu: que-quem é você?: perguntei, totalmente confusa, e o olhando

Pessoa: eu? Eu sou o verdadeiro Homem Bomba!

CONTINUA...

 


Notas Finais


vishhh agora bugou tudo emmm
quem sera o verdadeiro Homem Bomba?
descubram nos próximos capitulos :3


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